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O lixo bolsonarista não quer ser varrido

Está uma choradeira só no mundo animal. Ainda mais hoje que a PF está rebocando os dejetos fascistas que financiaram ou gerenciaram a grana que patrocinou a ida dos terroristas a Brasília no 8 de janeiro. O mugido da escória fétida contra o STF está forte.

Esse é o principal motivo do ataque desesperado a Lula, Dino e cia. O Brasil com LULA já é outro em pouquíssimo tempo. E os fascistas sabem que isso é só o começo do fim definitivo deles . Por isso estão aí nas redes fazendo fumaça, tipo, pique no lugar.

O desemprego com Lula tem menor taxa desde 2015. Isso apavora essa vagabundagem bolsonarista no Congresso, porque emprego significa trabalho, tudo o que esses pulhas da direita não suportam. Querem mamar e muito nas tetas do Estado sem produzir cisco para o Brasil e para o povo.

Daí, a tarefa difícil de fazer oposição somente naquilo que interessa ao país. Ou seja, isso afeta diretamente o bolsonarismo, porque, primeiro, teriam que trabalhar, estudar, produzir uma pauta crítica e bem articulada, mas o que se vê é sempre esse pessoal agitado, irritado, agressivo, fazendo do ódio, lazer, porque eles não conseguem cognição em um simples raciocínio.

Os avanços do governo Lula estão pesando muito nas costas dessa gente, ainda mais se comparar com os quatro anos trágicos do governo Bolsonaro.

Ultimamente, usam ataques contra Dino, STF, julgando atacar Lula pelas costas, sem perceber que estão produzindo suicídio político, porque, de antemão, sabem que serão varridos da vida pública e a água já está batendo na bunda.

 

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Em total desespero com a iminente derrota nas urnas, Bolsonaro está mais bandalha do que nunca

Um sujeito que nunca mostrou vírgula de escrúpulo e, por isso mesmo o seu governo é um fracasso, partiu para a vagabundagem generalizada, apelando para os comportamentos mais vis que inclui, sobretudo, uma política criminosa contra a vacinação das crianças brasileiras, além da possibilidade de indicar para o lugar de Barra Torres na Anvisa em julho um olavista, pró-cloroquina tão vil quanto os dois, Bolsonaro e Olavo de Carvalho.

Tudo para garimpar votos dos ensandecidos imbecis do movimento antivacina. Sua relação com o centrão é cada dia mais promíscua, fora as corporações que ele quer manter não só como curral político, incluindo suas famílias, mas também para dizer que tem como pressionar a democracia contra o resultado da eleição que tem tudo para ser vexatório pra ele.

Sua mais recente bandalha foi o corte de R$ 100 milhões de hospitais federais em plena pandemia, enquanto cria uma verdadeira barafunda na economia não respeitando qualquer regra fiscal.

Os vetos de Bolsonaro ao orçamento de 2022 atingiram em cheio os hospitais ligados a universidades federais, que enfrentam o terceiro ano seguido de pandemia com atendimentos à população.

O Brasil está nas mãos de um sujeito psicopata que promete para 2022 uma bandalha ainda maior do que os três anos de vagabundagem na cadeira da presidência da República. Tudo para não perder a eleição, blindar seu clã e ficar mais quatro anos vagabundeando, porque esta é a sua especialidade.

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Política

O flagrante de um vagabundo que vive há mais de 40 anos das tetas do Estado e arrota liberalismo

Bolsonaro, todos sabem, é um sujeito família, tanto que já teve três e não fica apenas poetizando esse feito “conservador”. As instituições do Estado estão aí para não nos deixar mentir, pois jamais Bolsonaro deixou que o Estado desassistisse essa gigantesca nação fantasiada de família Bolsonaro.

Lógico, tudo começou com o próprio figurão lá nas sombras da ditadura quando começa a mamar gostosamente nas tetas do Estado, mas sempre soube que seu papel nesse quesito podia não cheirar bem, porém lhe cobrava excrescências inúteis de monta muito maior.

E Bolsonaro se transformou na maior excelência em termos de empregabilidade familiar no Estado, que basicamente corresponde, junto com o oficial, à famosa penca de fantasmas e laranjas dentro da própria família.

Na cidade de Resende, perto de onde moro, dizem que até o leitão do clã que vai para o forno no natal, bebeu e comeu às custas do Estado.

Ou seja, o sujeito é um pilantra orgânico. No natal é sempre aquela festa, arroz de forno e leitão assado engordado por quem goza a vida nas sombras de um Estado generoso com quem não gagueja na hora de aparelhar com as próprias famílias tudo por onde passa o agudíssimo homem de visão que se fez politicamente nessa esbórnia.

Os bolsonaristas costumam dizer que Bolsonaro não é igual a Lula que perdeu o dedo “por querer” num acidente quando trabalhava como torneiro mecânico numa metalúrgica. Fez isso, segundo os bolsonaristas, para não trabalhar.

Em parte, isso é verdade, Lula de fato trabalhou pesadamente na iniciativa privada e ganhando mal. Um acidente desse jamais aconteceria com Bolsonaro porque ele jamais trabalhou, não em metalúrgica, nunca se empregou em lugar nenhum fora do Estado. Bolsonaro, ainda fardado, agarrou-se às tetas do Estado e fez disso fortuna, com mansões nos metros quadrados mais caros do Brasil e sabe-se lá o que mais.

Esse figurino do sujeito sentado num bar revela apenas parte de sua vagabundagem e, lógico, esconde seus patrimônios e de seu clã em que opera como consultor chefe da família chocolate que transforma cacau em ouro em pó.

O Brasil não está nesse estado em que se encontra sem motivos. Essa foto se tornará histórica, a de um presidente que não teve um único feito para mostrar em três anos sendo absolutamente coerente com sua vida parlamentar sem qualquer proposta aprovada durante 28 anos, e um militar que, além de inútil, meteu-se em crime de garimpo ilegal, sendo expulso das Forças Armadas como tenente porque achava pouco o leite que saia das tetas do Estado para seu soldo, ameaçando atos terroristas.

Então, estamos diante de uma imagem que sintetiza a própria carreira de Bolsonaro, sua existência como ser vegetativo, mas extremamente venenoso, tóxico como outras tantas ervas daninhas que ele reproduziu e, hoje, ocupam cadeiras na Câmara de vereadores, de deputados federais e do Senado, cada qual com seus respectivos fantasmas e laranjas, rindo da cara do povo brasileiro.

Essa foto em destaque é uma imagem que vale mais que mil palavras para descrever quem é Bolsonaro.

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