25 de outubro de 2020
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O que o Ministro Marco Aurélio Mello (STF) disse sobre Moro:

“Coitado do juiz Moro. O presidente o colocou numa sabatina permanente quando anunciou que houvera um acordo para ele deixar uma cadeira efetiva, abandonando 22 anos de magistratura, para vir pra Esplanada e ser auxiliar dele, presidente da República, colocando-o na vitrine – O juiz dialoga com as partes – e o Ministério Público é parte acusadora no processo – com absoluta publicidade, com absoluta transparência. Se admitiria um diálogo com os advogados da defesa? Não. Também não se pode admitir, por melhor que seja o objetivo, não se pode admitir com o Ministério Público. Em direito, meio justifica o fim; o fim ao meio, não.”

“Não se combate corrupção a ‘ferro e fogo'”, pode representar um retrocesso para a democracia, diz Marco Aurélio Mello.

“Que houve algo que discrepa da organicidade do judiciário, houve. O juiz dialoga com as partes, e o Ministério Público é parte acusadora, Estado acusador, no processo, com absoluta publicidade, com absoluta transparência. Se admitiria um diálogo com os advogados de defesa? Não. Também não se pode admitir, por melhor que seja o objetivo, com o Ministério Público”. Disse o Ministro.

E mais:

“Se havia combinação de atos do Ministério público e do juiz, aí realmente se tem algo grave”, diz.

E conclui:

“Fica desgastado em termos de nome para o Supremo”.

 

Celeste Silveira

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