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Em campanha descarada para Flavio Bolsonaro, Globo faz matéria espingolada sobre Lulinha para tentar atingir Lula

Somente quem tem a consciência tranquila, abre suas contas para mostrar a movimentação financeira, entrada e saída de dinheiro, como fez Lulinha.

A BolsoGlobo usou mãos de luva para roubar a verdade e induzir, com seu capotão, que Lulinha recebeu depósitos R$ 19 milhões em 4 anos, quando, na realidade, ela soma as entradas e saídas da conta. Ou seja, entraram, por conta do trabalho de Lulinha, que é empresário, quase R$ 9 milhões em 4 anos, da mesma forma que saíram. Detalhe, nenhum centavo é público. Somando os dois, entrada e saída, aproximadamente R$ 19 milhões.

É o velho truque dos Marinho, de dar uma manchete confusa para ser confusamente compreendida pela população.

Isso deixa claro que a Globo está apostando tudo na campanha de Flavio Bolsonaro que, assim como irmãos e pai, jamais trabalhou na vida e todos viveram e vivem, um a um, das gordas tetas do Estado, ou seja, do suor dos impostos pagos pelo povo brasileiro, a quem a Globo tanto odeia.

A pergunta chega a ser boboca, os Marinho têm coragem de abrir suas contas bancárias para saber quem e quanto é depositado durante 4 anos para pagar a campanha que fazem em favor dos grandes banqueiros agiotas desse país?

Esse incessante ladrido contra Lula desde que o atual presidente da República ainda era líder sindical, em plena ditadura apoiada pela Globo, é guiado pelo próprio rabo que norteia os interesses de quem fez império a partir de sua parceria com a ditadura e com os EUA contra o Brasil e os brasileiros.

O Jornal Nacional, assim como o jornal O Globo, com suas matérias canalhas, não provou qualquer ilícito de Lulinha, mesmo sabendo disso, sua intenção é incorporar contra Lula, a favor de Flavio, uma pulga atrás da orelha dos eleitores.

Assim, ela vai constuindo cortina de fumaça para um passado todo cagado de corrupção, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, rachadinha e peculato que fazem parte do sarcófago da história do clã Bolsonaro e, junto, testar hipóteses que possam dar nova direção de seus ataques a Lula.

A matéria não traz absolutamente nada contra Lulinha, mas a monarquia dos Marinho acrescenta na variedade de acusações contra Lula e sua família, mais uma pecha de irrigação contra a seriedade e legalidade de todos os passos dados por Lula há pelo menos 50 anos.

Na verdade, não há diferença moral entre a turma do Vorcaro com a turma dos Marinho. Por isso, de vez em quando, eles se estranham, como acontece com as organiações criminosas no Brasil.

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Globo veste a camisa da milícia e vira assessora da campanha de Flavio Bolsonaro

A mão de Merval Pereira estava coçando para mergulhar de ponta-cabeça na campanha de Flavio Bolsonaro.

As varejeiras do Globo funcionam assim, revoam de boca babosa por gorjetas gordas, o que sempre foi de interesse da direita brasileira.

Como se sabe, o Grupo Globo nunca teve boa reputação, ele stá sempre pronto para uma empreitada bem paga para defender candidatos da direita e atacar os de esquerda. A Globo trabalha para a oligarquia, desde sempre.

Os Marinho fizeram seu império, tijolo sobre tijolo, com o que existe de mais podre no Brasil e fora dele, já que é o principal panfleto dos EUA dentro do Brasil e contra o Brasil.

Racista por tradição, a Globo vive de mentiras engenhosas para segregar negros e pobres e enaltecer brancos e ricos.

Nesse momento, repete a dose das campanhas pró-Collor, FHC, Aécio e do próprio Bolsonaro, em 2018 e em 2022.

Então, o apoio à campanha de Flavio Bolsonaro pela Globo, ao seu projeto Brasil/Milícia ou Brasil/Muzema, tem como objetivo agitar a massa da fauna para manter o fundo escuro onde habita o clã Bolsonaro.

