É pura charada, Flavio não quer simplesmente acabar com o Pix no Brasil, quer mais, muito mais, quer criar aqui o TrumPix com as bandeiras americanas de cartão crédito, como o próprio Trump já revelou.
No Brasil, alguém em sã consciência, acha que Flavio Bolsonaro que, desesperadamente, busca a anistia para seu pai, vai se preocupar com o Pix que atende, de graça, um brasileiro pobre numa cidadezinha perdida nos recessos da Paraiba?
Essa gente do clã Bolsonaro é perversa com o povo brasileiro em tudo o que puderam produzir de mal, de fazer inveja nos piores crápulas da humanidade. Exemplos não faltam, Flavio apenas quer reproduzir a mesma lógica da Petrobrax, ideia que surgiu com o genro de FHC para entregar a Petrobras aos EUA.
Essa sempre foi a areia que encheram de dinheiro e ouro em pó os caminhões da direita.
Em um vídeo, Flavio diz que foi o pai quem criou o Pix, o que é uma mentira deslavada, na verdade, Bolsonaro não tinha a menor ideia do que seria o Pix, que vinha sendo estudado pelo Banco Central antes mesmo do sabotador Temer vampirizar por dentro o governo Dilma.
Aqui já falamos do inacreditável absurdo do sujeito oferecer a Trump, em troca de apoio eleitoral, nada menos que as cobiçadas terras raras brasileiras e os minerais críticos nos quais os gringos estão com o olho pra lá de gordo.
Para Flavio, entregar o Pix é apenas entregar um palito para Trump palitar os dentes depois do banquete.
Os caras são inescrupulosos e não economizam maldade contra o povo brasileiro, como a entrega da BR Distribuidora e da refinaria Landulpho Alve, da Bahia, em troca das famosas joias árabes que a família surrupiou,
Não adianta Flavio pintar a cara de branco, quando, na verdade, por baixo tem uma criatura que é capaz de entregar a cabeça da mãe por dinheiro, pintar-se para a guerra e vocalizar seus gatafunhos virtuais, como fez o pai para conduzir 34 milhões de brasileiros para a miséria, tirados por Lula nos últimos três anos.
Flavio usará o Pix para seu interesse e de sua família, não terá o menor escrúpulo em entregar para Trump, tratorando mais de 80% da população para dar boas hospitalidades à ambição daquele governo e de seus emprsários. E dane-se os milhares de lugarejos Brasil afora que nem bancos têm.
Por isso, em alto e bom som, diga NÃO a Flavio Bolsonaro e seu TrumPix.
Queridos amigos leitores
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio
Paulo Henrique Costa, ex-presidente do banco, investigado por rombo bilionário no caso Master, aprovou contrato milionário do imóvel onde mora o senador
A queda de Paulo Henrique Costa da presidência do Banco de Brasília (BRB), em novembro de 2025, encerrou um dos ciclos mais controversos da instituição. Indicado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) em 2019, Costa atravessou o governo de Jair Bolsonaro como um aliado estratégico, mas sucumbiu à Operação Compliance Zero, da Polícia Federal. Investigado por fraudes bilionárias envolvendo o Banco Master, o ex-executivo deixa um rastro de prejuízos ao erário e a digital no financiamento que permitiu ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e pré-candidato à Presidência da República pelo PL, adquirir uma mansão cinematográfica na capital federal.
O aval para o “herdeiro” e as taxas de ocasião
Em 2021, o BRB liberou R$ 3,1 milhões para que Flávio Bolsonaro comprasse um imóvel de R$ 5,97 milhões no luxuoso Setor de Mansões Dom Bosco, no Lago Sul. A mansão, de 2.400 m², foi financiada com taxas nominais entre 3,65% e 3,71% ao ano (mais IPCA) — valores que, na época, eram impraticáveis para o cidadão comum sem conexões políticas.
Embora o banco tenha classificado a operação como “taxa de mercado”, o financiamento exigiu o aval direto da diretoria colegiada presidida por Costa. Apadrinhado por Ibaneis Rocha, Costa chegou a ser cogitado para a vice-presidência do Banco do Brasil — ideia abortada para evitar que o escândalo da mansão respingasse na vitrine do governo federal.
O “operador” e a sombra das rachadinhas
A origem dos recursos para a manutenção desse patrimônio remete ao papel de Fabrício Queiroz. Policial militar reformado e amigo de Jair Bolsonaro desde a década de 1980, quando serviram juntos na Vila Militar, Queiroz tornou-se o braço direito da família. O ex-assessor é apontado pelo Ministério Público como o “operador financeiro” de um esquema de peculato (a rachadinha) no antigo gabinete de Flávio na Alerj. Queiroz coordenava a coleta de salários de assessores e gerava um fluxo de dinheiro vivo que, segundo os promotores, servia para pagar despesas pessoais da família e irrigar transações imobiliárias.
Segundo as investigações do Ministério Público, o esquema funcionava através de um ciclo de valorização artificial: Flávio adquiria imóveis por valores subfaturados na escritura, pagando a “diferença” por fora com o dinheiro vivo arrecadado por Queiroz, para depois revendê-los pelo preço real de mercado. De acordo com o Vermelho, os investigadores acreditam que essa manobra permitiu que, entre 2010 e 2017, o senador registrasse um lucro oficial de cerca de R$ 3 milhões em 19 salas e apartamentos, “limpando” o dinheiro da rachadinha dos funcionários da Alerj sob a aparência de ganho imobiliário. Atualmente, Queiroz ocupa o cargo de subsecretário de Segurança e Ordem Pública em Saquarema (RJ), nomeado em janeiro de 2025 pela prefeita Lucimar Vidal (PL), mantendo-se abrigado em uma prefeitura controlada pelo partido do clã.
Quitação antecipada: seis parcelas atípicas
Em julho de 2024, após o STF consolidar as decisões que anularam as provas do caso das rachadinhas por questões processuais (o que não significa inocência, mas incapacidade técnica de usar os dados bancários), Flávio Bolsonaro quitou o saldo devedor da mansão de forma fulminante. A quitação de R$ 3,4 milhões foi realizada através de seis pagamentos extras atípicos. Os valores individuais das parcelas espantam pela magnitude: R$ 198.150; R$ 355.000; R$ 420.000; R$ 680.000; R$ 750.000 e um último aporte de R$ 997.000. O senador alega que os valores vieram de sua antiga franquia de chocolates e de seu salário, mas a robustez desses depósitos em um curto intervalo de tempo ainda carece de esclarecimento.
Candidato a delator premiado
A demissão de Costa em 2025 decorre da descoberta de que o BRB adquiriu carteiras de crédito consignado do Banco Master sem lastro real, gerando um rombo bilionário. O cenário se agrava com a Operação Carbono Oculto, que investiga lavagem de dinheiro do PCC no setor de combustíveis. Os investigadores analisam se fundos ligados ao Master e à Reag Investimentos foram usados para escoar capital ilícito através do banco gerido por Costa.
Paulo Henrique Costa vive hoje o isolamento dos investigados. O BRB, sob nova gestão, cobra dele R$ 978 mil em empréstimos pessoais. Assim como Daniel Vorcaro, do Banco Master, Costa agora busca fechar um acordo de delação premiada com a Polícia Federal. O temor nos bastidores do PL e do centrão é que, para salvar a própria pele, o ex-presidente do BRB detalhe como a máquina do banco público foi moldada para servir aos interesses privados de aliados do clã bolsonarista.
Queridos amigos leitores
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio
A imagem de Flavio Bolsonaro não é a de um político obreiro que tenha qualquer projeto aprovado em favor da população ou do país.
Qualquer brasileiro que olhe para Flavio, de forma instantânea, lembra do Coaf, Queiroz, Michelle, a família de Adriano da Nóbrega e do próprio miliciano, chefe do escritório do crime e da rachadinha, que é o sobrenome que o 01 carrega mais forte que o do seu pai.
A coisa é antiga, é de 2018/2019, com as movimentações na conta justamente de Fabrício Queiroz, seu gerente no esquema de peculato e formação de quadrilha.
No entanto, além de Flavio de não conseguir desgrudar esse chiclete da sola do seu sapato durante anos, recentes lambanças discursivas, ditas de boca própria sobre as terras raras e sua servidão espontânea a Trump, ele mereceu pesadas críticas até de gente da mídia conservadora, como o Estadão, que não economizou críticas ao sujeito e o espinafrou sem dó em um editorial demolidor por Flavio oferecer, de maneira pornográfica, as terras raras do Brasil como anteparo de Trump para enfrentar a China, que tem jogado duro com os EUA para que os norte-americanos obtenham um espaço qualquer reduzido das terras chinesas para tocar sua indústria de eletrônicos, entre outros modelos de atividade industrial que dependem delas.
Para piorar, Caiado lançou nesta semana sua pré-candidatura, anunciando que, se eleito, seu primeiro ato será dar a anistia a Bolsonaro, tirando o pão da boca de Flavio que só tem essa proposta como candidato à presidência da República.
Ou seja, não seria tentativa verborrágica de anistiar o pai uma mola propulsora capaz de catapultar a campanha de Flavio de forma exclusiva. Caiado, espertamente, para irritação de Flavio, pegou carona no mesmo ramerrão vitimista.
Isso praticamente neutraliza o principal slogan de campanha de Flavio. Como o histórico entreguista do clã Bolsonaro, em que o próprio Jair já ofereceu a Amazônia para ser explorada pelo Tio Sam, somado à campanha de Eduardo, mas também de Flavio, para Trump tarifar pesadamente o Brasil, e ainda pediu para Trump bombardear a Baia de Guanabara, surge no horizonte, com cores vivas, a possibilidade concreta de, numa suposta vitória de Flavio, em troca do apoio eleitoral de Trump, ele acabar com o Pix, que é o sonho do presidente americano contra o Brasil.
Falamos de algo com um potencial arrasador, já que mais de 80% dos brasileiros incorporaram o Pix em seu cotidiano e certamente essa interpretação entreguista do Pix por uma escandalosa submissão ao pedófilo mor dos EUA, ja correu o país inteiro e logicamente com potencial de implodir a campanha de Flavio junto com uma folha corrida do vigarista que vai atingi-lo em cheio.
E nem adianta Flavio dizer, na mídia, que não vai acabar com o Pix, pois nem os bolsonaristas mais ferrenhos acreditam nisso.
Queridos amigos leitores
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio
Senador também atuou na defesa de policiais militares do RJ acusados de matar quatro pessoas
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL/RJ), atuou como advogado de defesa do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado de matar Ana Clara Machado, de 5 anos, durante patrulhamento de rotina na comunidade Monan Pequeno, em Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
A menina brincava com o irmão de 2 anos na porta de casa quando foi atingida pelo disparo de fuzil efetuado pelo PM, segundo denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). O assassinato, ocorrido na manhã de 2 de fevereiro de 2021, teve ampla repercussão nos principais jornais do país à época.
Ana Clara Machado, 5 anos – Foto: Reprodução
Delaroli, que era cabo no 12º BPM de Niterói, chegou a ser preso preventivamente, mas a medida foi revogada em novembro de 2021, quando a Justiça determinou sua substituição por medidas cautelares.
O senador Flávio Bolsonaro integrou a banca de defesa do militar. O parlamentar assina o recurso apresentado em 2024 ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para reverter a decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro que submeteu o caso a júri popular. O recurso foi negado pela Corte. O caso não cabe mais recurso e Delaroli aguarda julgamento.
A peça também é assinada por advogados dos escritórios Paulo Klein Advogados e Giusto e Klein Advocacia, entre eles, Paulo Márcio Ennes Klein, que já atuou na defesa de Fabrício Queiroz — ex-assessor de Flávio Bolsonaro investigado no esquema das chamadas “rachadinhas” no período em que trabalhou no gabinete do político na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Procurado, o escritório Paulo Klein Advogados informou que não vai se pronunciar. O escritório Giusto e Klein Advocacia e o senador Flávio Bolsonaro não retornaram aos contatos do ICL Notícias.
O que diz a denúncia contra o PM De acordo com a denúncia da promotoria, Delaroli atirou em direção à área residencial e de lazer onde Ana Clara brincava, “com vontade livre e consciente, assumindo o risco de matar”.
Ao escutarem os disparos de arma de fogo, pessoas que passavam pelo local gritaram “é morador, é morador”, em tentativa de fazer com que os disparos cessassem. “Mesmo após a advertência, o policial militar seguiu com os disparos, não se importando com o risco assumido de produzir o resultado morte”, ressaltou a acusação.
Ainda de acordo com os autos, após a criança ser baleada, um colega de farda de Delaroli, “muito nervoso” repetia para o cabo: “olha a merda que você fez”. Testemunhas relataram que os policiais demoraram para prestar socorro à Ana Clara, “apenas o fazendo diante da clemência dos moradores e parentes da vítima fatal”.
Local onde a menina foi assassinada – Imagem: Reprodução/Autos do processo
Em sua defesa, o policial militar afirmou ter reagido a uma suposta agressão de traficantes armados. O MPRJ, no entanto, sustentou que não havia indícios de confronto prévio, com base em depoimentos de testemunhas que negaram a ocorrência de troca de tiros e afirmaram que não havia atividade de tráfico de drogas no local.
A promotoria destacou ainda que a viatura dos policiais não tinha “qualquer sinal de confronto” e que a perícia arrecadou na cena do crime estojos de munição iguais aos usados por Delaroli.
Senador defendeu PMs acusados de emboscada O senador Flávio Bolsonaro também assinou, ao lado da banca do escritório Paulo Klein Advogados, um recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) em defesa de quatro policiais militares acusados de matar quatro homens durante uma emboscada no Morro do Vidigal, na Zona Sul do Rio, em 16 de janeiro de 2020.
Nesse caso, a defesa também tentou reverter, no ano passado, a decisão que determinou que os réus fossem julgados pelo tribunal do júri. Os cabos Pedro Jeremias Lemos Pinheiro, Victor Barcelleiro Batista e Rafael Nascimento Rosa e o sargento Ricardo de Moraes Mattos eram lotados à época no Grupamento de Intervenção Tática (GIT) da Coordenadoria de Polícia Pacificadora.
De acordo com o MPRJ, os assassinatos “foram cometidos mediante emboscada, tendo em vista que os denunciados [os PMs] ficaram escondidos no interior de um imóvel posicionando-se em um plano superior ao que se encontravam as vítimas, para subitamente atacá-las, com disparos de cima para baixo”.
A investigação apontou que os policiais teriam invadido uma residência pela manhã e aguardado até a tarde para realizar os disparos, feitos de cima para baixo, surpreendendo as vítimas sem chance de defesa.
Os policiais alegaram em sua defesa que foram para a comunidade pela manhã, para uma operação de combate ao tráfico. Após a prisão de um traficante e um policial ser baleado, os agentes afirmaram que deixaram o local.
O escritório de Flávio Bolsonaro em Brasília Flávio Bolsonaro atuou nos dois casos com inscrição suplementar da Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal (OAB-DF). Seu registro de origem é no Rio de Janeiro. O senador tirou o registro no DF em abril de 2021, mesmo mês em que abriu um escritório de advocacia na capital federal, com endereço na mansão onde mora no Lago Sul, bairro nobre de Brasília.
Ele não é impedido de trabalhar como advogado por ocupar o cargo de senador. Pelo Estatuto da Advocacia, parlamentares não podem advogar contra ou a favor de órgãos e entidades ligados à administração pública.
Conforme mostrou reportagem da Agência Pública publicada em junho de 2022, Flávio Bolsonaro registrou como administradora do seu escritório de advocacia Letícia Caetano dos Reis. Ela contou em entrevista à Pública ter sido indicada à vaga pelo advogado Willer Tomaz, amigo do senador – que negou conhecê-la. “Eu fui convidada por um conhecido [do Flávio Bolsonaro] que também me conhecia. Eles me ofereceram para entrar em sociedade para administrar a empresa dele e aí eu aceitei para fazer essa administração”, contou Letícia Reis.
Foto: Reprodução – Agência Pública
Mais recentemente, investigação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS revelou que Letícia Reis é irmã de Alexandre Caetano dos Reis, sócio de Antônio Carlos Camilo Antunes, o lobista conhecido como Careca do INSS.
Relatório alternativo da CPMI apresentado na última sexta-feira por parlamentares governistas pede o indiciamento de Flávio Bolsonaro pela ligação com Reis.
Flávio Bolsonaro e a milícia A relação de Flávio Bolsonaro com policiais militares associados ao crime no Rio de Janeiro é antiga. Quando era deputado estadual, o político empregou em seu gabinete na Alerj a mãe e a mulher do miliciano Adriano da Nóbrega. Morto em 2020, Adriano foi acusado pelo MPRJ de liderar o grupo de matadores de aluguel conhecido como Escritório do Crime.
O podcast do Uol Investiga, “Polícia Bandida e o clã Bolsonaro”, sobre a relação da família Bolsonaro com agentes de segurança, mostrou que Flávio Bolsonaro e seu irmão, o vereador Carlos Bolsonaro, condecoraram pelo menos 16 PMs denunciados em organizações criminosas.
*Alice Maciel /ICL
Queridos amigos leitores
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio
Envolvido com grilagem de terras, construção, venda e locação de imóveis na região, o major Ronald também é acusado de fazer parte do Escritório do Crime, braço armado de milícia que era comandada por Adriano da Nóbrega.
Condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a 56 anos de prisão por duplo homicídio e homicídio tentado no assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, o ex-policial militar Ronald Paulo de Alves, conhecido como Major Ronald, foi homenageado por Flávio Bolsonaro (PL) em 2004 quando o agora pré-candidato à Presidência era deputado estadual no Rio de Janeiro.
Na moção de louvor apresentada pelo filho “01” de Jair Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), o ex-PM é homenageado pelos “importantes serviços prestados ao Rio de Janeiro”.
À época, o gabinete de Flávio Bolsonaro tinha como funcionário Fabrício Queiroz, pivô do esquema de corrupção das “rachadinhas”, que incluía ex-esposa e mãe do miliciano Adriano da Nóbrega, que comandava o braço de extermínio da milícia que atuava em Rio das Pedras, conhecido como Escritório do Crime, segundo Plínio Teodoro, Forum.
Em 2019, em prisão preventiva, Ronald e o subtenente reformado Mauricio Silva da Costa, o Maurição, tiveram que ser transferidos para um presídio federal de segurança máxima fora do estado.
Segundo informações do Ministério Público do Rio, os milicianos estariam ameaçando moradores da comunidade de Rio das Pedras que estão colaborando com as investigações.
Envolvido com grilagem de terras, construção, venda e locação de imóveis na região, o major Ronald também é acusado de fazer parte do Escritório do Crime, organização criminosa especializada em praticar assassinatos por encomenda.
Queridos amigos leitores
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio
Como todos sabem, o PL de Valdemar/Bolsonaro é como coração de mãe.
Quando um vigarista acredita que o crime compensa, é o que não falta nesse partido, femicida, pedófilo, estuprador, ladrão de joias, chefe de quadrilha, de peculato e rachadinha. Essa gente, que fez patrimônio milionário na base de chocolate, que não tem o menor constrangimento em ser feliz.
Daí o significado grandiloquente da filiação de Sergio Moro e Deltan Dallagnol ao partido dos larápios.
Em encontro com Gilmar Mendes em 2024, Moro que, além da parceria bandida na Lava Jato, ao lado de Dallagnol, tentou surrupiar a bagatela de R$ 2,5 bilhões da Petrobras, teve que ouvir, calado, que ele e seu comparsa roubaram galinha juntos, expressão do meio rural de Mato Grosso, que define bem essa gente que vive de conluio para roubar alguma coisa junto.
Por isso mesmo, os dois foram tão festejados por Flavio Bolsonaro e Valdemar da Costa Neto ao se incorporarem ao exército de vigaristas que, juntos, tentarão salvar o legado criminoso do Seu Jair da casa 58 do Vivendas da Barra, o mesmo que morava a 50 passos do criminoso Ronnie Lessa, que assassinou Marielle Franco.
É bom sempre revisitar a história recente desse país para relembrar que esse pelotão de ladrões de galinhas se uniu para, a todo custo, tentar retomar o poder e saquear o Brasil, inclusive, como fez Flavio nesse final de semana, oferecer a Trump o produto do roubo, as terras raras brasileiras, em evento oficial da extrema direita nos EUA. Isso deixa claro que, quem se alinha, quem defende essa gigantesca curriola, é tão vigarista quanto.
Queridos amigos leitores
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio
Flávio e Eduardo Bolsonaro fazem pressão nos EUA por ação sobre terrorismo
Membros do governo brasileiro temem que a baixa popularidade de Donald Trump nos EUA e o impasse na guerra no Irã possam levar o republicano a fazer “novas aventuras” na América Latina.
A avaliação de Brasília é de que, diante do conflito, a “grande perdedora” por enquanto tem sido a credibilidade do presidente dos EUA como parceiro internacional e mesmo de imagem perante seu próprio eleitorado.
A preocupação, portanto, é de que a região seja usada para “salvar” a reputação de Trump como líder de um esforço para retomar uma postura de hegemonia no mundo. Atos “diversionistas” poderiam ser usados para tirar o foco da opinião pública dos EUA da crise no Irã.
Nesta semana, pesquisas apontaram que 59% dos americanos desaprovam o governo Trump, o pior índice do republicano em seus dois mandatos. Se não bastasse, cresce a resistência da opinião pública dos EUA diante de uma guerra no Irã que começa a se prolongar, sem uma solução em vista.
A avaliação do governo é que pode existir algum tipo de ingerência dos EUA nas eleições na Colômbia, ainda que de forma sutil. Nos últimos meses, a realidade é que o presidente colombiano Gustavo Petro se beneficiou na opinião pública do embate com Trump. Mas, nas eleições de maio, não se descarta alguma ação por parte da Casa Branca, ainda que não seja no uso de militares.
Uma situação ainda mais crítica vive Cuba. O Brasil notou que, diante do impasse no Irã, o governo americano voltou a falar publicamente sobre a ilha no Caribe.
Flávio e Eduardo Bolsonaro nos EUA Outro fator que está sendo acompanhado de perto pelo governo Lula é a ação de Flávio e Eduardo Bolsonaro nos EUA. Neste fim de semana, os dois estarão na reunião da ultradireita norte-americana, no Texas, e Brasília acredita que vão fazer campanha para que os EUA declarem o PCC e o Comando Vermelho como grupos terroristas.
Brasília acredita que, enquanto houver uma negociação entre Brasil e EUA nesse aspecto, a Casa Branca irá evitar seguir o caminho proposto pelos filhos do ex-presidente brasileiro. A estratégia que o Brasil usa é a de tentar talhar o lobby bolsonarista, ocupando o espaço político na relação bilateral.
Caso haja uma ofensiva de Trump nesse aspecto, a preocupação mais imediata do Brasil é de que sanções financeiras sejam estabelecidas contra empresas nacionais.
Existe ainda, num médio prazo, o risco de que isso seja transformado em instrumento para justificar uma ação militar contra focos específicos no país.
*Jamil Chade/ICL
Queridos amigos leitores
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio
Deputado afirma que restrição de acesso da CPMI do INSS ao celular de Vorcaro impede apuração e levanta suspeitas sobre nomes ligados ao Master
O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou nesta terça-feira (17) que há uma tentativa de impedir o avanço das investigações relacionadas à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. Segundo ele, a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu o acesso à chamada “sala-cofre” da comissão, levanta suspeitas de proteção a figuras políticas citadas no caso.
A declaração foi feita em publicação nas redes sociais e em vídeo divulgado pelo parlamentar. De acordo com Lindbergh, a medida ocorreu após a divulgação de informações pela jornalista Mônica Bergamo, indicando a presença do nome do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na lista de contatos de Daniel Bueno Vorcaro, investigado no caso.
Decisão do STF restringe acesso a dados da CPMI A decisão de André Mendonça determinou o bloqueio imediato do acesso a todo o material armazenado na sala-cofre da CPMI do INSS relacionado a Vorcaro. De acordo com o 247, o ministro também ordenou que a Polícia Federal retire os equipamentos do local para uma nova análise. Segundo o despacho, a medida busca preservar informações de caráter privado. O ministro afirmou que a Polícia Federal deverá realizar uma triagem para separar conteúdos pessoais de dados relevantes à investigação.
Lindbergh aponta contradições e cobra investigação Lindbergh criticou a decisão e sugeriu que ela impede o esclarecimento dos fatos. “Estão tentando esconder a verdade! Bastou o nome de Flávio Bolsonaro aparecer nos contatos de Daniel Vorcaro e pronto: proibiram o acesso à sala-cofre da CPMI do INSS. Coincidência? Difícil acreditar”, afirmou.
O deputado também mencionou outros nomes que, segundo ele, aparecem nos registros analisados. “Roberto Campos Neto, peça central desse esquema, também surge na lista”, declarou.
No vídeo divulgado, Lindbergh reforçou as críticas à restrição de acesso e detalhou o conteúdo armazenado. “A sala-cofre é uma sala onde ficam documentos ligados à CPMI do INSS. E lá está o telefone, a nuvem do Daniel Vorcaro”, disse.
Ele também questionou declarações do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), citando supostas inconsistências. “O jornalista pegou ele e disse: ‘e aí? Você falou com o Vorcaro? Já falou alguma vez com o Vorcaro?’. Ele disse: ‘não, nunca falei com o Vorcaro’. Aí muda de opinião: ‘mas eu posso ter falado, porque temos um amigo em comum, o André Valadão’”, relatou.
Medida envolve retirada de equipamentos pela Polícia Federal A decisão do STF prevê que a Polícia Federal recolha os dispositivos armazenados na sala-cofre em cooperação com a presidência da CPMI. O objetivo é realizar uma nova análise dos dados, com foco na separação de informações pessoais.
Segundo Mendonça, a iniciativa busca garantir que conteúdos “exclusivamente à vida privada do citado investigado não sejam compartilhados com a referida Comissão Parlamentar”.
Lindbergh, por sua vez, classificou a situação como uma tentativa de obstrução. “Eles estão atrás de uma ‘operação abafa’, e nós queremos uma apuração de tudo, porque a gente sabe onde é que isso vai cair”, afirmou.
O parlamentar também rebateu críticas sobre a atuação do PT na criação da comissão. “O PT assinou, sim, pedido de investigação. O que não assinamos foi a CPMI do PL feita para confundir e proteger”, declarou.
ESTÃO TENTANDO ESCONDER A VERDADE!
Bastou o nome de Flávio Bolsonaro aparecer nos contatos de Daniel Vorcaro… e pronto: proibiram o acesso à sala-cofre da CPMI do INSS.
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio
Que tal um azeite extra virgem na ficha corrida de um dos maiores corruptos e bandido do Brasil?
Flavio e seus marketeiros começam a sentir que a panela de pressão já está no fogo. Isso significa que vem chumbo grosso para cima desse Zé Caganeira.
A plataforma nenhuma de Flavio, dita de boca própria pelo produtor de laranjas e fantasmas, de rachas e rachadinhas, peculato e formação de quadrilha, será pesada.
Flavio diz que será um mímico do próprio pai, ou seja, que não tem qualquer projeto para o país e que reproduzira à risca a proposta nenhuma que o papai mostrou quando sentou na cadeira da Presidência da República, a de se beneficiar em tudo.
Enquanto isso, o sujeito viverá de diversionismo, como mostrado num vídeo em que ele aparee dançando como o BolsoDória para uma plateia armada pelo bolsonarismo que ainda resta, no momento em que corria a notícia, martelada, inclusive por ele, de que Jair Bolsonaro estava na UTI.
Nada demais para quem vive de desconexão compulsória, provocada por uma gama de mentiras que acabam se trombando em praça pública.
Seja como for, Flavio já disse a que veio, dizer banalidades confusas para serem confusamente compreendidas pelo pasto do clã.
Em síntese, é preciso dizer com todas as letras que, no Brasil, o bolsonarismo não representa a extrema direita. Na prática, o que o clã representa é um bonde de oportunistas, vigaristas rastaqueras que emburacaram na política na carona desses comprovados inúteis e caros para o Estado, chamados clã Bolsonaro. Eles sempre tiveram um único objetivo, enriquecer o máximo possível no cargo público, enquanto jocosamente fazem discursos anticorrupção e diminuição do tamanho do Estado.
Esses pilantras, que nunca trabalharam na vida, têm que ser mostrados pela esquerda quem de fato são. Os cinco punguistas, que vivem de roubar o país enquanto gritam, pega ladrão!
Queridos amigos leitores
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio
Em se tratando de mídia industrial, sobretudo da Globo, nenhuma vírgula é dada fora de contexto. E se não há como passar panpo para a folha corrida de Flavio, que somada à sua inutilidade, forma uma química de combustão extremamente explosiva.
A grande mídia chegou à conclusão de que não há vitamina possível que mova peças estratégicas, por mais bem feita que seja uma campanha, que tire de Flavio a pecha de filho mais vigarista do vigarista Bolsonaro.
Embalagem não reciclável, inutilizável
Num programa da GloboNews, a jornalista Flávia Oliveira desancou o primogênito do sacripanta, desmistificando de forma translúcida, “que não existe bolsonarimo moderado” e que Flavio é tão reacionário quanto o pai, no sentido mais fascista da palavra.
A fala da jornalista foi de pronto compartilhada por Natuza Nery e, pasmem, até Merval Pereira foi sintético em dizer que não dava para comparar Flavio com Lula, por Flavio ser filho de um golpista e, portanto, golpista ser.
Já sobre Lula, Merval encheu os pulmões para dizer, em alto e bom som, que, neste caso, trata-se de um político democrata.
Nessas falas, não há nada de novo.
Juliana Dal Piva, no ICL, onde faz um belíssimo trabalho, disse em podcast que, de acordo com suas investigações sobre o clã Bolsonaro, Flavio é o mais corrupto dos filhos do vigarista e golpista mor.
Dias atrás, Pedro Dória, do Globo, Estadão e do Meio, onde é redator, fez uma chamada afirmando que o nome de Flavio como candidato à presidência, foi mal recebido pela própria direita. Dória diz textualmente que não há lava roupa possível que remova 1% de sujeira da sua sinópse e, portanto, é uma candidatura que já nasceu morta.
Há uma corrente bactericida dentro do próprio ambiente do patrão de Queiroz e medalhonador de assassinos milicianos como Adriano da Nóbrega.
Mesmo com a legião de sectários imbeleicizados pela própria mídia durante décadas, Flavio não tem chances de superar Lula num embate virtual, que fará presencial.
O sujeito não tem qualquer domínio de bola e, por isso mesmo, não tem condições de conduzir a pelota um passo sequer.
Queridos amigos leitores
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio