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Política

Vídeo – Flopou novamente: ato de Flávio Bolsonaro em Minas expõe fracasso da campanha

Se a estratégia de Flávio Bolsonaro era transformar Minas Gerais em uma demonstração de força eleitoral, o resultado passou longe disso. O ato realizado em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (17), voltou a expor a dificuldade da candidatura em produzir mobilização popular compatível com a dimensão do projeto presidencial.

Depois de uma largada em Copacabana marcada por público muito inferior aos grandes atos que consagraram Jair Bolsonaro naquele mesmo território político, Flávio chegou a Minas precisando mostrar que não depende apenas do sobrenome. E encontrou, novamente, uma realidade incômoda: discurso inflamado, promessas radicais e referências permanentes ao pai não parecem suficientes para transformar a candidatura em fenômeno de massas.

O contraste é particularmente significativo porque Minas Gerais é o segundo maior colégio eleitoral do país e historicamente ocupa posição estratégica nas eleições presidenciais. Ainda assim, o candidato precisou apostar no apoio de lideranças locais e até fazer acenos a Cleitinho, que lidera as pesquisas para o governo estadual.

O problema, portanto, não é apenas o tamanho de um ato. É o que ele simboliza. Uma campanha que pretende se apresentar como herdeira de uma força política capaz de mobilizar multidões começa encontrando dificuldades para reproduzir justamente aquilo que marcou o bolsonarismo: a capacidade de colocar grandes contingentes nas ruas.

Flávio tenta vestir a camisa do pai, repetir seus símbolos, seus discursos e até percorrer os mesmos lugares emblemáticos. Mas eleição não se ganha apenas por herança. É preciso demonstrar força própria.

E, até aqui, o que aparece nas ruas é justamente o contrário: muita propaganda, muita retórica e pouca gente.

Se em Copacabana o desempenho já havia acendido o sinal amarelo, o episódio de Minas reforça a impressão de que a candidatura de Flávio ainda não encontrou o caminho para transformar o capital político herdado da família Bolsonaro em mobilização eleitoral própria.

Flopou novamente. E, desta vez, no coração de um dos estados mais importantes para qualquer projeto presidencial.


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Pesquisa

Lula cresce 6,5% em Minas Gerais, chega a 51% dos votos válidos, vencendo no 1º turno

Com esse crescimento o petista teria quase 52% dos votos válidos e fecharia a eleição no 1º turno se o Brasil fosse uma grande Minas Gerais.

Nova pesquisa Datatempo sobre o cenário eleitoral em Minas Gerais, divulgada nesta segunda-feira (9) pelo jornal O Tempo, mostra que Lula (PT) lidera com folga a corrida presidencial entre os eleitores do estado, considerado chave para a disputa ao Palácio do Planalto.

Segundo o estudo, considerando os votos válidos, isto é, sem os votos nulos e em branco, Lula liquidaria o pleito já no 1º turno se a eleição fosse decidida em MG. O petista tem 51,4%, contra 34,7% de votos válidos do atual presidente Jair Bolsonaro (PL).

Votos totais

O levantamento mostra que, em votos totais, ou seja, com nulos e brancos, o petista cresceu 6,4 pontos percentuais em relação ao último levantamento do Datatempo, feito em janeiro, quando Sergio Moro (União Brasil) ainda era considerado candidato à presidência. Lula aparece com 44,4% das intenções de voto, seguido de Bolsonaro, que cresceu 8,2 pontos e atinge 29,95%.

Terceiro colocado, Ciro Gomes (PDT) caiu 0,8 e agora consta com 4,55% entre os eleitores mineiros. Ele é seguido por André Janones (Avante), que registra 3,1%, e João Doria (PSDB), que marca 2,75%. Os demais pré-candidatos não atingiram 1% das intenções e voto. Brancos e nulos representam 8,15%, enquanto 5,55% não sabem ou não responderam.

A pesquisa Datatempo contou com 2 mil entrevistas presenciais realizadas em todas as regiões de Minas Gerais entre os dias 30 de abril e 5 de maio. A margem de erro é de 2,19 pontos percentuais, para mais ou para menos.