Ou seja, nada de falar sobre rachadinha, peculato, formação de quadrilha, esritório do crime, assassinos de aluguel, caso Marielle, lojinha de chocolate, mansões compradas a peso de ouro com dinheiro vivo e as que foram compradas fora do Brasil no esquema astuto de lavagem de dinheiro num projeto capotão que, somados, passam de 100 imóveis.


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Merval sopra o apito de cachorro da Globo convocando o bolsonarismo para destilar ódio contra Lula

Merval não é somente aquele bigodinho escrotinho, ele é a voz oficial dos Marinho, os mesmos que atacaram pesadamente Brizola, por ter construído o Sambódromo, a pedido de Darcy Ribeiro e arquitetura de Niemeyer, um espaço que se transformou no pavilhão que abriga o maior espetáculo da terra, o desfile das escolas de samba, ponto alto do carnaval brasileiro.

Isso é muito para a Globo, o império que nasceu da parceria entre a ditadura militar e Roberto Marinho.

Não há outro enredo a ser dito sobre a maior inimiga da cultura brasileira de todos os tempos, a mais totalmente racista, antipobre e antipetro rede de comunicação que, de maneira acelerada, vem perdendo sua hegemonia para a própria coletividade, formada pela massa do povo.

Tudo isso junto gera artigos descaradamente cínicos do quadro soberbo de manchetes negativas contra Lula, eivadas de ódio como uma sobrecarga do bolsonarimso mais filosófico já pensado no Brasil.

Por mais que os Marinho tentem usar alegorias, súmulas, exposições figuradas para exploração financeira do carnaval brasileiro, sobretudo no sambódromo com o colorido magistral das escolas, nas suas evoluções retóricas, fora da caravela colonialista, o quadro noturno do submundo global opera com um culto macabro contra a própria população brasileira.

Por isso o clarão de luz jogado na história de Lula e nos crimes de Bolsonaro pela Acadêmicos de Niterói, deixou a grande mídia furibunda, pois seu desenho traz o vigor de uma cultura protagonizada pelos negros, insuflando uma cena de rara beleza em que a cultura negra, em sua plenitude, fosse apresntada como a própria guardiã da maior expressão cultural brasileira, admirada por todo o planeta.

A ideia da malta golpista era a de ser extremamente antiLula para desclassificar um presidente da República em busca de uma ridícula cassação de sua candidatura à reeleição e, na mesma cena, fazer recair sobre um desfile de filosofia e fisionomia negra os rescaldos desse ataque a Lula.

O fato é que nunca uma pintura foi tão certeira, ainda mais quando, no mesmo desfile, se compara Lula com Bolsonaro que, diga-se de passagem, jamais recebeu dos Marinho uma linha crítica por ter devolvido o Brsil ao mapa da fome em quatro anos, com 34 milhões de miseráveis vivendo abaixo da linha da pobreza.

Para eles, não importa a fome que o povo passava na fila do osso, mas sim a condenação e prisão de Lula sem provas de crime, forjadas pelo herói forjado da Globo, Sergio Moro.

Na verdade, aquele Basil da fome que Bolsonaro que obrigou uma multidão de brasileiros a trajar, foi a paisagem dominante que Bolsonaro carregou como missão da oligarquia da qual a Globo é parte.

Merval Pereira, o mais falso, o mais totalmente reacionário escriba do Globo, senão de toda a mídia brasileira, dedica-se quase exclusivamente seu tempo para vomitar ódio a Lula em cada ponto e vírgula de seus enfadonhos e repetitivos ataques ao presidente da República.

Na realidade, o aboletado, que sempre defendeu a Babilônia neoliberal, é a própria interpretação do que vai na cabeça dos Marinho, na tela e nos jornalões impressos e digitais, até por afinidade racial e moral da classe dominante brasileira.

Então, fica assim, como dizia Brizola, nessa guerra entre Globo e sociedade, nós, como povo, estaremos sempre do lado oposto do velho mundo dos Marinho.


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Vídeo: Filha de ministro da ditadura, Maria Beltrão ri de Maduro ao vivo na Globo

A jornalista Maria Beltrão, uma das principais apresentadoras da TV Globo, passou a ser alvo de fortes críticas nas redes sociais após rir e fazer uma piada ao comentar, ao vivo, os ataques estadunidenses contra a Venezuela na madrugada deste sábado (3). A reação negativa ocorreu durante a edição do programa “É de Casa”, quando a emissora interrompeu o conteúdo leve do sábado para tratar da ofensiva militar anunciada pelo governo dos Estados Unidos e da suposta captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro.

Diante da gravidade da situação internacional, a Globo chamou o jornalista Alan Severiano, âncora do “Jornal Hoje”, para atualizar os telespectadores. Antes da entrada do colega, porém, Maria Beltrão tentou adotar um tom descontraído e acabou gerando indignação. “Sábado superquente. Alan, eu posso dizer que teve chefe de Estado que não dormiu nessa madrugada, né?”, afirmou a apresentadora, rindo, ao se referir ao sequestro de Maduro anunciado horas antes.

O comentário foi interpretado por muitos como desrespeitoso diante de um episódio que envolveu ataques militares, explosões e incertezas sobre o paradeiro de um chefe de Estado.

A repercussão foi imediata nas redes sociais. Usuários acusaram a jornalista de banalizar um conflito internacional e de tratar com ironia um cenário marcado por violência, instabilidade política e risco à população civil venezuelana.

Além das críticas diretas à postura no ar, internautas passaram a relembrar o histórico familiar de Maria Beltrão. Ela é filha do economista Hélio Beltrão, ministro do Planejamento durante a ditadura militar, nos governos de Costa e Silva e da junta militar de 1969, além de ter atuado no governo João Figueiredo.

Hélio Beltrão foi um dos signatários do Ato Institucional nº 5, o AI-5, marco do período mais repressivo do regime militar, responsável por aprofundar a censura, suspender direitos políticos e abrir caminho para prisões, torturas e mortes de opositores. De acordo com o DCM, entre os episódios associados a esse período está o assassinato do ex-deputado Rubens Paiva, cuja história é retratada no filme dirigido por Walter Salles. Para críticos, o comentário de Beltrão acabou sendo associado simbolicamente a esse passado autoritário.

O comentário foi interpretado por muitos como desrespeitoso diante de um episódio que envolveu ataques militares, explosões e incertezas sobre o paradeiro de um chefe de Estado.

A repercussão foi imediata nas redes sociais. Usuários acusaram a jornalista de banalizar um conflito internacional e de tratar com ironia um cenário marcado por violência, instabilidade política e risco à população civil venezuelana.

Além das críticas diretas à postura no ar, internautas passaram a relembrar o histórico familiar de Maria Beltrão. Ela é filha do economista Hélio Beltrão, ministro do Planejamento durante a ditadura militar, nos governos de Costa e Silva e da junta militar de 1969, além de ter atuado no governo João Figueiredo.

Hélio Beltrão foi um dos signatários do Ato Institucional nº 5, o AI-5, marco do período mais repressivo do regime militar, responsável por aprofundar a censura, suspender direitos políticos e abrir caminho para prisões, torturas e mortes de opositores. Entre os episódios associados a esse período está o assassinato do ex-deputado Rubens Paiva, cuja história é retratada no filme dirigido por Walter Salles. Para críticos, o comentário de Beltrão acabou sendo associado simbolicamente a esse passado autoritário.


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Globo, no primeiro dia do ano, alinha-se a Tarcísio para atacar Lula

Em descarada campanha contra Lula, Globo usa a fala do bolostrô antinacional, Tarcísio de Freitas, para demarcar território e deixar claro que os Marinho são herdeiros de um DNA antipovo, antipreto e, sobretudo, antitrabalhbador.

E é bom que a esquerda não fuja desse embate, tratando o inimigo com tal, e suas intenções para voltar a ter o poder de antes.

Lógico que tem um mata-burro nessa história, chamado Flavio Bolsonaro, colocado pelo pai para não perder a própria cabeça.

Bolsonaro usa a estratégia de sobrevivência, porque sabe que, a vitória de qualquer pessoa da direita, que não seja um dos seus filhos, o sujeito será suicidado.

Ou seja, Bolsonaro precisa dizer para a Globo e afins quem ainda manda na direita, dane-se se Lula vencer a eleição, pois venceria  de qualquer forma, já que o presidente deu um sacode em Bolsonaro, em 2022, mesmo o ogro tendo a máquin na mão.

Assim, Bolsonaro se contenta com não deixar Tarcísio colocar as manguinhas de fora, porque sabe que é traição e estrangulamento imediato.

É a velha história, gambá cheira gambá. traidor cheira traidor.

Mas se a intenção dos Marinho em destacar o ataque grosseiro de Tarcísio ao PT, direcionado a Lula, não terá qualquer efeito a favor de Tarcísio, por que essa exibição de parcialidade do maior grupo de mídia industrial contra a reeleição de Lula?

A resposta está na lógica da velha oligarquia brasileira, quem, até hoje, mantém o ódio em riste contra Getúlio Vargas e afins, por conta da CLT. Para os Marinho, de herança antitrabalhista, qualquer vírgula de avanço dos trabalhadores e da maioria do povo, é uma tragédia.

Isso determinará o conteúdo crítico dos Marinho contra Lula na eleição deste ano, ao estilo, não venceremos Lula, mas faremos o possível para criar barreiras para que sua vitória não signifigue um gol de placa dos trabalhadores brasileiros.

Já Tarcísio tem que se concentrar na sua sobrevivência, porque Lula está fazendo uma frente para atropelar o bolostrô na disputa ao governo de São Paulo, porque Lula, como toda a direita sabe, não joga para perder.


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Renato Gomes, enaltecido pela Globo no caso Master, manobrou no BC para entregar R$ 11 bi a André Esteves, do BTG

Durante a gestão Campos Neto e Paulo Guedes, Esteves teria comprado massas falidas dos bancos Econômicos e Nacional. Com decisões à jato de Renato Gomes, herói da Globo no caso Master, teria transformado “”zumbis bancários, repletos de passivos, em corpos financeiros vivos”.

Classificado como herói por Malu Gaspar e Lauro Jardim, d’O Globo, na liquidação do Banco Master pelo Banco Central, Renato Dias de Brito Gomes, diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução da instituição, teria tomado duas decisões à jato que renderam cerca de R$ 11 bilhões aos cofres do banco BTG Pactual, de André Esteves.

Herdeiro do BTG pactual, instituição criada por Paulo Guedes – ex avalista junto ao mercado da candidatura de Jair Bolsonaro (PL), de quem se tornou “super” ministro da Economia -, Esteves vem sendo blindado pelo clã Marinho e pela mídia liberal na guerra contra Daniel Vorcaro, do Master, que teve início na Faia Lima e foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo informações divulgadas em setembro pelo site O Bastidor o dono do BTG foi beneficiado diretamente por duas decisões administrativas de Renato Gomes sobre as massas falidas dos bancos Econômico e Nacional, que quebraram nos anos 1990 durante o Proer, programa criado por Fernando Henrique Cardoso para socorrer instituições financeiras.

Ressalvando a autoria, de Diego Escotesguy – que caiu no limbo jornalístico após participar ativamente da rede midiática de Sergio Moro no lawafare da Lava Jato como editor-chefe da revista Época, do mesmo grupo Globo -, a reportagem revela detalhes da manobra de Renato Gomes para que André Esteves assumissem o controle dos bancos em duas decisões à jato: “no caso do Econômico, três meses. No caso do Nacional, menos de um mês”.

De acordo com a apuração, Renato Gomes transformou “zumbis bancários, repletos de passivos, em corpos financeiros vivos – em CNPJs limpos, dos quais o BTG passaria a extrair bilhões em créditos fiscais, títulos federais com pagamento certo e outros ativos valiosos mediante decisões favoráveis em Brasília”.

Cadáveres bancários
Para ressuscitação dos cadáveres bancários, como são descritos, Esteves adquiriu em 2021, com Guedes, Bolsonaro e Campos Neto no poder, a massa falida dos dois bancos, que estavam em liquidação extrajudicial desde 1996, nos tempos de FHC.

“Eram zumbis financeiros, com patrimônios líquidos profundamente negativos, presos em um emaranhado de passivos bilionários e ativos ilíquidos administrados lentamente por liquidantes nomeados pelo BC”, diz a reportagem.

Esteves teria promovido o saneamento da massa falida, pagando dívidas para cumprir a exigência do BC, de que os bancos atingissem patrimônio liquido positivo. Tudo foi feito por meio de manobras financeiras, com compras de créditos de credores, que já nem tinham esperanças de receber as dívidas, com valores muito baixos.

No caso do Econômico, Esteves teria sanado cerca de R$ 1 bilhão em dívidas. No entanto, a massa falida escondia R$ 3,15 bilhões em prejuízos fiscais acumulados – que podem ser usados para abater tributos do grupo, no caso o BTG – e R$ 6,9 bilhões em créditos FCVS – os Fundos de Compensação de Variações Salariais, que são créditos contra União.

Após ressuscitar o cadáver do Econômico, Paulo Guedes e Campos Neto teriam dado o aval para Renato Gomes, no BC, decretar o fim da liquidação extrajudicial em 5 de outubro de 2022, após 26 anos. Toda a operação ocorreu em tempo recorde, de 3 meses, segundo a reportagem.

Já no caso do Banco Nacional, com a expertise adquirida – já realizada pelo BTG quando adquiriu a massa falida do Bamerindus – e os caminhos internos no BC – Esteves levou menos de um mês para obter, em 27 de junho de 2024, o aval de Renato Gomes para assumir os lucros da operação.

Segundo a reportagem, “o custo total da transação do Nacional foi estimado em 2,7 bilhões de reais. Em troca, o BTG levou outro pacote robusto de ativos: cerca de 4,4 bilhões em créditos contra o governo (3,12 bilhões em FCVS e 1,3 bilhões em outros recebíveis do Tesouro Nacional) e 1,74 bilhão de reais em prejuízos fiscais”.

*Plínio Teodoro/Forum


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Política

A acusação sem provas de Malu Gaspar contra Moraes é só fumaça para encobrir mais um crime comprovado de Sergio Moro

Não é uma picuinha brejeira o ataque do Globo a Alexandre de Moraes.

A coisa tem método, grosseiro, como tudo o que envolve Sergio Moro, mas tem programação para alterar o peso de denúncias que, ao longo dos últimos dez anos Moro acumula no lombo.

Daí o spray para borrar a notícia do esquema da Abin curitibana, também conhecida como chantagem do baile da cueca que Moro armou contra desembargadores para fazê-los de miquinhos adestrados do todo poderoso herói da república de Curitiba.

Não se sabe como foi feito o pacto de sangue entre Moro e a grande mídia desde 2014. Lembramos apenas da capa da Veja que virou a principal manchete do Fantástico em que o doleiro Alberto Youssef, às vésperas da eleição entre Dilma e Aécio, quando Moro manda para a revista Veja uma suposta delação do doleiro, afirmando que Dilma e Lula sabiam de todo o esquema de corrupção envolvendo Alberto Yussef na Petrobras.

Nunca mais falaram no assunto, pois nunca comprovaram nada.

O certo é que, ali, iniciou um jogo de cartas marcadas entre mídia e Moro para perseguir Dilma e Lula. Como foi feito o pacto de sangue nos porões da república de Curitiba, não se sabe e não será a mídia industrial a entregar.

Mas uma coisa pode-se afirmar sem medo de errar, esse pacto da escória jurídica com a midiática segue firme para que um proteja o outro, porque certamente os dois lados sabem de coisas do arco da velha que deixam os lados com a garantia de que o acordo dure infinitamente.

Nem um pio da grande mídia sobre todos os escândalos que envolvem corrupção, roubo, fraude em que Moro é o cabeça, tanto que foi considerado pelo STF, juiz parcial, ou seja, pilantra, vigarista, imoral, corrupto e mais um sem-número de adjetivos de esgoto.


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Transformar calúnia em senso comum é tradição na Globo

A Globo nunca teve o menor compromisso com a história. São inúmeros os casos em que ela mentiu, caluniou sem jamais se retratar para ficar na base do dito pelo não dito.

Ela não dirá, por exemplo, que foi contra as manifestações das Diretas Já, que teve adesão maciça da sociedade com mais de 2 milhões de brasileiros nas ruas pedindo Diretas Já.

Roberto Marinho, a serviço da ditadura militar, apoiou a eleição indireta no colégio eleitoral em que venceram Tancredo Neves e José Sarney.

Em seguida, vendeu para o povo que um dos maiores corruptos do Brasil, era m caçador de marajás.

Denunciado pelo próprio irmão, Pedro Collor, sobre seu esquema de corrupção, Fernando Collor renunciou para fugir fo impeachment, logo no segundo ano de governo.

A Globo foi o principal agente propagador das maravilhas da privataria de Itamar e FHC. Lógico, até aquele plano econômico, que já havia quebrado a Argentina, caiu em desgraça no Brasil e nunca mais a direita demotucana voltou ao poder.

A direita só voltou a governar o país com Temer, a partir do golpe em Dilma, comandado pela Globo, com a propagação de uma mentira chamada “pedalada fiscal” que, comprovadamente, não ocorreu no governo Dilma.

Na verdade, Dilma caiu só porque reduziu dransticamente o spread bancário, que enfureceu a papa fina da agiotagem nacional.

Durante o golpe, somente vagabundos atuaram, Temer, Aécio e Cunha, a Globo repetia diuturnamente o jargão “as instituições estão funcionando”.

Com Dilma golpeada, e até hoje a Globo insiste em não admitir, era preciso condenar, prender e tirar Lula da eleição de 2018, para que Paulo Guedes, via Bolsonaro, complementasse o plano de entregar o Banco Central à Fenraban para que os banqueiros junca mais corressem o risco de enfrentar um presidente da República que se inspirasse em Dilma na questão do spread.

Mas os festivais de calúnias e difamações contra governos ou membros do PT, foram comandados pela Globo, Mensalão e Lava Jato. Sem falar dos diabos menores da própria Globo.

Chega a ser ingênuo ver progressistas se esquecendo desse manual golpista da Globo no caso que envolve Malu Gaspar e Alexandre de Moraes, quando, na verdade, a Globo só está afinando sua orquestra de manipuladores para 2026 contra a reeleição de Lula.

A essa altura dos fatos. não cabe ingenuidade da esquerda.


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Até aqui considero fofoca as acusações de Malu Gaspar contra Moraes. Mudo de ideia se as provas aparecerem

É nítido que Moraes está sofrendo um assédio da mídia industrial, disso até as pedrinhas do fundo do mar sabem. O motivo exato, pode-se desconfiar, até pela obviedade histórica da mídia ser tradicionalmente instrumento das classes economicamente dominantes, quando se sente ameaçada, mesmo que por um fio de seus incontáveis privilégios.

Então, a dedução não poderia ser outra. Moraes, de forma consciente ou não, moveu placas tectônicas que descabelaram ou desarrumaram o topete dos endinheirados, penteado com gomalina.

Pode até ser tarde este reconhecimento do malfeito do qual Moraes está sendo bombardeado, mas até então, não se ouviu nem se leu nada que comprove tal acusação.

É possível que Moraes tenha cometido tal delito? Sim, todos nós somos passivos de erros, mais ou menos gravosos. Não dá para docilizar ninguém por antecipação, muito menos instaurar a caça às bruxas sem provas do que se está acusando.

A vantagem da teoria da conspiração é assim, não precisa provar nada. Na realidade, quanto mais distante for, a fofoca, a intriga do fato concreto, que deveria ser um sinal de advertência, menos contidas são as teorias mirabolantes que embalam os corações da terra plana.

Daí que não se pode admitir que, em plena porta de 2026 esse tipo de ameaça continue rendendo frutos a quem se lambuza de tal metodologia que, convenhamos, não faltam provas para afirmar que, toda e qualquer notícia da Globo, pode ou não ter manipulação com todos os sabores para atrair a gula de quem vive desse tipo de produto especulativo.

É bom que os prudentes parem de afirmar o que não há como provar. Sim, porque não há um posswível crime, para acusar alguém de cometer um determinado delito, não pode ser através de um sistemma tóxico de manipulação com diversas substâncias aleatórias, contendo veneno para se vender notícias, mas sobretudo para encurralar adversários massa de modelar.

Quem nos adverte sobre duas questões emblemáticas, são duas farsas que tiveram a mídia como chefe de torcida, a darsa do mensalão e a farsa da Lava Jato.

A prudência grita para que os afoitos não se alterem tanto antes de, através de provas, tenham certeza do que afirmam.


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Política

Contra Moro, o apito de cachorro do Globo silencia

Na seção denúncia do Globo, Merval Pereira, Malu Gaspar e Vera Magalhãoes usaram apito de cachorro contra Sergio Moro e Deltan Dallagnol no caso dos R$ 2,5 bilhões que, confessadamente, tentaram roubar da Petrobras? Não! Com todas as exclamações que gritam no seio da sociedade.

Uma notícia dessa, num jornal sério, com colunistas de fato independentes e ciosos de sua profissão, em qualquer lugar do planeta, exporiam tal tentativa de roubo em garrafais na primeira página. Mas por um motivo indecoroso, essas três figuras manjadas no ativismo “jornalismo de direita”, não ouviram e nem viram nada, mesmo que as fontes da informação tenham sido confessadas pelos próprios malandros, espertos que tentaram arrebatar, na cara dura, uma montanha de dinheiro que ultrapassa e muito tudo o que eles dizem ter recuperado aos cofres da Petrobras naquela fatídica indústria de delação premiada, montada por Moro e seus miquinhos adestrados de Curitiba, chamados de filhos de Januário, que passamos a conhecer pelas denúncias feitas pelo Intercept, batizadas de Vaza Jato.

Outra fonte confessa que revelou o esquema criminoso de Moro, na 13ª Vara de Curitiba, onde o juiz héroi da Globo era o próprio Deus.

Sobre provas, não há o que discutir, já que Dallagnol e Moro confessaram que haviam surrupiado tal quantia, devolvida à Petrobras pelo Sistema de Justiça dos EUA, em que os dois, por conta própria, rsolveram sequestrar para criar uma suposta fundação privada de combate à corrupção em que os próprios seriam os comandantes da bagatela e como ela seria utiluzada.

Isso, por si só, já deveria ter custado cadeia aos dois. Ninguém sabe porque cargas d’água isso não ocorreu, já que a denúncia acatada por Alexandre de Moraes, feitaqpela então PGR, Raquel Dodge, estava absolutamente correta, com a prova do crime e os dois, por ordem de Moraes, tiveram que devolver aos cofres públicos a bolada de R$ 2,5 bilhões.

Ou se começa do começo desse furdunço ou se viverá eternamente sequestrado por um sistema manco de corrupção dentro do próprio judiciário e do jornalismo industrial brasileiros em que uma mensagem, do alto do pódium corporativista, grita que na própria carne os meritíssimos sequer produzem um arranhão em seus pares.

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