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Como já escrito nas estrelas, Bolsonaro e Centrão preparam uma grande pizza para livrar o clã da cadeia

Só num país como o Brasil, corruptos como Bolsonaro e seus filhos fazem discurso para golpear uma mulher honrada como Dilma exaltando um torturador, assassino e corrupto e fica por isso mesmo.

Mais que isso, a fala de Bolsonaro se deu no dia do desfecho final na Câmara de um golpe armado por três dos maiores corruptos do país, Cunha, Temer e Aécio, esses dois últimos pegos com malas de propina filmadas e exibidas em rede nacional, carregadas por seus comandados, sem falar da frase conhecida de Temer, “mantenha isso, viu” para Joesley continuar a comprar o silêncio de Cunha.

No caso de Aécio, os brasileiros sentados em seus sofás, assistiram ao próprio falando até em matar o primo que levou as malas de dinheiro, antes de delatá-lo, assim como também viram tudo isso virar pizza e ninguém ser punido.

Se pau que dá em Chico, dá em Francisco, é grande a possibilidade de Bolsonaro assinar sua rendição renunciando ou imitando o padrinho Temer que, para se livrar da cadeia, prometeu à oligarquia que não se atreveria a concorrer à eleição de 2018.

A notícia de Mônica Bergamo hoje na Folha é um furo, mas nada que surpreenda. A classe dominante no Brasil sempre busca um acordo para que as coisas aconteçam de forma a nada mudar.

Isso é histórico. Esse sim é o famoso jeitinho brasileiro, tão comum no Brasil oficial. É jutamente sobre esse homem cordial que estava a maior crítica de Sergio Buarque em seu livro Raízes do Brasil.

Bolsonaro, que é a xepa podre da direita brasileira, não abriria mão desse puxadinho para abrigar todo o seu clã, do 01 ao 04 e de todas as mulheres, as ex e a atual. Esse é o exemplo de cidadão símbolo da família tradicional para uma claque verde e amarela que consegue ser pior do que o próprio monstro.

O plano é este mesmo, Bolsonaro abandonar a ideia de ser candidato, passar a régua, apagar tudo o que tem em torno de sua organização criminosa que, por sua vez, fica com a grana, tipo os grandes corruptos da Petrobras que viraram delatores e, no final das contas, todos serão felizes para sempre.

Em última análise, é essa pizza gigantesca que Bolsonaro já está saboreando.

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As imagens de Bolsonaro comendo pizza em Nova York são carregadas de símbolos debochados de sua impunidade

Cintra os crimes de Bolsonaro, tudo acaba em pizza. Esse é o deboche da imagem que Bolsonaro passa para o seu gado.

Em qualquer país minimamente sério, Bolsonaro já estaria na cadeia.

Mas como aqui no Brasil ainda é tido como herói pela mídia um juiz corrupto e ladrão como Moro, que colocou Bolsonaro no poder em troca de duas pastas de um superministério e seguir impune, pior, ainda se candidatar à presidência da República, mostra que tipo de instituição de justiça temos aqui.

Por isso Bolsonaro debocha da cara de todos os brasileiros e de nossas instituições, depois de ser o responsável por covid 600 mil pessoas por conta de um esquema de corrupção dentro do ministério da Saúde envolvendo a compra de vacinas.

Como disse o general Pazuello, ele manda e quem for ministro, obedece. Ou seja, não tem como acontecer alguma coisa ali sem passar pelo seu crivo. E a CPI confirma isso. Ainda assim, nada aconteceu com Bolsonaro e seu clã, com tudo o que já se sabe sobre Flávio, Carlos, Eduardo e, agora, Jair Renan.

Bolsonaro aparece comendo pizza ao lado de seus lacaios prediletos para fazer marketing com o seu gado e dar o seguinte recado, sou o responsável por 600 mil mortes, vim para Nova York, não vacinei e serei o primeiro a discursar na tribuna da ONU.

O gado vibra com isso, sobretudo porque todos sabem que ele, depois de chamar Alexandre de Moraes de canalha, ameaçar dar um golpe de Estado, fechar o STF e, diante do fracasso das manifestações de 7 de setembro, com previsão de um milhão na Paulista, ajoelhou no milho e pediu para Temer salvá-lo num dos maiores arregos da história para Alexandre de Moraes não prender um dos seus filhos que comanda o gabinete do ódio.

Sim, a pizza foi um marketing, uma tentativa de reconstruir um mito que derrete como picolé no asfalto em brasa e vê seu chão mole que nem manteiga.

Se vai dar certo esse deboche com as instituições brasileiras, não sabemos, mas certamente, como já mostrou não só o prefeito de Nova York, mas também a população comentando negativamente a sua presença na cidade, o pária internacional promoverá a pior imagem do Brasil de que já se tem notícia na história. Com isso, Bolsonaro isola o país que não tem mais como estar isolado da comunidade internacional.

Bolsonaro nunca se importou com isso, pois seu país é Rio das Pedras. Tudo o que fez e faz está associado à milícia, melhor dizendo, às milícias, a urbana no Rio e a rural na Amazônia, aonde tem pesados testas de ferro que o representam na grilagem entre os madeireiros e garimpeiros na avançada devastação da floresta.

O mundo inteiro conhece sua ficha de cor e salteado, principalmente o morticínio que promoveu no Brasil e o comando do chamado dia do fogo que provocou o maior incêndio da história da Amazônia.

Enfim, aquele pedaço de pizza tem mais veneno e deboche do que se imagina.

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