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Política

Eu vivi para saber da boca do senador peleleca que dinheiro privado, não é roubado

Quer dizer que o senador Flavio Malandragem, naquela troca de mensagens com Daniel Vorcaro, cobrando dívida por favores feitos pelo governo do pai para a criação do banco mais pilantra da história do Brasil, para irrigar a própria conta, não é dinheiro público, mesmo que tenha roubado de vários estados e municípios Brasil afora.

Mesmo com a rodagem que já estou, que não é pouca coisa, tive que aprender mais essa que, definitivamente, há uma marcação entre o público e privado que eu desconhecia.

Se alguém roubar o dinheiro dos cofres públicos e investir num banco privado, ele não tem mais nada a ver com a coisa pública, portanto, segundo Flavio, é dinheiro privado.

Ou seja, Flavio Bolsonaro, conhecido como Flavio Peleleca, é um lavador moderno, e esse termo de lavagem de dinheiro tem uma equação própria para a prosperidade do ladrão. Possui um grau tão descarado de cinismo. que não há palavra que defina tal lapidação linguística, sobretudo se essa grana roubada dos cofres públicos for parar nas mãos de um vigarista que resolveu investir no cinema nacional pelo título da obra prima, “O Azarão”.

E tem gente quem acha que a direita não liga para a arte, principalmente as famílias, Vorcaro, Bolsonaro.

Sim, essa gente tem visão de futuro e, pensando no Brasil, acha que aumentar, de forma nunca vista, um investimento privado com roubo de grana pública, é um rendimento que traz um futuro brilhante para o país, se esse for a sétima arte.

Nota-se o entusiasmo da cobrança de Flavio a Vorcaro, ou seja, nada melhor do que o tempo para transformar merda em brilhante depois de lapidado nas entranhas da malandragem nacional.

Se o Banco Master operava com fraudes (captação irregular de clientes, possível envolvimento de recursos de estados/municípios via esquemas ou depósitos de vítimas), então o dinheiro que saiu dali carrega suspeita de lavagem ou ocultação de bens de origem ilícita. Transferir para um filme “privado” não limpa magicamente a fonte. Isso é exatamente o que investigações de lavagem examinam: camadas de transações para dar aparência de legalidade.


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Pesquisa

Atlas: Lula abre 7 pontos sobre Flávio Bolsonaro no 2º turno

Levantamento Atlas aponta mudança no cenário após vazamento de áudios envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro

Trackings diários realizados pelo Instituto Atlas indicam uma mudança no cenário eleitoral para a disputa presidencial. Após o vazamento de áudios em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) menciona o banqueiro Daniel Vorcaro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a liderar a simulação de segundo turno com vantagem de sete pontos percentuais.

Os dados, obtidos pela CNN Brasil e atualizados às 11h desta sexta-feira, mostram Lula com 49,1% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 42,6%. O resultado representa uma reversão em relação ao cenário anterior, marcado por empate técnico entre os dois adversários.

Na projeção dos votos válidos, de acordo com fontes ligadas ao instituto, Lula alcança 54%, contra 46% do senador fluminense.

Ainda segundo o levantamento, outros nomes cotados no campo da direita, como Ronaldo Caiado (União Brasil), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), não apresentaram alterações relevantes no cenário eleitoral. Os três registraram leve crescimento nas intenções de voto no primeiro turno, mas tiveram recuo nas simulações de segundo turno.


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Política

‘Se continuar candidato, será destruído até outubro’: é hora de Flávio Bolsonaro desistir da pré-candidatura?

Analistas alertam para desidratação do filho do ex-presidente, que pode ser pressionado a abrir mão do pleito eleitoral

A divulgação das conversas entre o pré-candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, provocou uma hecatombe na política brasileira. Ainda sob escombros, a extrema direita já reflete sobre os rumos da campanha do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Cientistas políticos escutados pelo Brasil de Fato falaram sobre a continuidade da pré-candidatura da extrema-direita. “Com (o senador) Ciro Nogueira e Flávio Bolsonaro jogados no olho do furacão, uma coisa é certa, a direita e a extrema direita perderam muito nestas duas semanas, vão ter que rebolar para se recolocarem no jogo eleitoral. O jogo está sendo jogado, contudo, é bom termos em conta que nem todas as cartas estão na mesa, muita coisa ainda deve aparecer das investigações dos escândalos do Master, o que embolará ainda mais o lado direito do tabuleiro das eleições”, afirma José Henrique Artigas, professor de Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Federal da Paraíba (CCHLA-UFPB).

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) é uma peça-chave para compreender a relação de Vorcaro com o bolsonarismo. O parlamentar foi apontado pela Polícia Federal como “braço político” do banqueiro para se aproximar do Congresso Nacional e teria recebido mesadas de R$ 300 mil a R$ 500 mil, de acordo com as investigações.

Meses antes de apresentar uma emenda que propunha a alteração no valor-teto do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão, medida que favoreceria o Banco Master, Nogueira comprou um imóvel em São Paulo que custou R$ 22 milhões.

A relação de Nogueira e Vorcaro se tornou pública em 7 de maio deste ano. Desde então, Flávio Bolsonaro não citou mais seu aliado em entrevistas e materiais para as suas redes sociais. Em março deste ano, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro se referiu ao senador do PP como o “vice dos sonhos” para uma chapa presidencial.

Na última quarta-feira (13), o site Intercept Brasil divulgou áudios de Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro para produzir o filme “Dark Horse”, que contará a vida de seu pai. Durante as conversas, o senador chama o banqueiro de “irmão” e os dois deixam transparecer uma relação íntima.

A proximidade de Flávio e seu núcleo político do escândalo do Banco Master foi fatal para a campanha do senador ao Palácio do Planalto, para o cientista político Rudá Ricci. “Se continuar candidato, ele será destruído até outubro. Se eu estou no comando das articulações políticas da direita, neste momento, trabalharia para afastar Flávio imediatamente”, diz.

O primeiro aliado a soltar a mão de Flávio foi o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que também é pré-candidato à presidência. “Não adianta nada criticar as práticas de Lula e do PT e fazer a mesma coisa. É preciso ter credibilidade para mudar o Brasil”, afirmou.

“Entenda, o pessoal do Zema não quer que o Flávio desista, eles querem que o Flávio sangre em praça pública até outubro. Dessa forma, haverá um chamado ao voto crítico em Zema ou no Ronaldo Caiado”, explicou Ricci.

Para Artigas, somente um eleitor se manterá fiel a Flávio. “Parte do eleitorado bolsonarista, especialmente aquele mais aguerrido, o bolsonarismo raiz, mostrou-se historicamente fiel mesmo em face das mais graves denúncias e condenações contra o clã Bolsonaro, o que pode sugerir que, mesmo fortemente impactada, a campanha de Flávio possa ser mantida e sustentada pelos grupos mais radicalizados do bolsonarismo, embora sem o mesmo potencial eleitoral e competitivo que vinha demonstrando nas pesquisas de intenção de voto até agora.”

Porém, alerta Artigas, “o bolsonarismo raiz representa a menor parte do eleitorado que vinha expressando intenção de voto em Flávio Bolsonaro, de sorte que os áudios vazados certamente terão uma expressiva repercussão negativa na campanha do PL, com grande possibilidade de inviabilizar sua competitividade se mantida a candidatura de Flávio.”

A relação de Nogueira e Vorcaro se tornou pública em 7 de maio deste ano. Desde então, Flávio Bolsonaro não citou mais seu aliado em entrevistas e materiais para as suas redes sociais. Em março deste ano, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro se referiu ao senador do PP como o “vice dos sonhos” para uma chapa presidencial.

Na última quarta-feira (13), o site Intercept Brasil divulgou áudios de Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro para produzir o filme “Dark Horse”, que contará a vida de seu pai. Durante as conversas, o senador chama o banqueiro de “irmão” e os dois deixam transparecer uma relação íntima.

A proximidade de Flávio e seu núcleo político do escândalo do Banco Master foi fatal para a campanha do senador ao Palácio do Planalto, para o cientista político Rudá Ricci. “Se continuar candidato, ele será destruído até outubro. Se eu estou no comando das articulações políticas da direita, neste momento, trabalharia para afastar Flávio imediatamente”, diz.

O primeiro aliado a soltar a mão de Flávio foi o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que também é pré-candidato à presidência. “Não adianta nada criticar as práticas de Lula e do PT e fazer a mesma coisa. É preciso ter credibilidade para mudar o Brasil”, afirmou.

“Entenda, o pessoal do Zema não quer que o Flávio desista, eles querem que o Flávio sangre em praça pública até outubro. Dessa forma, haverá um chamado ao voto crítico em Zema ou no Ronaldo Caiado”, explicou Ricci.

Para Artigas, somente um eleitor se manterá fiel a Flávio. “Parte do eleitorado bolsonarista, especialmente aquele mais aguerrido, o bolsonarismo raiz, mostrou-se historicamente fiel mesmo em face das mais graves denúncias e condenações contra o clã Bolsonaro, o que pode sugerir que, mesmo fortemente impactada, a campanha de Flávio possa ser mantida e sustentada pelos grupos mais radicalizados do bolsonarismo, embora sem o mesmo potencial eleitoral e competitivo que vinha demonstrando nas pesquisas de intenção de voto até agora.”

Porém, alerta Artigas, “o bolsonarismo raiz representa a menor parte do eleitorado que vinha expressando intenção de voto em Flávio Bolsonaro, de sorte que os áudios vazados certamente terão uma expressiva repercussão negativa na campanha do PL, com grande possibilidade de inviabilizar sua competitividade se mantida a candidatura de Flávio.”

*BdF


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Política

VÍDEO – “Pega ladrão”: Em evento da PM, Flávio Bolsonaro é chamado de “bandido”

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi recebido com vaias, gritos de “ladrão” e protestos durante evento realizado nesta sexta-feira (15), no Quartel-General da Polícia Militar do Rio de Janeiro. A manifestação ocorreu em meio à repercussão das mensagens e áudios divulgados pelo Intercept Brasil envolvendo o parlamentar e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Um grupo de manifestantes levou cartazes com frases como “Devolve o dinheiro da presidência”, “Familia Bolsonaro com Banco Master” e “Familia Bolsonaro Bandida”. Durante a chegada do senador ao local, também foram ouvidas vaias direcionadas ao pré-candidato à Presidência da República.

https://twitter.com/i/status/2055310548388979183

A reação pública ocorre após a divulgação de áudios em que Flávio cobra Vorcaro por pagamentos ligados ao filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre Jair Bolsonaro. Segundo reportagem do Intercept Brasil, o banqueiro teria prometido US$ 24 milhões para financiar a produção, com parte dos recursos já transferida entre fevereiro e maio de 2025.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador admitiu que pediu dinheiro ao empresário para viabilizar o filme, mas negou irregularidades. O parlamentar afirmou que Vorcaro “simplesmente parou de honrar com as parcelas do contrato” e disse que a interrupção dos pagamentos colocava em risco a conclusão do longa.

Vorcaro está preso preventivamente em Brasília, acusado pela Polícia Federal de comandar um esquema de fraudes financeiras estimado em até R$ 12 bilhões. O caso também passou a envolver investigações sobre a origem dos recursos usados no financiamento do filme “Dark Horse”.

Nesta sexta-feira (15), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de uma investigação preliminar para apurar o uso de emendas parlamentares na produção do filme. A representação foi apresentada por parlamentares da base do governo, entre eles a deputada Tabata Amaral (PSB-SP).

O ministro já intimou os deputados Mário Frias (PL-SP), Bia Kicis (PL-DF) e Marcos Pollon (PL-MS) a prestarem esclarecimentos sobre possíveis repasses ligados à obra. Segundo Dino, apenas Bia Kicis e Marcos Pollon já apresentaram manifestação formal ao STF.

*DCM


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Política

A mansão caiu: Flávio Bolsonaro está enrolado e confessa que dinheiro de Vorcaro foi para fundo ligado a Eduardo nos EUA

Difícil segurar a candidatura.

PF investiga se dinheiro pago por Vorcaro a Flávio Eduardo foi usado para bancar ações de coação de seu irmão Eduardo nos Estados Unidos

Osenador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência, confessou nesta quinta-feira (14), em entrevista à GloboNews, que o dinheiro repassado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, supostamente para o filme Dark Horse, cinebiografia sobre Jair Bolsonaro, foram direcionados a um fundo nos Estados Unidos administrado pelo advogado de seu irmão, Eduardo Bolsonaro.

Flávio se enrolou para responder a uma pergunta sobre o destino do dinheiro, insistindo que, apesar de os recursos terem sido, a princípio, direcionados ao fundo, teria sido usado na produção do longa, negando qualquer relação com despesas pessoais ou ações políticas de Eduardo nos EUA.

“Não foi para o Eduardo Bolsonaro. Todos os recursos que foram aportados nesse fundo, que é específico para a produção do filme, foram usados integralmente para fazer o filme”, afirmou.

“Para colocar de pé uma estrutura dessa, criar um fundo, cuidar das questões legais, de burocracia, você tem que contratar um advogado, um advogado de confiança do Eduardo Bolsonaro, alguém que cuidou de todo o seu processo de green card. Está dentro do contexto do filme. O advogado é gestor do fundo”, completou.

https://twitter.com/i/status/2055033637590958580

PF investiga se dinheiro foi usado para bancar Eduardo Bolsonaro
A Polícia Federal abriu investigação para apurar se parte dos recursos repassados por Vorcaro pode ter sido usada para financiar atividades de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, incluindo a coação internacional contra o Supremo Tribunal Federal (STF). Eduardo é réu em ação penal que apura pressão política e econômica sobre magistrados brasileiros.

O escândalo veio à tona com áudios, mensagens e documentos obtidos pelo The Intercept Brasil, revelando que Flávio negociou cerca de US$ 24 milhões (aproximadamente R$ 134 milhões) com Vorcaro para financiar Dark Horse, sendo que US$ 10,6 milhões (R$ 61 milhões) foram efetivamente transferidos em seis operações entre fevereiro e maio de 2025, via Havengate Development Fund LP, fundo registrado no Texas e ligado a aliados de Eduardo Bolsonaro.

Nos áudios, Flávio chega a chamar Vorcaro de “irmão” e garante:

“Estou e estarei contigo sempre. Não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”.

Vorcaro foi preso um dia após esta mensagem, acusado de fraude bilionária e lavagem de dinheiro, enquanto seu pai, Henrique Vorcaro, também foi detido por manter suposta milícia privada, chamada “A Turma”.

Produtora de Dark Horse desmente Flávio Bolsonaro
A GOUP Entertainment, produtora do filme, negou que Vorcaro tenha investido qualquer valor na produção. A empresa reforçou que negociações com potenciais investidores não configuram aporte efetivo e que todo o projeto foi estruturado de acordo com regras do mercado audiovisual, sem recursos públicos.

Flávio Bolsonaro é alvo de pedidos de investigação
Parlamentares da oposição reagiram ao caso protocolando pedidos de investigação, quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico, além de sugerir CPI ou CPMI para apurar as relações da família Bolsonaro com Vorcaro e o Banco Master, segundo a Forum.

“As mensagens e o áudio revelam uma ligação política, financeira e até afetiva entre o clã Bolsonaro e o banqueiro: Flávio chama Vorcaro de ‘irmão’, diz que está ‘e estará contigo sempre’, afirma que ‘tudo isso só está sendo possível por causa de você’. No áudio, cobra ajuda sob o pretexto de parcelas atrasadas e risco de perder contrato, ator, diretor e equipe do filme”, afirmou Lindbergh Farias (PT-RJ), pedindo inclusive a prisão preventiva de Flávio.

Além disso, PT, PSOL e PCdoB protocolaram representações junto à PF e à Procuradoria-Geral da República (PGR), pedindo apuração rigorosa sobre o destino do dinheiro de Vorcaro, que poderia ter sido desviado para atividades políticas internacionais.


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Política

Imprensa internacional diz que campanha de Flávio Bolsonaro afunda antes de começar

Ligação do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, repercutiu em jornais estrangeiros

A imprensa internacional tem repercutido a relação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. O áudio revelado pelo site Intercept Brasilabalou a pré-campanha de Flávio à presidência. Interlocutores do seu partido já especulam a possibilidade de substituição na cabeça de chapa.

A agência norte-americana de notícias Bloomberg indica que a campanha de Flávio pode ter acabado antes de começar: “Mensagens de áudio vazadas que ligam o candidato à presidência do Brasil, Flávio Bolsonaro, ao homem no centro de um escândalo de fraude bancária bilionária, ameaçam afundar a campanha do senador de direita antes mesmo de ela começar.”

No texto, a reportagem indica que as revelações são as “mais explosivas” dentro do amplo escândalo do Banco Master, “uma saga que abalou o setor financeiro e inflamou a fúria dos brasileiros com a má conduta da elite.”

O jornal ainda salienta que o áudio “reforça a ligação direta entre a estrutura de poder político de Bolsonaro e de Vorcaro: na semana passada, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão contra o senador Ciro Nogueira, que atuou como ministro-chefe da Casa Civil de Jair Bolsonaro, alegando que o influente parlamentar usou sua influência para ajudar o Vorcaro a expandir os negócios do banco em troca de propinas e subornos.”

O Clarín destaca na sua manchete que Flávio pediu dinheiro para o filme de seu pai ao banqueiro preso. O jornal argentino expõe aos seus leitores que o Banco Master está envolvido em um “enorme escândalo de corrupção”.

O La Nación, também da Argentina, tem dado bastante repercussão ao tema, evidenciando que o escândalo de corrupção avança sobre o senador, com uma crise de “proporções incalculáveis” que já afeta a sua pré-campanha. Segundo o jornal, a ligação entre o senador e Vorcaro ameaça reconfigurar o cenário político na véspera da eleição. Para completar, o texto ainda coloca que Flávio agora está potencialmente na mira do sistema judiciário, como também questiona seu discurso de transparência.

O espanhol El Mundo avaliou que o prejuízo à candidatura de Flávio é significativo, que a direita está em uma zona de turbulência e a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, surge como uma alternativa a ele.

A agência de notícias britânica Reuters destacou que os mercados financeiros foram abalados com a ligação do senador com um “banqueiro desonrado”. A agência ressalta que o dólar voltou a subir e a bolsa a cair com a revelação. Além disso, a reportagem passa pelo histórico fraudulento do Master e a possível derrocada de Flávio na disputa eleitoral, além de lembrar aos leitores que Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar pela condenação a 27 anos por conspirar por um golpe de Estado.

Por fim, a agência Associated Press, dos Estados Unidos, indica na manchete que Flávio é pré-candidato e que ele negou irregularidades no pedido de dinheiro a Vorcaro. No entanto, a reportagem replicada pelo The Washington Post evidencia a hipocrisia de Flávio, que, horas antes da revelação feita pelo Intercept, negou a jornalistas qualquer ligação com o banqueiro, sendo que já havia feito isso no mês de março, quando foi revelado que seu nome estaria entre os contatos do banqueiro. Vermelho.

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Pesquisa

Pesquisa Quaest: aprovação do governo Lula sobe para 46%

Intenção de voto para segundo turno permanece em empate técnico, com o presidente marcando 42% e Flávio Bolsonaro 41%

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) aponta que 46% dos brasileiros aprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 49% desaprovam a atual gestão. Em comparação ao levantamento de abril, houve oscilação dentro da margem de erro: a desaprovação caiu de 52% para 49%, enquanto a aprovação subiu de 43% para 46%.

A Quaest realizou 2.004 entrevistas domiciliares presenciais dos dias 8 a 11 de maio com eleitores de 16 anos ou mais. O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro máxima prevista é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o código BR-03598/2026.

A pesquisa também mediu as intenções de voto em primeiro e segundo turno das eleições presidenciais. No primeiro turno, Lula assume a liderança com 39% das intenções de voto no primeiro turno. Em segundo lugar aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 33%. Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) registram 4% cada.

Em relação ao levantamento anterior, realizado em abril, Lula oscilou de 37% para 39%, enquanto Flávio Bolsonaro passou de 32% para 33%. As mudanças ocorreram dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais.

Para o segundo turno, permanece o cenário de empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro. Lula aparece numericamente à frente, com 42% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 41%. Brancos, nulos e quem diz que não vai votar vão a 14%, e indecisos, 3%.

Na pesquisa anterior, realizada em abril, Flávio Bolsonaro liderava numericamente o cenário. Em março, os dois apareciam empatados com 41% cada. Segundo a Quaest, as oscilações ocorreram dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais.

Entre os eleitores independentes — aqueles que não se identificam nem com o lulismo nem com o bolsonarismo — o cenário permanece equilibrado. Nesse grupo, 31% afirmam votar em Flávio Bolsonaro, 29% em Lula e 35% dizem que não pretendem votar em nenhum dos dois.

Segundo a Quaest, a polarização entre Lula e o grupo bolsonarista concentra atualmente 72% das intenções de voto. Em eventual segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem em empate técnico: o petista registra 42%, contra 41% do senador.

Aprovação do governo
O levantamento mostra melhora nos índices do governo em alguns segmentos. Entre as mulheres, por exemplo, a aprovação subiu de 45% para 48%, enquanto a desaprovação caiu de 49% para 44%. Já entre os eleitores de 35 a 59 anos, a aprovação passou de 41% para 47%.

Regionalmente, o Nordeste segue como a região de maior apoio ao presidente, com 63% de aprovação. Nas demais regiões, a desaprovação permanece predominante, especialmente no Sul, onde chega a 61%. Entre os católicos, a aprovação cresceu de 49% para 55%, enquanto entre os evangélicos a desaprovação permanece elevada, atingindo 65%.

A avaliação geral do governo também apresentou leve melhora: 34% classificam a gestão como positiva, contra 31% em abril, enquanto a avaliação negativa caiu de 42% para 39%.

Questionados sobre a reeleição de Lula, 41% afirmaram que o presidente merece mais quatro anos de mandato, enquanto 55% disseram que ele não merece continuar no cargo.

A pesquisa também apontou percepção dividida em relação ao cenário político do país. Para 53% dos entrevistados, o Brasil segue na direção errada, enquanto 38% consideram que o país está no caminho certo.

Outro dado do levantamento mostra equilíbrio no sentimento de rejeição política: 44% disseram ter mais medo da volta da família Bolsonaro ao poder, enquanto 42% afirmaram temer um novo governo Lula.

*ICL


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Política

Marqueteiro de Flávio Bolsonaro recebeu R$ 650 mil por campanha do Master de ataques ao BC

O publicitário Marcello Lopes (conhecido como Marcelão), escolhido por Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para coordenar a comunicação da sua pré-campanha presidencial, aparece citado como um dos estrategistas do chamado “Projeto DV” (referência a Daniel Vorcaro, do Banco Master).

Esse projeto envolvia uma campanha coordenada de ataques ao Banco Central (BC) e a servidores da instituição, investigada pela Polícia Federal no contexto das operações sobre o Banco Master.

A PF obteve documentos do plano que listam Marcelão entre os nomes da equipe.

Houve um Pix de R$ 650 mil feito em 13 de dezembro de 2025 (período de elaboração do projeto) por um dono de agência (citado como Miranda na reportagem) para a conta de Marcello Lopes.
jornaldebrasilia.com.br

Resposta de Marcelão: Ele nega participação no projeto de ataques ao BC. Afirma que o valor recebido refere-se a pagamentos atrasados por serviços e consultorias prestados anteriormente, sem relação com o “Projeto DV”.

Isso ocorre em meio ao escândalo do Banco Master (Operação Compliance Zero), que investiga Daniel Vorcaro, supostas fraudes, influência sobre o BC e doações/políticos. Flávio Bolsonaro não é investigado diretamente nesse caso específico do marqueteiro, mas o episódio gera desconforto para sua campanha, especialmente com o histórico de ligações do entorno bolsonarista com o banco (doações de aliados de Vorcaro em 2022, etc.).

A matéria da Folha traz comprovantes e documentos obtidos pela PF, tornando a informação consistente. É mais um capítulo que a oposição (principalmente PT) usa para tentar associar Flávio ao caso Master, enquanto o lado bolsonarista minimiza e cobra investigação ampla (incluindo CPI).

Segundo ele, não houve autorização para utilização de sua imagem no material. “O que me recordo é que o Thiago [Miranda] comentou comigo sobre a possibilidade de eu entrar em um projeto grande que ele estaria fechando. Na ocasião, informei que não teria como participar porque eu viajaria para os EUA no dia 24 de dezembro e retornaria apenas no início de fevereiro. Agradeci a indicação e, sinceramente, do que eu me lembro, foi só isso”, afirmou.


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Política

Vídeo: Flávio Bolsonaro e a máfia do Rio de Janeiro

Falar de Flavio Bolsonaro não é uma tarefa qualquer dada à  interminável lista de envolvimento dele com todo tipo de crime e de criminoso.

É em torno dos esquemas, montados por Flavio, que a milícia e tráfico se somam para alçar mais poder na política carioca e fluminense. Mas a coisa não para aí, e uma gama de todos tipos e gostos de contraventores que, via clã Bolsonaro, sobretudo Flavio, está junto e misturado dentro do esquema político comandado por Flavio, que levou o Rio de Janeiro ao cume do caos.

Agora, Flavio, pretende se tornar presidente da República e transformar esses esquemas em caráter nacional, do Oiapoque ao Chuí.

Náo acredito que Flavio tenha deixado seu pai no chinelo nos esquemas do Rio, na verdade, ele deu continuidade, com outros membros do clã, ao que Jair Bolsonaro começou,

O vídeo abaixo, de Pedro Dória, que está longe de ter qualquer simpatia pelo PT, Lula e afins, ligados à esquerda, ganha uma dimensão inapelavelmente gigantesca, porque traça um panorama cirúrgico de um esquema que hoje comove o Brasil, tal a degradação política carioca e fluminense.

Sim, como disse o ionistro do STF, Flavio Dino, não há nada na história do Brasil que se compare a esse vulcão de banditismo produzido por uma escória gerenciada por Flavio Bolsonaro.

É muito importante assistir a esse vídeo e compartilhá-lo ao menos até o fim da fala de Pedro Dória sobre Flavio Bolsonaro e seu projeto de poder para o Palácio do Planalto, arrastando um bonde de criminosos para comandar o país. Isso é trágico só pelo fato de um sujeito como esse ser candidato à Presidêncoa da República debaixo das barbas da justiça, sem qualquer impedimento, mesmo com tudo o que se sabe desse marginal.

Assista:


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O mensalão do bolsonistão

Ao contrário da farsa do mensalão, quando o tribunal da mídia condenava petistas por manchetes e o STF, acovardado, ratificava as sentenças dadas pelas redações e blogs de direita, nada ficou provado contra Zé Dirceu, Genoíno, entre outros acusados por Roberto Jefferson de pagarem propina mensalmente a mais de 260 deputados, quando jamais apareceu um único nome de deputado.

A coisa foi tão grotesca que nem a Polícia Federal foi chamada para investigar. No final da história, o ministro do STF, Joaquim Barbosa, teve que carnavalizar a “teoria do domínio do fato” por pura falta de provas.

Nesse caso do mensalão do bolsonistão, tudo se dá através de investigações sérias da Polícia Federal. Ou seja, a mesada que o senador Ciro Nogueira recebia de Vorcaro do Banco Master foi criteriosqamente investigqada pela PF para, depois, virar notícia, não o oposto.

Por isso, já de olho nos próprios fundilhos, Tarcísio de Freitas, que recebeu diretamente em sua conta, R$ 2 milhões do mesmo Vorcaro, assim como Bolsonaro, pai de Flavio, que recebeu R$ 3 milhões direto na corrente sanguínea, resolveram dar declarações que, mesmo carregadas de platitudes, não contestaram a gravidade da suspeita.

Claro que a PF não colocaria na mesa tal cartada contra Ciro Nogueira e, muito menos Valdemar da Costa Neto entregaria a rapadura de Tarcísio e Bolsonaro, se não conhecesse os caminhos nada republicanos que os presentes foram entregues pessoalmente aos beneficiados.

Dito isso, é preciso afirmar que o nome de Ciro Nogueira, Flavio e Jair Bolsonaro aparecem em diferentes níveis de envolvimento e suspeita.

Ciro Nogueira, até agora, é o nome mais comprometido. O momento, segundo a PF, é péssimo para ele, porque era o destinatário central das vantagens indevidas.

Documentos indicam que Ciro recebia pagamentos mensais do banqueiro Danial Vorcaro no valor de R$ 300 a R$ 500 mil.

Além disso, as viagens de luxo não deixam dúvidas do amor verdadeiro entre Vorcaro e Ciro Nogueira. Vorcaro teria pago ao menos três viagens internacionais para o senador, ex-todo poderoso chefe da Casa Civil do governo Bolsonaro (Paris, Nova York e Alpes franceses), além de despesas em restaurantes e hotéis de alto luxo e roupas de frio das mais caras grifes.

Como se sabe, uma mão lava a outra e a contrapartida era obrigação, em troca, Ciro Nogueira usou seu mandato para apresentar e articular projetos no Congresso nas chamadas emendas Master, regidas, adivinha por quem, pelos próprios assessores do banco Master para fortalecer o império fraudulento de Vorcaro.

Flavio, senador, é apontado como um elo políico importante, diria mais, determinante. Embora sua defesa nevgue tal envolvimento nos crimes. Difícil de acreditar, porque, segundo Flavio, o vice dos seus sonhos, Ciro Nogueira, está com a cartola do banqueiro Vorcaro atochada até o pescoço.

Agora, Ciro foi escanteado, por Flavio, da chapa de 2026, destacando que sua lealdade é feita do mesmo material mau-caráter que herdou do DNA do pai.

Genética é genética.

O pânico no entorno de Flavio que, agora, como um bom rato, busca frestas para se desvincular do escândaço carimbado na própria testa, prejudicando assim suas pretensões eleitorais, bradando de frente para as câmeras que quer a CPI do Master, mas nos bastidores, opera às avessas do que diz publicamente.


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