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Eduardo Bolsonaro, o socialista de Taubaté

Vivi para ver Eduardo Bolsonaro com um novo visual “global”, tentando vender seu irmão, Flavio, com o mesmo sabor de Lula. Tudo se dá pela dependência, agora negada, por grande parte da Faria Lima.

A estratégia não é nova, ainda está na nossa memória o sofrimento de Bolsonaro em ter que se curvar ao Bolsa Família para tentar fazer frente com Lula, em 2022, e toda uma teia de programas sociais que representam, pela lei natural das coisas, o próprio presidente Lula.

O ataque de Eduardo à ex-apoiadora, Faria Lima, dizendo que ela não passava de uma rede de especulação, vivendo somente de rentismo e agiotagem, é um sinal claro de que a serpente bolsonarista está mordida por não contar com os ratos do dinheiro grosso para alimentar a campanha e o bolso do clã.

Então, travestido numa folhagem verborrágica de um discurso social, Eduardo diz que lucro não é importante, mas sim, a sociedade brasileira, dando um chute no tronco escravocrata que sempre foi símbolo do bolsonarismo por seu histórico racista, exploração da mão de obra dos trabalhadores, em nome das burras dos patrões.

Claro, os próprios párias vegetais do clã sempre foram incoerentes, já que arrotavam diminuição do Estado na busca por redução dos custos da máquina e a manutenção dos impostos, mas os próprios filhos do maior sanguessuga desse país, chamado Jair Bolsonaro, seguiram a mesma boca do pai de se nutrir magistralmente nas tetas mais gordas do Estado, transformando-se em bandidos vegetais.

Todos tinham o mesmo sonho desde criança, crescer e alcançar as copas mais ricas da República, enquanto isso, garganteavam um estadinho para os brasileiros.

A galhaça olímpica do bolsonaro sempre quis distância da plebe raquítica. Daí a fila do osso e a devolução do Brasil ao mapa da fome durante o governo do genocida corrupto.

Seria trágico se não fosse cômico ver o belo trecho de um dos vídeos de Eduardo chamando a Faria Lima de imoral, de antinacional, de egoísta e voraz quando, na verdade, seu pai, com um agiota na pasta da economia, Paulo Guedes, devolveu à miséria absoluta 33 milhões de brasileiros, em nome da transfusão de riqueza para as veias bilionárias do 1% mais rico do Brasil.

Mas sabe como é, sentindo que a essa altura do campeonato, Lula sobe cada vez mais e Flavio segue no sentido oposto, Eduardo resolveu interpretar o socialista de Taubaté, erguendo a divisão de riquezas ao invés do lucro obsessivo dos carrascos da Faria Lima.

Tudo isso para tentar materializar um Flavio achocolatado sabor Lula.


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Bobalhão: Flavio Bolsonao decepciona a Faria Lima por fracasso das tarifas com Trump

Empresários e gestores da Faria Lima classificaram como inócua e, em alguns casos, “decepcionante” a participação do senador Flávio Bolsonaro (PL) em audiência do governo americano sobre a possível imposição de novas tarifas de 25% a produtos brasileiros. O senador tentou convencer o Office of the United States Trade Representative (USTR), órgão responsável pela política comercial dos EUA, a cancelar ou adiar a medida.

A avaliação entre representantes do setor privado era que a presença de um senador brasileiro poderia ajudar se ele apresentasse argumentos econômicos contra o tarifaço. A frustração surgiu porque Flávio adotou um tom considerado mais político do que técnico, em meio à preocupação de empresas e associações de setores afetados.

Empresários que acompanharam a audiência, alguns presentes e outros do Brasil, avaliaram a fala como “ruim”. Em cerca de cinco minutos, o senador citou corrupção no Brasil e tratou do Pix e do cartão de crédito, tema que entrou no radar americano sob o argumento de prejuízo a bandeiras de pagamento dos EUA.

“O Pix não é um problema a ser corrigido. É uma solução. Ele ampliou a inclusão financeira ao trazer milhões de brasileiros — especialmente os mais pobres — para a economia formal”, disse Flávio. Ele também afirmou que o avanço do sistema beneficiou empresas americanas, porque transações com cartões emitidos por bandeiras dos EUA continuaram crescendo enquanto o Pix se expandia.

Especialistas veem efeito limitado no órgão americano
Flávio tratou diretamente das tarifas de maneira considerada superficial pelos empresários consultados e levou o calendário eleitoral brasileiro ao argumento. De acordo com o DCM, na audiência, disse que o Brasil terá eleição presidencial em outubro e que o cenário político poderia estar diferente em 90 dias.

“Impor agora uma tarifa que seria difícil de reverter — premiando aqueles que são responsáveis pelas ações em questão e punindo aqueles que suportaram suas consequências — seria o pior momento possível para agir”, afirmou. Pela assessoria, o senador também divulgou o pedido: “Não imponham as tarifas ao Brasil, preservem o sucesso do Pix e cancelem esta medida para que possamos negociar”.

Daniel Teles, especialista e sócio da Valor Investimentos, disse que o rito do USTR permite a participação de associações setoriais, empresas, técnicos de governo e agentes externos, como o senador. “Não acredito que ele vai persuadir o USTR mais do que empresas, que estão levando dados e fatos. Mas também não atrapalha. Eu diria que é neutra a participação”, avaliou.

Paulo Bittencourt, estrategista-chefe da MZM Wealth, também classificou o efeito na sessão 301 como neutro, mas viu prejuízo político para Flávio. “Surte mais efeito a pressão que as empresas americanas estão fazendo para não taxar o país. Mas o impacto para a candidatura de Flávio é péssimo”, disse; Maílson da Nóbrega, ex-ministro da Fazenda, afirmou que o USTR não deve decidir uma questão comercial apenas porque haverá eleição no Brasil.


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Política

Gilmar Mendes: ‘Crise do Master não é do STF, está na Faria Lima’

Magistrado defende que o inquérito das fake news continue aberto diante do acirramento eleitoral deste ano

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirma que o escândalo do Banco Master foi endereçado indevidamente à corte, argumentando que a crise é sistêmica. O tribunal passou a ser associado ao caso depois da revelação de ligações dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

À Folha, Gilmar diz não querer “isentar de responsabilidade quem tem”, mas avalia que a crise não é do tribunal, apontando o dedo para supostas falhas da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e para o Banco Central.

“Isso [a relação de ministros do STF com Vorcaro] certamente está sendo investigado e as autoridades competentes devem fazê-lo, estão fazendo”, diz o ministro.

Gilmar avalia ainda que a rejeição do advogado-geral da União, Jorge Messias, a uma vaga no Supremo deveu-se a uma questão “puramente política”, não relacionada ao indicado, e que o governo Lula (PT) falhou na articulação política com o Congresso Nacional.

O ministro também defende a realização da 14ª edição do Fórum de Lisboa, conhecido como Gilmarpalooza, alvo de críticas por ser realizado fora do país e receber autoridades que se tornaram alvo de investigações. “Não temos nenhum controle sobre isso”, afirma.

Reportagem da Folha mostrou que o caso Master e o código de ética fizeram algumas autoridades repensarem a ida ao Fórum de Lisboa. O senhor percebe esse impacto?

Pelo contrário, estamos fazendo um dos maiores eventos que já fizemos, com mais de 470 palestrantes e disputas por lugar. Talvez pessoas que não queiram ir ao fórum e queiram ser simpáticas à ideologia da Folha estejam ecoando isso, mas não percebemos isso, felizmente.

Mas eventos paralelos ao fórum já contaram com a presença de Vorcaro e de outras autoridades que passaram a ser investigadas. Isso não pesa?

Não temos nenhum controle sobre isso. Teríamos que demandar às autoridades portuguesas que não dessem visto para as pessoas? São personagens que se aproveitam do ensejo para ir ao El Corte Inglés ou fazer festa no rooftop do Tivoli. Não nos diz respeito.

Alguns desses palestrantes vêm do Tribunal Constitucional da Alemanha, que tem o modelo usado pelo presidente Edson Fachin para propor um código de ética. Como o senhor avalia esse paralelo?

O código da corte alemã estabelece que aquilo que se ganha na condição de juiz, para além do pró-labore, tem que ser divulgado, seja por palestra ou direitos autorais. Não sei quem plantou essa ideia de que o problema é o “Gilmarpalooza”, mas, para nós, é uma coisa muito “naïve” [ingênua].

No STF não há necessidade de um ministro tornar público o quanto recebe por palestras.

Isso pode ser discutido. Nós temos a Lei Orgânica da Magistratura e o Código de Ética da Magistratura. Não tenho nada contra a ideia. A questão é de oportunidade. Tem muitas coisas que constam do código de ética alemão que não condizem com a nossa cultura. Um juiz lá não pode se pronunciar sobre determinadas questões. Aqui, na crise que vivemos durante o governo Bolsonaro, se a minha voz e a de outros não pudessem ser levantadas, provavelmente nós não estaríamos contando a história. É possível fazer a reforma dentro de consensos.

O Datafolha mostrou que há uma crise de confiança da população no STF. A que o senhor atribui isso?

A forma da pergunta às vezes é errada. Houve certa habilidade em transferir para o tribunal a responsabilidade por fatos que são graves e que revelam uma crise sistêmica. Por exemplo, a CVM estava há mais de ano com três diretores a menos. Portanto, sem fiscalização sobre o campo penal, lavagem e “otras cositas más”. A crise do Master não está na Praça dos Três Poderes, está na Faria Lima. Quem vendeu títulos foram os bancos. Não quero isentar de responsabilidade quem tem, mas me parece que você coloca o tribunal num corredor polonês; depois a Folha faz pesquisa e revela uma frustração.

Outra crítica ao STF é o fato de ministros terem parentes advogados e como isso pode gerar conflito de interesses.

O CPC [Código de Processo Civil] veda o julgamento de causas em que a parte ou o advogado seja parente. É uma discussão difícil porque envolve liberdade profissional e, em princípio, não tem como evitar. Mas há um sistema de fiscalização do Judiciário e da Ordem dos Advogados do Brasil [OAB] para evitar abusos.

E quanto às relações, muitas vezes também questionáveis, de ministros com empresários?

A questão da amizade, todos nós devemos ter cuidado. Se tiver amizade íntima, o CPC responde a isso. Nós devemos ter essa cautela.

A PF apura negócios familiares de Toffoli com o Master por meio do resort Tayayá, o contato entre Vorcaro e Moraes e o contrato firmado pelo banco com o escritório da esposa do ministro. Essas relações não estão mal explicadas?

Isso certamente está sendo investigado e as autoridades competentes devem fazê-lo. Agora, qual a relação de causa e efeito? Pessoas que fizeram empréstimos ou que eram correntistas têm responsabilidade? Claro que não.

O senhor já fez críticas em relação ao modo como Edson Fachin está conduzindo a crise. Como está a divisão interna?

Não tem divisão interna. O código de ética gerou um ambiente de certa desinteligência, porque pareceu lançado num momento de vulnerabilidade de alguns colegas. Não estou imputando essa intenção a ele, mas isso foi impróprio. Quem quer conduzir o tribunal precisa produzir unidade, é elementar.

O senhor, quando votou para manter a prisão de Daniel Vorcaro, fez algumas críticas àquela prisão e ao uso de prisões para se conseguir delação premiada. O senhor acha que essa situação está acontecendo no caso Master?

Não tenho ideia, tenho que examinar em cada caso. O que temo é o autoritarismo penal-judicial. Não gosto da ideia de alguém dizer “agora você vai ter um regime privilegiado porque você me prometeu delatar” ou “agora vou te colocar num presídio de segurança máxima porque você não correspondeu às minhas expectativas”.

O ministro Fachin disse estar conversando com Moraes sobre encerrar o inquérito das fake news. O senhor concorda com essa medida?

Mantido o ambiente de radicalismo, e tudo indica que vai ser mantido, dado o acirramento eleitoral, o inquérito das fake news é necessário. Veja a CPI do Crime Organizado. Era para investigar o PCC e outros que tais, e aí se indicia o ministro Toffoli, o ministro Alexandre, o procurador-geral Paulo Gonet e a mim. A CPMI resolveu o problema do crime organizado no Brasil?

O senhor pediu uma investigação contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) por causa da CPI e outra sobre o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo). Essas reações reduzem ou inflamam atritos?

A Folha fez um editorial sobre isso, dizendo que Alessandro Vieira tinha exorbitado, mas que a minha reação era desproporcional. Não sei o que resta a alguém que é apontado como integrante de uma organização criminosa senão reagir. Ao fazê-lo, tem que fazer pelas vias do devido processo legal. Esse é o caminho, mas certamente o jurídico da Folha pode me ajudar a compreender esse tipo de reação.

O Senado errou ao rejeitar Jorge Messias para o STF?

Não foi por falta de qualificação. Foi uma questão puramente política, de uma crise política cujo contexto não consigo divisar bem, e foi por isso que me parece que acabou havendo esse encaminhamento, essas desinteligências que se colocam. O governo Lula é um governo de minoria, algo que não conhecíamos nesses 40 anos de Constituição. Ele não logrou ter maioria no Congresso e depende de construções tópicas. Há várias falhas, inclusive uma grave falha de articulação política. Eu trabalhei no governo [FHC]. Eram dramáticas as votações de emendas constitucionais, que precisavam de 308 votos na Câmara. Mas havia pessoas que sabiam calcular.

Sobre penduricalhos, mesmo depois da decisão do STF, foram criados benefícios. O Judiciário perdeu a capacidade de se autorregular nesse tema?

Temos que chegar a um modelo de federalização da folha de salários, com uma plataforma única em que qualquer rubrica precise ser autorizada.

RAIO-X I Gilmar Mendes, 70
Atual decano do STF, foi indicado ao tribunal pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), de quem foi advogado-geral da União, além de assessor no Ministério da Justiça e na Casa Civil. Antes, foi procurador da República e consultor da Presidência no governo Fernando Collor. Formado em direito pela UnB, concluiu mestrado e doutorado pela Westfälische Wilhelms-Universität zu Münster.

*Por Ana Pompeu, Luísa Martins e Julia Chaib/ICL


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Com 3% de intenção de votos, Zema vira o novo grandão da mídia industrial

Quem vê a fala de Zema e não está acompanhando os números das pesquisas, imagina que governador de Minas Gerais, é um outsider, é menos que um nanico político, ronca grosso para ninguém. O sujeito é um provinciano esteriotipado e, por isso mesmo, um teco-teco sem motor e sem qualquer função concrta na vida nacional

Quem não sabe disso, acha que o jeca de plantão está de fato grandão nas pesquisas. Mas, assim como Caiado, da chamada terceira via.

Zema é um blefe que vale 3%. Esse papo de que é gestor técnico de direita, não convence ninguém.

Se o ataque ao Bolsa Famíla em plena Faria Lima para agradar os ricos, está longe, bem longe da realidade do Vale do Jequitinhonha.

Isso revela que Zema não é um gestor, não é um líder, apenas um blefe. Os trocados que tem no bolso, 3%, para bancar uma briga com o STF, não paga um pingado na birosca do Chico Bento.

O camarada não tem poder de voto nenhum, não representa ninguém, não tem eleitor para encher uma kombi. A única coisa que tem é um uai falsificado, já que um playboy jeca que faz um esteriótipo de mineiro para parecer um caipira de cigarro de palha.

O problema é que a Faria Lima só banca quem dá lucro, e 3% dá prejuízo.

Zema é uma mentira até como caipira, um pão de queijo de padaria paulista, por isso tomou um tranco do prefeito de Teófilo Otoni, Fabio Marinho (PL) quando atacou o Bolsa Família, porque lá no Vale do Mucuri, o Bolsa Família faz uma enorme diferença na venda, na farmácia, no posto. Lá ninguém fala uai com sotaque do Itaim Bibi.

Zema é um borralho que tenta sobreviver decalcando discurso do editorial do Globo para ganhar um farolzinho de bicicleta.

Resumo da ópera

Como é um caipira de laboratório e CNPJ, ninguém acredita na mineirice desse mineiro de mentirinha.

Ou seja, com 3% da intenção de votos, Zema, que também ataca os nordestinos mais miseráveis, tem uma candidatura para a presidência da República que já nasce morta.

Zema não passa de um Cleitinho piorado, daí seu resultado pífio nas pesquisas.


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Política

O fim do molde Flavio amorzinho

A campanha de Flavio está de amplitude nova para atacar Lula romanceando o governo do seu pai com mentiras das mais cínicas e de tonalidades cinza.

Inteligência não é o forte de Flavio, por isso, ele não empolga nem seus aliados que o mantêm num conjunto marginal de atitudes que são obras primas de traição nacional. Mas a vulgaridade fácil, tentando apagar o passado do governo do seu pai e seu próprio passado, é uma das várias atitudes de um espírito de menos fofuras e mais doenças bolsonaristas.

Não demora o vigarista explicará como é a vida de um extra terrestre tão amado pelo gado que, neste momento, encontra-se choroso com tanto revés enlaçando o seu pescoço.

Flavio segue fugindo de Flavio. Não só ele, Nikolas está de braços cruzados e não quer botar a mão na merda para não ser centrifugado pelo esgoto de Flavio, junto com outros ratos e baratas.

Eduardo Bolsonaro se empombou com Nikolas justamente por isso, pelo rato pular fora do navio antes mesmo de encalhar no primeiro iceberg do naufrágio de sua candidatura.

Flavio, por isso mesmo, em claro desespero, não fugiu da tentação de acusar o governo Lula de fazer justamente o que seu pai fez, como devolver 24 milhões de brasileiros a mais absoluta miséria e, consequentemente à fila do osso e ao mapa da fome, escancarando que sua campanha está doente, com ânsia de vômito diante de seu próprio portfólio de crimes.

Isso produziu um vazio. Com essa espécie de nem nem.

Flavio não está no desespero do inferno, mas está claro que a Faria Lima não exatamente apoia sua candidatura, mas atura. O termômetro disso é o próprio Nikolas que quer que a família Bolsonaro inteira vá para o caldeirão do capeta. E se não diz isso textualmente, seu subconsciente escancara que o pigmeu moral jogou todo o clã na fogueira santa, justamente porque a Faria Lima não tem uma atitude recíproca com a candidatura de Flavio Bolsonaro e, consequentemente, o fervor religioso de Nikolas, que surgiu e viveu debaixo da bata santa do bolsonarismo, criou um personagem universal que não fede, nem cheira.

Ou seja, Nikolas está com um pé dentro e outro fora da candidatura de Flavio.

A pesquisa CNT/DMA desta segunda (14), em que Lula aparece com 44,9% e Flavio com 40.2% no segundo turno. Lula com 39% e Flavio com 31% no primeiro turno, a engenharia do desespero de Flavio funcionará mais na base de colocar nas costas de Lula as merdas feitas por seu pai para fugir da fogueira santa do evangelhistão, por conta da suruba denunciada pela trans de direita, que ganhou as redes do último pleito digital e ter a fidelidade de pastores, maníacos do parque do dízimo e buscar algum elogio para não fracassar antes mesmo do jogo começar.

Ninguém aqui está anunciando a morte política de Flavio, apenas que sua fantasia mudou por decreto de sua assessoria e o sujeito já apareceu de cara pintada para a guerra e, através de magia negra, onde ele assume o papel de “denunciar Lula”, espancando  a verdade com o intuito de tentar blindar seus próprios esquemas do passado que estão diretamente conectados com a de seu pai para agradar o curral.

Resuno da ópera

A regra é clara, a Faria Lima só dá apoio a quem dá lucro, mas Flavio só dá prejuízo.

Por isso o Flavio bonitinho, fofinho, que acabou por se vender como fraquinho, sabe que sua carta de demissão já está na mesa da goma alta do dinheiro grosso. Se cair mais uns pontinhos, será jogado ao mar antes mesmo do Titanic bolsonarista afundar.


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Tarcísio amarela e vai à Brasília pedir a bênção ao papudo para concorrer à reeleição ao governo de São Paulo

Mais uma vez Tarcísio confirma o que todos já sabem, ele é fraco politicamente e acaba por desmentir a mídia e a Faria Lima, que teria estrela suficiente para enfrentar Lula na disputa presidencial.

Bastou Bolsonaro pintar a paisagem de um de sues filhos como candidato para Tarcísio passar vergonha e achar que acertaria mais se mudasse o rumo da prosa, deixando de lado a ambição de ser presidente, vivendo na sombra de Bolsonaro para seguir na mesma sombra na disputa pela reeleição ao governo de São Paulo.

O nome disso não é receio, é certeza de que a sua candidatura sem a mão de Bolsonaro na cabeça, seria uma tragédia que, numa só machadada, lhe tiraria a possibilidade de tentar a presidência e a própria reeleição. Preferiu fazer o que está mais desembaraçado, administrando a tentativa à reeleição, mesmo tendo sido um governador absolutamente inútil, assim como foi ministro de Bolsonaro, mas que a língua da Faria Lima, fintechs e PCC.

Isso, junto com outros muquiranas como Zema, Caiado, Ratinho Junior, mostra que a diretia de fato não tem candidato. Mesmo o Flavio, com o apoio do pai e do rsto do clã, está arrastando uma bola de ferro amarrada no pé para seguir viagem, pois não tem o apoio efetivo do centrão, dos evangélicos, de Michelle, da Faria Lima e o notório corpo mole de Valdemar, proprietário do PL

Há uma série de lacunas para que tal sonho se realize. Flavio, além de fraco emocionalmente, como se viu no debate para a prefeitura do Rio de Janeiro, em 2016, em que, ao vivo e a cores, cagou-se inteiro e desmaiou, é nulo intelectual e políticamente, ou seja, nenhuma surpresa rumo à caça fda cadeira presidencial.

Já Tarcísio, escanteado e desprezado pelo clã, teve que retirar seu quadro de vulto da direita brejeira e jogar no lixo a ilusão de que poderia ser candidato usando a cacunda de Bolsonaro como atestado de estupidez bolsonarista.


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O golpe da “Direita civilizada” deu ruim

Tarcísio está fora do páreo. Não adianta o Centrão chorar. Bolsonaro tirou Tarcísio do ar, o que causou indignação no mercado e na grande mídia.

Na verdade, Tarcísio prova que é mais do mesmo ou teria vida própria, coisa que não tem sem Bolsonaro.

O baronato midiático não está se aguentando de raiva por Bolsonaro ter chutado Tarcísio por Flavio.

A “terceira via”, rbatizada com o nome de direita civilizada, não tem propósito  Ninguém sab o que é “direita civilizada” e para o que serve além de uma abstração retórica.

Essa tal “direita civilizada” criou as farsas do mensalão, da Lava Jato, o golpe do impeachment em Dilma e a conenação de Lula sem prova de crime. Deu troféu de herói para Joaquim Barbosa, Sergio Moro para, no final das contas, eleger Bolsonaro em 2018.

Com a prisão de Bolsonaro, a fragmentação do Brasil seria fatal, até porqueela já havia implodido com Aério e colada com cuspe para manter as aparências.

Flavio, que já havia herdado do pai, Queiroz, Adrianoda Nóbrega, Muzema  e Rio das Pedras, chega na disputa para 2026 com sua imagem vinculada a TH Joias, Rodrigo Bacellar, Claudio Castro e Vorcaro.

A pergunta é, com Bolsonaro tirando a mão da cabeça de Tarcísio, a mídia continuará dando como certa a sua reeleição em São Paulo, patrocinada pela Faria Lima/PCC?

Claro, sem falar das relações incestuosas de Tarcísio com a Faria Lima, PCC e afins.

Tudo isso junto, dá no que dá, uma estrada toda esburacada tanto para Flavio quanto para Tarcísio, onde a reloação entre o crime organizado, em sua plenitude, anda de mãos dadas com o poder constituído dentro do universo da direita brasileira.


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Eles batem continência para o cartel do crime organizado da Faria Lima

A rota do pó passa passa por São Paulo.

Mais precisamente pela Faria Lima.

Faria Lima é a rua do beija-mão da direita bolsonarista. Toda a cúpula da direita bolsonarista tem na Faria Lima um banco 24 horas para chamar de seu.

Daí a explicação da PEC da bandidagem 2.0, operada por Tarcisio de Freitas, Derrite e Hugo Motta.

Sim, há uma articulação clara para limitar o poder da Polícia Federal (PF) em investigações contra o crime organizado, e isso vem logo após operações que expuseram ligações perigosas entre facções como o PCC e o coração financeiro do país, a Avenida Faria Lima.

É isso o que as reportagens e debates no Congresso mostram sem biombos.

O que é essa PEC da Bandidagem 2.0?

Originalmente, refere-se à PEC 3/2021 (ou “PEC da Blindagem”), uma proposta de emenda constitucional que visava restringir investigações e prisões de parlamentares, dando mais poder aos governadores sobre forças policiais.

Ela foi barrada pelo Congresso em setembro de 2025, após protestos nas ruas, mas críticos a chamavam de PEC da Bandidagem, por proteger, de forma descarada, corruptos e criminosos influentes.

Agora, a “versão 2.0” é o substitutivo apresentado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP) ao PL 5.582/2025, o “PL Antifacção”.
Um projeto original do governo Lula para endurecer o combate à facções criminosas.

Derrite, que é secretário licenciado de Segurança Pública de São Paulo no governo Tarcísio de Freitas, alterou todo o texto para limitar a PF:
Investigação de crimes interestaduais ou transnacionais (como lavagem de dinheiro pelo PCC) passaria a depender de autorização dos governadores e ficaria sob responsabilidade das Polícias Civis e Justiça Estadual. Isso contraria o artigo 144 da Constituição, que dá autonomia à PF.

Equiparar facções a terroristas:
Penas de até 40 anos, bloqueio de bens e intervenção em empresas ligadas ao crime – soa duro, mas na prática enfraquece a coordenação federal, protegendo redes de lavagem em centros financeiros.
Hugo Motta indicou Derrite como relator na sexta (7/11/2025) e liberou o texto para pauta urgente, ignorando apelos do Planalto para adiar até após a COP30.

Motta, depois mediou uma reunião com o diretor da PF, Andrei Rodrigues, prometendo ajustes, mas o estrago já foi feito:
o texto é uma escancarada manobra inconstitucional para blindar investigações sensíveis.

Ou seja, dos endinheirados da Faria Lima e congêneres. Patrocinadores de Tarcísio e Cia bolsonarista.

A Rota do Pó na Faria Lima.

Por que isso fede a proteção?
A Faria Lima, epicentro do mercado financeiro brasileiro (bancos, fundos de investimento, escritórios de advocacia), é o oráculo da elite bolsonarista.

