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Faz três anos que Marielle foi assassinada pelo vizinho de Bolsonaro em plena intervenção militar no Rio

Três anos depois do assassinato de Marielle, a polícia não chegou sequer no 3º homem que estava no carro dos assassinos.

Enquanto Bolsonaro estimula seu gado para, em pleno domingo, ir às ruas aumentar a transmissão de Covid no momento em que o país bate novo recorde de média móvel de mortes.

Tanto no Brasil quanto no exterior o assassinato de Marielle é lembrado e, junto, a lembrança do assassino que era vizinho de Bolsonaro, sendo que o crime ocorreu em plena intervenção militar na Segurança Pública no Rio e jamais deu qualquer resposta ou ajuda para elucidar o caso.

O que se sabe é que o assassino de Marielle, Ronnie Lessa, também era traficante internacional de armas e fornecia armamento pesado para as principais milícias da zona oeste do Rio, principalmente para a milícia de Rio das Pedras que era comandada por Adriano da Nóbrega, miliciano que tinha relação estreita com Queiroz que, por sua vez, mantinha a família do miliciano morto na Bahia no esquema de lavagem de dinheiro e peculato comandado por Flávio Bolsonaro.

Adriano, como todos sabem, foi morto na Bahia por um suposto confronto com a polícia, no dia em que Eduardo Bolsonaro estava na Bahia, sem que se saiba até hoje qual o motivo de sua viagem à capital baiana e, muito menos a sua agenda no estado.

Nesses três anos, até Moro, ainda ministro de Bolsonaro, envolveu-se diretamente no caso.

Moro mobilizou a PF para “interrogar” o porteiro do condomínio Vivendas da Barra, aonde o clã Bolsonaro tem duas casas, uma de Jair e, a outra, de Carlos.

O que motivou esse aparelhamento da PF por Moro para pressionar o porteiro foi a sua afirmação, em depoimento à Polícia Civil e MP-RJ foi a de que Jair Bolsonaro é quem deu ordens a ele para a entrada de Elcio de Queiroz, comparsa de Ronnie Lessa, no crime de Marielle no mesmo dia em que ela foi morta.

O fato é que Moro conseguiu o que queria. O porteiro mudou sua versão e, de forma surpreendente, nunca mais se ouviu falar dele. Nem se sabe se ele continuou trabalhando no condomínio.

O fato é que a morte de Marielle é cercada de muitas e macabras coincidências e nenhuma solução.

Segue a pergunta: quem mandou matar Marielle?

*Carlos Henrique Machado Freitas

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