28 de julho de 2021
  • 10:31 A crença desesperada de Bolsonaro de que o centrão pode salvá-lo do calvário rumo ao cadafalso
  • 09:31 Financial Times: Só commodity não levanta o Brasil de volta
  • 08:56 Receita Federal vê movimentação financeira suspeita de Ciro Nogueira e cobra R$ 17 milhões por sonegação
  • 20:46 TRE de São Paulo absolve Fernando Haddad de acusação de caixa 2 eleitoral
  • 19:27 Vídeo: Zezé Di Camargo convoca o gado para defender o voto impresso

Há dois anos circulando pelo nordeste, Adriano da Nóbrega comprou imóveis e investia na criação de uma milícia na Bahia, assim como a de Rio das Pedras, segundo investigação da polícia.

Adriano, condecorado pela família Bolsonaro e esquecido por Moro na sua lista dos criminosos mais procurados, queria expandir os negócios da milícia que lhe renderam um bom dinheiro por estados do nordeste.

Impressiona como o miliciano circulava pelo país sem ser incomodado pelo Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Adriano não era um miliciano qualquer, era considerado o mais temido e frio assassino da milícia, além de ser líder do Escritório do Crime. Sem falar que foi condecorado pela família de Bolsonaro, a mesma que empregou seus parentes que trabalharam por uma década nos gabinetes de Flávio e do pai, Jair Bolsonaro.

Mas Moro nunca deu bola para o histórico de um dos maiores criminosos do país e, depois, fica enfezado quando Glauber Braga o chama de capanga de milícia.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

RELATED ARTICLES
LEAVE A COMMENT

Comente

%d blogueiros gostam disto: