Flavio Bolsonaro

Vídeo: O que acham de Flavio Bolsonaro e André Mendonça, relator do caso Master, juntinhos na Marcha para Jesus?

Incluído na segunda proposta de acordo de delação do “irmão” Daniel Vorcaro, Flávio Bolsonaro falou em “guerra espiritual” e classificou governo Lula como “mundo do mal”. Relator do caso Master, Mendonça pediu “sabedoria para fazer justiça a todos”.

Incluído na segunda tentativa de acordo de delação premiada do “irmão” Daniel Vorcaro, que destinou mais de 10 milhões de dólares ao clã supostamente para financiar o filme Dark Horse, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez um discurso em tom de campanha ao lado do ministro André Mendonça, relator do escândalo do Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF) e vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na Marcha para Jesus, em São Paulo, nesta quinta-feira (4).

*Forum


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Vídeo: Flávio Bolsonaro fica sem reação ao ser questionado por eleitora sobre Vorcaro

Senador e pré-candidato do PL à Presidência cumpre agenda no estado de Minas Gerais

O senador e pré-candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), está em Minas Gerais, onde cumpre uma série de compromissos políticos.

Entre um evento e outro, uma eleitora abordou Flávio Bolsonaro e o questionou sobre sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, preso por liderar a maior fraude bancária da história do Brasil. Vorcaro mantinha relação próxima com Flávio, que pediu R$ 130 milhões para financiar o filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O presidenciável ficou sem reação ao ouvir os questionamentos da eleitora, começou a gaguejar e não conseguiu formular uma resposta clara, protagonizando um momento de enorme constrangimento. Confira no vídeo abaixo:

Veja

*Forum


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Por que Tarcísio de Freitas roeu a corda do bolsonarismo?

Uma aliança política pode se romper por vários motivos e ser desfeita por divergências estratégicas, disputa de espaço ou, como é nitidamente o caso de Tarcísio, mudanças no cenário político.

Nada descreve melhor o debacle do clã Bolsonaro, sobretudo a campanha de Flavio do que a desistência de Tarcísio com seu compromisso firmado diretamente com o chefe dessa falange multicriminosa.

Não é nada ligado à ética, mas sim à movimentação de bastidores da política que envolve complexas teias de interesses e o rompimento se dá rigorosamente na prática.

Na verdade, as revelações envolvendo o filme trash, Dark Horse, que abarca quatro personagens centrais, juntos e misturados, Flavio Bolsonaro, Mario Frias, Vorcaro e Karina da Gama, já é algo suficientemente pesado como fardo para ser carregado em praça pública.

Mas a coisa não para ai. tem um puchadinho de R$ 120 milhões que liga Karina a Ricardo Nunes que faz com que a coisa se torne nitroglicerina pura, principalmente porque a Polícia, comandada por Tarcísio, está indo direto na jugular do prefeito bolsonarista de São Paulo e, por osmose, chegando a Flavio e Mario Frias.

Claro, Tarcísio deve saber de coisas que explodirão que ainda não se sabe, o que se sabe é que, a reclamação de perseguição política alegada por Flavio Bolsonaro e Ricardo Nunes é direcionada a Tarcísio, porque os dois sabem que ele é o maestro dessa orquestra, não o governo federal.

A coisa então pode ter um desenho mais trágico do que se imagina, porque Tarcísio, que também recebeu um qualquer de R$ 2 milhões de Vorcaro, não dá um passo sequer para ir ao banheiro sem a autorização expressa e carimbada pelos caciques da Faria Lima.

As declarações de Tarcísio, de que Flavio tinha muito o que explicar sobre a relação promíscua com o dono do Banco Master e a que deu nesta terça (2), após o anúncio do governo Trump com mais tarifas contra o Brasil, merece nota e acende um alerta sobre os esgarçamento do bolsonarismo diante dos novos fatos.

Tarcísio foi enfático em se posicionar, de forma diametralmente oposta, ao que disse na época das primeiras sanções impostas por Trump com seu tarifaço contra o Brasil, em 2025.

Tarcísio, agora, pontuou críticas, dizendo ser completamente contraditório à nota do governo Trump em retaliação ao Brasil por fatos que os Estados Unidos é quem pratica.

Seja como for, está escancarado o rompimento de Tarcísio com o clã, buscando um afastamento gradual para evitar contaminação da sua imagem pelos escândalos financeiros que envolvem Flavio Bolsonaro.

Logicamente, Tarcísio diz que segue apoiando os Bolsonaro de olho no espólio de Jair.

Afinal, Tarcísio não tem votos, não tem vida própria, depende dos votos bolsonaristas. Em compensação, Flavio precisa do palanque paulista para manter alguma relevânvia na disputa nacional.

Tudo isso, junto, misturado e explodindo publicamente, pode ser uma boa notícia tanto para Lula quanto para Haddad, que disputa com Tarcísio o governo do estado de São Paulo.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

“Dark Horse”, o azarão indomável que pode derrubar Flávio Bolsonaro

Ao invés de um filme, talvez o melhor formato para o “Azarão” fosse uma série — afinal, a cada semana um novo episódio vem a público, sempre com lances mal explicados

A teia envolvendo Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o suposto financiamento milionário da tosca cinebiografia sobre seu pai está cada vez mais intrincada, aumentando as suspeitas sobre os reais motivos por traz dos vultosos valores aportados e o que pode ter sido prometido ou dado em troca. Em vez de um longa metragem, talvez o melhor formato para o “Azarão” fosse uma série — afinal, a cada semana um novo capítulo vem a público.

Como se não bastasse o ainda mal explicado pedido de R$ 134 milhões (dos quais R$ 61 milhões foram pagos) feito pelo senador ao banqueiro Daniel Vorcaro — cujo patrimônio decorre das fraudes do banco Master —, há ainda uma série de zonas bastante cinzentas em relação à produção da cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Um dos pontos que têm sido investigados sobre o caso é o contrato entre a ONG Instituto Conhecer Brasil (ICB) e a prefeitura de São Paulo, no valor de R$ 108 milhões anuais para a instalação de wi-fi na cidade. A suspeita — que motivou operação da Polícia Cilvil nesta segunda-feira (1º) — é de que parte desses recursos tenha sido desviada para financiar a produção do filme. A ONG é de propriedade da empresária Karina Ferreira da Gama, sócia da Go UP, produtora do filme.

Leia também: “Dark Horse”, Flávio Bolsonaro e a degradação moral da política brasileira

As investigações apontaram “possível cenário de grave comprometimento da lisura administrativa e financeira desde a origem da contratação da organização parceira”. De acordo com informações apuradas pelas autoridades, estava prevista a entrega de 5 mil pontos de conectividade até junho de 2025; no entanto, apenas 3,2 mil foram instalados.

Flávio disse que estaria sendo perseguido e negou envolvimento, assim como fizera antes sobre suas relações com Vorcaro, investigadas pela Polícia Federal e explicitadas pelo site Intercept Brasil.

Mas, de acordo com o Vermelho, as falas do senador sobre todo esse imbróglio não têm convencido nem mesmo o seu entorno, que vem demonstrando incômodo com as mentiras contadas para abafar sua proximidade com o banqueiro fraudador.

Até o bolsonarista Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo — cargo ao qual a Polícia Civil está submetida —, aliviou para o filho do ex-presidente. Questionado sobre as apurações, não saiu em defesa dos envolvidos; apenas disse que a corporação tinha “autonomia para fazer suas investigações”.

Após a operação, o vice-líder do governo na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), protocolou petição no Supremo Tribunal Federal (STF) em que pede a abertura de apuração sobre a ligação entre o contrato com a prefeitura, emendas parlamentares e o financiamento da cinebiografia.

