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Vídeo – Altman: Bolsonaro mostrou mais uma vez que é um lambe-botas dos Estados Unidos

O jornalista Breno Altman, em sua análise semanal concedida à TV 247, rechaça a postura servil das relações exteriores brasileiras com o governo Trump e classifica o apoio de Bolsonaro a Trump como “arriscada”, pois coloca o Brasil no “centro do conflito” envolvendo a tensão entre Irã e EUA. “Mais uma vez Bolsonaro mostra que é um completo lambe botas dos Estados Unidos”, aponta o jornalista.

Ele diz que, apesar do exército brasileiro não possuir infraestrutura alguma, “Bolsonaro poderá inventar de colocá-lo num cenário de guerra”.

No que diz respeito a capacidade bélica do Irã, Altman destaca que seu poderio aéreo não é forte. “Em um possível cenário de guerra, tal elemento é fundamental”, analisa.

No entanto, ele observa que, “caso a Rússia entre no jogo”, o Irã teria condições de enfrentar a potência estadunidense. “Mas a Rússia entrará de cabeça nessa questão? Acho muito difícil”, pondera o jornalista.

 

 

*Com informações do 247

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Parlamento do Iraque aprova pedido de retirada de tropas dos EUA

Premiê iraquiano considera que EUA envolvem país em conflito. Ação de Trump desagrada militares e Congresso norte-americano. Rússia e China também condenam.

O parlamento iraquiano aprovou hoje (5) resolução pedindo ao governo que recuse a “assistência militar” dos Estados Unidos ao país. A decisão do legislativo pode significar a retirada das tropas norte-americanas do Iraque – num momento em que o governo de Donald Trump prepara o envio de mais de 3 mil soldados para o Oriente Médio. E um dia depois de Trump ter reagido com ameaças de bombardeios a dezenas de locais do Irã como resposta aos protestos do país pedindo vingança pelo assassinato do líder militar Qassem Soleimani, na sexta (3).

De acordo com o canal de notícias de televisão aberta da Arábia Saudita Al-Arabiya, o primeiro-ministro iraquiano Adil Abdul-Mahdi foi ao parlamento neste domingo para acompanhar a votação, em sessão extraordinária, da resolução que pede a saída dos militares norte-americanos do país, onde mantêm forte presença desde a invasão determinada por George W. Bush, em 2003. O premiê iraquiano considera que os Estados Unidos incluíram o país em seu conflito com o Irã.

Ontem (4), os ministros das Relações Exteriores da Rússia e da China mantiveram contatos do o chanceler do Irã para se solidarizar e pela morte de Soleimani. As duas potências condenaram a ação dos Estados Unidos, considerando-a ilegítima e com potencial de agravar seriamente a situação na região.

Neste domingo (5), o corpo de Qassem Soleimani chegou ao Irão e milhares de pessoas participam do cortejo de despedida. Carregam imagens do líder militar, cartazes com palavras de ordem contra os Estados Unidos e entoam gritos de revolta contra o governo norte-americano e seus aliados locais, como Israel e Arábia Saudita.

Além de causar forte reação no Irã e entre forças políticas da região, a decisão de Donald Trump de encomendar o assassinato de Qassem Soleimani não é uma unanimidade em seu país. Autoridades militares de alta patente têm revelado descontentamento com a manobra. O Congresso norte-americano foi excluído da decisão, num momento em o processo de de impeachment de Trump tramita na casa legislativa justamente por atropelos relacionados à geopolítica global (interferência em questões da Ucrânia).

Contrariedade nos EUA

De acordo com reportagem do The New York Times deste sábado (4), a morte do comandante da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã seria uma das ações militares desenhadas pelo Pentágono desde o início deste século – como forma de retaliação a operações comandadas por Soleimani que teriam causado a morte de centenas de soldados americanos.

A questão é que o Irã não promoveu invasão de espaço aéreo americano com aparatos de guerra nem violou acordos multilaterais que tentavam conter o belicismo que orbita o Oriente Médio. A estrutura militar norte-americana tem assistido a baixas soldados na região desde que o país decidiu fincar o pé no mundo árabe para defender suas ambições políticas, econômicas e militares.

Segundo depoimentos de autoridades do Pentágono ao NYT, embora estivesse na lista de possibilidades foi sempre apontada como operação de risco e consequências incalculáveis – daí o fato de todos os antecessores de Trump jamais terem levado a hipótese adiante.

Com a suposta ousadia, Trump dá mais uma demonstração de, a exemplo de seu colega-capitão brasileiro, não raciocinar como estadista. Pensa com o bolso do capital que representa, e age com o fígado – a despeito de despertar e estimular sentimentos fascistas que põem em xeque qualquer padrão de convivência civilizatória entre as diferenças que compõem a vida no globo.

 

 

*Com informações da Rede Brasil Atual

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Trump ameaça atacar 52 alvos iranianos e Comandante do exército do Irã diz, “não têm coragem para concretizar ameaças”

No sábado (5), o comandante em chefe do Exército do Irã declarou que aos EUA falta coragem para desencadear um conflito com o Irã.

“Duvido que eles [norte-americanos] tenham a coragem para iniciar” um conflito no qual os americanos ameaçaram atacar 52 alvos, disse o major-general Abdolrahim Mousavi, citado pelo canal de televisão IRIB.

Após ameaças do presidente Trump de atacar 52 locais iranianos, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, disse que ter como alvo objetos culturais iranianos é “um crime de guerra”.

O ministro de Tecnologia de Informação do Irã, Azari Jahromi, também comentou o tweet de Trump sobre o ataque contra 52 objetivos iranianos, chamando o presidente norte-americano de “terrorista de terno”:

Como o Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países], como Hitler, como Gengis Khan!

Eles todos odeiam culturas. Trump é um “terrorista de terno”. Ele vai aprender a história muito em breve que NINGUÉM pode derrotar “a grande nação e cultura iraniana”.

#VingançaDura

#QassemSoleimani

As declarações do general Mousavi e do ministro Zarif surgem algumas horas após o presidente norte-americano ter ameaçado atacar 52 sítios no Irã, que “representam 52 reféns feitos pelo Irã há muitos anos”, caso o país ataque algum americano ou ativos americanos. As ameaças de Trump apareceram após o Irã prometer vingança pela morte do general da Guarda Revolucionária Iraniana Qassem Soleimani.

 

 

*Com informações do Sputinik

 

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Comandante iraniano: Tel Aviv e 35 alvos dos EUA no Oriente Médio estão ao alcance do Irã

Assim como Tel Aviv, 35 alvos vitais americanos no Oriente Médio estão “ao alcance do Irã”, disse o comandante da Guarda Revolucionária do Irã, Gholamali Abuhamzeh, citado pela agência de notícias Tasnim.

“O estreito de Ormuz é um ponto vital para o Ocidente e um grande número de destróieres e navios de guerra americanos cruzam lá […] Alvos vitais americanos na região foram identificados pelo Irã há muito tempo […] cerca de 35 alvos americanos na região, bem como Tel Aviv, estão ao nosso alcance”, disse ele à mídia.

O comandante iraniano acrescentou que Teerã se reserva o direito de retaliar contra os EUA pelo assassinato do chefe da Força Quds, levantando a perspectiva de possíveis ataques a navios no Golfo.

Neste sábado (4), o líder da coalizão política parlamentar do Hezbollah no Líbano, Mohamed Raad, declarou que a resposta do eixo de resistência apoiado pelo Irã ao assassinato do general seria decisiva, citou o Al-Mayadeen.

O Departamento de Estado sublinhou que Washington vai continuar a sua dura política de sanções contra o Irã e já tomou as medidas necessárias para proteger os seus bens no Oriente Médio, acrescentou a emissora Al-Arabiya.

Assassinato de Soleimani

As tensões entre Washington e Teerã aumentaram após a morte do general iraniano Qassem Soleimani, que foi assassinado em Bagdá na sexta-feira (3) durante um ataque aéreo autorizado pelo presidente norte-americano Donald Trump.

Os EUA descreveram a sua ação como uma medida preventiva para evitar um conflito militar e proteger os militares americanos que estão na região.

Manifestantes iranianos durante protesto contra o assassinato do general iraniano Qassem Soleimani, 3 de janeiro de 2020

Manifestantes iranianos durante protesto contra o assassinato do general iraniano Qassem Soleimani, 3 de janeiro de 2020.

Após o assassinato de Soleimani, as autoridades iranianas ameaçaram retaliar para vingar a morte do general. Ele foi sucedido pelo brigadeiro-general Esmail Ghaani, que anteriormente ocupava o cargo de comandante-adjunto da unidade.

 

 

*Com informações do Sputinik

 

 

 

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Celso Amorim: Momento é o mais perigoso entre países desde a crise dos mísseis.

Diante do ataque americano em Bagdá contra um general iraniano, o mundo nunca esteve tão perto de conflito armado direto entre dois estados desde a crise dos mísseis, em Cuba nos anos 60.

O alerta é de Celso Amorim, ex-chanceler brasileiro e que chegou a ser indicado pela ONU para acompanhar um processo de desarmamento no Iraque no final dos anos 90.

A crise entre Irã e Estados Unidos foi elevada a enésima potência com o assassinato do general Qasem Soleimani, apontado por muitos como a figura mais importante depois do Líder Supremo”, disse o embaixador ao UOL.

Ele ainda chefiou o Ministério da Defesa no governo de Dilma Rousseff e foi quem orquestrou a tentativa de um acordo nuclear com os iranianos, sob o governo Lula.

“Difícil imaginar que não haja reação”, destacou, numa referência ao potencial de uma resposta por parte do governo iraniano.

“Desde a crise dos mísseis [Cuba] nunca estivemos tão próximos de um conflito armado direto entre dois Estados”, alertou o ex-chanceler dos governos de Itamar Franco e de Lula.

Nos anos 60, americanos e soviéticos estiveram muito perto de uma guerra diante do deslocamento de mísseis de Moscou para Havana.

Para analistas, o conflito que já era travado nas sombras agora ganha uma exposição completa. Nas diferentes capitais europeias, governos deixaram claro que querem manter os canais de diálogo, enquanto a UE admite que os ataques podem precipitar o fim definitivo do acordo nuclear entre o Ocidente e o Irã.

Para o governo francês, o mundo acordou mais perigoso nesta sexta-feira. O porta-voz do secretário-geral da ONU, Antonio Guterrez, apelou aos líderes para que demonstrem moderação. “O mundo não se pode dar ao luxo de ter mais uma guerra no Golfo”, disse.

Quanto ao Brasil e a eventual postura do governo de Jair Bolsonaro, Amorim acredita que, “por tudo o que foi dito e feito até hoje, seria difícil imaginar que a submissão a Washington deixará de prevalecer”

Aliado do governo de Donald Trump desde o início de seu mandato, Bolsonaro vive hoje uma saia justa. De um lado, será cobrado pela Casa Branca para sair ao apoio das decisões de Washington.

De outro, ameaça perder o mercado que mais cresce para as exportações brasileiras na região, apoiar uma operação que pode desestabilizar o mundo e ainda enterrar uma tradição e mais de um século de uma diplomacia que privilegiou o diálogo.

“A questão é saber até onde irá e se, além das perdas comerciais, o governo está disposto a colocar em risco a segurança do Brasil e dos brasileiros”, alertou o ex-chanceler. “A questão deixa de ser só política. É moral e, até certo ponto, existencial”, afirmou.

 

 

*Jamil Chade/Uol

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Urgente!: Um novo ataque no Iraque mata mais seis pessoas

Depois do atentado terrorista que matou o general iraniano Qassem Soleimani no aeroporto de Bagdá na noite desta quinta, a mando de Trump, um novo ataque no norte do país deixou mais seis mortos.

O Iraque sofreu um novo ataque aéreo na noite desta sexta-feira 3, praticamente 24 horas depois de um atentado terrorista matar, por meio de um míssil disparado por um drone, o general iraniano Qassem Soleimani nos arredores do aeroporto de Bagdá.

O novo ataque deixou seis pessoas mortas e aconteceu no norte do país. Entre os mortos estaria um dos líderes do grupo Hashed al-Shaabi, de acordo com informações de agências internacionais.

“Ataques aéreos atingem o comboio da milícia iraquiana ao norte de Bagdá, matando seis pessoas, disse uma fonte do exército iraquiano”, informou a Reuters pelo Twitter.

O atentado que matou o general foi ordenado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O governo do Irã já prometeu se vingar, ‘no tempo e no local certos’. Trump alegou estar evitando uma nova guerra, uma vez que, segundo ele, o general mataria americanos.

 

 

*Com informações do 247

 

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Sobre o ataque dos EUA ao Irã, Michael Moore diz: “Se preparem para mandar seus filhos para a guerra”

“Você vai ficar feliz que Trump mandou assassiná-lo. Você vai obedecer”, escreveu o documentarista.

O documentarista Michael Moore se manifestou nesta sexta-feira (3) sobre a questão de uma possível guerra global após o ataque dos Estados Unidos que matou um comandante militar do Irã.

“Olá amigos Americanos. Vocês conhecem este homem? Vocês sabiam que ele era seu inimigo? O que? Nunca ouviu falar dele? Até o final do dia de hoje você será treinado a odiá-lo. Você vai ficar feliz que Trump mandou assassiná-lo. Você vai obedecer. Se preparem para mandar seus filhos e filhas para a guerra”, escreveu pelo Twitter.

“Guerra é bom. Guerra é uma distração necessária. Guerra é paz. Trump é nosso comandante! Shhh… Durma… Não houve conluio… Foi a decisão perfeita… Acabo de atirar em um homem na 5a Avenida apenas porque posso… Desculpe, mas por causa desta emergência nós tivemos que adiar as eleições…”, completou.

O tom debochado não compromete a seriedade da mensagem. Michael é conhecido por se posicionar em questões políticas e seus documentários abordam temas indigestos aos norte-americanos como o massacre de Columbine.

 

 

*Com informações da Forum

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Rússia condena assassinato de Soleimani e declara apoio ao Irã

O Ministério das Relações Exteriores russo considerou o assassinato de Soleimani como um ‘passo aventureiro que levará ao aumento da tensão em toda a região’.

A Rússia prevê um aumento da tensão no Oriente Médio após assassinato do general Qasem Soelimani, comandante da Força Quds, unidade especial dos Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC), pelos Estados Unidos.

O Ministério das Relações Exteriores russo considerou o assassinato de Soleimani como um ‘passo aventureiro que levará ao aumento da tensão em toda a região’. A nota oficial destaca que ‘Soleimani se dedicou a defender os interesses nacionais do Irã’ e que o povo russo expressa sinceras condolências ao povo iraniano.

Por outro lado, o chefe do Comitê de Assuntos Internacionais do Senado russo, Konstantin Kosachev, declarou que o assassinato parece uma vingança pelo ataque à embaixada americana em Bagdá. E previu novos confrontos entre EUA e radicais xiitas.

Kosachev entende que o assassinato colocou fim às últimas esperanças de salvar o acordo nuclear entre o Irã e as grandes potências. Acordo este que Washington renunciou em 2018. Para ele isso pode implicar em um acelerar no desenvolvimento de armas nucleares no Irã, mesmo que o tema não estivesse tão no topo das prioridades até agora.

O Pentágono anunciou que o ataque, que matou também o vice-presidente da milícia iraquiana, tinha como objetivo deter os planos futuros do Irã. Segundo comunicado do Pentágono, Soleimani desenvolvia planos para atacar diplomatas e militares americanos no Iraque e na região.

 

 

*Com informações do GGN

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Vídeo: Iranianos protestam contra os EUA pela morte de Soleimani e pedem vingança

Dezenas de milhares de iranianos se manifestaram nesta sexta-feira em diferentes cidades do país, em protesto contra os Estados Unidos pela morte do comandante da Força Quds, unidade especial dos Guardiões da Revolução Islâmica, general Qasem Soleimani.

No centro de Teerã, em frente à mesquita do complexo de Mosala, os manifestantes gritavam palavras de ordens como “morte aos EUA”. e “morte a Israel”, além de exigirem vingança por parte da Força Quds.

Alguns dos participantes das manifestações atearam fogo às bandeiras dos Estados Unidos e Israel.

Os Guardiões da Revolução, em comunicado divulgado em seu site oficial, prometeu “uma dura vingança contra os criminosos por seu injusto derramamento de sangue”.

Soleimani é a figura mais importante e conhecida dos Guardiões da Revolução, tanto interna quanto internacionalmente, e era muito próximo ao líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, e de seu representante na região.

Khamenei disse em um comunicado que aqueles que mataram Soleimani enfrentarão uma “dura vingança”.

“Sua morte não interromperá sua missão, mas os criminosos que mancharam as mãos com o sangue do general Soleimani e outros mártires no ataque devem esperar uma dura vingança”, afirmou o líder.

O Pentágono informou que o ataque, que também matou o vice-presidente da milícia iraquiana majoritariamente xiita, Forças de Mobilização Popular (PMF, na sigla em inglês), Abu Mahdi al-Muhandis, tinha como objetivo deter os planos futuros do Irã.

Soleimani morreu hoje, aos 63 anos, em Bagdá, no suposto bombardeio seletivo que ocorreu depois do aumento das tensões nos últimos dias entre Washington e Teerã, com o ataque de seguidores da PMF a embaixada americana em Bagdá, no último dia de 2019, quando eles conseguiram invadir e incendiar uma pequena parte do complexo.

https://twitter.com/annavictorix/status/1213056016910295047?s=20

 

 

*Com informações do EFE

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“Terceira guerra” é o tema mais comentado mundialmente após o assassinato do general iraniano pelos EUA

O medo de um conflito em escala planetária foi deflagrado pelo assassinato de um dos principais generais do Irã, por ordem direta de Donald Trump, nesta madrugada; Irã promete vingar a morte do general Soleimani.

Na madrugada desta sexta-feira (03), o termo “Terceira Guerra Mundial” entrou entre os assuntos mais comentados do Twitter no Brasil e no mundo, em razão do ataque ordenado por Donald Trump, que matou o general Qassim Suleimani, principal comandante militar do Irã.

“O bombardeio foi operacionalizado por um drone e a ação autorizada pessoalmente pelo presidente Donald Trump, que logo após o ataque postou em uma rede social a bandeira dos EUA, sem maiores comentários”, informa o jornalista Mateus Camilo.

“Considerado um herói no país, Suleimani recebeu uma oração em rede nacional como homenagem e foi chamado de mártir. O militar liderava há mais de 20 anos a força Quds, braço de elite da Guarda Revolucionária do Irã responsável pelo serviço de inteligência e por conduzir operações militares secretas no exterior”, diz ainda o jornalista.

 

 

*Com informações do 247