O editorial do Estadão foi extremamente ácido com o 01 do clã mais bandido da história do Brasil. Mas em certa medida, o editorial está chutando cachorro morto.
É fato que a direita sempre trablahou, dento do Congresso, como garçom da elite brasileira, uma elite que, a cada dia, vem se revelando mais podre e antinacional, por isso mesmo, mostra como o poder da grana é a fórmula de sucesso dos filhotes da escória herdeira da aristocracia cafeeira, escravocrata e ladra.
Na verdade, isso deixa claro quanto custa até hoje para um pais de pouco mais de cinco séculos, sendo quase quatro em que viveu da escravidão feroz dos negros.
Esse é um ponto da histótia do qual a elite econômica desse país quer distância. O Estadão não foge à regra, não associará a escória do dinheiro grosso ao mais corrupto amontoado de vigaristas, assassinos, ladrões, corruptos de direita que dominam o Congresso Nacional, sobretudo depois da chegada de Cunha à presidência da Câmara. Lembrando que Cunha foi tratado não só pelo Estadão, mas por toda mídia industrial como herói nacional, por reger o golpe contra Dilma.
Qualquer enciclopedista sério lembrará que, a partir da farsa do mensalão, seguida da farsa da Lava Jato, em que a justiça no Brasil era feita através de manchetes dos jornalões, sob o julgamento do tribunal da mídia.
É desse filão de aspectos espúrios que nasce Cunha prsidente da Câmara, festejado pelas redações como o novo herói nacional por ter colocado a cabeça de Dilma Rousseff a prêmio, numa escandalosa cumplicidade com empresários e barões da mídia que avançaram, com sangue nos olhos, sobre a presidenta do Brasil.
De lá para cá, com um de seus ilustres herdeiros, Arthur Lira, o Brasil viu, sem a menor hesitação, quem regularizou a corrupção da direita dento do Congresso.
Essa gente, praticamente, criou uma língua nacional própria com todo tipo de velhacos que, a príncípio, causou surpresa e o desencadeamento disso só piorou com o afrouxamento de uma parcela da sociedade que verdadeiramente serviu de avalista para o estupro dos cofres públicos.
Tudo, absolutamente tudo, com a complacência de veículos da envergadura eonômica do Estadão, num silêncio sob medida para os interesses das classes eocnomicamente dominantes.
É correto o Estadão afirmar que o clã Bolsonaro não gerou nada de bom para o país. assim como diz o periódico, em seu editorial, que ninguém pode se surpreender com as mentiras de Flavio. O que ele não diz é que Flavio e o clã estão longe de ser exclusividade nessa esbórnia da direita que atua no Congresso Nacional.
Pior, não cita seus patrocinadores, nem do sistema produtivo, menos ainda do sistema financeiro, que formam uma verdadeira academia do crime, que se transformou naquela choldra parlamentar.
Ou seja, por mais duras e verdadeiras que teenham sido as palavras do Estaxdão, ainda assim foi extremanente seletivo e generoso com a escória de direita que hoje atua no Conresso, irrigada pelos milionaríssomos desse país.
Mídia de banco é mídia de banco.
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