Flavio Bolsonaro

Conversas de Flávio com Vorcaro começaram no maior ciclo de aportes do Rio

Decisão do STF aponta alinhamento político para liberar investimentos bilionários do RioPrevidência no Banco Master

As primeiras conversas entre o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro ocorreram justamente no período em que o governo do Rio de Janeiro ampliava os aportes bilionários do RioPrevidência ao Banco Master, segundo cronologia reconstruída pela reportagem a partir da decisão do ministro André Mendonça, do STF, que autorizou buscas da Polícia Federal na Operação Compliance Zero.

A decisão mostra que o RioPrevidência realizou R$ 970 milhões em aportes em Letras Financeiras do Banco Master entre outubro de 2023 e julho de 2024. Depois, entre dezembro de 2024 e outubro de 2025, outros R$ 2,01 bilhões foram direcionados a fundos ligados ao mesmo grupo financeiro.

Segundo a Polícia Federal, os investimentos ocorreram em meio à “crescente dificuldade do banco, diante de aparente crise de liquidez”, cenário que teria tornado “essencial” a captação de recursos de regimes próprios de previdência social.

Foi nesse período que Flávio Bolsonaro passou a se aproximar de Vorcaro. O próprio senador afirmou nas redes sociais que conheceu Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, durante as tratativas envolvendo o financiamento do filme “Dark Horse”, produção ligada ao universo político bolsonarista.

A declaração ganha relevância porque, segundo a decisão de André Mendonça, dezembro de 2024 marcou o início de uma nova fase de aportes bilionários em fundos ligados ao Banco Master.

Cláudio Castro e Daniel Vorcaro tinham "vínculo próximo", diz PF | CNN  Brasil

PF aponta alinhamento político
A cronologia ganhou peso após a decisão revelar que a Polícia Federal identificou mensagens indicando que determinados aportes do RioPrevidência dependiam de “alinhamento político” com o então governador do Rio, Cláudio Castro.

“A tese investigativa sustenta que a motivação central dessas decisões não residiria em critérios técnicos regulares de investimento, mas em relação pessoal e indevida entre o controlador do Banco Master e autoridades com poder de mando sobre o RPPS”, escreveu o ministro.

Cláudio Castro é correligionário de Flávio Bolsonaro e um dos principais aliados políticos do senador no Rio de Janeiro. Os dois mantêm proximidade desde o governo Jair Bolsonaro e atuaram juntos em diversas articulações eleitorais no estado.

A investigação sustenta que o avanço dos investimentos foi acompanhado por mudanças estratégicas dentro do RioPrevidência.

Segundo a decisão, dirigentes nomeados para a autarquia passaram a atuar em “desconformidade com a política de investimentos” do fundo, permitindo o credenciamento célere do Banco Master, aplicações sem análise técnica estruturada, ausência de comparação com alternativas de mercado, falhas na avaliação de risco e descumprimento de parâmetros regulatórios.

A decisão também descreve uma relação próxima entre Cláudio Castro e Daniel Vorcaro.

“Portanto, segundo a representação, a atuação do ex-Governador não se limitou a contatos institucionais, mas envolveu vínculo pessoal estreito com o controlador do Banco Master, caracterizado por encontros frequentes, inclusive em ambientes privados e no exterior, custeados pelo banqueiro, com elevada coincidência temporal em relação aos aportes bilionários do RioPrevidência”, segundo a decisão.

Segundo a PF, as mudanças dentro do RioPrevidência ocorreram pouco antes do início dos investimentos.

A investigação afirma que gestores passaram a tomar decisões contrárias à política conservadora até então adotada pela autarquia. A PF sustenta que o grupo abriu caminho para aplicações sem estudos técnicos estruturados e sem justificativas formais consideradas idôneas.

Ao validar os fundamentos apresentados pela PF e pela Procuradoria-Geral da República, André Mendonça afirmou que os elementos reunidos pela investigação “superam largamente a mera conjectura”.

De acordo com Cleber Lourenço, ICL, o ministro também escreveu haver “elevada probabilidade” de existência de um “amplo, estável e bem estruturado esquema de corrupção e de lavagem de dinheiro criado para o desvio de uma cifra bilionária do RioPrevidência”.


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Tiro de misericórdia

Para muitos, a candidatura de Flavio Bolsonaro à Presidência da República foi reduzida a um meme depois da gargalhada coletiva ouvida em Brasília, como se fosse um gigantesco panelaço.

Enquanto Flavio foi aos EUA, numa busca desesperada por um apoio qualquer de Trump, mesmo num bilhetinho do tipo, não posso lhe atender, mas apoio você.

Valdemar da Costa Neto, presidente do partido de Flavio, entregou sua cabeça na bandeja com um tiro de misericórdia na testa em plena GloboNews, ao vivo e a cores, para o rigojizo dos que sempre souberam que esse engodo é um corrupto mentiroso desde que foi funcionário fantasma como “primeiro emprego”

Para quem não sabe, o filho mais velho de Jair Bolsonaro cursava faculdade e fazia estágio no Rio de Janeiro, mas ocupava emprego público em Brasília, no gabinete do PPB, partido pelo qual o pai era deputado.

A entrevista do presidente do PL, no programa Estúdio i, de Andreia Sadi, além de produzir um número sem fim de gargalhadas nas redes, gerou uma gigantesca crise política dentro do universo de apoio a Flavio ao desmentir, categoricamente, a versão do senador miliciano sobre o escândalo que envolve o rachadinha e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Nos bastidores, o episódio foi classificado como um verdadeiro tiro de misericórdia na narrativa de defesa do primogênito do Jair.

O tal papo de que Flavio teria ido à casa de Vorcaro, já caneludo eletrônico, pôr um ponto final e encerrar a relação, após descobrir as investigações e prisão domiciliar do agiota, foi praticamete estraçalhada por Valdemar da Costa Neto.

De cara, Andreia Sadi perguntou se Flavio foi mesmo à casa de Vorcaro cobrar o restante do dinheiro prometido, Valdemar foi suscinto, grosso, e disparou, “sim, ué. Fazer o quê?”.

O impacto na crise política que Flavio já vive, foi a de quem levou um soco que o nocauteou como remédio para seu enrolo, que produz quedas relevantes nas pesquisas após revelação do seu áudio a Vorcaro.

O fato é que Valdemar fez um estrago político ainda maior na imagem de Flavio, colocando em xeque, inclusive, a própria candidatura do infeliz e, a partir de então, não se fala de outra coisa no país que não seja esse quadro cômico de Valdemar na GloboNewss.

Um troço desse não tem volta. Não há como reverter uma fratura dessa dimensão em que Flavio se encontra com credibilidade zero, após ter sido desmentido publicamente pelo presidente do seu partido. Assim, Flavio perde qualquer sustentação na opinião pública e o isolamento político e eleitoral, que já ocorria com a queda nas pesquisas, rachou ainda mais sua já espatifada campanha.


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O inacreditável discurso de Caiado em defesa da pilantragem de Flavio com o objetivo de derrubar o PT

Aquele Caiado, que diz combater o crime, que, com ele, criminoso não tem refresco, esquece.

Depois dos escândalos consecutivos de Flavio, Banco Master e Vorcaro, mostrando que não há separação entre esses três ponteiros da corrupção nacional, Caiado foi taxativo e disse, categoricamente, que isso é uma questão secundária. Por isso seguirá fechado com Flavio Bolsonaro, capítulo a capítulo, de uma desastrosa cruzada da direita chucra contra Lula.

Imagino como um cara que quer ser presidente da República, consegue criar uma campanha tão demolidora para si. Claro, ele deve imaginar que haverá uma reviravolta que faça com que Flavio tenha um programa capaz de fazer cortina de fumaça em todos os seus crimes, mesmo que, no ponto mais cômico da entrevista do presidente do maior partido de oposição do país, Valdemar da Costa Neto, na GloboNews hoje, tnha encenado Flavio cobrando dinheiro de um banqueiro em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica.

O sotaque e o jeito com que ele interpretou o diálogo de Flavio com Vorvcaro, foi cômico, “vai me pagar o restante? Dá para pagar ou não dá?”, o que gerou gargalhadas instantâneas nos bastidores de Brasília.

É para isso tudo que Caiado está fazendo cara de paisagem, segundo o próprio, e em rede nacional. Na sua resposta lógica, o recado de Caiado é simples, ninguém do clã Bolsonaro vale o que o gato enterra, mas Flavio é nosso, compõe a república dos herdeiros, candidatos milionários que sempre viveram às custas do Estado ou de seus pais.

O ódio aos tabalhadores que Caiado exala, consegue ser maior até mesmo do que o de Lula. O bom de toda essa história é que, há quase quatro décadas, Caiado mantém os mesmos 3% nas pesquisas para a Presidência da República. Isso não é pouca coisa.

A fala de Caiado de que o escândalo de Flavio Bolsonaro é “secundário” diante da necessidade de vencer o PT, mostra como as elites políticas operam. No fim, as denúncias de corrupção ou os vexames éticos são relevados em nome da manutenção do poder do próprio grupo.


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A nova cascata fuleira de Eduardo Bolsonaro mostra o tanto que o clã sentiu o tranco das mais recentes pesquisas

Primeira coisa a se lembrar, da comédia da facada sem sangue e sem faca, para o genocida fugir do debate com Haddad por motivos óbvios.

Somente isso já basta para entender a chamada do vídeo de Eduado Bolsonaro, dizendo que sua família foi atacada nos EUA, afirmando que aliados do PCC, do Intercept, bateram na porta de sua casa, no Texas, e importunaram sua família.

Eduardo contou essa versão exclusiva sem corar, de forma seca, fresca para usar como abrigo da pedrada que estão levando das pesquisas e não de Intercept ou PCC.

O distribuidor de cascatas que, nos EUA, opera cotra o povo brasileiro e o Brasil, sentiu que a queda livre nas pesquisas, de seu irmão e comparsa, Flavio Bolsonaro, está fora de controle.

É desespero que chama.

Isso é um produto importado do Brasil por Eduardo daquela facada fuleira para tentar produzir uma reação positiva diante do desespero e até dos fatos que detonaram Flavio e, lógico, usar o mesmo quite de mentiras, sem qualquer inspiração, para servir de apara bomba que ainda explodirá na cabeça do mano bandido.

Os filhotes de Bolsonaro se comportam, ora como animais, ora como crianças para ver se mantêm o produto político do papai para voltar ao poder e fazer a esbórnia que fizeram no Brasil de 2019 a 2022, sem falar da tentativa de golpe em 2023.

Esse vigarista só mostra que não tem compromisso moral nenhum com seu próprio curral eleitoral. É também por isso que a campanha de Flavio está na merda.

Isso acontece no mesmo momento em que o senador Cajuru, na tribuna, de frente para Flavio Bolsonaro, denuncia que ele não assinou nenhum pedido de CPI do Banco Master, desmascarando o vigarista.

Com essa nova mentíra que beira o ridículo, Eduardo só consegue provar que essa família é formada pelo piores pilantras do Basil.


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Flavio Bolsonaro assume como tática o deboche depravado com a justiça brasileira

Com uma extensa folha corrida dos mais variados crimes, como rachadinha, mansões, condecoração do miliciano na cadeia, Adriano da Nóbrega, chefe do escritório do crime, fraude de loja de chocolate e sua relação pessoal com o mundo do crime comum, tanto com as milícias quanto com as organizações criminosas ligadas ao tráfico, parece que dão a Flavio a certeza de que, se com essa enciclopédia de banditismo, nada foi feito contra ele, não será sua relação com Vorcaro do Banco Master, por mais espúria que se revele, que lhe custaré um preço em forma de punição.

Esse é o tom do seu cnismo diante da sociedade. No bom português, isso é um bundalelê na cara do sistema de justiça no Brasil. Está longe de ser uma questão de opinião.

A postura que Flavio adotou com seu cinismo sarcástico, é uma clara afronta às instituições brasileiras, e não deixa de ser uma forma de enfrentamento à constituição, às leis, como se elas fossem feitas apenas para os  mortais, sobretudo os pés rapados.

É nítido que, com esse comportamente, Flavio aposta cem por cento na impunidade. Tanto isso é verdade que, quando mentiu para o repórter do Intercept sobre a “doação de Vorcaro” para o filme do seu pai, sendo obrigado a, logo depois, desdizer o que disse. Flavio declarou isso simplesmente na porta do STF, antes de uma reução com o ministro Fachin, presidente da Corte, como se não estivesse mentindo diante do prédio da Suprema Corte brasileira.

Assim, Flavio segue nesse deboche depravado de forte teor imoral, querendo jogar o seu destino para o debate político e não para a justiça. O desrespeitona qualquer lei do país passou a ser sua conduta, numa afronta ética à integridade das instituições brasileiras, em via pública, sobre seus critérios morais, sobre uma argumentação de que tinha apenas que dar satisfação a uma espécie de tribunal eleitoral de seus apoiadores, anulando completamente qualquer reserva diante da legislação brasileira, como se o que faz não fosse quebra de decoro parlamentar.

É como se Flavio ainda tivesse o grande poder político de quando seu era presidente, hoje, condenado e preso.

Essa é a percepção de que o sistema de justiça funciona de maneira desigual, do contrário, Flavio não tentaria anular a importância da justiça, mesmo diante de uma sensação de impunidade que demonstra em sua fala, e isso é um dos principais combustíveis que ele quer produzir numa desconfiança nas instituições públicas brasileiras.

Flavio, antes de qualquer coisa, precisa sentir o peso da mão da justiça, diferente disso, fará proselitismo de sua impunidade, gargalhando na cara do Supremo como se não houvesse amanhã, o que é um grande estímulo à prática de crimes no Brasil.


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Zema alterou lei para beneficiar Master em meio à doação de R$ 1 milhão de pai de Vorcaro, diz denúncia enviada à PF

“Zema enche a boca para falar e criticar Flávio Bolsonaro pela ligação ao Daniel Vorcaro, mas ele próprio tem relações com o Banco Master”, diz deputada Bella Gonçalves, que pediu abertura de investigação sobre o caso, idêntico ao realizado por Ronaldo Caiado em Goiás.

Denúncia enviada pela deputada estadual Bella Gonçalves (PT-MG) à Superintendência da Polícia Federal (PF) em Minas Gerais revela que o ex-governador Romeu Zema alterou lei e emitiu um decreto para aumentar o endividamento de servidores público antes de firmar parceria com o Banco Master, de Daniel Vorcaro, para oferecer o CredCesta, cartão de crédito consignado da instituição, que tinha o apresentador do SBT, Carlos “Ratinho” Massa, como garoto-propaganda.

A alteração na lei, aumentando para 50% o índice de comprometimento dos salários dos servidores “exclusivamente a cartão benefício consignado”, e o decreto que regulamente a mesma lei foram assinados por Zema em meio à disputa à reeleição de 2022, quando o partido Novo recebeu R$ 1 milhão em doação de Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, preso em 14 de maio por comandar a milícia A Turma na organização criminosa do filho, que já cumpria prisão em Brasília.

“Zema enche a boca para falar e criticar Flávio Bolsonaro pela ligação ao Daniel Vorcaro, mas ele próprio tem relações com o Banco Master, fortaleceu empreendimentos vinculados à família Vorcaro na área da mineração e favoreceu também a partir da indicação do CredCesta como crédito a ser utilizado pelos servidores do Estado de Minas Gerais. Milhões, se não bilhões de reais, devem estar comprometidos em salários de servidores hiperendividados, que estão pagando para um banco que está agora passando por um processo de liquidação relativo à corrupção”, afirmou Bella Gonçalves à Fórum.

Segundo a deputada, o esquema foi detectado após receber uma série de denúncias de servidores que estariam recebendo cobranças indevidas sobre o CredCesta após a liquidação do Banco Master, concluída pelo Banco Central uma dia após a prisão do banqueiro, em novembro de 2025.

“Nós conseguimos perceber que, de fato, Vorcaro foi beneficiado por uma lei sancionada pelo Governo Zema e um regulamento depois feito que aumentou a margem de consignável do servidor público em mais 10%, mas desde que fosse feito por cartão. E, nesse momento, casado com a apresentação do Banco Master e do CrediCesta como alternativa para crédito aos servidores. Ou seja, uma abertura direcionada para beneficiar um banco que como vimos tem vários problemas de corrupção. Não é estranho nesse sentido que o Partido Novo e o próprio Zema tenham recebido R$ 1 milhão da família Vorcaro”, diz a deputada.

As denúncias de servidores envolvendo o CredCesta em MG foram parar até na plataforma ReclameAqui, na internet. É o caso de um servidor militar do Estado, que expôs a situação com o Banco Master, que figura como “empresa suspensa” no site.

“Sou servidor publico militar em MG. Possuía um cartão consignado com empréstimo em folha na modalidade CredCesta junto ao banco Master. Na data de 10 de fevereiro de 2026 realizei a quitação do valor do empréstimo assim como o saldo devedor do cartão. Entrei em contato com com os administradores da liquidação do banco master através do portal do Banco Central do Brasil solicitando a liberação da minha margem, no entanto, até a presente data não tive a minha margem liberada sob alegaçao que havia debito a pagar referente ao cartão do credito”, diz a denúncia no ReclameAqui.

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“Relação espúria e direta entre Zema e família Vorcaro”
Segundo Bella Gonçalves, o caso envolvendo Romeu Zema segue o mesmo modus operandi do esquema para favorecer o Banco Master montado em Goiás pelo ex-governador e também presidenciável Ronaldo Caiado (PSD), que foi denunciado pela Fórum em reportagem no dia 12 de março de 2026 – leia aqui.

“É exatamente a mesma coisa que o Caiado fez em Goiás e que o Bolsonaro fez, alterando um decreto do INSS”, diz a deputada, sobre as medidas do governo Jair Bolsonaro que abriram as portas para as fraudes contra aposentados e pensionistas.

Na notícia-crime enviada à PF, a deputada afirma que “é possível visualizar uma relação mais direta e espúria entre ROMEU ZEMA e a família VORCARO, com possível favorecimento direto do BANCO MASTER por meio de atos do Governador em sua gestão”.

“Durante o mandato em curso do Governador que visava a reeleição, foi por ele sancionada a Lei nº 23.923, de 16/09/20214, que autorizou o Poder Executivo a ampliar as margens de consignação em folha de pagamento de servidor público ativo ou inativo e de pensionista estadual em mais 10%, com destinação exclusiva a cartão benefício consignado. A medida foi regulamentada pelo Decreto nº 48.370, de 22/02/20225 , editado pessoalmente pelo Governador ROMEU ZEMA, exatamente no ano em que se realizariam as eleições e em que, poucos meses depois, receberia a doação de R$1 milhão do pai de VORCARO, dono do BANCO MASTER”, diz a representação, que pede a abertura de inquérito pelos agentes federais.

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A peça ainda ressalta que “a questão se torna mais grave quando se verifica que, em concreto, é o BANCO MASTER que opera as consignações em folha de pagamento no Estado de Minas Gerais, exatamente no modalidade do cartão benefício consignado, ao qual é reservada a margem de 10% que foi ampliada pela medida. A operação da instituição financeira se dá por meio do produto CREDCESTA, um cartão de crédito consignado para os servidores públicos, aposentados e pensionistas, cujas parcelas da fatura são descontadas automaticamente do salário ou benefício, oferecendo a possibilidade de compras e saques”.

A Lei foi regulamentada em decreto de Zema publicado no Diário Oficial de 22 de fevereiro de 2022, quando o governador já previa a candidatura à reeleição.

O decreto estipula que “a soma mensal das consignações facultativas previstas nos incisos I e II não poderá exceder ao percentual de cinquenta por cento da remuneração mensal líquida do consignado, observados os limites exclusivos destinados para uso de cartão de crédito e uso de cartão benefício consignado”.

*Forum


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Flávio Bolsonaro, em conversas internas, mentiu a aliados sobre sua relação com Vorcaro

Desde que o escândalo eclodiu o advogado Frederick Wassef voltou a guiar as estratégias jurídicas do senador

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) mentiu, nos últimos meses, a dirigentes do Partido Liberal e a outros aliados sobre sua relação com o banqueiro Daniel Bueno Vorcaro, controlador do Banco Master preso por suspeita de lavagem de dinheiro, corrupção e organização criminosa. Ele foi questionado, ao menos duas vezes, se conhecia e tinha qualquer relação, mas sempre negou. Desde que as mensagens entre ele e o banqueiro vieram à tona, o ambiente dentro do partido é de total desconfiança em relação a Flávio. A coluna apurou que desde que o escândalo eclodiu o advogado Frederick Wassef voltou a guiar as estratégias jurídicas do senador.

No início de dezembro de 2025, quando anunciou sua pré-campanha, Flávio Bolsonaro foi questionado por dirigentes do PL sobre a existência de algum relacionamento com Vorcaro e negou qualquer relação relevante. O partido já se preocupava em preparar uma defesa sobre todos os casos criminais nos quais Flávio já esteve envolvido. Meses depois, em outra conversa, o senador admitiu que o banqueiro o havia procurado para uma conversa, mas afirmou que recusou o encontro. Uma vez que as mensagens entre ele e Vorcaro vieram à tona por meio de reportagens do Intercept Brasil todos ficaram surpresos e chocados.

Nesta semana, o ICL Noticias revelou com dados do Portal da Transparência do Senado que Flávio Bolsonaro foi ressarcido com dinheiro público por viagem feita a São Paulo no dia 29 de novembro, um dia após Daniel Vorcaro voltar para casa após sua primeira prisão. O banqueiro havia tido sua prisão revogada na noite do dia anterior, 28 de novembro de 2025, por uma decisão da desembargadora do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) Solange Salgado da Silva.

No final da manhã de 29 de novembro, o senador embarcou em voo da Latam marcado para sair às 11h40 de Brasília para o aeroporto de Congonhas, com custo de R$ 2.216,77. Na noite do mesmo dia, retornou à capital federal em voo operado pela Azul, no valor de R$ 413,22. O encontro com o banqueiro ocorreu no mesmo dia da viagem do presidenciável do PL a São Paulo.

Desde que o senador anunciou que foi escolhido por Jair Bolsonaro (PL-RJ) para a disputa, Wassef voltou a se reaproximar de Flávio, o que preocupa interlocutores do ex-presidente e integrantes da legenda.

O advogado coleciona uma série de polêmicas, problemas e envolvimento em investigações. Em 2020, Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio, foi encontrado e preso no sítio de Wassef em Atibaia em meio às investigações sobre peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa no antigo gabinete de Flávio na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio).

Além disso, em março de 2023, ele foi até os EUA recomprar um Rolex de ouro branco, presenteado à presidência da República, vendido ilegalmente pelo tenente-coronel Mauro Cid a pedido de Bolsonaro. O valor pago pelo advogado foi de U$ 49 mil.

*Juliana Dal Piva/ICL


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Lula escracha Flávio Bolsonaro por ligação com Daniel Vorcaro

Presidente rompeu o silêncio sobre o escândalo em evento cultural no Espírito Santo e ironizou a contradição entre o discurso da família Bolsonaro e o recebimento de R$ 61 milhões de um ex-banqueiro investigado pela PF para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro.

presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou publicamente, pela primeira vez de forma direta, o escândalo envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, investigado pela Polícia Federal. Durante evento para anunciar ações para o setor cultural, realizado nesta quinta-feira em Aracruz, no Espírito Santo, Lula afirmou que as revelações sobre o financiamento do filme “Dark Horse” são “apenas o que a gente sabe agora” e advertiu que “ainda vai aparecer muito mais coisa”, em referência ao aporte de pelo menos R$ 61 milhões que o senador admitiu ter recebido de Vorcaro para a produção da cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A fala do presidente
Uma semana atrás, quando o caso veio à tona, Lula havia desviado da questão com uma frase curta: “É um caso de polícia, não meu.” Nesta quinta-feira, em Aracruz, o tom mudou. O presidente escolheu um evento do setor cultural para fazer o que evitara até então: nomear o episódio, confrontar a contradição e antecipar novos capítulos. “A verdade tarda mas não falha”, disse, antes de disparar a comparação que resume o argumento político do governo.

“Vocês, que são da área cultural desse país, sabem quantas ofensas artistas receberam porque iam buscar um dinheirinho na Lei Rouanet. Mas nós nunca fomos atrás da Lei Daniel Vorcaro para financiar nenhum artista brasileiro”, afirmou Lula. A ironia é direta: durante anos, a família Bolsonaro transformou a Lei Rouanet em alvo preferencial de sua retórica anticultural, acusando artistas de viver às custas do Estado. Agora, o filho mais velho do ex-presidente admite ter captado dezenas de milhões de dólares de um investigado por crimes financeiros para financiar uma produção sobre o pai.

O presidente foi além da ironia. Referindo-se ao senador sem citá-lo pelo nome, afirmou: “Quem imaginava que aquele menino, que parecia ser a pessoa mais santa da família Bolsonaro, estivesse pegando milhões de dólares para fazer um filme do pai? Ninguém imaginava. E isso é apenas o que a gente sabe agora.” A frase “ainda vai aparecer muito mais coisa” foi o sinal mais claro de que Lula passou a tratar o caso como munição política, e não apenas como matéria de polícia.

O caso Flávio Bolsonaro e Vorcaro
O escândalo ganhou contornos concretos após o site The Intercept Brasil revelar áudios trocados entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. Até então, o senador afirmava publicamente nunca ter falado com o ex-dono do Banco Master. Diante das gravações, a versão desmoronou. Flávio admitiu que negociou e recebeu pelo menos R$ 61 milhões de Vorcaro para financiar o filme “Dark Horse”, descrito como uma versão romanceada da trajetória de Jair Bolsonaro.

As admissões vieram em etapas, cada uma precedida por uma negação que as reportagens subsequentes desfizeram. A mais recente foi a confirmação de que o senador visitou Vorcaro na residência do ex-banqueiro, em São Paulo, enquanto ele cumpria prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica. Segundo Flávio, o encontro serviu para “botar um ponto final” na história e cobrar pagamentos atrasados relacionados ao filme. O senador alega que buscou os recursos sem oferecer qualquer vantagem em troca. A produtora Karina Ferreira Gama, dona da Goup Entertainment, confirmou que Vorcaro foi responsável por cerca de 90% dos recursos do projeto, estimado em US$ 13 milhões no total.

Contexto das investigações
A situação jurídica de Daniel Vorcaro é o elemento que transforma o episódio de constrangimento político em caso de potencial gravidade institucional. O ex-banqueiro foi preso preventivamente em novembro do ano passado ao tentar embarcar para Dubai em um jatinho particular. Meses depois, em março deste ano, teve nova prisão decretada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, por suspeita de obstrução de Justiça. É nesse contexto que Flávio Bolsonaro visitou Vorcaro em sua residência, durante o cumprimento da prisão domiciliar e usando tornozeleira eletrônica.

O próprio senador forneceu, involuntariamente, a medida do problema. Ao justificar a visita, afirmou que, se soubesse antes da gravidade das investigações envolvendo Vorcaro, teria buscado outros investidores para o projeto. De acordo com a Forum, a declaração confirma que o vínculo financeiro existia enquanto as investigações avançavam, e que a decisão de mantê-lo foi consciente, ainda que o senador negue qualquer irregularidade. Lula resumiu a dimensão do que ainda pode vir: “Isso é apenas o que a gente sabe agora.”

Combate ao crime organizado
O evento no Espírito Santo serviu também como plataforma para Lula reforçar sua agenda de segurança pública e cooperação internacional. O presidente relatou ter entregado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o endereço e o nome do empresário Ricardo Magro, investigado por fraudes e foragido em Miami. Lula reforçou a disposição da Polícia Federal para atuar em casos de grande repercussão.

A menção a Magro não foi casual. Ao colocar lado a lado a entrega de informações a Trump sobre um foragido e o escândalo envolvendo Flávio Bolsonaro, Lula construiu um contraste político deliberado: de um lado, um governo que coopera com investigações internacionais e entrega suspeitos; de outro, um senador que visitou um investigado em prisão domiciliar para tratar de negócios. A narrativa de “combate à corrupção”, bandeira histórica da família Bolsonaro, aparece, no discurso presidencial, como mais uma contradição a ser cobrada nas urnas.


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Apelo a Trump: Articulação de Flávio para encontro com Trump acende alerta na ABIN e no Itamaraty

Governo monitora risco de ingerência externa nas eleições de 2026; Itamaraty vê tentativa de abafar caso Master

A articulação de Flávio Bolsonaro para tentar uma agenda com Donald Trump nos Estados Unidos passou a ser acompanhada com preocupação por setores da inteligência e da diplomacia brasileira. Segundo apuração do ICL Notícias, servidores da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e integrantes do Itamaraty avaliam que, dependendo do formato e do protocolo adotado pela Casa Branca, um eventual encontro poderia ser interpretado como gesto de interferência externa no processo eleitoral brasileiro.

A preocupação ganhou força após a Reuters informar que Flávio Bolsonaro busca uma reunião com Donald Trump em Washington na próxima semana. Segundo a agência internacional, duas fontes familiarizadas com o assunto afirmaram que o senador brasileiro tenta construir uma agenda com o presidente norte-americano em meio à crise política provocada pelas revelações sobre sua relação com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, e o financiamento do filme Dark Horse.

No Palácio do Planalto, membros da articulação política do governo afirmam que a orientação é acompanhar com atenção os movimentos do bolsonarismo junto ao governo norte-americano, principalmente a atuação do secretário de Estado Marco Rubio, considerado por integrantes do governo como um aliado político da extrema direita brasileira.

Reservadamente, integrantes do governo avaliam que o tema deixou de ser apenas uma movimentação de pré-campanha e passou a envolver preocupações relacionadas à soberania institucional e à influência internacional sobre o ambiente político brasileiro.

No círculo mais próximo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o risco de uma ingerência na eleição brasileira jamais foi descartado, mesmo com os encontros entre o brasileiro e Trump.

No Itamaraty, a possibilidade de um encontro é interpretada como uma manobra para abafar a crise instaurada na campanha bolsonarista, depois do vazamento de áudios entre Flávio e Daniel Vorcaro.

Diplomatas ouvidos pela reportagem afirmam que o ponto mais delicado não seria necessariamente a reunião em si, mas a forma como ela poderia ocorrer. A avaliação é que, dependendo do protocolo adotado pela Casa Branca, do nível de formalidade da agenda e da eventual utilização política do encontro, o gesto poderia ser interpretado como uma tentativa de ingerência no processo eleitoral brasileiro.

Entre os pontos que geram preocupação estão uma eventual fotografia oficial na Casa Branca, manifestações públicas de apoio político, tratamento institucional diferenciado ou qualquer gesto que possa ser interpretado como chancela eleitoral internacional.

A leitura dentro da diplomacia brasileira é que encontros entre lideranças estrangeiras e pré-candidatos fazem parte do jogo político internacional. O problema, segundo interlocutores ouvidos pela reportagem, surge quando essas agendas passam a ser utilizadas como instrumento de pressão política interna ou como mecanismo de influência sobre a disputa eleitoral de outro país.

Nos bastidores da ABIN, o episódio também dialoga diretamente com alertas já formalizados pela própria agência. Em relatório público divulgado no fim do ano passado, a inteligência brasileira apontou a interferência externa como um dos riscos ao processo democrático e eleitoral brasileiro.

