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Maçarico a ferro e fogo: PF detona ainda mais o bolsonarismo financeiro do Banco Master

Novo Esquema Investigado pela PF no Banco Master!

A Polícia Federal (PF) está de fato investigando um novo esquema ligado ao Banco Master mecenas de Bolsonaro e Tarcísio, considerado ainda mais grave do que as fraudes já apuradas na venda de carteiras de crédito ao Banco de Brasília (BRB).

A revelação veio à tona em reportagem de O Globo, publicada hoje (23 de novembro de 2025), e corrobora investigações em andamento que começaram em 2024.

O que se sabe até agora e as diferenças em relação ao caso anterior?

O Novo Esquema: Mais Grave e em Apuração Paralela

De acordo com a reportagem a PF trabalha em pelo menos uma apuração adicional sobre o Banco Master, originada de uma investigação inicial do BC, que é descrita como “ainda mais cabeluda” que o caso dos R$ 12,2 bilhões.

Detalhes específicos ainda não foram divulgados publicamente, mas o foco parece ser em irregularidades mais profundas no Sistema Financeiro Nacional, possivelmente envolvendo:

Fabricação em massa de títulos falsos: Além da Tirreno, há menções a associações de servidores públicos e fintechs como a Cartos (fundada por Maia e outro preso, Henrique Souza e Silva Peretto) para inflar artificialmente o patrimônio do Master.

Lavagem e triangulações internacionais: Suspeitas de que Vorcaro simulou a venda do banco para fugir do país, com bens desviados para o exterior.

Envolvimento de outros bancos e fundos: A PF analisa se o esquema se estendeu a FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) como Noto, Sueste e VCK, usados para “blindar” as operações fraudulentas.

Essa nova linha é paralela à Compliance Zero e pode resultar em novas fases da operação, com mais prisões e bloqueios.


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O Ministro Marco Aurélio Mello (STF) detona Sergio Moro; “Coitado do juiz Moro”

O que o Ministro Marco Aurélio Mello (STF) disse sobre Moro:

“Coitado do juiz Moro. O presidente o colocou numa sabatina permanente quando anunciou que houvera um acordo para ele deixar uma cadeira efetiva, abandonando 22 anos de magistratura, para vir pra Esplanada e ser auxiliar dele, presidente da República, colocando-o na vitrine – O juiz dialoga com as partes – e o Ministério Público é parte acusadora no processo – com absoluta publicidade, com absoluta transparência. Se admitiria um diálogo com os advogados da defesa? Não. Também não se pode admitir, por melhor que seja o objetivo, não se pode admitir com o Ministério Público. Em direito, meio justifica o fim; o fim ao meio, não.”

“Não se combate corrupção a ‘ferro e fogo'”, pode representar um retrocesso para a democracia, diz Marco Aurélio Mello.

“Que houve algo que discrepa da organicidade do judiciário, houve. O juiz dialoga com as partes, e o Ministério Público é parte acusadora, Estado acusador, no processo, com absoluta publicidade, com absoluta transparência. Se admitiria um diálogo com os advogados de defesa? Não. Também não se pode admitir, por melhor que seja o objetivo, com o Ministério Público”. Disse o Ministro.

E mais:

“Se havia combinação de atos do Ministério público e do juiz, aí realmente se tem algo grave”, diz.

E conclui:

“Fica desgastado em termos de nome para o Supremo”.