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A paranoia de Bolsonaro na prisão da Polícia Federal

Maníaco, doido, teórico conspiracionista, paranoico, xarope. Essas são algumas classificações que Jair Bolsonaro (PL) colecionou ao longa da vida dadas por gente que já conviveu de forma íntima com ele. Agora, nessa nova fase de condenado, preso em caráter preventivo desde sábado (22) na sede da Superintendência da Polícia Federal em Brasília, após tentar destruir com um ferro de solda a tornozeleira eletrônica de monitoramente que usava, o ex-presidente golpista já tem uma maluquice recém-criada para seu acervo.

Fontes que mantêm contato com sua família, assim como outras com acesso ao prédio do órgão de segurança onde o criminoso se encontra detido, revelaram à Fórum que Bolsonaro não aceita de forma alguma comer as refeições oferecidas pela Polícia Federal.

É, ele não toca em nada do que é disponibilizado para seu consumo, como o pão com manteiga e o ovo, dados com um café com leite, pela manhã, assim como o feijão com arroz, bife e salada ofertados no almoço ou no jantar.

A fontes ouvidas afirmam que, não se sabe se por ‘maluquice’, ou para reforçar o discurso de perseguido que sua matilha radical tanto adora, ele diz que pode ser envenenado. Pois é, na ‘Terra Plana’ do bolsonarismo, se o “mito” mandar para dentro um bifão com arroz e feijão, ele pode cair durinho, morto.

Então, o golpista está se alimentando exclusivamente do que sua família e advogados trazem para a PF. Ainda assim, ele não deixa que o material saia do alcance dos olhos dos visitantes, nem dos seus, e checa tudo direitinho para ver se não envenenaram sua bolacha ou seu achocolatado. Sim, um papo de maluco.


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Vídeo: Depois de questionar o formato da terra, Bolsominions põem em xeque o limite do ridículo

Que a classe média é um furúnculo social, todo mundo já sabe. Que essa espécie de classe, composta por gente esquisita, nunca sonegou seu talento para o ridículo, até o mundo mineral sabe.

Neste domingo, os soldados de Moro se superaram com uma verdadeira obra de arte da paspalhice jeca.

Quando se vê um vídeo como esse abaixo, dá uma sensação estranha, uma vontade de sumir ou de se meter numa toca sem luz nenhuma e só sair em 3019, diante desse escândalo burlesco.

O que mais dói nisso tudo é saber que essa gente, que representa a força viva da estupidez nacional, faz parte das camadas mais escolarizadas do país. Imagina isso!

Não há na terra compreensão e interpretação possíveis para essa pintura brasileira. Isso é a estética do inferno. É um processo clássico de um zumbi em estado de decomposição. A coisa já passou e muito da paranoia e da mistificação e passa a ser estudado agora por psiquiatras.

Se isso aí faz parte dos cinco sentidos do corpo, eles estão rigorosamente bichados. Isso é um desarranjo cerebral que não depende do clima e nem da pressão atmosférica. É a extravagância social para servir de chacota para qualquer ser vivo que pertence ao planeta terra.

A conclusão a que se chega quando se vê esse troço é que as bestas que pregam, em plena praça pública, a absoluta ignorância querem um protagonismo maior. Para elas, é preciso mais, algo capaz de desenhar com as cores do Brasil que, para o ridículo, não há limite, nem mesmo a terra sendo plana.

Divirtam-se sem com a vergonha alheia, mas cuidado com a intoxicação.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas