Categorias
Política

Flávio Bolsonaro admite que visitou Vorcaro após sua primeira prisão

Senador teria visitado banqueiro em SP no fim de 2025 após primeira prisão pela PF, segundo apuração do Metrópoles

O pré-candidato à Presidência e senador Flávio Bolsonaro (PL) visitou o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, depois da primeira prisão do ex-banqueiro, no fim de 2025. A informação foi divulgada pelo portal Metrópoles e confirmada por Flávio nesta terça-feira (19).

Em coletiva de imprensa nesta terça-feira (19), o senador admitiu a reunião e afirmou que o encontro ocorreu quando Vorcaro já estava sob uso de tornozeleira eletrônica, com o objetivo de “botar um ponto final na questão” relacionada ao financiamento do filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o site, o encontro ocorreu na casa de Vorcaro em São Paulo depois que o ex-banqueiro foi liberado da prisão por decisão do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), que determinou restrições como o uso de tornozeleira eletrônica.

Na esteira do caso “Dark Horse”, Flávio se reuniu com as bancadas do PL na Câmara e no Senado para dar explicações sobre o escândalo e tratar de outros posicionamentos do grupo.

Como revelou o site The Intercept Brasil, o senador pediu dinheiro ao dono do Banco Master para financiar o filme “Dark Horse”, em homenagem ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Desde então, Flávio vem tentando conter os danos para a pré-campanha e enfrenta uma crise de confiança entre aliados.

Na última sexta (15), o senador disse que poderia vazar informação sobre “algum encontro” entre ele e Vorcaro.

“Pode vazar um videozinho mostrando o estúdio, que eu possa ter enviado para ele, ou algum encontro que eu possa ter tido com ele. Foi tudo para tratar exclusivamente do filme. Não vai ter surpresinha. Não virão coisas novas”, declarou em entrevista à CNN Brasil.

Na ocasião, ele disse que se encontrou pessoalmente “poucas vezes” com Vorcaro, todas para tratar da produção, e que o dono do Master ainda não era investigado.

O ex-banqueiro foi preso pela Polícia Federal em 17 de novembro, em São Paulo, quando se preparava para embarcar num voo para o exterior. Segundo investigadores, ele tentava fugir do Brasil para evitar ser preso peloas fraudes no caso. A defesa do ex-banqueiro nega.

No dia seguinte, o Master foi liquidado pelo Banco Central.

Dez dias depois da primeira prisão, Vorcaro foi solto e passou a usar tornozeleira eletrônica. Em 4 de março de 2026, foi detido novamente.

*Carolina Linhares e Isadora Albernaz/ICL


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siganos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Pergunta que não quer calar, Flavio continuará na disputa presidencial?

Em menos de uma semana, Flavio Bolsonaro perdeu 15% do seu eleitorado. Não tem um ovo de Colombo possível que possa modificar essa realidade. Ele está literalmente sendo abandonado dentro do próprio partido por aqueles que juravam fidelidade canica à sua candidatura.

O problema de Flavio é sério, porque foi o próprio que se denunciou. As consequências de sua aflição, depois do vazamento do aúdio para Vorcaro, são avassaladoras, pois, desaba cada vez que abre a boca para “explicar”.

Como disse, de forma provocativa, até seu irmão, Eduardo.

Flavio, com suas explicações, se enterra, jogando terra por cima de si próprio. Ou seja, até o irmão que está sendo centrifugado  no escândalo do Master, mostra que estão todos vivendo um verdadeiro pânico. Pior, não há como fugir.

É aquela história, viver na gandaia entre biscates, sem compromissos e sem leis, sem qualquer hesitação, é uma decisão de risco. O que ele fez de boca própria em seu áudio, foi um suicídio político e terminal.

Tudo em nome da ganância por dinheiro e poder. Basta dar um pio sobre o que aconteceu e suas razões absurdas, para que até os tios do zap o enxerguem de forma totalmente desconfigurada.

Não há o que fazer, a não ser emudecer. O bolo cotidiano de desgraças só aumenta com o fermento de suas declarações. Comprando o remédio da própria deroocada, Flavio mostra a tempestade íntima que está vivendo, revelando que sente que o mundo desabou sobre sua cabeça.

Como não há maneira de perguntar, se não tem como mudar essa situação no tapetão, como acontecia na época do seu pai no governo, conclui-se que, seguindo nessa toada, se não piorar ainda mais, até os que ainda o defendem em homenagem ao pai, vão mais do que abandoná-lo, vão salgar e cuspir em seu caixão político.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Racha Master: A traição de Nikolas Ferreira que enterrou o clã

Como se diz por aí, a ambição é como água do mar, quanto mais água o ambicioso bebe, mais tem sede.

Aqui não há pretensão de trazer um roteiro, minuto a minuto, da traição de Nikolas com Flavio Bolsonaro.

Sentindo o impacto do áudio vazado de Flavio para Vorcaro, o racha Master nasceu. Isso mesmo, o vazamento estourou e a ordem dos traíras dentro do bolsonarismo foi, manda pra três grupos de Zap de direita raiz, e posta no history, não compartilho de corrupção. Dizem que 40 deputados do PP caíram fora.

Ou seja, o Dark Horse apodreceu antes de nascer e Flavio Bolsonaro foi de filho do azarão a azarado.

Algumas pesquisas apontam que 54% dos brasileiros chamam Flavio de bandido político.

De olho na própria sobrevivência nas eleições deste ano, Nikolas, que mira o Senado em Minas, não quer colar sua imagem à de Flavio, pulou do barco antes de virar herdeiro sem a herança podre.

Estava acenando para a base raiz: o voto dele é jovem, evangélico e antissistema. Toda aquela baba bolsonarista pra lá de manjada.

Mas o áudio de Flavio traiu o próprio Flavio, Senado, mesmo com o discurso de que não é farinha do mesmo saco de Vorcaro, o que de fato ultrapassa o ridículo.

Entre defender o aliado, irmão camarada, e defender a própria pele, Nikolas preferiu obstruir essa ligação, ao estilo, a lei vale para Flavio também. Tradução: Adeus clã, olá 2026!

Tem gente dizendo, inclusive, que as ambições de Nikolas vão muito além.

Seja como for, Nikolas, na base do silêncio, preferiu não morder a isca envenenada para não afundar junto com Flavio.

A traição não é por ética, mas sim por cálculo. Nikolas trocou o clã por mais um mandato, seja na Câmara dos Deputados, seja no Senado. Por isso ficou todo esse tempo como se mantém agora, só na escuta, sobretudo, no zap da cúpula da direita.

Resumindo, Nikolas traiu solenemente Flavio no racha Master, porque aquele áudio é sinônimo de cadeia, e esta não elege senador e nem deputado bolsonarista. Ao contrário, Nikolas quer virar herói


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siganos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

PF vê desafios para investigar destino do dinheiro de Vorcaro e prevê cooperação com os EUA

As mensagens, áudios e documentos que revelaram negociações entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, abriram uma nova frente de investigação para a Polícia Federal. O caso envolve o financiamento de “Dark

Horse”, filme sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e agora exige o rastreamento de movimentações financeiras ligadas a estruturas sediadas nos Estados Unidos.

Investigadores e especialistas em Direito Penal avaliam que transformar o caso em uma acusação criminal consistente pode ser difícil, mesmo que o desgaste político ao senador ainda seja incalculável. O principal obstáculo é demonstrar eventual contrapartida política, favorecimento concreto ou uso indevido da função pública em benefício do banqueiro, elemento necessário para caracterizar corrupção.

O caso ganhou dimensão nacional após o Intercept Brasil revelar mensagens e áudios em que Flávio cobra repasses de Vorcaro para a conclusão do longa.

Segundo a publicação, documentos indicam previsão de aportes de cerca de R$ 134 milhões para a produção. Parte dos recursos teria sido transferida pela Entre Investimentos, ligada ao banqueiro, para o Havengate Development Fund LP, fundo sediado no Texas e gerido por Paulo Calixto, advogado de Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

A presença de fundos e empresas nos Estados Unidos é vista como um complicador para a apuração. O rastreamento completo depende de mecanismos formais de cooperação internacional. Sem esse compartilhamento de dados, a PF pode ter dificuldade para identificar quem recebeu os valores movimentados pela estrutura ligada ao filme.

Jim Caviezel como Jair Bolsonaro em “Dark Horse”. Foto: reprodução
O advogado Carlos Lube, mestre em Direito Penal Econômico pela Universidade Cândido Mendes, afirmou em entrevista ao Globo que operações internacionais impõem obstáculos adicionais porque exigem enquadramentos jurídicos específicos para pedidos de cooperação entre países. Segundo ele, mensagens, movimentações financeiras e relações políticas não bastam, sozinhas, para sustentar crimes como corrupção passiva.

“Há indícios de uma relação, que pode ter relevância penal, mas só fato de enviar dinheiro a um filme não é um crime. Se só ficar nesse plano, pode ser que cheguemos à conclusão de que não houve crime. Mas se tiver contrapartida do senador, pode chegar em corrupção”, afirmou o advogado.

Outro ponto sensível é o fato de o Havengate estar ligado a Paulo Calixto. A PF apura se parte dos recursos relacionados ao filme pode ter sido usada para custear a permanência de Eduardo Bolsonaro fora do Brasil. Especialistas defendem que é preciso diferenciar uma relação privada de financiamento político e audiovisual de um eventual esquema para ocultar repasses indevidos.

A dificuldade no caso de Flávio contrasta com a investigação sobre o senador Ciro Nogueira (PP-PI). Nessa frente, a PF identificou uma relação mais objetiva entre pagamentos atribuídos ao grupo de Vorcaro e iniciativas legislativas favoráveis ao Banco Master. Segundo o DCM, No caso de Flávio, ainda faltariam provas de uma contrapartida concreta.

O criminalista Thiago Jordace, pós-doutor pela Unirio, diz que os elementos conhecidos justificam o aprofundamento da investigação. “Será que um político poderia solicitar a um ente privado patrocínio para o filme do pai? Parece que ultrapassa a impessoalidade do cargo político que ele está exercendo”.

O volume dos recursos também chama atenção. Para André Perecmanis, professor de Direito Penal Econômico da PUC-Rio, o valor destoa do mercado audiovisual brasileiro.

“É um aporte financeiro desproporcional. Um investimento de R$ 134 milhões em um filme extrapola qualquer produção cinematográfica brasileira e o recebimento lá fora, quando o filme é brasileiro. Isso tudo pode indicar, por exemplo, lavagem de dinheiro”, disse.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siganos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Mentiras deixam Flávio Bolsonaro nu em praça pública

Há uma semana, Flávio Bolsonaro divulgou nota cobrando “ampla apuração” do caso de corrupção envolvendo o Banco Master. Ciro Nogueira, um dos maiores aliados da sua candidatura, tinha sido pego recebendo um mensalão de Vorcaro. Mas Flávio se fez de louco e manteve o personagem indignado. Como se não tivesse nada a ver com isso, o senador passou a desfilar com uma camisa estampada com os dizeres: “O Pix é do Bolsonaro. O Master é do Lula.” O cinismo e a desfaçatez foram ousados, o que faria o tombo ser ainda maior.

FLORIANÓPOLIS, SC - 10.05.2026 - POLITICA-FLAVIO BOLSONARO. Pré-lançamento da campanha para presidente do Senador Flavio Bolsonaro (PL) e Governador Jorginho Melo (PL) no Stage Parque em Jurerê Internacional em Florianópolis. Na foto Flavio Bolsonaro usa uma camisa verda com os escritos "O pix é do Bolsonaro o Master é do Lula". (Foto: Anderson Coelho/Folhapress)

Eis que o jornalismo trouxe à tona os fatos que o senador tentou esconder. Horas antes da #VazaFlavio ser publicada, o repórter do Intercept Thalys Alcântara perguntou para Flávio pessoalmente se ele negociou com Vorcaro pagamentos para a produção do filme sobre o seu pai. Flávio ficou desnorteado com a pergunta. Em um intervalo de 20 segundos, ele negou os pagamentos, gargalhou forçadamente, chamou o jornalista de “militante”, virou-se de costas e resmungou: “é dinheiro privado! é dinheiro privado”.

O senador começou a resposta negando os pagamentos, quase teve uma síncope e terminou admitindo. Foi uma cena tão constrangedora que quase fiquei com pena do senador (mentira).

Pouco tempo depois, o Intercept completou o drible da vaca e publicou conversas em que Flávio e Vorcaro se tratavam como grandes amigos. “Estou e estarei contigo sempre”, prometeu o senador para o maior ladrão do Brasil um dia antes dele parar na cadeia.

De lá pra cá, o senador não só omitiu essa intimidade com o banqueiro como negou de forma veemente qualquer relação com ele. Pior que isso: Flávio se apresentou como um dos maiores indignados com a lama do Banco Master. É um grau de cinismo alto demais até mesmo para os padrões de quem foi criado por Jair Bolsonaro.

O senador ficou nu em praça pública enquanto era coberto por uma pororoca de mentiras. Segundo a agência de checagem Aos Fatos, ele contou ao menos 12 mentiras sobre o caso antes da publicação da reportagem. Ninguém pode se dizer surpreso, já que Flávio é reconhecidamente um mentiroso contumaz desde os tempos em que desviava dinheiro do seu gabinete para financiar prédios das milícias no Rio de Janeiro.

Na última quinta-feira, uma nova reportagem do Intercept revelou que a proximidade dos Bolsonaros com o mafioso era ainda maior do que se imaginava. Conversas privadas mostraram que Vorcaro topou receber Jair Bolsonaro em sua mansão em Brasília para “assistirem juntos” a um documentário, possivelmente “A colisão dos destinos” sobre a trajetória do ex-presidente. A reunião tinha como objetivo pedir o apoio de Vorcaro para financiar a produção do longa “Dark Horse”. Não se sabe se a reunião aconteceu, mas se sabe que o Pix para o filme caiu.

Explicar o inexplicável
A #VazaFlávio foi trágica para o bolsonarismo. Enquanto algumas figuras expoentes da fauna bolsonarista largaram a mão de Flávio, outros entraram em desespero na tentativa de encontrar uma narrativa que explique o inexplicável.

Cada um falou uma coisa diferente. Flávio admitiu que recebeu o dinheiro de Vorcaro para o filme, mas a própria produtora — endossada por Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo — negou ter recebido qualquer centavo.

*João Filho/Intercept Brasil


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siganos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Como o dinheiro do Banco Master racha o mito bolsonarista

Os áudios de Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro desmoronam a fantasia de cruzada moral, ao revelar vínculos do clã Bolsonaro com o banqueiro mais tóxico do Brasil

Em seus textos, o filósofo francês Clément Rosset costumava ressaltar o aspecto particularmente cruel da realidade. Cabe ao leitor e leitora ter em mente que Rosset fazia isso mirando não o sentido sádico ou moral da palavra “cruel”, mas o aspecto bruto e incontornável que a própria ideia de realidade carrega consigo.

Imagine algo que simplesmente “é”; algo que, independentemente da nossa vontade, jamais poderá ser outra coisa que si mesmo, sem sentido oculto, sem justiça superior ou qualquer possibilidade de compensação mística.

Essa é a realidade em seu aspecto mais cru – cruel. É aterrorizante pensar nisso, especialmente porque a realidade vive à espreita, sempre em busca de uma oportunidade para se fazer presente em nossas vidas, ameaçando nossas fantasias reconfortantes, nossos mitos apaziguadores. Ameaçando as casinhas imaginárias que criamos para nos proteger, justamente, dos fatos que insistem em continuamente desabar sobre nossas cabeças.

E por isso mesmo, quanto mais duros são os fatos, quanto maior a sua “crueldade”, maiores serão os esforços imaginativos e fabulatórios necessários para contê-los, para lhes emprestar algum sentido ou até mesmo para, no limite, negá-los.

Tarefa hercúlea para impedir que a verdade atinja o eleitorado
E é exatamente isso que observamos após a divulgação dos áudios que mostram que, a despeito do que dizia Flávio Bolsonaro, ele e o banqueiro Daniel Vorcaro não apenas se conheciam, como compartilhavam intimidades, com direito a declarações de lealdade, e – digamos assim para evitar processos – “interesses de investimento”.

Desde a divulgação dos áudios, a direita e a extrema direita se lançaram numa tarefa hercúlea para criar um verdadeiro castelo fantasmagórico que, imaginam desesperadamente, seja capaz de impedir que a crua (cruel) verdade caia sobre o eleitorado.

E, até o momento, um castelo de areia literal seria mais eficaz nessa tarefa.

*Orlando Calheiros;Intercept Brasil


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

CPMI do Dark Horse é protocolada para investigar esquema de Vorcaro com Bolsonaro

Deputado Rogério Correia (PT-MG) apresentou requerimento para criação de comissão mista que apurará financiamento de filme

Odeputado federal Rogério Correia (PT-MG) protocolou nesta semana, no Congresso Nacional, o requerimento para criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) com o objetivo de investigar o financiamento e a produção do filme “Dark Horse“, voltado à narrativa biográfica do ex-presidente Jair Bolsonaro. A proposta conta com o apoio de outros parlamentares e está à disposição para assinaturas.

A investigação proposta abrange a apuração de eventual utilização de recursos de origem ilícita atribuída ao empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, bem como o possível emprego de recursos públicos, incluindo emendas parlamentares.

O requerimento cita a reportagem do The Intercept Brasil que revelou áudios de Flávio Bolsonaro cobrando recursos do dono do Banco Master, que enviou mais de R$ 61 milhões para a produção do filme.

A gravidade do caso, aponta o texto, amplia-se diante da contradição pública entre as declarações do senador — que reconhece as negociações e aportes — e a versão da produtora GOUP Entertainment, que teria negado o recebimento dos valores divulgados.

A CPMI proposta será composta por 15 deputados federais e 15 senadores, com igual número de suplentes, respeitando a proporcionalidade partidária.

O prazo para os trabalhos é de 180 dias, com despesas orçadas em R$ 200 mil. De acordo com a Forum, o requerimento menciona ainda que a produção já teria sido alvo de investigações no Supremo Tribunal Federal por supostos repasses irregulares de emendas parlamentares.

Em declaração, o deputado Rogério Correia afirmou: “Está protocolada a CPMI, Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, para investigar o filme da vida de Jair Bolsonaro. Está na mesa do Congresso Nacional. Eu quero ver se Flávio Bolsonaro vai assinar. Ele que disse que foi tudo normal, que não há nenhum rolo, nenhum problema. Assine a CPMI e vamos investigar. Porque, realmente, debaixo desse angu, tem muito queijo”, disse.

“A gente quer saber o valor real desse filme. 134 milhões de reais? Ninguém acredita. O irmão dele teve ou não teve acesso a esse dinheiro? Deputados e deputadas fizeram ou não fizeram emenda parlamentar para este fundo que finge ser um filme? O que foi lavagem de dinheiro? Como Vorcaro e Zettel, com dinheiro de aposentados, foram sustentar esse fundo bolsonarista? Tudo são perguntas que precisam ser respondidas”, completou Correia.

“A CPMI ora proposta não possui qualquer finalidade de censura artística, controle ideológico ou limitação da liberdade de expressão”, ressalta o requerimento. O objeto da investigação, segundo o documento, é apurar a origem dos recursos, verificar a regularidade dos aportes financeiros, identificar eventuais beneficiários ocultos, examinar possível financiamento político irregular e investigar eventual utilização de produto cultural como mecanismo de abuso de poder econômico e propaganda eleitoral dissimulada.

“Quero ver Flávio Bolsonaro, que não tem coragem de abrir o seu sigilo, ter a coragem de assinar a CPMI do filme de Jair Bolsonaro”, afirma.

O que falta para implementar a CPMI
Conforme o Regimento Comum do Congresso Nacional, após esse primeiro passo, o colegiado só é instalado após o cumprimento de quatro etapas principais.

1. Recolhimento de assinaturas

O primeiro passo é o recolhimento de assinaturas de parlamentares para apoiar o requerimento de criação. Para uma CPMI, é necessário o apoio de pelo menos um terço dos membros da Câmara dos Deputados e um terço dos membros do Senado. Como a Câmara tem 513 deputados e o Senado 81 senadores, são necessárias, no mínimo, 171 assinaturas de deputados e 27 de senadores.

2. Protocolo e leitura em Plenário

Após atingido o número mínimo de assinaturas, o requerimento é protocolado na Mesa do Congresso Nacional. Em seguida, o presidente do Congresso Nacional (que é o presidente do Senado) faz a leitura da proposta em sessão conjunta do Congresso, oficializando o pedido.

3. Definição da composição

A Mesa do Congresso Nacional calcula a proporcionalidade partidária para definir quantas vagas titulares e suplentes cada partido ou bloco parlamentar terá direito. Como a CPMI proposta é composta por 15 deputados e 15 senadores titulares, com igual número de suplentes, esses números são usados como base para o cálculo.

4. Indicação dos membros e instalação

Após a definição das vagas, os líderes partidários indicam os nomes dos parlamentares que irão compor a CPMI. Com as indicações formalizadas, o presidente do Congresso Nacional convoca a primeira reunião da comissão, momento em que ela é oficialmente instalada. Nessa reunião, os membros elegem o presidente e o relator (um deputado e um senador, cargos que são divididos entre as duas Casas), e a CPMI tem até 180 dias para concluir os trabalhos.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Transformar o Brasil num putei…, Digo, num Rio de Janeiro

A famosa capacidade de regeneração da extrema-direita e do Centrão: tomam banho de lama e saem cheirando a perfume. O Rio de Janeiro virou laboratório vivo do bolsonarismo: violência, milícia, corrupção e aparelhamento. Mesmo assim, parte expressiva da população ainda entrega o voto para repetir a receita em escala nacional — transformar o Brasil inteiro num grande Rio de Janeiro.

O país finge normalidade. Jair Bolsonaro foi condenado por tentativa de golpe de Estado. Flávio Bolsonaro, o “filho do caos”, circula como se nada representasse risco à democracia. A imprensa — inclusive a dita progressista — trata o clã com luvas de pelica. “Se eu sei tantos podres da família Bolsonaro, imagina o que a imprensa sabe”, desabafa quem acompanha o circo de perto. Ainda assim, há quem cogite votar no filho para presidente em 2026. É o cúmulo da amnésia coletiva.

Na extrema-direita e no Centrão, escândalo não mata ninguém. Tomam banho de lama, saem cheirando a perfume Chanel e voltam para o palco como se nada tivesse acontecido.

A grande mídia brasileira, elitista e racista até o osso, faz exatamente o que Malcolm X avisou: “Se você não for cuidadoso, a imprensa te fará odiar os oprimidos e amar os opressores.” E o pior: está funcionando para muita gente.

O Rio de Janeiro já é o laboratório do bolsonarismo: milícia, violência, corrupção e aparelhamento. E tem brasileiro querendo repetir essa receita no Brasil inteiro. Querem transformar o país num grande Rio de Janeiro… ou melhor, num grande puteiro.

Pois é, bolsonarista, a sua piscina está cheia de ratos e suas ideias não correspondem aos fatos, mas saiba que ainda estão rolando os dados porque o tempo não para. E viva Cazuza!!!!!!


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Zarattini: “Lula virou o jogo e vai crescer nas próximas pesquisas”

Deputado do PT afirma que operação contra Ciro Nogueira e agenda internacional de Lula alteraram o cenário político

O deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP) afirmou que o cenário político mudou após a operação da Polícia Federal envolvendo o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Washington. Segundo ele, a conjuntura que até poucos dias atrás era marcada por avaliações negativas sobre o governo federal passou a apresentar sinais de recuperação política do presidente.

“Até alguns dias atrás o clima era de derrota do governo. Falavam que o Flávio Bolsonaro estava crescendo nas pesquisas, que o Lula tinha virado um ‘pato manco’. Mas bastaram alguns dias para a situação mudar completamente”, declarou.

Para Zarattini, a busca e apreensão realizada pela Polícia Federal contra Ciro Nogueira e a agenda internacional de Lula alteraram o ambiente político nacional. “Hoje, o pato manco já não está mais manco. A situação é outra. Já começaram a aparecer pesquisas mostrando redução dos votos do Flávio Bolsonaro”, afirmou.

O parlamentar também relacionou a mudança de cenário ao desempenho do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apontando crescimento da desaprovação ao governo paulista. Segundo ele, isso pode impactar diretamente o campo bolsonarista na disputa presidencial.

“Em São Paulo já existem pesquisas mostrando aumento da desaprovação do Tarcísio. Isso é muito importante porque a votação paulista é decisiva. Se a votação do Haddad cresce e a do Tarcísio diminui, isso repercute nacionalmente”, disse.

Zarattini avaliou que a gestão estadual enfrenta desgaste em temas como a privatização da Sabesp e o sistema de pedágio eletrônico free flow. “Existe uma revolta muito grande da população com a privatização da Sabesp. Há pesquisas indicando que mais de 60% defendem a reestatização. O free flow também está amplamente rejeitado”, afirmou.

Na avaliação do deputado, a mudança no ambiente político pode produzir novos resultados eleitorais já nas próximas semanas. “O cenário está mudando rapidamente. Pode ser que em poucos dias a gente veja pesquisas apontando outra realidade”, declarou.

O parlamentar também comentou os reflexos desse quadro sobre a estratégia eleitoral do campo governista para 2026. Segundo ele, a prioridade do PT será ampliar alianças nos estados e aumentar as bancadas no Congresso Nacional.

“Nós queremos ampliar a bancada na Câmara e reduzir a presença da extrema direita no Senado. Vamos fazer alianças para construir uma base mais sólida”, afirmou Zarattini ao 247.

Zarattini disse ainda que o governo precisará manter articulação política para aprovar projetos considerados prioritários, como a redução da jornada de trabalho e medidas econômicas ligadas ao controle da inflação. Mesmo diante de derrotas recentes no Congresso, ele afirmou que o governo não deve agir de forma imediatista.

“A gente tem que levar em conta aquele velho lema: vingança é um prato que se come frio. Vai chegar o momento em que será possível dar a virada”, declarou.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Nem orando: Tempos penosos para a direita bolsonarista

O momento é complicado para o campo da direita bolsonarista no Rio e na pré-campanha de 2026. Duas frentes principais envolvem Flávio Bolsonaro (pré-candidato à Presidência pelo PL) e Cláudio Castro (ex-governador do RJ, do PL, cotado para o Senado).

Flávio Bolsonaro e o caso Daniel Vorcaro (Banco Master)

O principal problema recente é o vazamento de áudios (divulgados pelo Intercept Brasil em maio de 2026) em que Flávio cobra valores (cerca de R$ 135 milhões) de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master (em liquidação e alvo de investigações por fraudes bilionárias, esquema tipo pirâmide e ligações com milícias).

O dinheiro seria para o filme The Dark Horse, sobre a vida de Jair Bolsonaro (com Jim Caviezel cotado). Flávio admitiu o pedido, mas classificou como patrocínio privado para um filme privado, negando irregularidades ou influência política. Ele disse frases como “não tem que justificar nada”.

A PF investiga relações com Vorcaro. Há resistência interna no PL para defender Flávio por medo de mais revelações. Pesquisas (como Datafolha) estão sendo feitas para medir o desgaste na corrida contra Lula. Aliados veem “inferno astral” na pré-campanha.

Isso se soma a casos antigos como as rachadinhas (ainda com tramitações no STJ/STF, mas com dificuldades de reabertura).

Cláudio Castro e a Operação Sem Refino (Refit)

Em 15 de maio de 2026, a PF deflagrou operação com mandados de busca na casa de Castro (Barra da Tijuca). Ele foi alvo por suspeitas de uso da máquina pública para favorecer o Grupo Refit (refinaria de Manguinhos), em esquema de fraudes fiscais, lavagem de dinheiro e rombo estimado em R$ 52 bilhões (bloqueio de ativos).

Investigação aponta que o governo Castro teria criado parcelamentos tributários e dificultado ações contra o grupo. Alvos incluem ex-secretários, policiais e o empresário Ricardo Magro (com difusão vermelha da Interpol).

Castro já enfrentava inelegibilidade até 2030 em alguns julgamentos, como no TSE por contratações na Ceperj e outras apurações sobre Rioprevidência e Banco Master.

Impacto no PL: Castro era o nome de Flávio para o Senado no RJ. Agora, ala majoritária do partido no Rio quer retirá-lo do palanque para evitar contágio na campanha presidencial de Flávio e na de governador Douglas Ruas. Flávio deve dar a palavra final.

Tempos ruins para a direita

Esses episódios ocorrem em ano pré-eleitoral, com Flávio aparecendo bem em algumas pesquisas de 2026 contra Lula, principalmente em segundo turno), mas com desgaste crescente.

A direita bolsonarista no RJ governa o estado desde 2019, Wilson Witzel → Castro, e enfrenta acusações de ligação com milícias, fraudes e favorecimento a empresários investigados.A narrativa de parte da oposição e da mídia é de “desgaste” ou “bomba” na pré-campanha.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs