Mês: maio 2026

O bolsonarista, Cláudio Castro, é alvo da PF por aportes de R$ 3 bilhões do Rioprevidência no Master

Estão sendo cumpridos 10 mandados de busca e apreensão no RJ e no DF por ordem de André Mendonça (STF)

A Polícia Federal realizou nesta terça-feira (26) uma operação que tem como alvo o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, no âmbito de uma investigação sobre investimentos bilionários do estado em fundos ligados ao Banco Master. A ação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, e inclui o cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Distrito Federal.

Segundo a PF, durante a gestão de Castro, cerca de R$ 3 bilhões teriam sido direcionados ao conglomerado financeiro controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro. Os recursos saíram principalmente do Rioprevidência — fundo responsável pelos pagamentos de aposentados e pensionistas do estado — e da Cedae, companhia estadual de abastecimento de água.

O advogado Carlo Luchione, responsável pela defesa de Cláudio Castro, informou que acompanharia as buscas realizadas na residência do ex-governador, na Barra da Tijuca.

O caso também repercute na Assembleia Legislativa do Rio. Neste mês, o deputado estadual Flávio Serafini, do PSOL, anunciou ter conseguido assinaturas para instalar uma CPI na Alerj com o objetivo de investigar os investimentos do estado no Banco Master. A comissão, porém, ainda não foi oficialmente instalada.

Dados apresentados pelos parlamentares apontam que o Rioprevidência aplicou aproximadamente R$ 1 bilhão diretamente no banco, além de cerca de R$ 1,6 bilhão em fundos administrados pela instituição. Parte desses aportes, segundo os deputados, ocorreu mesmo após alertas do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, que havia recomendado a suspensão de novos investimentos no banco.

A Cedae também realizou aplicações financeiras no Banco Master, em valores que somam aproximadamente R$ 200 milhões.

*ICL


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

O inacreditável discurso de Caiado em defesa da pilantragem de Flavio com o objetivo de derrubar o PT

Aquele Caiado, que diz combater o crime, que, com ele, criminoso não tem refresco, esquece.

Depois dos escândalos consecutivos de Flavio, Banco Master e Vorcaro, mostrando que não há separação entre esses três ponteiros da corrupção nacional, Caiado foi taxativo e disse, categoricamente, que isso é uma questão secundária. Por isso seguirá fechado com Flavio Bolsonaro, capítulo a capítulo, de uma desastrosa cruzada da direita chucra contra Lula.

Imagino como um cara que quer ser presidente da República, consegue criar uma campanha tão demolidora para si. Claro, ele deve imaginar que haverá uma reviravolta que faça com que Flavio tenha um programa capaz de fazer cortina de fumaça em todos os seus crimes, mesmo que, no ponto mais cômico da entrevista do presidente do maior partido de oposição do país, Valdemar da Costa Neto, na GloboNews hoje, tnha encenado Flavio cobrando dinheiro de um banqueiro em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica.

O sotaque e o jeito com que ele interpretou o diálogo de Flavio com Vorvcaro, foi cômico, “vai me pagar o restante? Dá para pagar ou não dá?”, o que gerou gargalhadas instantâneas nos bastidores de Brasília.

É para isso tudo que Caiado está fazendo cara de paisagem, segundo o próprio, e em rede nacional. Na sua resposta lógica, o recado de Caiado é simples, ninguém do clã Bolsonaro vale o que o gato enterra, mas Flavio é nosso, compõe a república dos herdeiros, candidatos milionários que sempre viveram às custas do Estado ou de seus pais.

O ódio aos tabalhadores que Caiado exala, consegue ser maior até mesmo do que o de Lula. O bom de toda essa história é que, há quase quatro décadas, Caiado mantém os mesmos 3% nas pesquisas para a Presidência da República. Isso não é pouca coisa.

A fala de Caiado de que o escândalo de Flavio Bolsonaro é “secundário” diante da necessidade de vencer o PT, mostra como as elites políticas operam. No fim, as denúncias de corrupção ou os vexames éticos são relevados em nome da manutenção do poder do próprio grupo.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Vídeo comédia: Valdemar da Costa Neto entrega Flavio, ‘foi visitar Vorcaro para receber o resto da grana’

Valdemar da Costa Neto, em mais uma crise de sincericídio, foi um colírio para quem quer ver Flavio Bolsonaro na cadeia.

Na GloboNews, perguntado por Andreia Sadi sobre a visita de Flavio a Vorcaro, o especialista no assunto, Valdemar, não precisou de muito tempo para entregar a rapadura e, de pronto emprego, tirou da cartola um elefante e o colocou na cristaleira de Flavio.

Na verdade, Valdemar utilizou algumas opções na base do mais do mesmo, confirmando um quadro contínuo de corrupção e lavagem de dinheiro que foi aplicado por Flavio, utilizando como biombo o tal filme do azarão.

A entrevista virou mesmo o assunto do dia por causa do sincericídio de Valdemar. O contraste entre o esforço de Flavio Bolsonaro para parecer sério e a sinceridade de Valdemar na GloboNews, foi o que mais gerou piadas e memes nas redes.

Confira o vídeo comédia:

https://www.tiktok.com/@g1/video/7643925535264935186?is_from_webapp=1&sender_device=pc


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Donos de fundo que financiou filme de Bolsonaro abriram empresa em paraíso fiscal

Os dois são controladores de fundo nos EUA que recebeu dinheiro de Daniel Vorcaro para filme sobre Jair Bolsonaro

Os controladores do fundo Havengate, que recebeu em 2025 verba de Daniel Vorcaro para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro (PL), abriram uma empresa em Delaware em fevereiro deste ano. O estado americano é conhecido como um paraíso fiscal, que permite omitir a divulgação de sócios e de informações financeiras.

O Havengate é administrado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro, Paulo Calixto, e o corretor de imóveis Altieris Santana. Documentos obtidos pela Folha mostram que eles também administram a empresa MCC-4 Equity Fund GP LLC, aberta em Delaware em 12 de fevereiro.

A abertura da empresa no estado contrasta com os negócios que Calixto e Santana mantêm nos EUA, prioritariamente baseados no Texas e na Flórida. O Havengate e outros dois fundos geridos pelos dois estão no estado texano.

O Havengate foi utilizado para o recebimento de R$ 61 milhões de Vorcaro que seriam usados no filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro, conforme revelou o site Intercept Brasil e confirmou a Folha. O repasse ocorreu entre fevereiro e maio do ano passado.

Áudios demonstram que Flávio Bolsonaro (PL) negociou pessoalmente os pagamentos com Vorcaro, em diálogos em que o filho do ex-presidente chama o ex-banqueiro de “irmão” e afirma que eles estarão sempre juntos.

A Polícia Federal investiga se o valor repassado ao Havengate pode ter sido utilizado para custear as despesas de Eduardo Bolsonaro, que mora no Texas. O ex-deputado nega.

A empresa MCC-4 Equity Fund GP LLC, aberta em Delaware, controla uma outra, também administrada pela dupla, no Texas. Trata-se da MCC-4 Equity Fund LP.

As duas são quase homônimas e possuem o termo “fundo” no nome, o que indica o ramo do negócio. Não há mais informações sobre outros possíveis sócios e o propósito das empresas nos registros.

A relação dos dois com as empresas foi constatada pela Folha em razão da abertura da unidade do Texas, estado que, ao contrário de Delaware, obriga a divulgação do nome de responsáveis e de relatórios anuais.

O documento de registro diz que a empresa em Delaware é gerenciada por Altieris Santana. Outros eventuais sócios não são citados.

Por meio do registro no Texas, a Folha também constatou que, no estado, ambas têm como referência o mesmo endereço: o escritório de Calixto, em Dallas. Trata-se também do endereço de registro do Havengate e de outras empresas que o advogado representa. O escritório lida com casos de imigração, consultoria e direito societário.

O endereço é diferente do registrado na documentação de Delaware, onde a companhia está registrada em Dover, capital do estado, e tem como representante a empresa A Registered Agent, que destaca “fornecer o máximo de proteção à privacidade pessoal permitido por lei”.

A empresa texana teve sua primeira tentativa de abertura pelo escritório de advocacia de Paulo Calixto rejeitada, pois o documento protocolado em 13 de fevereiro não continha o nome do sócio-administrador. No dia 17 do mesmo mês, Calixto apresentou um novo pedido.

A Folha contatou Altieris Santana por meio de e-mail profissional próprio e enviou mensagens no seu número de telefone por WhatsApp na quarta-feira (20). Na quinta (21), a reportagem ligou para o número, mas não obteve resposta.

Calixto foi procurado por meio do e-mail profissional e do contato oficial do seu escritório na quarta e na quinta. A reportagem também compareceu presencialmente e ligou para a firma em Dallas. Uma secretária respondeu que os dois não têm respondido à imprensa e que perguntas deveriam ser enviadas por e-mail.

Nas perguntas enviadas, a reportagem questionou qual o motivo da escolha por abrir a empresa em Delaware e se algum membro da família Bolsonaro estaria ligado aos negócios.

A Folha também contatou Eduardo Bolsonaro via mensagem na quarta e na quinta. O ex-deputado foi questionado se ele ou seus familiares tinham relação com o negócio, mas não retornou.

O modelo de gestão das empresas é similar ao do Havengate, que também conta com uma empresa LLC como administradora de uma LP. Como administradora, a LLC assume a responsabilidade pelos negócios da LP, o que protege os sócios de responsabilidade limitada, que não precisam ser identificados na abertura da companhia.

As LLCs são comuns nos EUA, pois blindam o patrimônio dos sócios e têm tributação simplificada.

Eduardo Bolsonaro já teve uma LLC, a Braz Global Holding LLC, com Paulo Generoso e André Porciúncula, que comprou um imóvel intermediado por empresa de Calixto e Santana. A empresa administrou outra, a Omni World Trades LLC, conforme relevado pela Agência Pública.

Nas conversas reveladas pelo Intercept, Altieri Santana aparece como uma pessoa em que Eduardo confia para executar tarefas financeiras.

O deputado, diz, por exemplo, que Santana viajaria “para fazer reunião pessoal com quem quer que seja” para garantir a chegada do recurso para o filme nos Estados Unidos.

*ICL


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Nexus/BTG: Nova pesquisa confirma que Lula se distancia de Flavio e vence todos os adversários

Resultado provavelmente tem influência dos áudios divulgados pelo site Intercept

Pesquisa Nexus/BTG, realizada entre os dias 22 e 24 de maio, mostra que o presidente Lula abriu vantagem sobre o principal adversário nas eleições presidenciais deste ano, Flávio Bolsonaro. O petista venceria tanto o primeiro turno quanto o segundo turno, se a votação fosse hoje.

No cenário mais provável de primeiro turno, Lula aparece com 40% das intenções de voto, aumentando em 2 pontos percentuais a vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), que tem 35%. Esse resultado provavelmente tem influência dos áudios divulgados pelo site Intercept, com diálogos entre Flávio e Daniel Vorcaro.

Ronaldo Caiado (PSD) tem 5%, Romeu Zema (Novo), 4%, e Renan Santos (Missão), 3%. Joaquim Barbosa, 2%, enquanto Augusto Cury e Cabo Daciolo têm 1% cada.

No segundo turno, Lula venceria todos os oponentes. Num cenário mais plausível, o presidente teria 47% e Flávio Bolsonaro 43%, o que representa um aumento de 3 pontos percentuais da vantagem a favor do petista.

Lula teria 49% a 38% de Romeu Zema (aumento de 7 pp na distância entre os dois) e 46% contra 40 de Ronaldo Caiado (aumento de 2 pp entre os dois).

Na pesquisa espontânea, Lula tem 36% das intenções de voto, dez pontos à frente de Flávio Bolsonaro, que soma 26%.

O restante dos candidatos está muito distante: Renan Santos, Romeu Zema e Ronaldo Caiado têm 2% cada. Jair Bolsonaro aparece com 1%, apesar de estar inelegível. Joaquim Barbosa, Augusto Cury e Cabo Daciolo não pontuaram.

A pesquisa ouviu 2.045 pessoas entre os dias 22 e 24 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-04193/2026. ICL.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Lembrem a Luciano Huck que, até a chegada de Lula ao poder em 2002, morriam por dia 300 crianças em decorrência da fome

Em decorrência da avalanche de críticas que vem sofrendo por uma fala ultraconservadora, que está na boca de todos os candidatos de direita à Presidência da República, contra o Bolsa Família, ou seja, um simples prato de comida na mesa dos brasileiros, Luciano Huck usa a velha tática ridícula do “tiraram a minha fala de contexto”.

É a velha história, o hábito faz o monge.

Herdeiro de família rica, jamais viveu algo perto da penúria, da fome e da miséria absoluta, Luciano Huck é a figura de uma casta de herdeiros que assumiram um protagonismo na direita brasilira em defesa dos “costumes”.

Sua justificativa tosca limita-se ao mesmo ramerrão reacionário de que R$ 600 de ajuda de custo de um programa social do governo, como o Bolsa Família, produz indolentes.

Se pegar ao pé da letra, foi exatamente isso que, em pleno Clube da Hebraica, na campanha de 2018, Bolsonaro disse o mesmo dos negros quilombolas e dos índios sobre indolência, mesmo um sujeito que nunca trabalhou na vida e que sempre viveu das tetas do Estado, assim como educou os filhos para o mesmo fim, pois também nunca trabalharam na vida e já nasceram com a boca nas tetas do Estado onde permanecem até hoje.

Na verdade, o ato falho do bilionário, Luciano Huck, que não vê problema em fazer propaganda para as Bets, apenas reforçou o disurso dos candidatos de direita à Presidência da República.

Imaginar que, até a chegada de Lula ao governo em 2002, 300 crianças morriam por dia de inúmeras doenças em decorrência da fome, ou seja, 9 mil crinças ao mês, num país que se orgulha de ser um celeiro alimentar do mndo, em pleno 2026, um sujeito que sempre viveu deitado em berço esplêndido, passa e muito de qualqurr conceito de sarcasmo.

Essa lógica cultural que as classes economicamente dominantes carregam na alma, tatuada como símbolo escravagista, segue os mesmos passos da nata oligárquica do século XIX.

Um sujeito que, certamente, encara a abolição dos negros escravizados no Brasil com o mesmo olhar da aristocracia cafeeira, deixa claro que não é um prato de comida que faz qualquer mal ao país e aos brasileiros pobres, mas a mesquinhez chucra, sem qualquer polimento. sem qualquer carapaça midiática, como a que sua língua de trapo lhe traiu, sim, é que é a grande chaga moral, social, econômica e humanitária desse país, que sempre produziu a miséria e a fome como forma de domínio institucional e poder sobre a imensa maior parte do povo brasileiro.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

O vácuo na corrida eleitoral provocado pelo recuo dos apoiadores de Flavio

Desgastado pela relação com o dono do Master, senador perde fôlego em pesquisas, mas Caiado, Zema e Michelle não conseguem herdar o espólio político da crise

A nova pesquisa Datafolha mostrou mais do que a queda de Flávio Bolsonaro após o caso Daniel Vorcaro. Ela revelou um vácuo político na direita brasileira. O senador caiu de 35% para 31% no primeiro turno e viu Lula ampliar a vantagem de três para nove pontos no cenário estimulado. No segundo turno, o empate técnico de 45% virou desvantagem de quatro pontos: 47% a 43% para o petista. O dado mais sensível para o bolsonarismo, porém, não está apenas na perda de votos, mas na incapacidade dos adversários de capturar esse desgaste. Lula cresce apenas dois pontos no primeiro turno, enquanto Flávio perde quatro.

A diferença ajuda a explicar o movimento detectado nos bastidores por analistas políticos: parte do eleitor conservador demonstra desconforto com a conexão entre o “01” e o banqueiro Daniel Vorcaro, mas ainda não encontrou um nome capaz de representar simultaneamente a oposição frontal ao PT, identidade ideológica e viabilidade eleitoral. Nem Romeu Zema (Novo) nem Ronaldo Caiado (PSD) conseguiram transformar o desgaste do senador em crescimento consistente. Michelle Bolsonaro, embora preserve desempenho competitivo, também estaciona em 43% no segundo turno.

“Parte da direita foi pega de surpresa e ficou decepcionada com Flávio, especialmente pela visita a Vorcaro após a soltura. Na minha visão, as pesquisas vão começar a avaliar o sentimento dos eleitorado, que ainda está digerindo esse desgaste. Essa mesma decepção também criou uma desconfiança entre as outras candidaturas da direita sobre o que ainda pode ser revelado. Por isso, ainda não consigo ver Flávio fora do segundo turno, principalmente pela estrutura e capilaridade do PL em todo o país”, afirmou o cientista político Horácio Lessa, da Liberty Consultoria.

A crise Dark Horse
Os números do próprio Datafolha reforçam essa leitura. Flávio passou a liderar a rejeição nacional, subindo de 43% para 46%, enquanto Lula oscilou de 47% para 45%. Ainda assim, o presidente continua distante de uma zona confortável para quem disputa a reeleição.

A pesquisa sugere que a crise Dark Horse atingiu o núcleo mais moderado e pragmático da candidatura bolsonarista, especialmente setores de centro, mercado e eleitores menos ideológicos. Contudo, o cenário não provocou migração automática para o lulismo nem para os adversários do campo conservador. Por enquanto, o eleitorado que rejeita Lula e se decepcionou com Flávio parece apenas aguardando alguém que consiga encarnar, ao mesmo tempo, conservadorismo, antagonismo ao PT e menor desgaste pessoal. E esse personagem, ao menos até agora, ainda não apareceu no tabuleiro de 2026.

*Caio Barbieri/PlatoBR


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Lula lidera com vantagem sobre Flávio entre eleitores de Centro, mostra DataFolha

Tentativa de Flávio de se colocar como candidato “moderado” cai por terra após revelação de áudios com Daniel Vorcaro para produção de filme sobre Bolsonaro; senador tem 20% dos votos de Centro

De acordo com a pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira (22), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) leva vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) entre os eleitores de centro. O levantamento aponta que há dificuldades para outros nomes da chamada “terceira via” conquistarem os votos do segmento.

Na faixa dos entrevistados que se posicionam no centro, representado pelo nível 4, entre 1 (extrema esquerda) e 7 (extrema direita), Lula alcança 29% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 20%.

O resultado mostra pela primeira vez a dificuldade do senador em consolidar a imagem de “candidato moderado”, estratégia eleitoral que vinha sendo adotada pela extrema direita após a condenação de Jair Bolsonaro (PL) e militares do seu governo por tentativa de golpe de Estado. Indicado pelo próprio pai para representar o bolsonarismo na corrida eleitoral de 2026, Flávio aposta tudo na confiança de que poderá derrotar Lula nas urnas, embora todas as pesquisas e especialistas digam o contrário.

A revelação de áudios de conversas entre o senador e Daniel Vorcaro, investigado em um dos maiores escândalos financeiros do país, abalou a sua pré-candidatura, e fez vários bolsonaristas pularem do barco. Em meio à repercussão do caso e às revelações de que também teria visitado o banqueiro durante sua prisão domiciliar, o senador entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar censurar a pesquisa Atlas Bloomberg divulgada na terça-feira (19), que apontava queda em sua pré-candidatura à Presidência em razão da associação com o caso Banco Master.

Na semana passada, deu mais um passo na radicalização do discurso.“Todos vocês, cada uma dessas famílias, a gente vai honrar vocês. Vocês vão junto com o presidente Bolsonaro subir aquela rampa do Palácio do Planalto em 2027 junto com a gente”, disse durante evento realizado neste sábado (17) em Sorocaba, no interior do estado de São Paulo. A ocasião foi o lançamento da pré-candidatura de Guilherme Derrite ao Senado Federal.

Ronaldo Caiado, filiado ao PSD, bolsonarista que procura se posicionar como força de centro, aparece com apenas 6% entre os eleitores centristas. Pelo Avante, o escritor Augusto Cury é quem mais explicitamente busca ocupar o espaço do centro político. A estratégia apresenta algum resultado no levantamento do Datafolha: ele registra 6% nesse segmento, embora tenha apenas 2% das intenções de voto no eleitorado geral.

Já outros pré-candidatos apresentam desempenho discreto entre os eleitores moderados. Renan Santos (Missão) soma 5%, enquanto Romeu Zema (Novo) aparece com 4%.

Avaliação positiva de Lula
A avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou nova melhora gradual, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (23). Embora a gestão ainda registre mais avaliações negativas do que positivas, a diferença entre os dois índices vem diminuindo de forma consistente nas últimas semanas.

De acordo com o levantamento, 38% dos brasileiros consideram o governo ruim ou péssimo, enquanto 32% avaliam a administração como ótima ou boa. Outros 28% classificam a gestão como regular.

Os números representam uma continuidade na recuperação da imagem do governo. Em abril, a distância entre avaliações negativas e positivas era de 11 pontos percentuais, 40% contra 29%. Na semana passada, caiu para 9 pontos, 39% a 30%. Agora, chegou a 6 pontos, 38% a 32%.

Além disso, aprovação e desaprovação do presidente aparecem tecnicamente empatadas pela primeira vez em meses. Segundo o Datafolha, 48% aprovam o trabalho de Lula, enquanto outros 48% desaprovam. No levantamento anterior, o cenário era mais desfavorável ao petista: 45% aprovavam e 51% desaprovavam.

O instituto ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 139 municípios do país entre quarta-feira (20) e quinta-feira (21). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Forum.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Gilmar Mendes: ‘Crise do Master não é do STF, está na Faria Lima’

Magistrado defende que o inquérito das fake news continue aberto diante do acirramento eleitoral deste ano

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirma que o escândalo do Banco Master foi endereçado indevidamente à corte, argumentando que a crise é sistêmica. O tribunal passou a ser associado ao caso depois da revelação de ligações dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

À Folha, Gilmar diz não querer “isentar de responsabilidade quem tem”, mas avalia que a crise não é do tribunal, apontando o dedo para supostas falhas da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e para o Banco Central.

“Isso [a relação de ministros do STF com Vorcaro] certamente está sendo investigado e as autoridades competentes devem fazê-lo, estão fazendo”, diz o ministro.

Gilmar avalia ainda que a rejeição do advogado-geral da União, Jorge Messias, a uma vaga no Supremo deveu-se a uma questão “puramente política”, não relacionada ao indicado, e que o governo Lula (PT) falhou na articulação política com o Congresso Nacional.

O ministro também defende a realização da 14ª edição do Fórum de Lisboa, conhecido como Gilmarpalooza, alvo de críticas por ser realizado fora do país e receber autoridades que se tornaram alvo de investigações. “Não temos nenhum controle sobre isso”, afirma.

Reportagem da Folha mostrou que o caso Master e o código de ética fizeram algumas autoridades repensarem a ida ao Fórum de Lisboa. O senhor percebe esse impacto?

Pelo contrário, estamos fazendo um dos maiores eventos que já fizemos, com mais de 470 palestrantes e disputas por lugar. Talvez pessoas que não queiram ir ao fórum e queiram ser simpáticas à ideologia da Folha estejam ecoando isso, mas não percebemos isso, felizmente.

Mas eventos paralelos ao fórum já contaram com a presença de Vorcaro e de outras autoridades que passaram a ser investigadas. Isso não pesa?

Não temos nenhum controle sobre isso. Teríamos que demandar às autoridades portuguesas que não dessem visto para as pessoas? São personagens que se aproveitam do ensejo para ir ao El Corte Inglés ou fazer festa no rooftop do Tivoli. Não nos diz respeito.

Alguns desses palestrantes vêm do Tribunal Constitucional da Alemanha, que tem o modelo usado pelo presidente Edson Fachin para propor um código de ética. Como o senhor avalia esse paralelo?

O código da corte alemã estabelece que aquilo que se ganha na condição de juiz, para além do pró-labore, tem que ser divulgado, seja por palestra ou direitos autorais. Não sei quem plantou essa ideia de que o problema é o “Gilmarpalooza”, mas, para nós, é uma coisa muito “naïve” [ingênua].

No STF não há necessidade de um ministro tornar público o quanto recebe por palestras.

Isso pode ser discutido. Nós temos a Lei Orgânica da Magistratura e o Código de Ética da Magistratura. Não tenho nada contra a ideia. A questão é de oportunidade. Tem muitas coisas que constam do código de ética alemão que não condizem com a nossa cultura. Um juiz lá não pode se pronunciar sobre determinadas questões. Aqui, na crise que vivemos durante o governo Bolsonaro, se a minha voz e a de outros não pudessem ser levantadas, provavelmente nós não estaríamos contando a história. É possível fazer a reforma dentro de consensos.

O Datafolha mostrou que há uma crise de confiança da população no STF. A que o senhor atribui isso?

A forma da pergunta às vezes é errada. Houve certa habilidade em transferir para o tribunal a responsabilidade por fatos que são graves e que revelam uma crise sistêmica. Por exemplo, a CVM estava há mais de ano com três diretores a menos. Portanto, sem fiscalização sobre o campo penal, lavagem e “otras cositas más”. A crise do Master não está na Praça dos Três Poderes, está na Faria Lima. Quem vendeu títulos foram os bancos. Não quero isentar de responsabilidade quem tem, mas me parece que você coloca o tribunal num corredor polonês; depois a Folha faz pesquisa e revela uma frustração.

Outra crítica ao STF é o fato de ministros terem parentes advogados e como isso pode gerar conflito de interesses.

O CPC [Código de Processo Civil] veda o julgamento de causas em que a parte ou o advogado seja parente. É uma discussão difícil porque envolve liberdade profissional e, em princípio, não tem como evitar. Mas há um sistema de fiscalização do Judiciário e da Ordem dos Advogados do Brasil [OAB] para evitar abusos.

E quanto às relações, muitas vezes também questionáveis, de ministros com empresários?

A questão da amizade, todos nós devemos ter cuidado. Se tiver amizade íntima, o CPC responde a isso. Nós devemos ter essa cautela.

A PF apura negócios familiares de Toffoli com o Master por meio do resort Tayayá, o contato entre Vorcaro e Moraes e o contrato firmado pelo banco com o escritório da esposa do ministro. Essas relações não estão mal explicadas?

Isso certamente está sendo investigado e as autoridades competentes devem fazê-lo. Agora, qual a relação de causa e efeito? Pessoas que fizeram empréstimos ou que eram correntistas têm responsabilidade? Claro que não.

O senhor já fez críticas em relação ao modo como Edson Fachin está conduzindo a crise. Como está a divisão interna?

Não tem divisão interna. O código de ética gerou um ambiente de certa desinteligência, porque pareceu lançado num momento de vulnerabilidade de alguns colegas. Não estou imputando essa intenção a ele, mas isso foi impróprio. Quem quer conduzir o tribunal precisa produzir unidade, é elementar.

O senhor, quando votou para manter a prisão de Daniel Vorcaro, fez algumas críticas àquela prisão e ao uso de prisões para se conseguir delação premiada. O senhor acha que essa situação está acontecendo no caso Master?

Não tenho ideia, tenho que examinar em cada caso. O que temo é o autoritarismo penal-judicial. Não gosto da ideia de alguém dizer “agora você vai ter um regime privilegiado porque você me prometeu delatar” ou “agora vou te colocar num presídio de segurança máxima porque você não correspondeu às minhas expectativas”.

O ministro Fachin disse estar conversando com Moraes sobre encerrar o inquérito das fake news. O senhor concorda com essa medida?

Mantido o ambiente de radicalismo, e tudo indica que vai ser mantido, dado o acirramento eleitoral, o inquérito das fake news é necessário. Veja a CPI do Crime Organizado. Era para investigar o PCC e outros que tais, e aí se indicia o ministro Toffoli, o ministro Alexandre, o procurador-geral Paulo Gonet e a mim. A CPMI resolveu o problema do crime organizado no Brasil?

O senhor pediu uma investigação contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) por causa da CPI e outra sobre o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo). Essas reações reduzem ou inflamam atritos?

A Folha fez um editorial sobre isso, dizendo que Alessandro Vieira tinha exorbitado, mas que a minha reação era desproporcional. Não sei o que resta a alguém que é apontado como integrante de uma organização criminosa senão reagir. Ao fazê-lo, tem que fazer pelas vias do devido processo legal. Esse é o caminho, mas certamente o jurídico da Folha pode me ajudar a compreender esse tipo de reação.

O Senado errou ao rejeitar Jorge Messias para o STF?

Não foi por falta de qualificação. Foi uma questão puramente política, de uma crise política cujo contexto não consigo divisar bem, e foi por isso que me parece que acabou havendo esse encaminhamento, essas desinteligências que se colocam. O governo Lula é um governo de minoria, algo que não conhecíamos nesses 40 anos de Constituição. Ele não logrou ter maioria no Congresso e depende de construções tópicas. Há várias falhas, inclusive uma grave falha de articulação política. Eu trabalhei no governo [FHC]. Eram dramáticas as votações de emendas constitucionais, que precisavam de 308 votos na Câmara. Mas havia pessoas que sabiam calcular.

Sobre penduricalhos, mesmo depois da decisão do STF, foram criados benefícios. O Judiciário perdeu a capacidade de se autorregular nesse tema?

Temos que chegar a um modelo de federalização da folha de salários, com uma plataforma única em que qualquer rubrica precise ser autorizada.

RAIO-X I Gilmar Mendes, 70
Atual decano do STF, foi indicado ao tribunal pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), de quem foi advogado-geral da União, além de assessor no Ministério da Justiça e na Casa Civil. Antes, foi procurador da República e consultor da Presidência no governo Fernando Collor. Formado em direito pela UnB, concluiu mestrado e doutorado pela Westfälische Wilhelms-Universität zu Münster.

*Por Ana Pompeu, Luísa Martins e Julia Chaib/ICL


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Por que Nikolas Ferreira não deu pio em defesa de Flavio Bolsonaro gravando videozinho com fundo preto?

Acabou o amor?

Nem de algumas migalhas, há notícias. Porque não há condenscendênia do silêncio de Nikolas sobre o peso demolidor que Flavio está sentindo nas costas.

A propósito, peso esse que, a cada dia, está imobilizando sua campanha. Na verdade, esse silêncio de Nikolas sobre o chão que se abriu nos pés de Flavio Bolsonaro em plena campanha pré-eleitoral para a Presidência da República, é um grito que diz muito mais do que se imagina, ativa ou passivamente, não importa.

Escrúpulo nunca foi o forte do camarada. Pode-se descrever isso, e com razão, se disser que Nikolas também está até o talo envovlido nas tramoias de Vorcaro. Aliás, os dois são irmãos de fé desde a igreja da Lagoinha, de André Valadão, assim como o cunhado Vorcaro, Zetel, todos vêm do mesmo ninho de ratos que utilizam a religião como forma nada sublime de mentir em nome de Deus, como é aquele porre insuportável, quando o vigaristinha, Nikolas Ferreira, usa desse expediente para abarcar e até criar dependência emocional em muitos de seus seguidores.

A questão é mesmo complexa, porque, mesmo que Flavio perca a eleição e, claro, Lula vença, Bolsonaro ganha mantendo-se como a principal liderança da direita, que está nitidamente esvaziada, e o desempenho dos candidatos de direita, como Zema, Caiado, mostra que Bolsonaro joga com as peças certas no seu próprio campo para manter a hegemonia do clã no universo da direita.

Nikolas tem olho grande nesse universo e, lógico, sempre usou Bolsonaro como referência. Primeiro, como parlamentar que nunca aprovou nenhum projeto em 28 anos, e Nikolas, no primeiro mandato, segue essa pegada, zero casamento com as necessidades do povo brasileiro, zero projeto aprovado. Vive de emendas Pix, um tipo de fisiologismo eleitoreiro de quinta categoria.

No caso específico de Flavio, é nítido que ele se transformou numa figura tóxica dentro do seu próprio círculo e ninguém, com um mínimo de juízo, quer se associar à sua imagem.

No caso de Nikolas, com suas viagens em jatinho de Vorcaro, a coisa acrescenta algo um tanto mais dramático, assim como o seu nome no celular do banqueiro e sabe-se lá o que pode ainda estar a caminho das apurações da PF em outros celulares do mega bandido.

O que mais parece é que o furdunço entre Eduardo Bolsonaro e Nikolas por este não se empenhar na campanha de Flavio, é um motivo realmente forte, somando a todos os outros contratempos que, independemente, aparece Nikolas beijando o próprio “patrocinador” do filme do chefe da gangue.

Seja como for, Nikolas não quer se queimar mais do que está queimado, mostrando que, mesmo no universo da direita, não há político mais desgastado, torrado, pronto par avirar carvão, do que Flavio. E ninguém quer ser tragado por esse alto-forno, menos ainda o vigaristinha Nikolas Ferreira.

Afinal, são dois cagados que, agora, veem-se como patos de Vorcaro, com possibilidade do troço piorar ainda mais com novas revelações da Polícia Federal.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs