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Flavio Bolsonaro apunhala Ciro Nogueira

Flávio Bolsonaro  reagiu de forma covarde e traiçoeira, classificou as acusações da PF contra Ciro Nogueira como “graves”, pediu apuração com rigor, mas evitou defender Ciro diretamente.

Recentemente, Flávio havia elogiado Ciro como possível vice, mas agora aliados admitem desgaste e Flávio tenta se distanciar, falando em escolher vice mulher.

É uma crise política no campo da direita. Ciro virou um “aliado tóxico” para a pré-candidatura de Flávio, especialmente por envolver o Centrão (PP) e o caso Master.

Ou seja, ainda tem muitos paninhos nessa relação enferrujada, mas a história mudou de figurino e, certamente, quando puxa o carro de Ciro Nogueira, junto, está dando uma cama de gato no centrão, aliado fundamental de Flavio.

Como ficará o enfeite do Flavio Rachadinha daqui por diante, depois de envenenar a imagem de Ciro Nogueira, é que são elas.

Sem chance de oxigenar sua candidatura com outros ares menos tóxicos, Flavio se encontra numa zona carregada de minas e, qualquer passo que der em falso, poderá explodir de vez sua candidatura à Presidência da República.

A conferir.


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Política

Amoêdo goza com a cara do cínico Flavio Bolsonaro sobre o Banco Master: “só falta ser verdade”

O empresário e ex-presidente do partido Novo reagiu a um vídeo em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cobra investigações sobre o caso Banco Master envolvendo supostas irregularidades financeiras, com menções a aliados bolsonaristas, governadores e outros. Amoêdo publicou nas redes:

“Muito bom saber que Flávio Bolsonaro, que conseguiu se livrar das acusações de rachadinha por um acordão de seu pai com o STF, agora quer que a Justiça investigue todos os suspeitos envolvidos no caso Master. […] Só falta agora ser verdade.”

Ele ainda citou nomes como ex-ministros de Bolsonaro, governadores Cláudio Castro (RJ), Ibaneis Rocha (DF) e Wilson Lima (AM), ex-membros do Banco Central e outros.

Amoêdo ainda lembrou que Flávio Bolsonaro foi investigado por suposto esquema de devolução de salários de assessores (rachadinhas) quando era deputado estadual no Rio. O caso foi arquivado no STF, o que Amoêdo chama de “acordão”.

Banco Master: Tema mais recente, com Flávio defendendo CPI ou investigações, alegando atuação contrária do PT. Amoêdo usa isso para questionar a coerência do senador.

Amoêdo tem criticado o bolsonarismo com frequência nos últimos anos, especialmente após romper com o apoio inicial a Jair Bolsonaro em 2018. Ele se posiciona como liberal mais “puro” e costuma atacar o que vê como incoerências ou problemas éticos no campo da direita.

É uma típica cutucada política em ano eleitoral (2026 se aproximando), explorando rivalidades dentro da oposição ao governo Lula. Flávio tem se colocado como possível pré-candidato à Presidência em alguns cenários.


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Política

Flavio Bolsonaro ronca grosso contra o Master, mas não dá pio sobre Vorcaro e Ciro Nogueira

Flavio, que está até o talo nesse imbróglio envolvendo Ciro Nogueira, o homem forte do governo do seu pai como chefe da Casa Civil, agora, vice de Flavio na candidatura à presidência, ficou leproso em 24 horas e mandou aquela do caviar do samba de Zeca Pagodinho, “nunca vi, nem convivi, eu só ouço falar”.

Vorcaro, idem. Flavio roncou grosso contra a catedral da bandidagem sem tocar no nome do papa da corrupção, Daniel Vorcaro.

Não demora, veremos vídeo dele falando mal de rachadinha, da compra de mansão com dinheiro vivo, da loja de chocolate e de um número sem fim de imóveis comprados com dinheiro de corrupção, sem tocar no nome de Fabrício Queiroz, seu gerente de negócios escusos.

O cínico já fez dancinha, fingiu jogar bola, já já aparecerá em IA cantando louvores do evangelhistão, fazendo segunda voz com Malafaia.

O fato é que Vorcaro e Ciro Nogueira estão como carrapicho grudado  no corpo de Flavio, e somente agora, após a Polícia Federal realizar operação contra Vorcaro, seu banco e Ciro Nogueira, é que aparece Flavio defendendo investigação rigorosa sobre o caso Master, mas não sobre Ciro Nogueira e Vorcaro, por motivos óbvios.

Há pouco tempo circulou um vídeo do 01 do clã Bolsonaro, mostrando sua ligação com o Banco Master, sem saída, tentando afastar sua imagem do escândalo, deu faniquito nas redes sem contrapor de manera objetiva ao que estava sendo acusado, ficando só no palavrório, como agora, um dia após a PF descobrir o esquema de Ciro Nogueira com Vorcaro, ele a´parece fazendo pose de justiceiro contra o banco que doou R$ 5 milhões direto nas contas de Bolsonaro e Tarcísio, como denunciou o insuspeito presidente do seu partido, o PL, Valdemar da Costa Neto.

Flavio está naquela zona de explosão, comprimido entre a realidade e suas mentiras onde tudo mostra o ambiente infestado de corrupção em que ele é parte e a pressão da própria sociedade, revelando a diferença entre o que ele faz e o que fala.

A operação Compliance Zero está sendo péssima para Flavio que, agora, o obriga a se separar, sem sucesso, de Ciro Nogueira e Daniel Vorcaro, companheiros nos negócios e na política.


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Política

O encontro de Lula e Trump foi tão exitoso que o bolsonarismo ressuscitou o gabinete do ódio

Lula, hoje, está no Olimpo mundial, enquanto o bolsonarismo está com as orelhas murchas, sobretudo Flavio, Carluxo e Eduardo Bolsonaro com seus farisaísmos de mil caras, representados pelos próprios ou por um exército de robôs nas redes, antecipando a tática que a direita utilizará na campanha eleitoral com a reedição das práticas do gabinete do ódio.

A coisa foi automática, de estalão. Os robôs de Carluxo estão saracoteando na web, tentando ressuscitar o esqueleto político de Bolsonaro.

O problema é que, além do sucesso de Lula no encontro com Trump, comentado pelos maiores jornais do mundo, piorou ainda mais para a direita com a revelação de que o vice de Flavio Bolsonaro, Ciro Nogueira, está até o talo no imbróglio do Banco Master de Vorcaro, principalmente pelo contrato de mesada com Ciro, que chega a R$ 500 mil.

As cortinas da história se abriram inteiramente contra o bolsonarismo, contra a direita como um todo.

O fato é que o sucesso de Lula no encontro com Trump mostra a diferença abissal entre um sabujo pangaré, como Bolsonaro e filhos, com a imagem internacional de Lula como um grande estadista.


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Política

Parceria de Ciro Nogueira com Vorcaro vira problemão para campanha de Flavio Bolsonaro

Investigado na Operação Compliance Zero, ex-ministro de Bolsonaro e presidente do PP era tratado como peça importante para aproximar Centrão e bolsonarismo em 2026.

Em julho de 2021, Jair Bolsonaro entregou a Ciro Nogueira o que chamou de “alma do governo”. A nomeação do senador do PP para a Casa Civil simbolizou a rendição do então presidente ao Centrão, bloco que Bolsonaro havia atacado na campanha de 2018, mas ao qual recorreu para se blindar de pedidos de impeachment, conter os danos políticos da CPI da Covid e reorganizar sua base para a eleição de 2022.

Quase cinco anos depois, o mesmo Ciro Nogueira surge no centro de uma nova crise política. Alvo da quinta fase da Operação Compliance Zero, que investiga o esquema envolvendo o Banco Master e o banqueiro Daniel Vorcaro, o senador passou de potencial aliado estratégico a fator de desgaste para o projeto presidencial do senador Flávio Bolsonaro.

Nos bastidores de Brasília, Ciro vinha sendo tratado como uma das principais pontes entre o bolsonarismo e o Centrão para a disputa de 2026. Presidente nacional do Progressistas e um dos articuladores da federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, o senador controla uma estrutura considerada essencial para qualquer candidatura competitiva: bancada numerosa, fundo eleitoral bilionário, tempo de televisão, prefeitos e governadores.

A própria federação se tornou um ativo cobiçado pelo entorno de Flávio Bolsonaro. Nos últimos meses, aliados do senador discutiam a possibilidade de aproximar o bolsonarismo da União Progressista ainda no primeiro turno da eleição presidencial.

O nome de Ciro chegou a ser citado como possível vice na chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro. A avaliação de aliados era que o senador do PP poderia ajudar o bolsonarismo a ampliar seu trânsito no Congresso e reduzir resistências no empresariado e em setores mais moderados do Centrão. A operação desta quinta-feira (07), porém, alterou o cenário.

Segundo a Polícia Federal, a investigação aponta indícios de que Ciro Nogueira teria utilizado o mandato parlamentar em benefício dos interesses de Daniel Vorcaro e do Banco Master. A PF afirma que o senador teria recebido vantagens indevidas e cita suspeitas envolvendo pagamentos mensais, aquisição societária com deságio, uso de bens de alto valor e custeio de despesas pessoais.

A investigação também aponta que uma emenda apresentada por Ciro Nogueira para ampliar a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão foi elaborada com participação de integrantes ligados ao Banco Master.

A operação autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, incluiu mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de R$ 18,85 milhões em bens, direitos e valores.

A ofensiva da PF produziu efeito imediato nos bastidores políticos. Aliados de Flávio Bolsonaro passaram a defender distância pública do caso, diante do receio de que o escândalo contamine uma eventual construção de candidatura presidencial. Integrantes do PL avaliam que a aproximação com Ciro e com a União Progressista pode se transformar em munição eleitoral para adversários, especialmente pelo peso que o caso Master ganhou nas últimas semanas.

O problema para o bolsonarismo é que Ciro não é apenas mais um aliado eventual. O senador se tornou, ao longo dos últimos anos, um dos principais operadores políticos da direita no Congresso. Foi ele quem comandou a entrada definitiva do Centrão no coração do governo Bolsonaro. Também foi um dos principais articuladores da sobrevivência política do governo durante a pandemia e nas sucessivas crises entre Planalto, Congresso e Supremo.

Mesmo após a derrota de Bolsonaro em 2022, Ciro manteve influência em Brasília. Continuou controlando o PP, ampliou o peso político da federação União Progressista e preservou trânsito entre setores do empresariado, lideranças do Centrão e integrantes da direita.

A leitura de aliados de Ciro era que ele poderia funcionar como fiador político de uma candidatura mais palatável ao Congresso e ao mercado. Agora, a própria presença do senador passou a representar um risco político.

Em nota, a defesa de Ciro Nogueira afirmou repudiar a operação e negou qualquer irregularidade. Os advogados alegam que o senador jamais praticou atos ilícitos e afirmam que ele está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

O caso reacendeu em Brasília uma discussão antiga sobre o modelo de relação entre bancos, Congresso e emendas parlamentares.

Ao longo da última década, Ciro construiu a imagem de operador pragmático, capaz de transitar entre governos distintos sem perder influência. A investigação da PF ameaça justamente esse capital político: a capacidade de atuar como articulador confiável entre o poder econômico, o Congresso e projetos presidenciais.

Para Flávio Bolsonaro, o desgaste ocorre em um momento delicado. Sem Jair Bolsonaro elegível, setores da direita passaram a discutir alternativas para 2026, e a construção de alianças com partidos do Centrão era vista como etapa fundamental para viabilizar uma candidatura competitiva. A operação contra Ciro embaralha esse desenho e cria um novo problema para o entorno bolsonarista: como manter a aproximação com um dos homens mais poderosos do Centrão sem carregar junto o peso político do caso Master?

*Cleber Lourenço/ICL


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Política

A farsa por trás da briga contra a escala 5 x 2

Por trás dos discursos inflamados contra a escala 5×2 esconde-se uma motivação muito mais clara: o ódio ao governo Lula e o temor de uma nova vitória de Luiz Inácio Lula da Silva. Não se trata de defesa do trabalhador, mas de cálculo eleitoral puro.

Flávio Bolsonaro, o “Bolsonarinho”, repete o manual da família. Usa os mesmos métodos que levaram o pai à prisão, sabe que a Justiça Eleitoral dificilmente tornará alguém inelegível em ano de eleição e, ao mesmo tempo, posa de vítima perseguida pela “ditadura do STF”. Curiosamente, evita falar STE — afinal, tem aliados no tribunal. Se for eleito, a expectativa é que os processos esfriem novamente.

O cinismo fica ainda mais evidente quando se lembra do que aconteceu com o horário de verão. Durante a vigência da medida, as tardes alongadas transformavam as cidades: a partir das 16h ou 17h, ruas cheias, comércio aquecido, bares lotados, praias movimentadas mesmo nos estados que não mudavam o relógio. O efeito positivo se espalhava. Entidades do comércio chegaram a defender que o horário de verão virasse permanente.

Era o povo nas ruas, aproveitando a luz do dia, consumindo, vivendo. Mas isso incomodava. Em 25 de abril de 2019, Jair Bolsonaro assinou o Decreto nº 9.772 e extinguiu de vez o horário de verão no Brasil. Sul, Sudeste e Centro-Oeste perderam a folga extra de luz natural. O homem que não suportava ver o povo sorrindo nas ruas simplesmente apagou a medida com um traço de caneta.

Agora, quando se discute dar mais tempo livre aos trabalhadores — sábados e domingos inteiros —, o mesmo grupo reaparece com o discurso de sempre. A lição é clara: o que está em jogo não é o calendário de trabalho. É impedir que o povo ganhe mais vida, mais luz e mais liberdade. O resto é teatro, narrativas.


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Pesquisa

Pesquisa mostra Lula com sinais de recuperação em estados-chave

Conforme a Quaest, houve leve evolução de Lula em alguns recortes de segundo turno, além de melhora em indicadores de imagem

A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest indica um cenário aberto para a eleição presidencial de 2026, com divisão regional entre os dois principais candidatos – o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Divulgado nesta quarta-feira (6), o levantamento foi feito em dez estados que concentram 75% do eleitorado nacional.

Segundo a Quaest, cada um dos concorrentes lidera em cinco unidades da federação. Lula tem boa vantagem em quatro estados (Bahia, Ceará, Pará e Pernambuco), além de estar numericamente à frente em Minas Gerais (mas aqui em empate técnico, dentro da margem de erro). Apesar do equilíbrio territorial, os dados revelam trunfos importantes para Lula na largada da disputa.

Redutos e o caso Minas

Nas sondagens de segundo turno, o presidente mantém desempenho consistente no Nordeste, liderando com margem mais confortável na Bahia (55% a 22%), no Ceará (56% a 28%) e em Pernambuco (57% a 23%). A região segue como principal ativo eleitoral lulista.

Além disso, a pesquisa expõe competitividade em estados de peso eleitoral, como Minas Gerais, onde Lula oscilou dois pontos para cima e segue à frente nos números (39% a 36%). Minas surpreende pela elevada taxa (a maior entre os dez estados) do chamado “não voto”: 20% dos mineiros dizem que vão votar em branco, anular o voto ou se abster – um contingente que amplia a margem de oscilação e pode redefinir o resultado no estado. Historicamente decisivo, Minas pode funcionar como fiel da balança.

Houve leve evolução de Lula em alguns recortes de segundo turno, além de melhora em indicadores de imagem. A redução de resistência em segmentos do eleitorado é fator decisivo em contextos de forte polarização.

Se por um lado Lula mantém força em regiões-chave, por outro ainda enfrenta dificuldades em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, onde Flávio Bolsonaro lidera. A reversão – ou ao menos redução dessas desvantagens – será decisiva nas urnas. Em contrapartida, Flávio demonstra dificuldade de expansão nesses estados, num problema clássico de candidaturas ancoradas mais na rejeição ao adversário do que na própria capacidade de projeção.

Aprovação e avaliação

A pesquisa traz ainda indicadores do governo que ajudam a explicar a resiliência eleitoral de Lula, mesmo com a clivagem regional. Enquanto o presidente sofre com índices de desaprovação mais elevados no Sul e Centro-Oeste, ele mantém saldo positivo em quatro estados: Pernambuco, Bahia, Ceará e Pará.

Nacionalmente, o levantamento consolida 43% de aprovação contra 52% de desaprovação. A avaliação qualitativa do governo também reflete essa divisão: 31% consideram a gestão positiva, 26% regular e 42% negativa. Os números mais expressivos de aprovação são justamente nos estados onde Lula lidera a corrida presidencial.

Mesmo com níveis de crítica, o presidente mantém uma base relevante de avaliação positiva (ótimo/bom), o que sustenta seu potencial competitivo. Em eleições presidenciais, a aprovação do governo costuma se refletir diretamente na intenção de voto.

A corrida começa com Lula na posição de incumbente, o que historicamente amplia a capacidade de produzir fato político, pautar o debate e mobilizar a máquina de governo. Se conseguir converter os êxitos da gestão em percepção mais ampla entre o eleitorado – e percepção em voto –, Lula ganhará ainda mais competitividade.

A cinco meses das eleições, os números da Quaest apresentam um quadro em movimento que não garante favoritismo, mas indica algo mais importante neste momento: Lula entra na disputa com base preservada, sinais de recuperação e condições reais de construir maioria.

A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 11.646 pessoas, em dez estados, de 21 a 28 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais em São Paulo e de três pontos nos demais estados.


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Política

Direita unifica discurso contra pobres, trabalhadores, aposentados e crianças

Entraram em campo os mercenários dos discursos de direita. Ou seja, essa gente está sendo paga para defender pauta única de direita que nunca foi tão descaradamente contra a população brasileira, Flavio Bolsonaro, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos, quatro candidatos, um só pensamento.

Que essa gente estará unida contra Lula num eventual segundo turno, todos nós sabemos de boca própria desses candidatos, mas nunca imaginar um discurso tão odioso contra a infância, em prol do trabalho escravo, contra a escola, contra um princípio civilizatório dessa monta e, junto, o ataque aos aposentados, tratados como vagabundos que não devem ter direito a qualquer forma de reajuste. Aos trabalhadores, o ataque cirúrgico é contra o fim da escala 6 x 1, campanha encampada por Lula. Contra os pobres, contra qualquer programa social criado ou retomado pelo governo Lula, sobretudo o Bolsa Família.

O principal cabo eleitoral do evangelhistão da extrema direita unificada, entrou em campo nesta segunda (04) e tem uma carranca pra lá de manjada no Brasil, que é o charlatão Silas Malafaia, em campanha antecipada, ilegal, na sua igreja, ao lado de Flavio Bolsonaro, atacou os católicos para puxar o dízimo para sua brasa e bombardear os trabalhadores, os aposentados, os pobres e as crianças.

Um sujeito que, em 2013, já ostentava uma fortunade R$ 130 milhões, segundo a revista Forbes, com seu charlatanismo compulsivo, Malafaia acaba se apresentando como cabo eleitoral do inferno, pastor das trevas, gerente do umbral na sua luta do mal contra o bem. Mas lógico, nada do que fala é sem ensaio para a direita construir sua obra indispensável contra a população brasileira.

Pior é constatar que tem gente que, mesmo sabendo que será massacrada pela escória da direita, não só vota, como faz discurso contra si, numa panaceia de hospício.

É louco isso, mas essa gente trabalha para os bilionários e a exploração humana da infância à velhice, tem que ser máxima e sem qualquer limite ético ou moral, muito menos humanitário.

Na verdade, é a pauta global da extrema direita. O fato é que subestimamos o nível de crueldade, de covardia que esse discurso revela como ferramenta de segregação que está embutida na candidatura dessa direita vigarista.

A régua é uma só, a regra também, todas esritas em caixa alta, absolutamente transparente, sem açúcar e sem afeto. O cartaz é uma tesoura que culpa os pobres, os trabalhadores, os aposentados e as crianças de impedirem que os ricos fiquem mais ricos.

Sim, em última análise, é isso. É o cordel da tesoura que cortará no bolso do povo para encher as burras da goma fina desse país.

E a coisa está tão descarada que isso está sendo dito em um megafone, cuspindo ódio contra a população e o governo Lula, que traz cotidianamente melhorias de vida para o povo.

O cerne do discurso é, o povo brasileiro custa caro. O projeto é, cortar o máximo de benefícios e avanços sociais na grita, na marra, mesmo que para isso tenha que usar bomba, porrada e bala.

É o fascismo na íntegra, na fonte, é o discurso da faca e do facão, que coloca crianças de volta à lavoura de cana de açúcar para ampliar osl ucros do latifúndio e, lógico, reprovar todo e qualquer direito à infância, pois, os donos da terra acham que, proibir o uso de crianças para trabalho escravo, qualqauer trabalho, é um desperdício, assim como qualquer serviço público que beneficie diretamente a grande massa do povo.

Essa é a regra fiscal única e absoluta da direita, com o corte no talo de qualquer benefício, subsídio ou transferência. O discurso é o do cobertor curto, na prática, é o cidadão sem cobertor. e cada vez mais tributado no consumo.

Isso não é um discurso político, é um veredito, é uma bandeira fria, curta e grossa, unificada contra o governo Lula e os brasileiros.


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Política

A guerra das toupeiras

Se em política não existe brecha para o acaso, como de fato não existe, nem a paixão de Flavio Bolsonaro pela mãe justifica ele atropelar Claudio Castro para que a mamãezinha seja candidata ao senado pelo Rio de Janeiro.

Se isso for verdade, como corre nas redes sociais, a ex-01 de Bolsonaro, Rogeria, entrará nessa apenas para esquentar banco para o próprio Flavio numa possível desistência da disputa presidencial a la Sergio Moro.

Embora louco, Bolsonaro sabe marcar território, mesmo de modo anormal, dentro de seu curral eleitoral.

Um troço desse para dar a impressão de que a teia bolsonarista tem uma força magnífica no Rio, não se sustenta ou não precisaria que Claudio Castro, que é um bolsonaro-dependente, fosse escanteado.

Dito isso, o cangaço parece comer solto na direita, digo, fora dos mimosos detalhes do furdunço de Nikolas contra os filhos de Bolsonaro.

Se até a Veja diz que há um ar sombrio num quadro de pega pra capar dentro da direita, é porque o ritmo das golpes baixos, dentro das quatro linhas dos reacionários, está mesmo em total descontrole e desacerto.

Por mais que a incoerência seja a única coisa coerente nesse mundo em que cama de gato é vista como disputa de bola, nada justifica tantos guinchos no ninho dos ratos.

A impressão que se tem é a de que muita gente desse universo de ganância e vaidade sabe de cor e salteado trilhar o caminho da traição, esperando apenas a hora de agir.

Guerra de toupeiras não é exclusividade do clã Bolsonaro, isso está na própria moldura histórica da direita no Brasil, é víbora engolindo víbora, é um detonando a reputação do outro, utilizando os mesmos expedientes.

O troço é poesia concreta às avessas, é o vale tudo que vale até a cabeça do outro como boia para se salvar na base da dentada.

Seja como for, todos querem a ressurreição do bolsonarismo sem Bolsonaro, pois a natureza dessa gente é de carniça sem qualquer dotação humana.

Não é sem motivos que Zema espetou Flavio dizendo que, como presidente, seria um gestor incompetente, ao mesmo tempo em que disse que Caiado é um excelente mais ou menos, sem falar que, numa implosão de sua candidatura, Zema quer a volta do trabalho escravo de crianças.

Vai vendo.


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Política

Abrir uma página dos jornalões no Brasil é como abrir a tampa de um esgoto

O esforço para construir um figurino vitorioso de Flavio Bolsonaro, chega a ser ofensivo à população brasileira de tão fedorento.

Mas quem, dentro desse fundo de fossa em que se transformou a mídia industrial, está preocupado com isso? À exceção de alguns heróicos jornalistas, que são minoria diante de um mar de merda editorialista, as análises, que não passam de futricas brejeiras, não há a menor condição de serem lidas já na manchete, de tão rastaquera e desrespeitosa com a inteligência alheia.

A impresssão que se tem é a de que, quanto mais a sociedade avança rumo a uma proposta de civilização menos desigual, mais a curriola oligárquica dentro das redações ganha poder de narrativa. Mesmo os velhos ilusionistas do Brasil Estadinho, onde as privatizações são vendidas como a oitava maravilha, a coisa resulta apenas na materialização de um lobby tosco a serviço dos abutres de sempre, que operam nas sombras contra o povo brasileiro e, consequentemente, contra o Brasil.

Mas quando a coisa pega no meio da população e coloca Alcolumbre como o segundo político mais defenestrado, sendo Hugo Motta o primeiro, com 87% de reprovação, como apontou a pesquisa Atlas,  que Alcolumbre tem 81% de repúdio, melhor dizendo, nojo da população até o mais alto corueno no Estadão sapeca em garrafais, a chamada, “Alcolumbre é o símbolo da degradação do Senado”.

Nada de novidade para a população, apenas a constatação de que o sacripanta, que foge das investigações do Master como o diabo da cruz, não passa de um Dick Vigarista que, em última análise, comandou o chiqueiro no Senado tanto para a reprovação de Jorge Messias quanto para a dosimetria, numa espécie de PEC da bandidagem 2.0.

Agora até o Estadão tapa o nariz para essa imundície, mostrando que o Congresso como um todo, dominado pelo bolsonarismo, é o lugar  mais sujo do país.

Na verdade, aquilo é o próprio sinônimo da mídia, é a reprodução da conduta jornalística que reflete o intestino das redações espelhadas por um legislativo de esgoto. É o famoso lá e cá.

Dependendo da reação da sociedade e a pressão que esse bando pode sofrer, muda de galho omo qualquer ave de rapina ou se esconde nos buracos e frestas do próprio esgoto, como fazem os ratos assustados,


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