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Se é Lula, é Brasil

Soberania não é uma tese em exame, muito menos retórica de inspiração de momento, é um campo de batalha sem armas de fogo, mas de independência de um povo.

É assim que Lula trata a soberania do Brasil na produção de combustíveis. Assim, o chefe da nação manifesta interesse em recomprar a refinaria Landulpho Alves, na Bahia, privatizada por Bolsonaro em 2021, vendida para árabes abaixo do preço de mercado, quando recebeu de presente joias valiosas.

Em última análise, mais do que um produto, Lula está recomprando a soberania energética do Brasil, prometendo algo que vale muito para os brasileiros.

Assim fica fácil entender que soberania nacional não é um slogan, mas algo que soa natural e simples de reproduzir, somado à autoridade não só do presidente, mas da própria sociedade brasileira diante de uma situação extrema como a guerra entre Israel e EUA versus Irã, que gerou o fechamento do Estreito de Ormuz.

É uma atitude memorável de Lula, qua habita o ideal dos brasileiros. Ou seja, é uma conexão afetiva entre governo e sociedade.

O governo Lula não tem comparação com o governo tocado pelo clã Bolsonaro, que sonha com a cadeira da presidência como produto de barganha para anistiar um golpista corrupto com planos assassinos, traçados às escuras.

Outros anúncios em prol da soberania nacional serão feitos por Lula até o final do seu terceiro mandato, mostrando a diferença abissal de seu antecessor que hoje rege a cabeça de seu filho na disputa presidencial.


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Trabalhadores da refinaria privatizada denunciam surto de covid

Sindipetro-BA – O Sindipetro Bahia recebeu denúncias a respeito de um surto de covid na Refinaria Landulpho Alves – hoje controlada de forma ilegal pela Acelen, após uma privatização inconstitucional – e que não estaria sendo notificado e nem tratado com transparência.

De acordo com os próprios trabalhadores do contrato Petrobras na Acelen, diversas turmas estão operando com grande desfalque devido aos afastamentos dos funcionários acometidos pela doença. Eles citam como exemplo o setor de manutenção, onde nos últimos dias, 10 funcionários testaram positivo para covid. Outro exemplo é o Setor de Elétrica e Instrumentação, onde foram computados seis casos, com afastamento.

Em relação aos trabalhadores terceirizados, que são a maioria, a situação é ainda mais complicada, pois o sindicato não tem nenhum acesso às informações referentes ao número de contaminados.

Os trabalhadores se dizem exaustos pelas reiteradas cobranças que vêm fazendo para que a gerência da refinaria adote outra postura visando mais controle sobre os casos, mas segundo eles “não há respostas concretas e nem ações efetivas para redução dos riscos e, consequentemente, dos casos da doença. Nem o controle dos contactantes diretos está havendo”, denunciam.

Com o aumento dos casos da variante ômicron, cujo pico de contaminação, segundo especialistas, deve acontecer no mês de fevereiro, o Sindipetro Bahia chama a atenção da gerência da refinaria para a necessidade de ações mais efetivas para inibir a propagação da doença.

“Estamos falando de uma delicada área industrial que não pode parar e nem operar com número reduzido de trabalhadores porque pode acontecer acidentes de grandes proporções”, alerta o Coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e diretor do Sindipetro, Deyvid Bacelar.

O Sindipetro cobra da Acelen e da Petrobrás que reportem à entidade sindical os dados atualizados sobre o número de trabalhadores próprios e terceirizados infectados com a covid na RLAM e se há casos graves.

O sindicato também reivindica que as empresas emitam a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) para os trabalhadores e trabalhadoras que contraíram a doença no ambiente de trabalho.

*A Postagem

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