“Estamos diante de uma engrenagem que mistura emenda parlamentar, dinheiro público municipal, ONG sem capacidade comprovada, produtora política e suspeita de lavagem. O Brasil precisa saber quem pagou, quem recebeu, quem ocultou e quem se beneficiou”, declarou o parlamentar.

O caso foi passado para o ministro Flávio Dino, que já está à frente de uma ação protocolada recentemente pela deputada Tábata Amaral (PSB-SP). A denúncia questiona o uso indevido de emendas parlamentares destinadas pelo deputado federal Mario Frias (PL-RJ) para a empresa produtora do filme — o parlamentar, aliás, é também um dos produtores da película.

Flávio, assim como o clã e seu patriarca preso, sempre tentou vender a imagem de probo, de inimigo da corrupção. Mas, como ensina o dito popular, “nada como um dia após o outro”.

Assim como as instituições brasileiras investigaram e julgaram os responsáveis pela trama golpista liderada por Jair, o caso Master e essa nova frente de investigação sobre a ONG da produtora será mais um desmascaramento público do “patriota de bem”. No final das contas, “Dark Horse” virou o azarão indomável que pode derrubar Flávio Bolsonaro da sela.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Basta de palhaçada! A direita bolsonarista não tem projeto, só ódio e rancor.

Sexta-feira, em Curitiba, Flávio Bolsonaro e Sérgio Moro mostraram mais uma vez o que realmente são: parasitas políticos que sobrevivem de ódio destilado. Três horas de transmissão, 69 menções a Lula, 35 ao PT, 17 à “esquerda” e a palavra “proposta” citada uma única vez, de forma genérica e vazia. Isso não é campanha, é terapia de grupo para quem ainda baba de raiva do ódio que cultiva há anos.

O método é claro, baixo e covarde: xingar, ofender, cuspir. Chamaram Lula de “ladrão”, “lixo” e “chorume”. Atacaram a esposa do presidente. Falaram em “exorcizar” a esquerda. Tudo isso para esconder a miséria intelectual e a ausência completa de projeto para o país. Porque quando o eleitor pergunta sobre salário, saúde, escola, comida no prato e segurança, eles não têm resposta. Só têm mais ódio.

É a mesma farsa de 2018 e 2022. Tal pai, tal filho. Prometem fim da demarcação de terras indígenas, redução da maioridade penal, anistia para os golpistas do 8 de janeiro, privatização geral das estatais, desmonte do Estado e entrega total do país ao agronegócio e à mineração. Migalhas para o povo? Nenhuma. Zero. O povo que se foda, como sempre.

Enquanto isso, o Brasil lembra: durante a pandemia, Jair Bolsonaro chamou a morte de 1.860 crianças de 0 a 12 anos (e mais de 2.500 até 17 anos) de “insignificantes”. Insignificantes! Enquanto as famílias enterravam seus filhos, o “mito” seguia fazendo lives, negando a gravidade e “passando a boiada” sobre os trabalhadores.

E agora o filho quer herdar esse legado de ressentimento, ignorância e crueldade. Quer transferir o voto, o afeto e o ódio do pai para si, como se o Brasil fosse uma monarquia de araque onde o trono passa de pai para filho mesmo que ambos só saibam destruir.

Chega.

Essa direita não governa. Ela incendeia. Não propõe. Ela ofende. Não constrói. Ela destrói e depois culpa o PT pela fumaça. São especialistas em alto ruído e baixo caráter. Em 2026 querem repetir a mesma palhaçada: transformar o Brasil num grande grupo de WhatsApp raivoso enquanto o país sangra por falta de rumos.

Não vai colar de novo. O povo não é burro. Já viu essa peça barata e sabe o final: muito grito, muito ódio, muito “Deus, pátria e família” de fachada… e zero solução para a vida real.

Flávio, Moro e toda essa corja: o Brasil não aguenta mais ser palco da mediocridade de vocês.

Você, meu Camaradinha: mantenha a sua dignidade e lute até o fim, recuse-se a ser vítima.

*Luis Celso Ferreira dos Santos, nascido na cidade do Rio de Janeiro-RJ

Formado em Ciências Contábeis pela UFRJ, Aposentado pelo INSS, tendo trabalhado como Supervisor no Banco da Amazônia e também como Diretor Regional do SESC e do SENAC nos Estados do Acre e de Rondônia.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Trump declara guerra ao Pix, e Lula vai jogar a bomba na cabeça de Flávio Bolsonaro

O governo Donald Trump propôs ontem uma cacetada tarifária de 25% aos produtos brasileiros como punição por atos que, segundo ele, atrapalham empresas norte-americanas e listou, entre os culpados, a nossa verdadeira paixão nacional: o Pix. O governo Lula pretende associar a proposta de sanção contra o sistema de pagamento eletrônico à visita a Washington do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, na semana passada.

Em julho do ano passado, os EUA haviam aberto uma investigação comercial contra o Brasil e incluíram o Pix como possível prática desleal. A razão não era o Pix ser ruim para o povo brasileiro, mas ser bom demais sem depender deles.

A ferramenta virou mais do que um instrumento de pagamentos. É símbolo de eficiência estatal num país acostumado ao oposto. É inclusão financeira real. E, sobretudo, autonomia. Atacá-lo, portanto, não soa como debate técnico, mas como tentativa de enquadrar o Brasil ao papel de coadjuvante no sistema financeiro global.

Trump baixou um tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros, em meados do ano passado, causando o fechamento de empresas e a perda de empregos no Brasil. Uma das razões apresentadas por ele foi o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado. O então deputado federal Eduardo Bolsonaro, que se autoexilou nos EUA, disse que a decisão havia sido fruto de articulações que ele havia realizado junto à Casa Branca.

Em março, dirigindo-se ao público da principal conferência conservadora norte-americano, Flávio Bolsonaro pediu que os EUA aplicassem “pressão diplomática para que nossas instituições funcionem adequadamente” visando a eleições “baseadas em valores de origem americana”.

Ao ameaçar punir o Brasil por causa do Pix, o governo Trump acaba dando um presente eleitoral a Lula. Porque tudo isso começou com uma família que não aceitava que o pai fosse punido por tentar um golpe de Estado.

O governo Lula vai jogar a bomba no colo da família Bolsonaro caso as negociações para evitar tarifas não prosperem. O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) afirmou que vai continuar dialogando com o Brasil sobre a investigação aberta no âmbito da Seção 301 da Lei de Comércio, mas avisou que uma decisão final sai até 15 de julho. Deixou uma lista longa de exceções, como carne bovina, café, frutas, aeronaves e, óbvio, terras raras.

Além do Pix, também são citadas na decisão supostas tarifas preferenciais desleais concedidas a outros países, ordens do ministro Alexandre de Moraes, do STF, de remover conteúdos de perfis de residentes nos EUA nas redes sociais e de responsabilizar financeiramente as empresas norte-americanas de mídia social pelo descumprimento dessas ordens, impondo multas e restringindo seu acesso a ativos.

Também alega a insuficiência da aplicação de medidas anticorrupção e de proteção da propriedade intelectual, a falta de acesso ao mercado brasileiro de etanol e o desmatamento ilegal. Segundo o USTR, essas condições “oneram ou restringem o comércio”.

De uma maneira geral, os EUA reclamam que o Pix os deixou de fora de um dos maiores mercados do mundo. “O Brasil prejudicou injustamente empresas dos EUA envolvidas em serviços concorrentes de pagamentos eletrônicos, inclusive por meio de políticas que favorecem seu campeão nacional, o Pix”, afirma o documento divulgado ontem pelo USTR.

“O duplo papel do Banco Central do Brasil como regulador e proprietário/operador do Pix cria um conflito de interesses, na ausência de salvaguardas procedimentais adequadas. O banco atuou como regulador para prejudicar prestadores de serviços de pagamentos eletrônicos dos EUA e favorecer o Pix”, diz.

Cita que o Banco Central exige o uso do Pix por instituições financeiras com mais de 500 mil contas e determina que o sistema seja exibido na tela principal dos aplicativos das instituições participantes com destaque não inferior ao de qualquer outra funcionalidade de pagamento ou transferência.

Também reclama que o Banco Central incentiva o uso do Pix em detrimento de outros serviços ao exigir que as instituições participantes ofereçam o Pix gratuitamente a pessoas físicas e ao limitar a taxa que essas instituições podem cobrar de empresas por transações via Pix.

“Os atos, políticas e práticas do Brasil relacionados ao tratamento preferencial dado ao Pix são injustos e discriminatórios. É injusto exigir que concorrentes concedam vantagens ao Pix, como disponibilidade, visibilidade e limites de tarifas, e o Brasil discrimina fornecedores de serviços de pagamentos eletrônicos dos EUA ao conceder essas vantagens apenas ao campeão nacional brasileiro”, afirmam.

Para o governo Donald Trump, “os atos, políticas e práticas do Brasil relacionados ao tratamento preferencial dado ao Pix representam um ônus ou restrição ao comércio dos EUA ao impor custos aos prestadores de serviços norte-americanos e ao forçar fornecedores dos EUA a promover seu concorrente brasileiro, sem compensação”.

A questão em jogo não é só o Brasil. Outros países vêm buscando entender o Pix e analisando sua replicação. Se isso ocorrer, vai ser um banho de água fria para os EUA. Ou seja, o Pix é tão bom que causa problemas a eles.

Imagine o Brasil dependente de uma plataforma estrangeira para pagamentos, como uma conectada ao WhatsApp ou ao Google. Sob uma lei como a Magnitsky, bastaria uma decisão em Washington para travar transações no país. Não é ficção, mas risco concreto quando se abre mão da soberania sobre a infraestrutura própria.

Para o brasileiro comum, isso não é análise geopolítica abstrata, mas cotidiano. O Pix paga contas, sustenta pequenos negócios, conecta famílias. Mexer com isso é mexer com a vida real. E, na política, isso tem consequência. Ironicamente, ao ameaçar sancionar o Pix, o governo Trump acaba ajudando o adversário eleitoral de seu preferido.

*Leonardo Sakamoto/Uol


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

O novo slogan bolsonarista, ‘Flavio não presta, mas é nosso’

Quanto mais Flavio Bolsonaro se mexe, mais fede

O 01 é de fato um fenômeno eleitoral, às avessas.

Não é sem motivos que produziu um racha, assunto que ele entende como ninguém, sem hora para acabar, no universo da direita e dentro do próprio PL que, aliás, está carregando com gosto a pecha de Partido de Ladrões, tamanha a quantidade de políticos denunciados e condenados em alguma instância da justiça por envolvimento em corrupção, formação de quadrilha, peculato, tráfico, assissinatos.

Na verdade, nenhuma facção “terrorista” tem um espólio de crimes como os aliados mais próximos de Flavio, assim como os diabos menores do partido e seu entorno. É literalmente o crime na sua forma mais representativa.

Diante dessa realidade e a consequente perda de engajamento, até do bolsonarismo Ypê, a ordem é assumir a bronca e apostar no tudo ou nada com a dissimulação, slogan que, na cabeça do comando do PL, pode virar uma armadura em favor de Flavio, com o singelo e curto refrão, “Flavio não presta, mas é nosso”.

Kim Paim, que compõe a linha de frente de um exército de mercenários de guerra política, largou qualquer argumento plausível para, num podcast bolsonarista, sapecar a filosofia que virou martelete entre os sopradores de apito de cachorro, dizendo, de forma nua e crua, numa clara confissão de derrota diante do inquestionável bantitismo de Flavio com Vorcaro, as revelações que pipocam nas redes e grande mídia sobre o seu candidato, as relações com gente de grosso calibre do Comando Vermelho no Rio, como Rodrigo Bacellar e TH Joias, mandou a fita nova, com um semblante amarelo e um sorriso cinza, Kim Paim sapecou, “Flavio pode ter roubado R$ 100 ou R$ 134 milhões, que eu voto nele assim mesmo”, sem ao menos corar metade da cara.

Sim, a cordial intimidade entre Flavio e gente do Comando Vermelho, mostrado em vídeos, espalhados pelas redes, assim como as próprias confissões de Flavio, em áudio de boca própria, sobre o que havia recebido e o que faltava receber dos R$ 134 milhões de Vorcaro, fora a confissão de sua visita à casa dele, com tornozeleira eletrônica, com tudo, e não tendo como se livrar de tudo isso, o bate-estaca agora é aceitar que Flavio não vale nada, mas assim mesmo votar nele

Se isso vai colar e resultar em alguma coisa objetiva e não em despejo, somente o tempo dirá.

Se até Kim Paim mostrou-se encabulado diante do titular bolsonarista, dono do podcast, que não concorda com esse tipo de campanha, é bem possível que o esvaziamento de aliados em torno de sua candidatura, seja um caminho sem volta.

Detalhe, a rejeição a Flavio Bolsonzro não para de crescer.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Vídeo: Lula diz que clã Bolsonaro ‘não tem vergonha de trair a própria pátria’

Lula criticou integrantes da família Bolsonaro após os EUA classificarem PCC e CV como terroristas e chamou a articulação de “traição à pátria”

Em discurso durante evento da Petrobras em Sergipe nesta sexta-feira (29), o presidente Lula (PT) criticou integrantes da família Bolsonaro após os Estados Unidos anunciarem a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. O petista afirmou que aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro incentivam interferência estrangeira em assuntos internos do Brasil e classificou a articulação como “traição à pátria”.

“Nós não aceitamos ser tratados como moleques. Nós não aceitamos ser tratados como se fôssemos uma republiqueta”, afirmou Lula. O presidente também disse já ter tratado do combate ao crime organizado diretamente com Donald Trump em uma reunião anterior. “Eu tive três horas com o presidente Trump. Entreguei quatro documentos para ele. Um deles era o combate ao crime organizado”, declarou.

Lula também fez referência ao senador Flávio Bolsonaro (PL) ao afirmar que integrantes da família Bolsonaro atuam nos Estados Unidos em busca de pressão internacional sobre o Brasil. “Não tem vergonha na cara de trair a nossa pátria e ir nos Estados Unidos pedir intervenção americana no Brasil”, afirmou.

Durante o discurso, o presidente provocou aliados bolsonaristas que, segundo ele, estão se escondendo da Justiça brasileira nos Estados Unidos.

“Quer combater o crime organizado? Que entregue os nossos que estão lá nos Estados Unidos”, disse Lula, ao mencionar condenados como o ex-deputado federal do PL Alexandre Ramagem e Ricardo Magro, da Refit.

Em nota, o Palácio do Planalto reforçou o tom das críticas e classificou como “deplorável” a viagem de integrantes da família Bolsonaro aos Estados Unidos para tratar do tema.

“É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país”, afirmou o governo.

O Planalto também alertou para possíveis impactos da medida anunciada pelos EUA no combate ao crime organizado e em setores estratégicos da economia brasileira. Segundo o governo, a classificação unilateral de facções como terroristas pode prejudicar o compartilhamento de informações entre forças de segurança e afetar o sistema financeiro nacional.

“Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o Pix, que incomodam interesses estrangeiros”, diz a nota.

Os Estados Unidos vêm investigando o Pix sob alegações de possível “concorrência desleal”, em um movimento visto pelo governo brasileiro como uma pressão de interesses financeiros internacionais.

