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Vídeo: Flávio Bolsonaro tenta transformar sabatina em palanque e é desmentido por Jorge Messias

Em discurso eleitoreiro, Flávio Bolsonaro mentiu sobre ação da AGU na fraude contra aposentados. Messias mostrou documento e desconcertou senador, que ainda pediu anistia ao pai, Jair Bolsonaro, durante a sabatina.

Na tentativa desenfreada de transformar a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em palanque eleitoral, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi desmentido pelo Advogado-Geral da União (AGU) Jorge Messias, indicado por Lula para a vaga deixada por Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF).

Em sua intervenção, recheada de chavões para incitar aliados, Flávio perguntou sobre a ação da AGU contra os golpistas do 8 de Janeiro, a anistia ao pai, Jair Bolsonaro (PL), comandante da tentativa de golpe, e, por fim, sobre a fraude no INSS.

Ao falar sobre a ação da AGU contra as entidades que lesaram os aposentados no esquema que teve início no governo de Bolsonaro e só foi investigado a partir de 2023, com Lula, Flávio indagou porque Messias teria deixado de fora o “Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos, que tinha como vice-presidente o senhor José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico, por acaso irmão do presidente Lula”.

Na resposta, Messias desmentiu Flávio Bolsonaro, informando até mesmo o número do processo da AGU que inclui o Sindnapi na investigação.

“O senhor me questionou se eu pedi ou não pedi bloqueio de valores do Sindnapi. Eu quero afirmar categoricamente que pedi e digo aqui até o número da ação. A ação 111 40 43 73 2025 4 0 1 34 0 0 contra o sindicato e seus dirigentes foi protocolada perante a Justiça Federal. A advocacia geral da União cumpriu o seu papel de forma absolutamente técnica e republicana. Nós apresentamos três lotes de ações cobrando integralmente de todos os, é, de todas as entidades envolvidas com a fraude de aposentados e pensionistas”, afirmou Messias.

Em seguida, ele afirma que colocará o documento, que é público, à disposição dos senadores e lembrou que o governo Lula bloqueou mais de R$ 2,3 bilhões das entidades.

“E quero dizer também que nesta neste processo nós já conseguimos devolver mais de R$ 4,5 milhões de aposentados e pensionistas, os valores que foram indevidamente descontados integralmente corrigidos”, emendou.

Golpistas e anistia
Ao responder sobre os golpistas presos pelo 8 de Janeiro, condenados pelo STF, Messias disse que Flávio tem “a sua compreensão jurídico-política”, que contraria a decisão judicial

“Efetivamente, as pessoas que foram presas no 8 de janeiro, elas foram submetidas a um processo, foram processadas, muitas foram condenadas, algumas assinaram acordo de não persecução penal, algumas estão presas ainda. E essa é uma situação, evidentemente, porque a prisão em si e o processo penal sempre carrega uma tragédia pessoal e familiar, nós não podemos desconhecer.

O que eu posso dizer em relação a este caso, até porque não posso antecipar julgamento no sentido de não me colocar em posição de impedimento, é que o sistema penal brasileiro ele leva mecanismos próprios de correção pela revisão criminal. Portanto, essas questões elas podem estar sendo submetidas ainda à jurisdição do Supremo Tribunal Federal e eu não vou me colocar em situação de impedimento”, afirmou.

Sobre a anistia, Messias disse que trata-se de um “debate público atual”, que deve ser definido pelo legislativo.

“A anistia é um ato jurídico, político, institucional que cabe ao parlamento. Portanto, é algo que está ou poderá estar em debate nesta casa. É, não acredito que meu papel, caso aprovado por vossas excelências, senador Flávio Bolsonaro, seja apresentar manifestações antecipadas a respeito de qualquer assunto, muito menos interferir, senador, é, no debate político. Eu acho que o ministro da Suprema Corte, ele pode atuar dentro do debate político quando solicitado, a bem de mediar conflitos isso. Porque é esta a posição que eu acredito e que tenho levado a minha vida inteira, na minha vida de conciliador, de pacificador, eu acredito na conciliação como método de solução de conflitos”, respondeu.

Na resposta, Messias desmentiu Flávio Bolsonaro, informando até mesmo o número do processo da AGU que inclui o Sindnapi na investigação.

“O senhor me questionou se eu pedi ou não pedi bloqueio de valores do Sindnapi. Eu quero afirmar categoricamente que pedi e digo aqui até o número da ação. A ação 111 40 43 73 2025 4 0 1 34 0 0 contra o sindicato e seus dirigentes foi protocolada perante a Justiça Federal. A advocacia geral da União cumpriu o seu papel de forma absolutamente técnica e republicana. Nós apresentamos três lotes de ações cobrando integralmente de todos os, é, de todas as entidades envolvidas com a fraude de aposentados e pensionistas”, afirmou Messias.

Em seguida, ele afirma que colocará o documento, que é público, à disposição dos senadores e lembrou que o governo Lula bloqueou mais de R$ 2,3 bilhões das entidades.

“E quero dizer também que nesta neste processo nós já conseguimos devolver mais de R$ 4,5 milhões de aposentados e pensionistas, os valores que foram indevidamente descontados integralmente corrigidos”, emendou.  Forum.


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Flávio Bolsonaro nega que escalaria irmãos como ministros e abre nova crise

Rumores na base bolsonarista colocam Carlos e Eduardo no centro e pressionam campanha

A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) divulgou uma nota à imprensa para desmentir rumores que circulavam entre apoiadores e em redes sociais sobre a possível nomeação de seus irmãos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), como ministros em um eventual governo.

No comunicado enviado ao ICL Notícias, a equipe de pré-campanha do parlamentar foi direta ao classificar as informações como falsas e sem qualquer fundamento. “As informações divulgadas não são verdadeiras. Não procedem as afirmações de que Carlos ou Eduardo Bolsonaro serão nomeados ministros em eventual governo. Trata-se de conteúdo inverídico, sem qualquer confirmação ou fundamento”, diz a nota.

Questionada pela reportagem sobre a existência de qualquer possibilidade de os irmãos ocuparem cargos ministeriais, a equipe foi categórica: “nenhuma”.

A pré-campanha também acrescenta que mantém “compromisso com a transparência e a correta informação dos fatos”, em uma tentativa de conter a disseminação do boato.

A necessidade de uma resposta pública mostra o alcance que a narrativa ganhou dentro do próprio campo bolsonarista. As especulações passaram a circular em grupos de apoiadores e perfis alinhados ao ex-presidente Jair Bolsonaro, alimentando a ideia de que um eventual governo de Flávio já teria espaço reservado para integrantes da família.

Conflito de informações
Segundo membros do PL ouvidos pela reportagem, os boatos teriam partido dos próprios irmãos, Eduardo e Carlos Bolsonaro, em uma tentativa de viabilizar seus nomes em um eventual governo de Flávio, caso seja eleito. A avaliação entre aliados é que o movimento acabou gerando desgaste antecipado e obrigou a campanha a agir para conter a narrativa.

O episódio expõe um ruído interno na comunicação política do bolsonarismo. Enquanto a base antecipa cenários e projeta um governo com forte presença familiar, a campanha tenta conter esse tipo de narrativa, considerada prejudicial para a construção de alianças e para a ampliação do eleitorado.

A inclusão de Eduardo e Carlos Bolsonaro em possíveis ministérios, ainda que apenas no campo da especulação, carrega desgaste político imediato. A percepção de um governo concentrado na família tende a afastar setores mais moderados e reforçar críticas recorrentes da oposição sobre personalismo e falta de institucionalidade.

A campanha busca evitar que a imagem de um eventual governo seja associada a uma estrutura familiar antes mesmo de qualquer definição política mais ampla, como alianças partidárias, composição de base e construção de programa.

O episódio também ocorre em um momento em que o bolsonarismo ainda tenta consolidar um nome competitivo para a disputa presidencial, diante da inelegibilidade de Jair Bolsonaro. Flávio tem sido apontado como uma das alternativas dentro do grupo, mas ainda enfrenta desafios para ampliar sua projeção nacional e consolidar apoios fora do núcleo mais fiel.

Nos bastidores, a avaliação de integrantes do partido é que o principal desafio de Flávio, tanto durante a campanha quanto em um eventual governo, pode vir de dentro de casa. A interferência da própria família, especialmente dos irmãos, é vista como um fator de risco político que a campanha tenta, desde já, neutralizar.

Nesse contexto, a circulação de boatos e a necessidade de desmenti-los publicamente reforçam a percepção de desorganização e disputa de narrativa dentro do próprio campo político.

*ICL


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Flavio projeta a degola dos aposentados, denuncia a Folha

O slogan de campanha do patrão de Rio das Pedras, que nunca trabalhou na vida, ficando milionário com a sua maravilhosa fábrica de chocolate, que fabricava dinheiro de peculato e formação de quadrilha, na surdina, prepara uma cama de gato contra os trabalhadores e aposentados, inspirado em ninguém menos que Javier Milei, que, na mais recente pesquisa, publicada, inclusiveno Brasil no ranking dos presidentes latino-americanos, o anarcocapaitalista e sua motoserra são repudiados, enxovalhados, defenestrados pela imensa maior parte dos argentinos, com 60% de desaprovação, rejeição, repúdio.

Sim, Flavio Bolsonaro quer o famoso efeito orloff para o Brasil em que tudo de ruim que acontece hoje na Argentina, aconteceria amanhã no Brasil, se Flavio vencesse a eleição. Mas perderá para Lula, e perderá feio, porque opera nos bastidores do PL tentando inutilmente barrar o fim da escala 6 x 1, que Lula tem trabalhado incessantemente para pôr fim em favor dos trabalhadores.

A Folha trouxe dados alarmantes sobre a política de Flavio de que “aposentado bom é aposentado morto”, sem falar no corte de todos os benefícios e avanços sociais do governo Lula para a população em geral.

É duro ver um sujeito que nunca pregou um prego no sabão durante toda a vida de mamatas e rachadinhas, tramar contra o ganho dos aposentados.

Na verdade, ele apenas está copiando o papai que, todos sabem, tem como slogan que poder é fortuna, sobretudo pelo lobby que sempre fez a favor dos milionários, principalmente para a indústria bélica.

Sentindo o azedo do refluxo que a reportagem da Folha produziu contra a candidatura desse infeliz, correu para tentar cercar o leite derramado. Tarde demais.

O Brasil já sabe o que Flavio trama contra os aposentados, para tirar todos os benefícios de quem trabalhou de sol a sol uma vida inteira para ter uma aposentaria digna.

Ou seja, o trabalhador, o operário e os pobres são, na realidade, o tal sistema que essa corja, liderada por Jair, diz combater.


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Flavio Bolsonaro que deu medalha de Tiradentes ao patrão da milícia de Rio das Pedras, diz que exterminará a milícia

Flávio Bolsonaro entregou a Medalha Tiradentes ao ex-capitão do Bope, Adriano da Nóbrega, mesmo ele estando preso e acusado de homicídio, sendo depois identificado como um dos líderes de uma milícia e do “Escritório do Crime”.

A família Bolsonaro, que já havia homenageado Adriano anteriormente, visitou-o na prisão. Além disso, a mãe e a ex-esposa dele trabalharam no gabinete de Flávio, o que levou a acusações de rachadinhas e vínculos com milícias.

Ultimamente, Flávio tem bufado medidas rigorosas contra o crime, embora seus críticos apontem contradições em seu histórico de apoios a policiais acusados de ligação com milícias. Ele afirma que suas homenagens eram destinadas àqueles que lutavam contra o tráfico e nega qualquer envolvimento com milícias.

O fato é que o rompante eleitoral de Flavio, soa como anedota pelo histórico da família.

É tradição no clã, ou melhor, o clã Bolsonaro se confunde com a milícia carioca e o sujeito, aos berros, balançando os braços freneticamente, diz que vai detonar violentamente os “vagabundos” do tráfico e da milícia, o que tem credibilidade zero, até para alimentar o fanatismo dos bolsonaristas mais debilóides.

A única coisa que fica clara nessa epopeia de valentia de Flavio, é que algo se moveu na disputa eleitoral contra ele para abandonar o figurino moderado e abraçar a retórica agressiva e violenta do pai, deixando claro que o Flavio fofo não encheu os olhos do bolsonarismo como um todo, muito menos o respaldou para ser de fato o queridinho da Faria Lima.

Grosso modo, Flavio vestiu a farda da milícia, prometendo combater o tráfico e a milícia e, junto com a fala ronca e fuça, apostando na pauta da segurança a la Claudio Castro para, ao fim e ao cabo, promover chacinas de pretos e pobres nas favelas e periferias do Brasil.


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Imprensa trata Flávio Bolsonaro como se ele não representasse risco à democracia

Ele tem os mesmos objetivos do pai, sempre apoiou todos os gestos extremos do ex-presidente, defende abertamente a intervenção do governo Trump

A imprensa brasileira sofre de uma doença que parece incurável: o “isentismo”. É a tentativa de parecer isenta mesmo diante de grupos e personagens que representam óbvia ameaça ao Estado Democrático de Direito.

Foi assim que Jair Bolsonaro e seus asseclas cresceram na campanha de 2018. Primeiro foram tratados como azarões anedóticos e depois aceitos como players comuns do jogo democrático. Estava na cara que não eram nada disso. Desde o início, o bolsonarismo mostrou as garras, cóm fake news, ofensas, ameaças aos adversários, agressões, exaltação à ditadura, desrespeito às instituições.

Bolsonaro nunca foi homem de meias palavras e em momento nenhum escondeu sua brutalidade, seu jeitão golpista. No máximo, repetia querer manter-se “dentro das quatro linhas da Constituição”, mesmo quando já estava bem longe delas.

Apesar disso, a maioria dos jornais, sites e emissoras preferiu dispensar a ele tratamento protocolar.

Até meados do mandato de Bolsonaro tinha editor que recomendava a seus jornalistas que não o classificassem como alguém de extrema direita. Apesar de todas as invencionices que o presidente despejava diariamente no cercadinho, demorou para que os veículos usassem em relação a ele o adjetivo “mentiroso”.

Deu no que deu: Bolsonaro teve espaço para liberar armas, bagunçar a educação, autorizar a devastação do meio ambiente, fazer campanha contra o processo eleitoral brasileiro, esculhambar a política externa, entupir a máquina pública de parasitas ideológicos, propiciar a morte de centenas de milhares de pessoas na pandemia e, como fecho de ouro, consumar a esperada tentativa de golpe de Estado, felizmente fracassada.

Nesse momento, justiça seja feita, a grande imprensa mudou de tom e foi fundamental para a derrota do golpismo.

Passado o susto, no entanto, o “isentismo” voltou.

Vários aliados na tentativa de derrubar a democracia recuperaram espaço na mídia. Estão por toda parte, usando a imprensa para atacar o governo e dar opiniões sobre o Brasil, como se quisessem o bem dos brasileiros.

É algo como imaginar Marcola, o chefão do PCC, dar entrevista com recomendações sobre Segurança Pública.

Um desses golpistas que recuperou prestígio na mídia é Flávio Bolsonaro, o senador pré-candidato da extrema direita à Presidência da República. O filho 01 de Bolsonaro é tratado nas manchetes como postulante comum ao Planalto, sem ressalvas.

O noticiário mostra as estratégias eleitorais de Flávio, a montagem de sua equipe de campanha, as críticas que faz a Lula, o esforço para se mostrar como “moderado”, o desempenho nas pesquisas, as dancinhas constrangedoras que arrisca em cima dos palanques, Brasil afora (clara campanha antecipada, nas barbas do TSE).

O noticiário só não destaca o principal: Flávio Bolsonaro é tão golpista quanto o pai.

Tem os mesmos objetivos, sempre apoiou todos os gestos extremos do ex-presidente e dos irmãos, defende abertamente a intervenção do governo Trump no Brasil (como reiterou em recente visita aos Estados Unidos), louva ditadores, ataca as instituições.

Alguém tem dúvida disso?

A grande diferença é que não propaga seus ideais autoritários aos gritos e palavrões, como fazia o pai. Nesse sentido, é mais palatável — e por isso mais perigoso.

Pode-se argumentar que é da lógica jornalística ouvir todos os grupos políticos, até mesmo os golpistas. Isso pode ser verdadeiro, desde que imprensa não abra mão do senso crítico. E é o que está ocorrendo: o candidato bolsonarista tem se beneficiado do “isentismo” da mídia para passar-se por democrata.

Quando todos acordarem — inclusive a imprensa –, mais uma vez poderá ser tarde demais. Assim como Trump 2 tem sido mais devastador para os Estados Unidos e para o mundo, Bolsonaro 2 será bem mais perigoso para o Brasil.

Que tal usar a lógica das embalagens de cigarro, aquelas que alertam para os riscos do fumo para a saúde? A cada aparição do candidato extremista deveria ser exibida uma imagem dos vândalos do 8 de Janeiro, com a mensagem: “Cuidado, bolsonarismo faz mal à democracia brasileira”.

Na falta desse recurso, o simples exercício do senso crítico no jornalismo já seria uma boa notícia.

*Chico Alves/ICL


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Mídia esconde pesquisa CNT/MDA, no segundo turno, com Lula 5 pontos à frente de Flavio e faz alarido com a Quaest em que Flavio aparece com 2 pontos à frente de Lula

No primeiro turno, nas duas pesquisas, Lula aparece na frente de Flavio, na Quaest, Lula aparece com 5 pontos à frente de Flavio e, na CNT/MDA, Lula aparece com 9 pontos à frente.

No segundo turno, na pesquisa Quaest, Flavio aparece com 42 pontos e Lula com 40 pontos. Na CNT/MDA, Lula aparece com 45 pontos e Flavio com 40 pontos.

Merval Pereira, o editorialista oficial do Globo, que já deu mais de vinte vezes atestado de óbito político a Lula nos últimos dez anos, sacou na sua chamada de capa digital, o título, “Momento é difícil para o PT.

Não é exatamente isso que os números mostram nas pesquisas tanto da Quaest quanto da CNT/MDA, mas a mídia, que é, em última análise, contra Lula e bolsonarista, tenta dar uma lógica estratética aos números que induz o leitor a um raciocínio precário sobre o que de fato está ocorrendo na disputa a cinco meses da eleição.

É torcida que chama para tentar catapultar o líder das rachadinhas que, junto com Queiroz, montou uma rede de peculato, numa clara formação de quadrilha dentro do próprio gabinete.

A mídia está cada vez mais à extrema direita e mais próxima da milícia  dentro dessa equação, trabalhando e contribuindo para que o primogênito de Jair Bolsonaro que dispensa comentáios, sente-se na cadeira da Presidência da República e cumpra um papel tão antipovo e pró-ricos quanto seu pai, sem jamais ter qualquer palavra crítica à política econômica de Paulo Guedes, ministro da Economia de Bolsonaro, que devolveu o Brasil ao mapa da fome, empurrando 34 milhões para a mais absoluta miséria e, consequentemente para a fila do osso.

É isso que está em questão, para quem e por que a mídia manipula as informações sobre as eleições presidenciais de 2026, o que deixa claro que ela está meergulhada na disputa eleitoral, na capa, no editorial em favor de Flavio Bolsonaro para produzir um cenário de guerra contra a campanha de Lula.


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Só existem dois lados na disputa presidencial

Como disse o grande intelectual, Milton Santos, “Existem apenas duas classses sociais, as dos que não comem e a dos que não dormem com medo da revolução dos que não comem”.

A xaropada, sobretudo da  mídia industrial, repetida com uma frequência maciva, é que existem hoje no Brasil, além dos lados opostos na disputa entre Lula e Flavio Bolsonaro, três outras opções com três caminhos alternativos, o que é uma gigantesca balela.

Basta ver as figuras que apoiarão Flavio no segundo turno, que são parte da disputa do primeiro turno, que fica escancarado que essas várias opções ou lados são meras fantasias.

O que está em jogo é justamente o que escreveu Milton Santos, na imagem em destaque.

E por mais que os caminhos, durante séculos em que a direita governou para os afortunados, tenham aprofundado ainda mais a divisão de classes no Brasil, entre uma maioria pobre e uma ínfima minoria de muito ricos, pode-se afirmar com a mão na consciência que nada mudou desde a escravidão até os dias atuais. A mentalidade da oligarquia não cedeu um milímetro.

Trocando em miúdos, todos os paus mandados da burguesia, Flavio Bolsonaro, Zema, Caiado e Renan Santos, estarão juntos no segundo turno contra Lula, que representa a imensa maior parte  do povo brasileiro.

Isso não é novidade nessa eleição, isso é tradição. Por isso, citar alguém como alternativa da direita, é puro exercício retórico. Na prática, o que se tem é uma luta de classes que enterra o Brasil futuro porque, simplesmente, o resumo da ópera é sempre o mesmo, a matemática é sempre a mesma.

O diagnóstico da mídia é que fantasia outros blocos que defendem os mesmos afortunados que, em contrapartida, bombardeiam, sem dó nem piedade, qualquer política social de caráter público no sentido de melhorar a vida dos trabalhadores, dos pobres e dos negros.

Sempre foi assim, e assim sempre será, o resto é lero lero que as pesquisas do segundo turno revelam sem vacilar.


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Telhado, queixo e canela de vidro

Que Flavio Bolsonaro tem telhado de vidro e já está todo rachado, todos sabem, mas como enfrenta um quebra-queixo, sua mandíbula parece mesmo de cristal, que até então estava protegido por algodão.

No entanto, não há caneleira possível capaz de blindar a vulnerabilidade de seus caniços morais. Resultado, não estamos falando de sarrafo, encostou no sujeito, é aquele cai cai tipo Neymar.

Flavio é totalmente desprovido de panturrilha ou qualquer musculatura que aguente o tranco.

O problema é que Flavio tem um passado que não lhe permite muitas manobras retóricas, por isso, é uma “pessoa sensível” a críticas e cobranças por conta da sua vulnerabilidade moral.

Casos como rachadinhas, peculato, formação de quadrilha, chocolate, mansões e Abin Pararalela, são assuntos considerados algo muito duro até por sua assessoria, mesmo quando é questionado por aliados com palavras mimosas, como aconteceu com Andreia Sadi, na GloboNews, que deixou Flavio visivelmente descompensado e descompassado, reagindo mal e nervosamente contra a aliada do powerpoint.

Nada se transforma mais em pedregulho na sua botina do que o nome de Adriano da Nóbrega, não só por Flavio, a mando do pai, ter ido na cadeia para entregar-lhe a medalha de Tiradentes, a maior honraria do estado do Rio de Janeiro, mas Adriano, que tinha mãe e irmã lotadas no trem fantasma de seu gabinete, já forma um arco de alianças que dificulta qualquer manobra linguística, porém, a coisa é mais séria. O sujeito era matador de aluguel dos maiores gangsters do Rio. Ele chefiava o famoso escritório do crime, além de ser o patrão da milícia de Rio das Pedras e Muzema.

Soma-se a isso que os ex-capitão do BOPE tinha parceria com o vizinho de Bolsonaro, Ronnie Lessa, que assassinou Marielle.

Tudo isso e mais um pouco são fatos documentados. As nomeações ligadas ao Adriano e à medalha estão publicadas no Diário Oficial da ALERJ.

Queiroz, famoso gestor das rachadinhas do clã, e homem forte do gabinete de Flavio, é quem fez a ponte entre Flavio e Adriano por também ser parceiro dele desde a época do BOPE.

O que Flavio diz disso, não tem graça comentar, mete sempre o samba do caviar, não conheço, nunca vi e só ouço falar.

Ou seja, o caso de Flavio é sério, não demora, sua assessoria vai levá-lo a algum hospital daqueles mutretados pelo próprio, quando seu pai era presidente, e mandar engessar a múmia dos pés à cabeça.


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Operação cerca frango

Flavio Bolsonaro, quem diria, defensor da liberdade ampla, geral e irrestrita nas redes, contra censura, quer censurar quem publica sobre seu famigerado esquema de rachadinha (peculato e formação de quadrilha).

O foiceiro de Rio das Pedras e Muzema não quer ser enforcado com a corda que retrançou, não quer nem ouvir falar em ser picado pela víbora que alimentou, o que ele quer é uma vara de condão judicial que desapareça com seu passado, digamos, feiticeiro, que fazia com que todos que trabalhavam em seu gabinete, inclusive irmã e mãe do chefe do escritório do crime, Adriano da Nóbrega, entregassem nas mãos do famoso Fabrício Queiroz 90% da festa com dinheiro público.

Sua primeira tacada foi no fígado de quem faz post contra ele no X para que a plataforma fornecesse dados pessoais de quem o denunciasse, como (CPF, telefone, email e registro de acesso de usuários).

O problema é que muitos associam Flavio a facções criminosas, miílicas ou o chamam de ladrão, ou seja, é gente bem informada. Já Flavio vem com aquela baba de quiabo, dizendo que se trata de uma campanha caluniosa, feita por perfis anônimos.

Administradores do X refutaram o pedido de Flavio, dizendo que não fornecerão as informações em nome da liberdade de expressão, coisa que, até dias atrás, bolsonaristas como Flavio defendiam com unhas e dentes e que seria absurdo censurar as redes sociais.

Quando é no cool dos outros, é refresco.

Resumindo, sim, o liberalzinho de meia pataca que defendia aos quatro cantos liberdade de expressão para atacar, sobretudo Lula com calúnias baixas, agora, não tendo como segurar o repuxo que apenas começou com as denúncias de seu passado imundo, quer resistir na base da carteirada, exigindo que o X se transforme na Abin paralela 2.0, o que foi totalmente repudiado pelos administradores do X.

A verdade é que os detalhes não só das rachadinhas e de outros tantos esquemas de corrupção ainda nem foram colocados na mesa e o Flavio Caganeira já está com andaço.


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Política

O real motivo da guerra virtual entre os pavões fascistas

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Nao é pela entrega das terras raras do Brasil, muito menos pela entrega do Pix na bandeja para Trump se lambuzar, como querem Flavio Bolsonaro, Eduardo e Nikolas Ferreira, a guerra no ninho dos ratos e camundongos é por outro motivo.

O que fez Eduardo atacar a beata de camisola da igreja de Lagoinha  com uma saraivada de insultos nas redes e ser rebatido pelos dois moleques fascistas, foi uma espécie de x-tudo que explodiu publicamente entre 3 e 4 de abril de 2026, numa mistura de gatilhos imediatos nas redes, somados às rusgas não confessadas, mas acumuladas em nome de uma suposta lealdade que, na verdade, não passa de disputa de poder dentro do inferno bolsonarista.

Isso não tem nada de ideologia, todos são entreguistas da extrema direita do PL A briga, textualmente é por influência digital, ego e cobrança de apoio total à candidatura de Flavio à Presidência da República.

É o famoso, quem manda em quem. e, como sabemos, manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Eduardo criticou publicamente o perfil, space liberdade, que é uma sucursal do capeta, porque o administrador do coliseu do coisa ruim, afirmou, com todas as letras, que não votaria em Flavio Bolsonaro.

Eduardo entreguista, que operou contra o Brasil nos EUA no caso das tarifas de Trump, disse que o sujeito é um entreguista, que nesse submundo do umbral é considerado até elogio, um cafuné no ego do sacripanta da casa.

Já Nikole do batom não se fez de rogada e compartilhou um post do mesmo perfil sem atacar Eduardo e Flavio, usando ataques a Lula como prova de amor à família miliciana.

O problema é que Eduardo, o grande anão moral, já tinha sapecado esse perfil como traidor maldito do clã. Não bastasse, o “influenciador” do bigodinho escrotinho, com um nomezinho ainda mais fuleirinho,  Kim Paim, criticou Nikolas por ter compartilhado o perfil alemão. Em seguida, a coisa ganhou dimensão de guerra de piolhos dentro do próprio ninho.

Nikolas mandou aquele kkk da Ku Klux Klan brejeira e aquela espécie de risinho dos imbecis, deixou Eduardo possesso com o comparsa André Valadão.

Ou seja, o cheiro de enxofre das fezes arremessadas por ambas as partes, tomou o ambiente digital insuportável e, além de dizer que o pouca sombra de BH tinha desrespeitado a família real, acusou o office boy do capeta de usar os algoritmos das próprias redes para dar visibilidade a quem deseja a morte fulminante do papai Jair com um raio na testa, dizendo que o sujeito comemorou a prisão do genocida golpista e que, por isso, ele odeia a família.

Flavio, no entanto, enfiou a viola no saco e ficou mudo, assim como o zero apoio público de Nikolas à sua candidatura, e aí está o buraco negro do furdunço neonazista.

O kkk de Nikolas soou como provocação e falta de lealdade ao beija-mão do condenado a 27 anos de cadeia e atual porta-voz dos presos da Papuda.

Na verdade, toda essa meleca nada tem a ver com catimbas de rachas antigos. A omissão de Nikolas, que causou ressentimentos, é bem outra e, sobretudo muito objetiva, o duendezinho não quer exaltar a candidatura de Flavio para não ser centrifugado para o esgoto que a lama de sua ficha corrida, que será exposta, de casos escabrosos de Flavio, vai jorrar.

O problema não é o que Nikolas quer, mas sim o que ele não quer, que é virar ingrediente de uma massa fétida, que será apresentada à população,  sobre o gerente da família em Rio das Pedras e Muzema, mas não só isso, as suas armações criminosas em hospitais federais cariocas que estavam sob seu controle na era em que seu papai detinha a caneta da presidência da República.

Ou seja, meus caros, o diabo ensinou a Nikolas essa maneira subjetiva de desistir dos Bolsonaro, mas principalmente de Flavio, e o custo político e eleitoral da exposição em foto oficial ao lado do queima-filme. Certamente pensou, entre pilantrão e pilantrões, fico com a igreja Lagoinha de Daniel Vorcaro e André Valadão.

A boa notícia é que essa guerra entre Nikolas e o clã continua rolando no X e deve render muito mais capítulos e exposição de vísceras. Enão, preparem a pipoca.

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