O documento menciona ameaças relacionadas à influência internacional sobre o debate público, campanhas coordenadas de desinformação, uso político de redes digitais e tentativas de desestabilização institucional.

Segundo servidores da agência ouvidos reservadamente pela reportagem, a movimentação envolvendo Flávio Bolsonaro passou a ser vista como tema de atenção justamente por ocorrer em um cenário já considerado sensível pela inteligência brasileira.

Mesmo enfrentando limitações orçamentárias e redução de recursos, integrantes da ABIN afirmam que os desdobramentos da articulação precisarão ser acompanhados para avaliar se haverá algum impacto concreto sobre o ambiente político e democrático brasileiro.

A preocupação não envolve apenas a realização da reunião, mas principalmente os possíveis efeitos políticos e simbólicos que ela pode produzir em meio à disputa presidencial de 2026.

Durante conversa com jornalistas nesta quinta-feira (21), Flávio Bolsonaro negou que tenha solicitado uma reunião com Trump. Questionado sobre o tema, o senador afirmou em inglês que “ninguém pediu nada” e disse que questionamentos sobre a agenda deveriam ser feitos diretamente à Casa Branca.

Até o momento, o governo norte-americano não confirmou oficialmente o encontro.

*Jamil Chade e Cleber Lourenço


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Está enrolado: marqueteiro abandona campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência

Marcello Lopes alegou que precisa focar em sua empresa, mas saída ocorre em meio a duras críticas internas após o vazamento da relação do senador com o banqueiro Daniel Vorcaro

crise gerada pelas revelações da relação entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro preso Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, fez a sua primeira vítima na pré-campanha à Presidência da República. O publicitário Marcello Lopes, o “Marcellão”, amigo pessoal do parlamentar, deixou a coordenação de comunicação da equipe nesta quarta-feira (20).

O movimento ocorre no momento em que o bolsonarismo tenta apagar o incêndio causado pelo vazamento de áudios em que Flávio cobra repasses milionários do ex-banqueiro. Oficialmente, Marcellão divulgou uma nota afirmando que a decisão partiu dele próprio para focar em sua agência, a “Cálix Propaganda”. Nos bastidores, no entanto, a realidade é outra.

Marcello Lopes foi alvo de um intenso processo de “fritura” e críticas internas pela forma como a campanha reagiu às reportagens do The Intercept Brasil. Parte do entorno do senador reclamou da demora na resposta e das pontas soltas na narrativa para explicar o pedido de R$ 61 milhões a Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, ficção inspirada na vida de Jair Bolsonaro.

Em seu perfil no X (ex-Twitter), o ex-secretário-executivo do Ministério das Comunicações e chefe da Secretaria de Comunicação Social no governo de Jair Bolsonaro (PL), Fabio Wajngarten, saiu em defesa de Marcellão.

“Eu não tolero injustiças: O Marcelão é ótimo, alma boa. Foi sabotado pela política. Ele não caiu, pediu para sair. A política não entende nada de comunicação e nem deveria se meter. Ele é a pessoa certa para a função. Ele é calmo e agregador e possui a confiança e amizade do Flávio”, disse o advogado. “Estou tentando fazer o Marcelão reconsiderar e caso não tenha êxito, vou sugerir alguém da confiança do Marcelo, que já teve contato com o grupo até o momento. Os nomes que pipocam como candidatos a assumir a tarefa NÃO servem. Meu celular derrete nesse momento para que nenhum desses nomes seja sequer considerado.”

Flávio Bolsonaro e contenção de danos
Para tentar reduzir os danos e reestruturar a equipe, Flávio Bolsonaro aproveitou uma viagem a São Paulo para avançar na contratação do publicitário Eduardo Fischer como novo marqueteiro.

Em paralelo, o senador iniciou uma turnê para tentar tirar o foco do escândalo, marcando reuniões com as bancadas do PL no Congresso Nacional e com agentes do mercado financeiro.

Apesar da gravidade das denúncias, a equipe de Flávio tenta demonstrar otimismo com base em supostas pesquisas internas (trackings). Segundo aliados, os levantamentos indicam que, embora a maioria dos eleitores considere um erro o pedido de patrocínio ao banqueiro investigado, há uma percepção de que o senador não obteve vantagem financeira direta, diz a Folha de S.Paulo.

A cúpula do PL tem atuado para blindar o pré-candidato e afastar rumores de que ele poderia ser rifado da disputa presidencial. Aliados garantem que a bancada mantém o apoio e que não haverá substituição de nome.


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