Grandes doadores de Tarcísio (como fundos que apoiam sua pré-candidatura à Presidência em 2026) estão lá, e é de lá que vem o apoio a pautas anti-PF.

Trocando em miúdos, é pra lá de óbvio que Tarcísio mandou Derrite blindar os peixes grandes que a PF está pegando.

A Santíssima Trindade da malandragem, Tarcísio, Derrite, Motta:
Tarcísio de Freitas, Governador de SP, herdeiro bolsonarista, com laços apertados à Faria Lima, recebeu R$ 500 mil de doadores ligados a esquemas suspeitos.

Seu governo é acusado de falhar no controle do PCC – que cresceu em SP, inclusive com infiltração financeira.

Derrite é seu homem de confiança: ex-policial, licenciado para relatar o PL, mas com histórico putrefato, foi afastado da Rota por “excesso de letalidade”.

Guilherme Derrite, “carniceiro paulista relator que transformou um PL antifacções em escudo para o crime dos podres de chique da Faria Lima, ignora a expertise federal e prioriza estados, conveniente para governadores como Tarcísio, que poderiam barrar operações incômodas.

Hugo Motta: Presidente da Câmara, traíra compulsivo, deu carta branca a Derrite.

Motta é pré-candidato ao Senado e usa o cargo para vitrine bolsonarista. Simples assim.

Juntos, formam o “trio da tramoia”, como escreveu Reinaldo Azevedo na UOL: “Nem a PEC da Blindagem chegou tão longe.” A PF chamou o relatório de inaceitável e inconcebível”

Lula e Gleisi pressionam por veto. PT, PSOL e até a PF pedem mudanças radicais.

Afinal, é o maior ataque da história à PF.

Derrite deve apresentar versão ajustada hoje (11/11), mas o debate na Câmara é tenso e reativo por parte da esquerda.

Se passar sem freios, pode travar investigações nacionais.

O Planalto vê como “golpe político” em plena COP30.
Em resumo: é uma jogada para proteger os “cartéis” da elite financeira e política da direita, usando o PL como cavalo de Troia.

A Faria Lima não é só “rua do beija-mão” é o balde da lavagem, e essa PEC 2.0 fede a desespero pós-Carbono Oculto.

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Estadão quer separar o joio do joio

Tarcísio é jacu de gaiola de Bolsonaro.

Fora desse mercado eleitoral, nem investimento receberá da Faria Lima.

A ladainha reacionária de Carlos Andreazza no canal do Estadão no youtube hoje, é de alguém que não consegue esconder a gastura que a direita de redação está com a tração política que Lula saboreia.

O jeito é ativar o botão do lero-lero e tome boia para tentar salvar a direita do seu afogamento.

A tese de que o Centrão tarcisista é uma direita diferente do bolsonarismo, tendo Tarcísio como candidato dessa comédia, não fica de pé.

Criar uma miragem a partir de um desejo desesperado, é tentar separar a bosta da merda, o capeta do coisa ruim, a Faria Lima do PCC.


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As mentiras criminosas de Nikolas sobre o Pix ajudaram enormemente os criminosos da Faria Lima

Falando objetivamente, Nikolas deve ser chamado aos tribunais pelas mentiras criminosas sobre o PIX que viraram esteio para o esquema bilionário do PCC /Faria Lima.

Na verdade, seu crime ressuscitou um esquemas criminosos que o governo Lula tinha liquidado e que teve que voltar atrás, tal a força dessa criminosa mentira anabolizada nas redes pelos próprios criminosos.

Não está ainda explicado integralmente qual foi a intenção de Nikolas quando aceitou fazer o vídeo e cometer esse grave crime.

O fato é que a percepção de que o crime de Nikolas deu pedal para os criminosos da Faria Lima/PCC, é unanime.

E ele, de alguma forma, tem que pagar por isso na justiça.


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