Apesar das críticas, o governo reconheceu, no comunicado, a gravidade da atuação do PCC, do CV e de outras organizações criminosas no território nacional. O Planalto afirmou que as facções “praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias”, mas argumentou que há diferença entre a violência praticada pelo crime organizado para obtenção de lucro e o terrorismo internacional motivado por razões políticas, religiosas ou ideológicas.

“Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa ‘Brasil contra o Crime Organizado’, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima”, concluiu o governo.

*ICL

Veja:


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

A renúncia de Claudio Castro deixa Flavio Bolsonaro nu

Claudio Castro renuncia à disputa para o Senado por envolvimento com Vorcaro e obriga Flavio a fazer o mesmo

Apesar da pressão política, até o momento não há indicação de que Flávio Bolsonaro vá renunciar à própria candidatura ou abandonar seus planos eleitorais. O que existe é um temor interno no PL de contaminação política causada pela proximidade entre os casos.

Mas não há como negar que, nesse caso, Flavio Bolsonaro e Claudio Castro são irmãos siameses, pois têm como ponto de partida e de chegada o mesmo imbróglio do mesmo banqueiro do Master, Daniel Vorcaro.

Na verdade, os dois foram pegos em diálogo, em áudio de whatsapp com componentes absolutamente idênticos de relação de troca de favores e lavagem de dinheiro.

Agora é aguardar o resultado dessa renúncia de Claudio Castro na campanha de Flavio Bolsonaro, já que os dois guardam uma série de pontos comuns no caso do envolvimento com o dono do Banco Master.

A conferir.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Quem deu a Flavio Bolsonaro a ideia de jerico de tirar um bode da cartola?

Como fazer Flavio parar de sangrar? Perguntou o próprio a seus assessores de marketing.

Certamente, teve como resposta: nossas esperanças estão na Casa Branca. Feito.

Deu ruim.

Ruim pra caralho.

Não há precedentes de regresso moral, intelectual e de soberania tão extraordinário na história do Brasil como as ferramentas que calçaram o jumento.

Flavio poderia ter sido visto como alguém que tentou uma saída obsoleta como ação política para parar de cair nas pesquisas. Mas seu guia foi implacável. Vai beijar os pés de Trump. Assim, a derrota ficou garantida.

Flavio, que ousou infectar Trump com a doença bolsonarista, teve que encarar um micróbio ainda mais letal para sua campanha do que antes de se arvorar a se meter na Casa Branca como estudante em caravana colegial.

Pato, pateta, pachaca, pastel, paspalho!

O peso morto na geopolítica global, sem noção da verdadeira esfinge na teia universal em que Lula se transformou, para muitas sociedades e chefes de Estado, está longe da compreensão dessa choldra provinciana para se submeter a tal humilhação, tendo que ouvir Trump elogiando Lula.

Flavio saiu menor e pior do que entrou na Casa Banca. Sua campanha virou de vez terra arrasada, com recordes e mais frecordes de memes e publicações negativas nas redes e mesmo na grande mídia.

Deu tudo errado. Mas a previsão era outra, pois daria uma rentabilidade política para Flavio ultrapassar a nuvem carregada de raios, trovões e trombas d’água que vêm lhe caindo à cabeça desde aquele infame áudio em que cobra o complemento da grana acordada entre ele e Vorcaro, aquela de R$ 134 milhões.

Os fascistóides nativos mais pandêmicos, chegaram a ensaiar um coro prevendo um regresso vitorioso de Flavio. Mas murcharam as orelhas de todos os burros.

Quem organizou o pequinique de rapapés foi flagorosamente operador de uma tragédia criativa e a frustração dos que aqui, no Brasil, estavam batalhando para dar cor a essa palha diplomática, cairam num sono profundo depois do vexame.

Ou seja, o que é ruim, depois dessa realização dos cabeças de bagre, ficou ainda pior para Flavio.

Na verdade, aquela foto patética, no futuro, será emoldurada como a imagem de mais uma derrota do bolsonarismo em outubro próximo.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs