O Banco Master e a Refit utilizaram dinheiro do crime organizado para patrocinar um evento do Valor Econômico (do grupo Globo) em NY
A manchete emula apenas o padrão do Jornal Nacional, copiando a manchete do Estadão em relação a Fábio Luís Lula da Silva.
Se fosse aplicado aos regabofes da Globo, patrocinados por Daniel Vorcaro, o sentido da manchete poderia ter sido o mesmo.
Os jornais repetem, passo a passo, a escandalosa campanha da Lava Jato. Na época, a revista Veja, dirigida por Eurípides Alcântara, soltava o lixo. E o Jornal Nacional repetia, achando que, assim, não sujaria suas mãos. Agora a parceria é entre o Estadão – dirigido pelo mesmo Eurípides – e o Jornal Nacional.
O padrão Veja está nítido nessa manchete.
A matéria diz que a Polícia Federal está investigando se o tal careca do INSS teve como beneficiário final uma agência de viagens que emitiu passagens para Lulinha. Não confirma o pagamento para a agência, não estabelece uma relação sequer com Lulinha – a não ser o fato de Roberta Luchinger ter pago uma passagem para ele.
Uma não-notícia, vazada pela Polícia Federal. Apesar do discurso indignado do diretor geral da PF, de que a organização não vaza informações, ela vaza não apenas informações, mas boatos e desconfianças antes de sua comprovação. Pelo visto, Andrei Rodrigues é o último a saber.
Primeiro, a matéria não diz que a tal agência é beneficiária. Diz que a PF ainda investiga. Depois, não estabelece qualquer relação com Lulinha. Apenas informa que Roberta Luchsinger – apresentada como “amiga do Lulinha” – vale-se dos serviços de tal agência e andou pagando viagens para Lulinha através da agência.
O lance seguinte é a informação – mais que conhecida, já divulgada pelos próprios advogados de Lulinha – que o careca do INSS pagou uma viagem de Roberta e Lulinha a Portugal, para conhecer uma fábrica de cannabis, cuja produção ele teria interesse em vender no Brasil.
Por que o careca e sua lobista, Roberta Luchsinger, envolveram Lulinha? Pela mesma razão que o Master patrocinou evento da Globo, contratou escritórios de Ricardo Lewandowski e Alexandre Moraes: demonstração de prestígio. Lulinha é o filho do homem.
O Banco Master e a Refit utilizaram dinheiro do crime organizado para patrocinar um evento do Valor Econômico (do grupo Globo) em Nova York, merecendo elogios de dirigentes da Globo. E suas ligações com o submundo já eram amplamente conhecidas, ainda mais pelos analistas da Globo.
Os jornalões já provocaram uma tragédia política no país, com a ignominiosa cobertura da Operação Lava Jato. Sua repetição é uma ameaça ao Brasil formal. E, se a ignorância não fosse tão crassa, saberiam que seu reinado só acontece no Brasil formal, não na selvageria terraplanista que sucederá em caso de vitória de seu candidato Flávio Bolsonaro.
Assim como no período do Jair, serão os primeiros a pagar a conta.
*Luis Nassif/GGN
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Globo e GloboNews, a manipulação a gente vê por aqui.
“Dia da vergonha na Gnews. Os tios dos churrascos e as tias do zap também sabem fazer jornalismo desse jeito”, postou a profissional
Jornalista premiada, que trabalhou por 42 anos na Rede Globo, Neide Duarte não se conteve com a decisão editorial da GloboNews, que veiculou em sua programação, nesta sexta-feira (20), um PowerPoint vergonhoso sobre o escândalo do Banco Master.
A ilustração “explicativa” ataca o governo Lula, o PT e omite descaradamente nomes como Jair Bolsonaro, Campos Neto, Tarcísio de Freitas, Cláudio Castro e Ibaneis Rocha, apenas para citar alguns exemplos. Neide foi às redes sociais para demonstrar sua indignação.
“Quando passei pela sala e vi rapidamente a tela da TV me pareceu um programa de algum culto pentecostal que resolveu fazer o seu jornalzinho rápido para atacar o Lula. Mandaram alguém pegar uma cartolina cor da pele, colar algumas fotos e fazer linhas associando alhos com bugalhos, pão de queijo com fuzil, brincadeira de criança com tornozeleira eletrônica”, começou a jornalista.