*Com Forum

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Política

Quaest: Em Minas, Lula lidera com mais que o dobro de votos de Bolsonaro

247 – O ex-presidente Lula (PT) tem a ampla preferência do eleitorado mineiro para retornar à Presidência da República na eleição de 2022, mostra pesquisa Quaest, patrocinada pelo Banco Genial e realizada presencialmente, divulgada nesta sexta-feira (18).

Lula, com 46%, tem mais que o dobro das intenções de voto de Jair Bolsonaro (PL), 21%.

Cenário I

  • Lula (PT) – 46%
  • Bolsonaro (PL) – 21%
  • Sérgio Moro (Podemos) – 6%
  • Ciro Gomes (PDT) – 5%
  • André Janones (Avante) – 3%
  • João Doria (PSDB) – 2%
  • Simone Tabet (MDB) – 1%
  • Alessandro Vieira (sem partido) – 1%

Os que não pretendem votar são 9% e os indecisos somam 5%.

Cenário II

  • Lula (PT) – 49%
  • Bolsonaro (PL) – 23%
  • Ciro Gomes (PDT) – 7%
  • João Doria (PSDB) – 3%
  • Eduardo Leite (PSDB) – 2%

Os que não pretendem votar são 11% e os indecisos somam 4%.

No segundo turno, Lula também tem ampla vantagem contra Bolsonaro. O petista tem 56% dos votos contra 28% do atual chefe do governo.

O levantamento ouviu 1.480 pessoas presencialmente entre os dias 12 e 15 de março. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código MG-00132/2022.

*Com 247

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Política

Vídeo: Em Minas, Bolsonaro é vaiado, escrachado e xingado

Certamente, esta foi a manifestação de repúdio do povo mais forte contra a presença de Bolsonaro no palanque.

Foi uma calorosa vaia que diz muito sobre a avaliação que o povo faz dos seus mil dias de governo.

Bolsonaro não é carvão queimado, é verdade. Como bem lembrou Lula, ele tem a caneta na mão, tanto que a claque do chiqueirinho vai com ele para todos lugares por onde passa para garantir, através de grana, que sua “militância” o chame de mito, mesmo que seu governo esteja soterrado por uma lista sem fim de lambanças que levam a economia à bancarrota, além de acusações, com provas, de corrupção que envolvem o clã, mas principalmente no ministério da Saúde.

Assista:

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Saúde

Coronavírus: Brasil supera 20 mil casos, com 1.084 mortes

De acordo com informações das secretarias estaduais de Saúde, o Brasil ultrapassou os 20 mil casos do novo coronavírus. Até 13h45 deste sábado (11), 20.173 casos confirmados foram registrados no país, com 1.084 mortes.

Dados de alguns estados apontam o seguinte cenário: Pernambuco tem 72 mortes e 816 casos confirmados. O Ceará registrou 1.582 casos do coronavírus. Em Minas, o número de casos confirmados avançou de 698 para 750. Em Mato Grosso do Sul, subiu de 97 para 100.

São Paulo

O estado de São Paulo atingiu 540 mortes por coronavírus, segundo balanço do Ministério da Saúde. São 44 a mais do que o registrado no boletim desta quinta (9). Mais da metade das mais de mil mortes pela doença no país são de São Paulo.

Os casos confirmados no estado chegaram a 8.216 pessoas, 736 a mais do que o balanço do dia anterior, que contabilizou 7.480 confirmações.

As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 13h45 deste sábado (11), 20.173 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil, com 1.084 mortes pela Covid-19. A informação é do Portal G1.

Pernambuco tem 72 mortes e 816 casos confirmados do novo coronavírus. O Ceará registrou, ao todo, 1.582 casos de Covid-19.

O Espírito Santo registrou a nona morte pela doença. Trata-se de um homem de 82 anos, morador da Serra, com comorbidade, e que estava internado no Hospital Jayme Santos Neves.

O Amapá confirmou a terceira morte em decorrência da Covid-19, um homem de 57 anos.

 

 

*Com informações do Portal G1