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Economia Política

Lula vai anunciar investimentos de R$ 37 bilhões da Petrobras até 2030

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai anunciar nesta segunda-feira (18), em São Paulo, investimentos da ordem de R$ 37 bilhões da Petrobras até 2030. A expectativa é a geração de 38 mil empregos diretos e indiretos.

Os recursos serão voltados ao fortalecimento do refino e biorrefino, logística, exploração e produção, descarbonização e geração de energia sustentável.

Lula visitará a Refinaria de Paulínia (Replan) onde parte dos recursos anunciados (R$ 6 bilhões) serão investidos.

O local é responsável pelo abastecimento de mais de 30% do território brasileiro.

Pelo faturamento anual, a refinaria representa aproximadamente 1% do PIB do Brasil.

Nesta semana, o presidente visitou a fábrica de fertilizantes nitrogenados na Bahia (Fafen-BA), que também pertence a Petrobras.

“O Brasil é um país agrícola e o segundo maior produtor de alimentos, em alguns momentos chega a ser o terceiro, e precisa de fertilizantes. O país não pode importar 90% dos fertilizantes de que a nossa agricultura necessita. Ele precisa ser autossuficiente e produzir fertilizantes”, disse Lula.

A Fafen retomou a produção em janeiro deste ano depois do investimento de R$ 100 milhões. De acordo co m o Vermelho capacidade de produção é de 1.300 toneladas diárias de ureia, o que representa aproximadamente 5% da demanda nacional.

A retomada integra a carteira de fertilizantes do Novo PAC, cujo valor consolidado é de cerca de R$ 5,9 bilhões.


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Política

Efeito Lula: investimento estrangeiro no Brasil supera os números de 2024

Os investimentos estrangeiros diretos no Brasil somaram US$ 74,3 bilhões até outubro deste ano, segundo dados do Banco Central. O valor já supera todo o montante registrado em 2024, quando o total foi de US$ 74,1 bilhões. Com informações do g1.

Apenas em outubro, o ingresso foi de US$ 10,9 bilhões, alta de 64% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado de 12 meses, o volume atingiu US$ 80,1 bilhões, 9,8% acima de setembro.

De acordo com o BC, a série histórica iniciada em 1995 mostra que o patamar de US$ 80 bilhões anuais foi ultrapassado somente em quatro anos: 2010, 2011, 2012 e 2014. Segundo o DCM, o avanço ocorre paralelamente ao desempenho da Bolsa de Valores de São Paulo, que registrou 25 recordes de fechamento em 2025.

O movimento na B3 está relacionado às reduções de juros no exterior. Em 29 de outubro, o Federal Reserve cortou a taxa americana para a faixa de 3,75% a 4% ao ano, após nova redução em setembro.

Segundo a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, o recuo das taxas nos EUA aumentou o interesse de investidores por mercados emergentes. O Brasil, com juros reais elevados, atrai mais fluxo para renda fixa e variável.

O cenário externo contrasta com a Selic, mantida em 15% pelo Copom na última quarta-feira. Para Gustavo Jesus, sócio da Victrix Capital, a expectativa de corte de juros no Brasil em 2026 favorece a migração gradual da renda fixa para a variável, acompanhada pela antecipação dos mercados.


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Flávio e Carlos Bolsonaro aplicaram 300 mil na bolsa, não declararam à justiça, perderam tudo e cobram corretora

Os irmãos Flávio e Carlos Bolsonaro, respectivamente senador da República (PSL-RJ) e vereador da cidade do Rio de Janeiro (PSC), filhos 01 e 02 do presidente Jair Bolsonaro, processam desde o início de 2011 a corretora Citigroup Global Markets Brasil, por perdas que tiveram no mercado financeiro que, juntas, ultrapassam os R$ 300 mil.

No caso de Flávio, quando o senador deu início à ação judicial, tinha 29 anos. As perdas que ele alega ter tido, em valores corrigidos para hoje, são de R$ 144.028,64, conforme pode se ver no processo 0119720-69.2011.8.26.0100, que corre na 36ª Vara do Foro Central Cível de São Paulo.

O caso teve início em março de 2011, quando Flávio Bolsonaro, então deputado estadual no Rio de Janeiro, acionou a Justiça dizendo que teria perdido o dinheiro que hoje corresponde a R$ 144 mil em virtude da má administração de sua carteira de investimentos por parte da corretora.

Apesar disso, em 2010, ao declarar seus bens à Justiça Eleitoral quando buscava um terceiro mandato na Alerj, o total de bens informado pelo então candidato foi de R$ 690.900. Na declaração, havia um carro, um apartamento no Rio, aplicações e investimentos no valor de R$ 4.500, créditos de R$ 10 mil no Banco Itaú e R$ 268.300 referentes a um conjunto de salas comerciais na Barra da Tijuca. Nada constava a respeito de investimentos na Bolsa que até hoje o senador reclama ter perdido.

Já o vereador Carlos Bolsonaro, por meio do processo 0131364-09.2011.8.26.0100, na 35ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo, cobra uma alegada perda que corresponde, em valores de hoje, a R$ 194.312,90.

Diferentemente do que ocorre com a de seu irmão, a ação judicial movida por Carlos possui uma sentença em primeira instância, com ganho de causa para a corretora, em que o vereador foi condenado a pagar os custos com as perícias financeiras que foram necessárias na resolução do processo, no valor estipulado pela Justiça em R$ 25 mil. Carlos Bolsonaro, no entanto, recorreu das decisão, e o processo corre agora em segunda instância.

Na sentença, de outubro do ano passado, a juíza Gisele Valle Monteiro da Rocha afirma que não há motivos para ressarcimento, já que Carlos estaria ciente dos riscos que corria. Também consta na decisão a data em que Carlos Bolsonaro aponta para o início de seus investimentos: março de 2007, quando o vereador tinha 24 anos. O investimento inicial: R$ 130.816,15. As perdas só teriam tido início em 2009.

Já em sua declaração de bens à Justiça Eleitoral em 2008, os papéis financeiros em questão foram omitidos. O candidato declarou que possuía um apartamento na Tijuca e um automóvel que, somados, valeriam R$ 260 mil.

 

 

*Com informações do DCM