“No meio a foto com cara de rico de Vorcaro, bem debaixo dele a estrela do PT, como se ele fosse um petista, acima deles Lula, como se fosse o chefe de tudo. Numa órbita bem distante do centro estavam Ciro Nogueira, Nikolas Ferreira, Antonio Rueda, João Doria, Hugo Motta, Davi Alcolumbre”, destacou.
“Acredito que a editoria que mandou fazer essa cartolina esqueceu vários nomes principais dessa história, por exemplo, Roberto Campos Neto, o ex-presidente do Banco Central, foi na época dele que tudo começou, Tarcísio de Freitas que recebeu 2 milhões de reais de Vorcaro, Jair Bolsonaro que recebeu 3 milhões de reais de Vorcaro, Ibaneis Rocha, governador de Brasília que quis comprar o Banco Master através do Banco de Brasília, para salvar Vocaro, Cláudio Castro, governador do Rio que investiu bilhões do Fundo de previdência dos funcionários públicos do Rio em papéis podres do Master”, enfatizou Neide.
“Falta de respeito”
“Talvez se isso tivesse sido exibido por uma TV Rodoviária de alguma cidade pequena do interior, seria uma grande mentira, mas não um grande problema. Ser exibido pela emissora que um dia teve orgulho de dizer que tinha um padrão de qualidade é jogar na nossa cara, telespectadores, a falta de respeito que tem por nós. Esse episódio aceita vários nomes, menos o de jornalismo”, desabafou.
E, para finalizar, Neide fechou com chave de ouro: “Dia da vergonha na Gnews. Os tios dos churrascos e as tias do zap também sabem fazer jornalismo desse jeito”. Com Forum.
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Assim como aconteceu em 2015/2016, se o governo não agir urgentemente, será outra vez engolfado por uma farsa monstruosa da Globo e mídia hegemônica em consórcio com a oposição, com o empresariado, o agronegócio, militares e setores da PF e do judiciário, inclusive do STF.
Naquela crítica conjuntura pré e trans-golpe contra Dilma, ninguém acreditava que o governo e o PT seriam arrastados no escândalo batizado pela Globo como “Petrolão”, pelo simples fato de que os envolvidos em atos criminosos e de corrupção eram dirigentes da Petrobrás vinculados ao PP, MDB e outros partidos da centro-direita e direita.
E também ninguém acreditava que as fábulas inventadas pela Globo do pedalinho de lata do sítio de Atibaia e do triplex na praia de Guarujá seriam validadas pelo juiz-ladrão Sérgio Moro como acusações criminais minimamente aceitáveis.
No entanto, por trás da inocência [ou da boa-fé, da ingenuidade, da paralisia, ou da catatonia] do governo, aquele processo conduzido pela gangue de Curitiba e incensado pelos grupos de mídia tinha o claríssimo propósito de derrubar Dilma, criminalizar o PT e impedir Lula de concorrer e vencer a eleição de 2018.
Na época, a reação do governo, da sua base parlamentar e social, assim como do PT foi, para dizer o mínimo, tíbia e catatônica. Episódio que resume bem esse sentimento foi a paralisia diante da ordem ilegal e absurda do ministro do STF Gilmar Mendes proibindo Lula de assumir a chefia da Casa Civil do governo Dilma.
Não houve uma reação à altura daquela violência política e institucional que, acontecesse numa democracia funcional, derrubaria não o governo, mas o juiz da Suprema Corte autor de tamanha brutalidade inconstitucional.
Neste momento, faltando pouco mais de seis meses para a eleição de outubro, estamos vendo acontecer exatamente a mesma coisa. E, nesta farsa repetida como tragédia, assistimos o governo tímido, sem agir energicamente para deter os abusos e conter a farsa que avança perigosamente.
Há uma orquestração explícita que envolve agentes do Estado, mídia e atores da política para envolver Lula e o governo no escândalo do INSS e, principalmente, no desfalque bilionário do Banco Master.
A Globo assumiu a liderança dessa narrativa, inclusive com a produção de elementos gráficos de grande valor simbólico, como os powerpoints da época da Lava Jato.
Fez isso no programa Estúdio i da Globo News de 6 de março, com uma peça intitulada “ACESSOS E CONEXÕES DE DANIEL VORCARO” [caixa alta no original] ilustrada com uma fotografia do Lula em primeiríssimo lugar no organograma.
E repetiu a dose de canalhice no programa desta 6ª feira, 20 de março, com o powerpoint “CONEXÕES DE DANIEL VORCARO”.
Esta peça criminosa, apresentada e comentada em detalhes através do texto lido pela jornalista Andreia Sadi inclui Lula, Guido Mantega, Ricardo Lewandowski –todos que não têm absolutamente nada a ver com a roubalheira do Master–, e também Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central que interrompeu o crime e mandou liquidar o Master.
Incrivelmente, contudo, o powerpoint da Globo News não incluiu Bolsonaro, Ibaneis Rocha, Cláudio Castro, representantes da Faria Lima, Roberto Campos Neto, que permitiu a expansão do esquema e foi conivente com crimes, e pasme, não incluiu a própria Globo, que foi financiada por Vorcaro em evento em Nova Iorque, afora outros patrocínios e mimos que pode ter recebido do esquema mafioso.
Voltamos a 2015/2016. Sabemos que se não houver uma reação política e institucional contundente em relação à PF, ao judiciário e à mídia, o governo será fagocitado pela espiral conspirativa e verá a reeleição do presidente Lula escorrer líquida por entre os dedos da mão.
*Do blog de Jeferson Miola
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O comentarismo da GloboNews anda tentando, aravés de muita fisioterapia, tirar a calça pela cabeça, sob a coordenação motora dos Marinho.
Um de cada dez fatos ligando explicitamente a direita a Vorcaro e ao Master, incluindo a Globo, como foi fartamente denunciado pela imprensa independente, mostra uma faixa elástica de extrema resistência entre Vorcaro e o Grupo Globo, incluindo o jornal Valor Econômico e os rapapés de Vorcaro em evento oficial do império Globo em Nova York, patrocinado pelo próprio Vorcaro.
Isso é uma tentativa de reabilitação da imagem de Bolsonaro que, junto com Tarcísio de Freitas, bolsonarista, recebeu de Vorcaro direto em suas contas o valor de R$ 5 milhões, oriundos do mar de lama que envolve o sistema financeiro e o Banco Master de Vorcaro.
Não há resistência possível da Globo que sustente narrativas enviesadas e coordenadas para dar a amplitude ao esquema e enfiar Lula e o PT nessa possilga.
O mecanismo da Globo, nesse caso, projetado para prevenção e tonificação da própria imagem, é progressivo, usando várias cores e níveis crescentrs de manipulação.
Os exercícios contorsionistas variam de acordo com o comentarista da GloboNews que, através de frases de efeito, realiza uma borracha termoplástica na língua na tentativa de t5ransformar a seco o produto da corrupção, envolvendo a direita, sobretudo a bolsonarista e o Master em uma indeterminada, manipulada, mal-ajambrada inclusão de Lula num elo inexixtente entre a esquerda e Vorcaro.
Ou seja, dependendo do seu uso, na boca dos boquirrotos da Globo, o dano político tem que ser focado na reeleição de Lula, a partir de uma cirúrgica projeção perespiritual com sistema próprio que retorne para o governo Lula aquilo que o governo escancarou e que chapiscou na Globo.
O importante é que o telespectador compre, mesmo que de leve, uma versão absolutamente absurda, malandra, mas principalmente criminosa para que a punição oas culpados de toda a roubalheira de Vorcaro, produza efeitos adversos contra quem denunciou o esquema.
É o bandido tentando prender o juiz, o delegado, o policial para livrar a própria cara.
Assim é fácil.
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A ferocidade de Merval Pereira contra os ministros do STF exige de nós uma lembrança simples. A Globo, que era sócia de Sergio Moro na Lava Jato com toda orientação estética imposta durante aquele espetáculo de cartas marcadas, comandado por Moro, era parte da podridão dos Marinho, o que significa que a conclusão do STF de que Moro era parcial, tendencioso, faccioso, favorável aos interesses da direita e, logicamente, suspeito como juiz da Lava Jato, todos esses atributos cairam com perfeição no colo da própria mídia, que até hoje trata Moro e sua Lava Jato como operação heróica, mesmo sabendo que o ex-juiz, junto com Deltan Dallagnol, tentou roubar R$ 2,5 bilhões da Petrobras.
