19 de outubro de 2020
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O silencio foi a resposta que a mídia deu à bombástica revelação do Intercept sobre as manobras da Lava Jato.

Todos sabemos que a paz no mundo da direita depende de uma mídia calada sobre seus escândalos.

A ausência de informação é tão venal quanto a mentira, o fake news, mas é essa a principal arma que a mídia usa para blindar seus aliados.

Se o caso André do Rap escancara que a mídia quer usar este fato para pressionar o congresso pela volta da prisão em 2ª instância, atropelar a cláusula pétrea e com isso atingir Lula, a indecorosa manipulação de Dallagnol revelada em áudio pelo Intercept que recebeu da mídia o total silêncio é uma confissão de que nada é mais conivente com os corruptos do que a mudez de uma mídia aliada dos corruptos.

Esse é o caso de Lava Jato com a Globo.

O nome disso é falsificação ou adulteração das notícia. Uma forma de ilusionismo onde as notícia que não são favoráveis aos aliados da mídia desaparecem.

Essa artimanha é a mais usada pela Globo. Se não foi dito nada no JN, então não existiu. É uma velha trapaça que a mídia estabelece em seus negócios com aliados. Tudo é tratado no balcão de notícias ficando apenas a cada caso o custo do preço do silêncio.

Isso tanto pode ser feito nas redações e estúdios da grande mídia como como trabalho em casa em tempos de pandemia. O modus operandi é o mesmo.

Lógico que o escândalo do dinheiro para combate a Covid aparecer entre as nádegas do senador Chico Rodrigues, foi um achado para uma mídia que não quer que o escândalo revelado pelo Intercept contra a Lava Jato ganhe corpo.

Além de tudo, a mídia tem interesse não em derrubar Bolsonaro, mas mantê-lo refém dos interesses da oligarquia, com quem a mídia mantém contrato vitalício.

Como o senador Chico Rodrigues era vice-líder do Bolsonaro no Senado, a mídia sabendo da relação estreita entre o corrupto pego com dinheiro entre as nádegas, o presidente virou alvo temporário.

Mas cadê a língua solta dos articulistas e comentaristas da mídia na hora de denunciar uma quadrilha formada por um juiz como Sergio Moro e uma penca de procuradores que se autointitulavam “república de Curitiba” Uma espécie de PCC jurídico que tentou enfiar entre as nádegas de Dallagnol 2,5 bilhões da Petrobras para criarem uma fundação privada com essa grana pública surrupiada da empresa que eles destruíram em nome dos interesses das grandes petrolíferas internacionais?

Sim, porque o que foi revelado nesta terça feira pelo Intercept é uma das coisas mais graves em termos de facção criminosa, pois a Lava Jato operava dentro do corpo do Estado em nome do combate a corrupção.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Celeste Silveira

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