14 de abril de 2021
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Moro destruiu as leis para que elas se tornassem refúgio dos criminosos da Força-tarefa da Lava Jato.

Somente uma parcela da sociedade bestializada pela mídia acreditou ou quis acreditar que os bandidos fabricados como heróis pela mídia eram de fato mocinhos, pior, indestrutíveis, intocáveis, imaculados.

Certamente Moro, seguido de Dallagnol, é a figura que mais se promoveu e, consequentemente é o que está pagando o preço mais salgado com a ressaca que chegou depois da esbórnia jurídica envolvendo não só o ex-juiz, mas sua substituta, Gabriela Hardt, os procuradores, mas principalmente três mais evidentes, Deltan Dallagnol, chefe da Força-tarefa, Januário Paludo e a delegada da PF, Érika Marena, o que não quer dizer que todos os outros envolvidos diretamente na Força-tarefa, que promoveu espetáculos midiáticos durante seis anos, tenham menos peso nos crimes cometidos pela Lava Jato.

A mídia, que comprou o folhetim policial para agradar as camadas mais opulentas da sociedade, está sendo obrigada a reconhecer que, em nome de interesses e da cegueira provocada pelo ódio de classe ao PT, envolveu-se mais do que devia no conto do vigário jurídico e, agora, tem que fazer o ardido caminho de volta, como é o caso do editorial da Folha hoje.

Lógico que ninguém da mídia vai dar a mão à palmatória, já que existe tanta mão grande, inclusive na tentativa de roubo de R$ 2,5 bilhões da Petrobras para uma suposta fundação da Lava Jato que a mídia prefere fazer o papel de palmatória, é claro, sem se preocupar com o todo da história que incluirá os barões nessa trama macabra em que o judiciário, a partir da Lava Jato, destruiu a democracia e colocou no poder um genocida responsável pela morte de mais de 250 mil brasileiros pela covid, depois de dois golpes em Lula e Dilma.

Ainda falta muito para Moro chegar no lugar que deve chegar, em seu inferno pessoal, o que não quer dizer que já não esteja nele, mas para Moro, Dallagnol e demais procuradores, o inferno ainda tem muito espaço no buraco mais fundo que aguarda por eles, principalmente no que se refere a toda a manipulação criada para tirar a Petrobras do controle da sociedade e entregá-la a acionistas nacionais, mas sobretudo internacionais que se apossaram do conselho da estatal para transformar um ativo estratégico do Brasil em instrumento de exploração do povo para servir à ganância dos abutres de sempre.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

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