Todas as revelações do Intercept, trouxeram à luz o concluio dos dois vigaristas para condenar Lula sem qualquer priova de crime.
Merval, num papo na GloboNews com Natuza Neri, Flávia Oliveira e até com Miriam Leitão, em que seus colegas disseram que a mídia, ou seja, a própria Globo carregou a mão nos ataques injustíficáveis ao STF e Mercal se alterou, escomungando os ministros, dizendo que eles não mandam no Brasil.
O mesmo Merval, que escreveu um livro exaltando a farsa do mensalão e que lhe deu um desingonçado fardão da ABL, virou piada nacional.
Dia desses, num programa com Julia Duailibi, em que Marco Aurélio Mello e Ayres Brito eram os entrevistados, Marco Aurélio disse, em tom áspero contra o STF que, quando ambos eram ministros do Supremo jamais foram hostilizados na rua.
Então, fica a pergunta, eles alguma vez contrariaram os interesses da Globo em seus votos? Não. O que explica por que eles jamais foram hostilizados nas ruas porque jamais sofreram campanha negativa orquestrada pelos Marinho, como é feita contra o STF desde a liberdade de Lula.
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Em guerra aberta contra Moraes, clã Marinho revela que peritos da PF “ouvidos de forma reservada” seriam as fontes dos vazamentos seletivos do Caso Master aos jornalistas da Globo.
Em guerra aberta contra Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o clã Marinho, por meio do jornal O Globo, usou peritos da Polícia Federal “ouvidos de forma reservada” – ou seja, “em off”, sem identificar a fonte no jargão jornalístico – para contradizer a versão do ministro sobre a suposta troca de mensagens com Daniel Vorcaro no dia 17 de novembro de 2025, horas antes de o dono do Banco Master ser preso no Aeroporto Internacional de Guarulhos, onde embarcaria em um jatinho tendo Dubai como destino final.
Na capa da edição digital deste domingo (8), o jornal – porta-voz político do clã Marinho – mostra o desejo de que Daniel Vorcaro firme um acordo de delação com a PF, de onde partem os vazamentos seletivos ao grupo de mídia, e não com a Procuradoria-Geral da República.
Em nota de cinco linhas, o colunista Lauro Jardim – que aparece sendo ameaçado por Vorcaro nas mensagens tornadas públicas na última semana – afirma que o banqueiro “passou a considerar a sério uma delação premiada” e ventila que “a ideia é que a colaboração seja feita com a PF — e não com a PGR, onde a avaliação é que haja menos espaço para que seja aceita”.
Em outra nota curta, de três linhas, na mesma edição, o jornalista ainda afirma, sem apresentar quaisquer provas, que Moraes, além da mansão de Brasília, “conheceu também a casa de R$ 300 milhões que o banqueiro liquidado alugava em Trancoso — um imóvel de 40 mil metros quadrados, 12 suítes, cinco bangalôs e muito, muito mais”, em novo achaque ao ministro.
Vazamentos O jornal ainda revela, em reportagem intitulada “Software da PF e peritos contradizem explicação de Moraes sobre diálogo com Vorcaro”, que os vazamentos ao jornal partem de peritos e agentes da Polícia Federal, que agora municiam o clã Marinho para rebater a versão de Alexandre de Moraes sobre a suposta ligação a Vorcaro no fatídico 17 de novembro de 2025.
Em nota divulgada na última sexta-feira (6), Moraes afirma que “análise técnica realizada nos dados telemáticos de Daniel Vorcaro, tornados públicos pela CPMI do INSS, constatou que as mensagens de visualização única enviadas por ele no dia 17 de novembro de 2025 não conferem com os contatos do ministro Alexandre de Moraes nos arquivos apreendidos”.
“A mensagem e o respectivo contato estão na mesma pasta do computador de quem fez os prints (Vorcaro). Ou seja, fica demonstrado que as mensagens (prints) estão vinculadas a outros contatos telefônicos no computador de Daniel Vorcaro, jamais ao Ministro Alexandre de Moraes”, diz o ministro na nota, afirmando que sabe “os nomes e contatos das pessoas vinculadas aos respectivos arquivos”, mas que não revelaria pois o caso está em sigilo, decretado por André Mendonça.
No mesmo dia, o clã Marinho, em nota n’O Globo afirma que as informações divulgadas pela coluna de Malu Gaspar não estão baseadas nos documentos tornados públicos pela CPMI do INSS, embora os prints das conversas divulgados pelo jornal constem no material sem alusão direta ao destinatário.
As supostas conversas com Moraes, incluindo a que o banqueiro teria indagado “Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?”, teriam sido feitas em bloco de notas e enviadas por print da tela e estão alocadas em uma pasta com as imagens nos documentos divulgados pela CPMI, conforme confirmado pela Fórum.
“No material exibido pelo GLOBO, constam no envio das mensagens o número e o nome do ministro Alexandre de Moraes, que foi conferido e checado pelo jornal. Para proteger informações pessoais do ministro, o número de Moraes usado à época dos diálogos com Vorcaro foi coberto nos prints publicados nas edições impressa e digital da reportagem. As informações foram checadas ao longo da última quinta-feira (5) com fontes que acompanham de perto os desdobramentos do caso”, disse O Globo na sexta-feira, sem citar quais seriam essas “fontes”.
Peritos da PF Na reportagem deste domingo, O Globo revela que essas fontes são peritos da PF “ouvidos pelo GLOBO de forma reservada” que teriam atuado na perícia realizada no aparelho celular de Vorcaro.
“Peritos da PF que já trabalharam com o IPED, ouvidos pelo GLOBO de forma reservada, confirmaram que, ao extrair os arquivos, o programa utiliza outra lógica para organizá-los”, diz o texto.
O IPED (Indexador e Processador de Evidências Digitais) é um software desenvolvido pela Polícia Federal que foi usado para análise do material enviado à CPMI. Como o software é livre, ele foi distribuído juntamente com os documentos tornados públicos sobre o celular de Vorcaro.
A versão de Moraes cita o uso desse software e, conforme confirmado pela Fórum, mostra que os arquivos não estão conectados a uma suposta troca de mensagens entre o ministro e o banqueiro.
“Pela lógica apresentada pelo ministro, a divisão dos arquivos nas pastas disponibilizadas à CPI demonstraria que as capturas de tela feitas por Vorcaro seriam direcionadas a terceiros, e não a ele. Entretanto, uma análise dos arquivos revela que os prints e os contatos só foram alocados na mesma pasta por um padrão utilizado pelo software de extração de evidências usado pela PF, que, neste caso, não vincula o arquivo ao seu destinatário no WhatsApp”, diz o jornal.
Em seguida, O Globo afirma que o histórico de conversas por WhatsApp do banqueiro “não consta nesta extração entregue à CPI , mas também pode ser recuperado, o que, conforme publicado pelo GLOBO na sexta-feira, foi feito pela Polícia Federal no decorrer das investigações”.
O porta-voz do clã Marinho, então, revela que teve acesso a um outro material da perícia “realizada por um software específico que exibe conjuntamente as mensagens e os arquivos enviados, revertendo, na prática, a visualização única da mensagem”, mostrando que é municiada por agentes da própria PF.
“Peritos da PF ouvidos pelo GLOBO afirmam que, diferentemente do que o ministro diz, o fato de os arquivos estarem na mesma pasta não tem relação com o envio de mensagens. Segundo eles, essa distribuição dos prints e dos contatos salvos no celular de Vorcaro, após serem extraídos do celular, é uma organização própria do programa”, diz o clã Marinho, confrontando a versão do ministro.
“Corrupção” Na mesma edição, o clã Marinho escala seu principal porta-voz, o editorialista Merval Pereira, para atacar Moraes em um artigo com o sugestivo nome “sobre corrupção”, termo historicamente usado pela mídia corporativa e a burguesia para atacar inimigos políticos e incitar animosidades às vésperas de eleições decisivas.
“Nenhuma pessoa em juízo perfeito aceitaria que sua mulher tivesse um contrato de R$ 129 milhões com um banqueiro que está enrolado pela Justiça e claramente acabará sendo julgado pelo mais alto tribunal do país, do qual faz parte. Moraes garantiu ser mentira que parentes de ministros do Supremo atuem em casos que estejam sendo julgados por eles, mas é a própria contradição ao que afirma. O contrato pode ser legal, mas é imoral diante de qualquer parâmetro do mercado advocatício”, dispara, usando o pagamento, não comprovado, do valor à Viviane Barci de Moraes atrelando à “corrupção”.
“Usar mensagens que se autodestroem no aplicativo significa, segundo o próprio ministro Alexandre de Moraes, uma tentativa de obstruir a Justiça, um indicativo de culpa de quem tentou impedir que suas mensagens fossem lidas, segundo afirmou em algumas de suas decisões. Mas ele mesmo usou esse artifício em diálogos suspeitos com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, no dia de sua primeira prisão. Quem fez maior dano ao país, à sociedade brasileira, o ladrão que corrompeu as autoridades para fazer seus negócios, ou aquele que se deixou corromper?”, segue Merval, em linha com o bolsonarismo.
Após ignorar figuras do Centrão e ex-ministros de Jair Bolsonaro (PL) envolvidos na trama do banqueiro – focando nos ministros do STF e obviamente em Lula, Pereira enfatiza a torcida da Globo por um acordo de delação com suas fontes na PF.
“Com uma coisa Vorcaro pode se contentar: aconteça o que acontecer, ele desmontou um sistema de conluios e corrupção que dominava o centro do poder. Que será totalmente desvelado se (quando) fizer sua delação premiada’, conclui.
*Plinio Teodoro/Forum
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Somente quem tem a consciência tranquila, abre suas contas para mostrar a movimentação financeira, entrada e saída de dinheiro, como fez Lulinha.
A BolsoGlobo usou mãos de luva para roubar a verdade e induzir, com seu capotão, que Lulinha recebeu depósitos R$ 19 milhões em 4 anos, quando, na realidade, ela soma as entradas e saídas da conta. Ou seja, entraram, por conta do trabalho de Lulinha, que é empresário, quase R$ 9 milhões em 4 anos, da mesma forma que saíram. Detalhe, nenhum centavo é público. Somando os dois, entrada e saída, aproximadamente R$ 19 milhões.
É o velho truque dos Marinho, de dar uma manchete confusa para ser confusamente compreendida pela população.
Isso deixa claro que a Globo está apostando tudo na campanha de Flavio Bolsonaro que, assim como irmãos e pai, jamais trabalhou na vida e todos viveram e vivem, um a um, das gordas tetas do Estado, ou seja, do suor dos impostos pagos pelo povo brasileiro, a quem a Globo tanto odeia.
A pergunta chega a ser boboca, os Marinho têm coragem de abrir suas contas bancárias para saber quem e quanto é depositado durante 4 anos para pagar a campanha que fazem em favor dos grandes banqueiros agiotas desse país?
Esse incessante ladrido contra Lula desde que o atual presidente da República ainda era líder sindical, em plena ditadura apoiada pela Globo, é guiado pelo próprio rabo que norteia os interesses de quem fez império a partir de sua parceria com a ditadura e com os EUA contra o Brasil e os brasileiros.
O Jornal Nacional, assim como o jornal O Globo, com suas matérias canalhas, não provou qualquer ilícito de Lulinha, mesmo sabendo disso, sua intenção é incorporar contra Lula, a favor de Flavio, uma pulga atrás da orelha dos eleitores.
Assim, ela vai constuindo cortina de fumaça para um passado todo cagado de corrupção, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, rachadinha e peculato que fazem parte do sarcófago da história do clã Bolsonaro e, junto, testar hipóteses que possam dar nova direção de seus ataques a Lula.
A matéria não traz absolutamente nada contra Lulinha, mas a monarquia dos Marinho acrescenta na variedade de acusações contra Lula e sua família, mais uma pecha de irrigação contra a seriedade e legalidade de todos os passos dados por Lula há pelo menos 50 anos.
Na verdade, não há diferença moral entre a turma do Vorcaro com a turma dos Marinho. Por isso, de vez em quando, eles se estranham, como acontece com as organiações criminosas no Brasil.
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A mão de Merval Pereira estava coçando para mergulhar de ponta-cabeça na campanha de Flavio Bolsonaro.
As varejeiras do Globo funcionam assim, revoam de boca babosa por gorjetas gordas, o que sempre foi de interesse da direita brasileira.
Como se sabe, o Grupo Globo nunca teve boa reputação, ele stá sempre pronto para uma empreitada bem paga para defender candidatos da direita e atacar os de esquerda. A Globo trabalha para a oligarquia, desde sempre.
Os Marinho fizeram seu império, tijolo sobre tijolo, com o que existe de mais podre no Brasil e fora dele, já que é o principal panfleto dos EUA dentro do Brasil e contra o Brasil.
Racista por tradição, a Globo vive de mentiras engenhosas para segregar negros e pobres e enaltecer brancos e ricos.
Nesse momento, repete a dose das campanhas pró-Collor, FHC, Aécio e do próprio Bolsonaro, em 2018 e em 2022.
Então, o apoio à campanha de Flavio Bolsonaro pela Globo, ao seu projeto Brasil/Milícia ou Brasil/Muzema, tem como objetivo agitar a massa da fauna para manter o fundo escuro onde habita o clã Bolsonaro.
Ou seja, nada de falar sobre rachadinha, peculato, formação de quadrilha, esritório do crime, assassinos de aluguel, caso Marielle, lojinha de chocolate, mansões compradas a peso de ouro com dinheiro vivo e as que foram compradas fora do Brasil no esquema astuto de lavagem de dinheiro num projeto capotão que, somados, passam de 100 imóveis.
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Merval não é somente aquele bigodinho escrotinho, ele é a voz oficial dos Marinho, os mesmos que atacaram pesadamente Brizola, por ter construído o Sambódromo, a pedido de Darcy Ribeiro e arquitetura de Niemeyer, um espaço que se transformou no pavilhão que abriga o maior espetáculo da terra, o desfile das escolas de samba, ponto alto do carnaval brasileiro.
Isso é muito para a Globo, o império que nasceu da parceria entre a ditadura militar e Roberto Marinho.
Não há outro enredo a ser dito sobre a maior inimiga da cultura brasileira de todos os tempos, a mais totalmente racista, antipobre e antipetro rede de comunicação que, de maneira acelerada, vem perdendo sua hegemonia para a própria coletividade, formada pela massa do povo.
Tudo isso junto gera artigos descaradamente cínicos do quadro soberbo de manchetes negativas contra Lula, eivadas de ódio como uma sobrecarga do bolsonarimso mais filosófico já pensado no Brasil.
Por mais que os Marinho tentem usar alegorias, súmulas, exposições figuradas para exploração financeira do carnaval brasileiro, sobretudo no sambódromo com o colorido magistral das escolas, nas suas evoluções retóricas, fora da caravela colonialista, o quadro noturno do submundo global opera com um culto macabro contra a própria população brasileira.
Por isso o clarão de luz jogado na história de Lula e nos crimes de Bolsonaro pela Acadêmicos de Niterói, deixou a grande mídia furibunda, pois seu desenho traz o vigor de uma cultura protagonizada pelos negros, insuflando uma cena de rara beleza em que a cultura negra, em sua plenitude, fosse apresntada como a própria guardiã da maior expressão cultural brasileira, admirada por todo o planeta.
A ideia da malta golpista era a de ser extremamente antiLula para desclassificar um presidente da República em busca de uma ridícula cassação de sua candidatura à reeleição e, na mesma cena, fazer recair sobre um desfile de filosofia e fisionomia negra os rescaldos desse ataque a Lula.
O fato é que nunca uma pintura foi tão certeira, ainda mais quando, no mesmo desfile, se compara Lula com Bolsonaro que, diga-se de passagem, jamais recebeu dos Marinho uma linha crítica por ter devolvido o Brsil ao mapa da fome em quatro anos, com 34 milhões de miseráveis vivendo abaixo da linha da pobreza.
Para eles, não importa a fome que o povo passava na fila do osso, mas sim a condenação e prisão de Lula sem provas de crime, forjadas pelo herói forjado da Globo, Sergio Moro.
Na verdade, aquele Basil da fome que Bolsonaro que obrigou uma multidão de brasileiros a trajar, foi a paisagem dominante que Bolsonaro carregou como missão da oligarquia da qual a Globo é parte.
Merval Pereira, o mais falso, o mais totalmente reacionário escriba do Globo, senão de toda a mídia brasileira, dedica-se quase exclusivamente seu tempo para vomitar ódio a Lula em cada ponto e vírgula de seus enfadonhos e repetitivos ataques ao presidente da República.
Na realidade, o aboletado, que sempre defendeu a Babilônia neoliberal, é a própria interpretação do que vai na cabeça dos Marinho, na tela e nos jornalões impressos e digitais, até por afinidade racial e moral da classe dominante brasileira.
Então, fica assim, como dizia Brizola, nessa guerra entre Globo e sociedade, nós, como povo, estaremos sempre do lado oposto do velho mundo dos Marinho.
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A jornalista Maria Beltrão, uma das principais apresentadoras da TV Globo, passou a ser alvo de fortes críticas nas redes sociais após rir e fazer uma piada ao comentar, ao vivo, os ataques estadunidenses contra a Venezuela na madrugada deste sábado (3). A reação negativa ocorreu durante a edição do programa “É de Casa”, quando a emissora interrompeu o conteúdo leve do sábado para tratar da ofensiva militar anunciada pelo governo dos Estados Unidos e da suposta captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro.
Diante da gravidade da situação internacional, a Globo chamou o jornalista Alan Severiano, âncora do “Jornal Hoje”, para atualizar os telespectadores. Antes da entrada do colega, porém, Maria Beltrão tentou adotar um tom descontraído e acabou gerando indignação. “Sábado superquente. Alan, eu posso dizer que teve chefe de Estado que não dormiu nessa madrugada, né?”, afirmou a apresentadora, rindo, ao se referir ao sequestro de Maduro anunciado horas antes.
Bizarra a postura da apresentadora da Globo, Maria Beltrão, ao anunciar o ataque dos EUA à Venezuela. Filha de ministro da ditadura militar, ainda noticiou sorrindo que teve “chefe de Estado que não dormiu na madrugada”. pic.twitter.com/2LFeZvatRW
O comentário foi interpretado por muitos como desrespeitoso diante de um episódio que envolveu ataques militares, explosões e incertezas sobre o paradeiro de um chefe de Estado.
A repercussão foi imediata nas redes sociais. Usuários acusaram a jornalista de banalizar um conflito internacional e de tratar com ironia um cenário marcado por violência, instabilidade política e risco à população civil venezuelana.
Além das críticas diretas à postura no ar, internautas passaram a relembrar o histórico familiar de Maria Beltrão. Ela é filha do economista Hélio Beltrão, ministro do Planejamento durante a ditadura militar, nos governos de Costa e Silva e da junta militar de 1969, além de ter atuado no governo João Figueiredo.
Hélio Beltrão foi um dos signatários do Ato Institucional nº 5, o AI-5, marco do período mais repressivo do regime militar, responsável por aprofundar a censura, suspender direitos políticos e abrir caminho para prisões, torturas e mortes de opositores. De acordo com o DCM, entre os episódios associados a esse período está o assassinato do ex-deputado Rubens Paiva, cuja história é retratada no filme dirigido por Walter Salles. Para críticos, o comentário de Beltrão acabou sendo associado simbolicamente a esse passado autoritário.
O comentário foi interpretado por muitos como desrespeitoso diante de um episódio que envolveu ataques militares, explosões e incertezas sobre o paradeiro de um chefe de Estado.
A repercussão foi imediata nas redes sociais. Usuários acusaram a jornalista de banalizar um conflito internacional e de tratar com ironia um cenário marcado por violência, instabilidade política e risco à população civil venezuelana.
Além das críticas diretas à postura no ar, internautas passaram a relembrar o histórico familiar de Maria Beltrão. Ela é filha do economista Hélio Beltrão, ministro do Planejamento durante a ditadura militar, nos governos de Costa e Silva e da junta militar de 1969, além de ter atuado no governo João Figueiredo.
Hélio Beltrão foi um dos signatários do Ato Institucional nº 5, o AI-5, marco do período mais repressivo do regime militar, responsável por aprofundar a censura, suspender direitos políticos e abrir caminho para prisões, torturas e mortes de opositores. Entre os episódios associados a esse período está o assassinato do ex-deputado Rubens Paiva, cuja história é retratada no filme dirigido por Walter Salles. Para críticos, o comentário de Beltrão acabou sendo associado simbolicamente a esse passado autoritário.
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