Enquanto Bolsonaro requentava, pela milionésima vez, a farsa da facada em meio a uma tempestade de denúncias de corrupção milionária no ministério da Saúde, o Brasil perdia para a covid mais de 5 mil brasileiros, vítimas dessa política nefasta do governo genocida.
Pior, vendo que, desse total aumentou em mais de 20% a morte de jovens, ou seja, reduziu sim o número diário de mortes, mas num patamar absurdamente alto em que são perdidas em média 1.500 vidas, enquanto o país assiste Bolsonaro monopolizando o noticiário com a farsa do entupimento fecal.
Mas não é só isso. Mesmo que o Brasil tenha assistido e comentado o envolvimento de uma penca de coronéis no ministério da Saúde envolvidos em corrupção na compra das vacinas, ainda assim, o fato de Bolsonaro se expor como um mártir de uma luta do bem contra o mal, trouxe a ele algum benefício.
É bom que todos fiquem atentos para dois fatos, o uso escancarado da farsa pelo próprio Bolsonaro para aliviar a pressão que a CPI está fazendo sobre o seu lombo, e a antecipação da terceira parcela do auxílio emergencial de agosto para para esta semana, visando melhorar a imagem de um governo que está na garganta do inferno pelo genocídio que ceifou até aqui a vida de mais de 540 mil brasileiros.
Deu literalmente merda no plano de farsa do clã. A princípio, estava com nó nas tripas, depois, segundo Rodrigo Constantino, Bolsonaro teria sido envenenado. Flávio, por sua vez, disse que o pai teve que ser intubado preventivamente. No final das contas, o que soube é que o médico tirou de Bolsonaro, via sonda nasogástrica, 1 kg de conteúdo fecal. Ou seja, deu merda geral e parece que o presidente terá alta amanhã, já que tem que se preparar para o chumbo grosso que virá da CPI.
Mudou a comédia. Depois de Flávio e Eduardo dizerem que o pai sofre de nó nas tripas, em função da facada, a tese de Constantino de envenenamento, é a nova piada.
O gabinete do ódio está explodindo nas redes dizendo que excesso de chumbo foi detectado no sangue do presidente genocida.
Faz sentido. A quantidade de chumbo na asa que Bolsonaro está tomando da CPI deve ter mesmo contaminado o corpo todo, ainda mais hoje que, segundo o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues, o que foi revelado por Cristiano Carvalho, da Davati Medical, é que toda a cadeia de comando do ministério da Saúde está de alguma forma envolvida com a fraude.
Some tudo isso com a quantidade de piadas, caricaturas, memes sobre a internação fake de Bolsonaro que ele explora com imagens e dramalhão, para o gabinete do ódio abraçar a tese do comédia Rodrigo Constantino, a de que Bolsonaro foi envenenado.
Redobrando a aposta na patetice conspiratória do bobo da corte que ganha uma grana arrumada da Secom para defender, sem qualquer escrúpulo, todos os crimes cometidos por Bolsonaro, disputando cabeça a cabeça com Augusto Nunes, Ana Paula do Vôlei, Guilherme Fiuza e outros asseclas da Jovem Pan.
Mas isso não deixa de ser emblemático, afinal o gabinete do ódio que está espalhando nas redes a tese do envenenamento do presidente, é o mesmo que criou ontem, mas hoje desistiu de espalhar a tese do próprio de que Bolsonaro faria uma cirurgia para desfazer o nó nas tripas que a facada mandrake do Adélio teria produzido mais de três anos depois da farsa.
O nome disso é desespero pelo cheiro de chumbo grosso que ainda virá da CPI contra todo o clã.
“Pode inclusive ter sido encaminhado um processo de aquisição por um golpe paralelo, uma ação de golpe paralela à que estava ocorrendo”, disse o vice-presidente da CPI sobre a ONG presidida pelo reverendo Amilton Gomes, que utilizou o Instituto Força Brasil como “intermediário” para chegar ao alto escalão do Ministério da Saúde.
O vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), alertou para uma rede paralela de comércio de vacinas no Ministério da Saúde, com após questionamentos ao vendedor Cristiano Carvalho, representante da empresa Davati no Brasil.
Agência Senado – O vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), alertou para uma rede paralela de comércio de vacinas no Ministério da Saúde, com após questionamentos ao vendedor Cristiano Carvalho, representante da empresa Davati no Brasil.
Cristiano Carvalho relatou também à CPI que, no dia 12 de março, quando esteve no Ministério da Saúde, comunicou ao então secretário-executivo Elcio Franco que já vinha negociando as vacinas com o então diretor do Departamento de Logística, Roberto Dias. Entretanto, Franco, que era a maior autoridade da pasta depois do ministro Eduardo Pazuello, desconhecia tal fato, disse Carvalho.
Após questionamentos de Humberto Costa (PT-PE), Cristiano Carvalho informou que outra oferta de compra de vacinas por meio da Davati foi registrada em 9 de março diretamente ao então ministro da Saúde Eduardo Pazuello. Segundo o vendedor, o processo foi registrado no ministério por um representante chamado Júlio Adriano Caron, coincidindo com o mesmo período em que Cristiano e Dominguetti tentavam vender 400 milhões de doses da AstraZeneca à pasta.
Cristiano Carvalho apontou o tenente-coronel Marcelo Blanco, ex-diretor-substituto de Logística do Ministério da Saúde, como elo importante entre a Davati e a pasta. Ele disse que Blanco teria continuado a exercer influência sobre o diretor de Logística, Roberto Dias, mesmo depois de deixar o cargo, como um “assessor oficioso”. Segundo Carvalho, Blanco chegou a ele no dia 1º de março e se apresentou como um funcionário “recentemente exonerado” da Saúde que teria passado a trabalhar como representante de vendas de insumos hospitalares, com negócios no Ministério.
Carvalho disse que não chegou a acertar com Blanco nenhum valor de comissionamento pela venda de vacinas à Saúde, mas informou ao tenente-coronel que a empresa ficaria com 20 centavos de dólar por dose de vacina. Munido dessa informação, Blanco teria respondido que levaria o assunto a Roberto Dias.
Numa entrevista pouco tempo antes de falecer, o coordenador da campanha de Bolsonaro em 2018, Gustavo Bebianno, traçou o caminho das pedras para mostrar a todos que quem armou a farsa da facada foi Carlos Bolsonaro, que jamais havia participado de um comício do pai, mas no de Juiz de Fora ele compareceu. Comício que, não por acaso, foi o único em que Bolsonaro não estava com o colete à prova de bala.
Lembrando também que, nesse dia, somente Carlos viajou com o pai no carro, ou seja, nenhum segurança estava com eles.
Ontem, muita gente indagou quem tuitava na conta de Bolsonaro, já que ele estava internado desde o início da manhã.
Para piorar, divulgaram uma foto de Bolsonaro sem camisa, no hospital para ser transformado em mártir, mas, na verdade, o tiro saiu pela culatra, já que todos perceberam que, se não era o Carluxo que estava pilotando a conta do pai no twitter, era o próprio Bolsonaro que seguia as orientações do seu filho guru na arte da farsa.
Entre os tuítes de ontem, um chamou mais a atenção, é o que ele acusa o Psol e o PT de estarem por trás daquela farsa ridícula da facada.
Pois bem, um tuíte com a mesma essência e até com as mesmas palavras já havia sido postado por Carlos Bolsonaro oito dias antes, no dia 06 de julho, como pode ser visto na imagem.
Trocando em miúdos, o primeiro tuíte já mostra que estava a caminho uma farsa, já que ontem as mesmas palavras foram repetidas, o que também revela como essa gente faz um serviço porco e deixa sempre o rabo de fora para ser facilmente desmascarada por qualquer um minimamente atento.
Nisso há uma tentativa de constranger os senadores da CPI que estão desbaratando as falcatruas do ministério da Saúde do governo Bolsonaro no esquema da compra das vacinas, além dos crimes de responsabilidade que provocaram a morte de quase 540 mil brasileiros por covid.
Confira:
– Mais um desafio, consequência da tentativa de assassinato promovida por antigo filiado ao PSOL, braço esquerdo do PT, para impedir a vitória de milhões de brasileiros que queriam mudanças para o Brasil. Um atentado cruel não só contra mim, mas contra a nossa democracia.
Reportagem do Congresso em Foco traz uma bomba. Justo o filho de Arthur Lira, que está sentado em cima de mais de cem pedidos de impeachment de Bolsonaro, tem uma empresa de publicidade com contratos milionários que envolvem o governo Bolsonaro.
Isso faz com que se entenda por que Lira acha que, mesmo depois dessa política genocida do governo, os pedidos de impeachment de Bolsonaro são fruto de um carnaval de gritaria da oposição.
A matéria que segue abaixo está muito bem fundamentada e não há como se chegar ao fim de tudo o que é revelado aqui sem associar esses fatos graves às costas quentes que Lira dá a Bolsonaro no Congresso.
Congresso em Foco – Um filho do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), é dono de uma empresa de representação de veículos publicitários que, por sua vez, prestam serviço para órgãos públicos. Arthur Lira Filho tem como sócia, no negócio, Malu Cavalcante, filha de Luciano Cavalcante, braço direito, secretário parlamentar e coordenador de campanha do deputado. Com pouca experiência na área e na faixa dos 20 anos, Arthur Filho e Malu recebem comissão de cerca de 7% a 15% do valor do contrato entre a agência e o veículo que representam.
A reportagem do Congresso em Foco obteve um e-mail, cujo título se refere ao Ministério da Cidadania (“MCIDADANIA – PROGRAMAS E AÇÕES”), em que Arthur Filho e Malu estão copiados. Optamos por não publicar o e-mail para garantir o sigilo da fonte.
A mensagem foi enviada por Rodolfo Darakdjian, CEO da OPL Digital, empresa que afirma, em seu site, ter contratos com órgãos públicos como a Caixa Econômica Federal e os ministérios da Saúde e do Turismo. O empresário foi recebido duas vezes em três meses por Rodrigo Fayad de Albuquerque Rosa, que comandava a distribuição das verbas publicitárias do governo e foi exonerado na semana passada.
Outras empresas agenciadas por Malu e Arthur Filho foram contratadas como fornecedoras em publicidade pela Caixa: a Akee Mídia em janeiro deste ano e a Agência Musik’a entre dezembro e fevereiro.
A empresa dos dois jovens, a Mídia Nova Representações, não tem sede, site ou mesmo e-mail oficiais. O endereço que consta no registro de CNPJ é de um apartamento residencial da Asa Norte, em Brasília – onde Malu mora com os pais.
Quando criaram a empresa, Malu era recém-formada em Direito e Arthur Filho estava estagiando em um restaurante em Brasília. Segundo pessoas que atuam no mercado de publicidade em Brasília e não quiseram ser identificadas por temer represálias, Arthur é visto frequentemente em agências que possuem contratos milionários com o governo, como a Calia e a Propeg.
“Desde que Arthur Lira virou presidente, a empresa [do filho] passou a vender mais”, disse um dos interlocutores, que participou de uma negociação com a agência de Arthur Filho. Os envolvidos negam irregularidades e dizem que a atuação é condizente com a praticada no mercado.
No entanto, especialistas apontam que a prática pode configurar quebra do princípio de imparcialidade em contratações pelo poder público. “Quando há a intermediação de contratos de publicidade feita por parentes de representantes de órgãos públicos, indiretamente há uma quebra do princípio de imparcialidade na contratação, mesmo que todos os requisitos técnicos e legais previstos na Lei 12.232/90 sejam atendidos”, afirmou Denise Fabretti, professora de Ética, Legislação e Dados da ESPM.
Em conversa com a reportagem (identificada como tal) por WhatsApp, Malu confirmou que atua como representante de veículos publicitários “de mídia exterior, digitais e na área comercial”. Ela explicou que a empresa, aberta nos últimos dias de 2019, “recebe uma comissão de representação alinhada e celebrada em contrato entre privados”. “Os percentuais seguem o padrão de mercado”, afirma.
Oficialmente, a carteira de clientes da Mídia Nova Representações tem nove empresas agenciadas – em sua maioria, pequenos negócios que buscam interlocução para obter contratos com agências que ganharam licitações do governo.
Não há registro da Mídia Nova Representações nos portais de transparência do governo, uma vez que só são publicados os dados das agências de publicidade detentoras do contrato principal. Os serviços de representação são subcontratados e, portanto, não entram nas prestações de contas dos órgãos públicos.
Tentamos obter detalhes dos contratos diretamente com as empresas, mas recebemos a resposta de que eles têm cláusulas de confidencialidade.
Indicações no Congresso e CBTU
Luciano Cavalcante, o assessor de Lira e pai de Malu, é considerado o braço direito do deputado. Ele trabalhou por anos com o ex-senador Benedito de Lira, pai do atual presidente da Câmara e aparece em várias fotos junto aos dois. Cavalcante, inclusive, participa de eventos representando Lira.
Natural de Atalaia, em Alagoas, ele empregou a esposa, Gláucia, e a filha Malu nos gabinetes de Lira filho e Lira pai, como assessoras parlamentares. Gláucia atuou no gabinete de Arthur entre 2015 e 2016 e hoje possui um cargo de gerência na superintendência da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) em Maceió. O superintendente, aliás, é Carlos Jorge Ferreira Cavalcante, cunhado de Gláucia. Já Malu esteve lotada com Benedito entre 2016 e 2019.
A nomeação da esposa e do irmão de Luciano em cargos na CBTU é curiosa. Arthur Lira se tornou réu no Supremo Tribunal Federal acusado de receber R$ 106 mil de propina do então presidente da companhia, Francisco Colombo.
Em conversa com a reportagem, Luciano Cavalcante afirmou que nem ele e nem Lira atuaram para beneficiar os filhos nos negócios. Ele diz ainda que as nomeações de sua família são de acordo com a lei.
Ainda segundo o secretário, Arthur Filho e Malu estão começando na carreira e “não ganham muito dinheiro” com a empresa. Ele disse que a filha e Arthur são amigos de infância e que esta semana, um ano após a abertura da empresa e após os contatos da reportagem, alugaram uma sala para usar como sede e vão lançar a marca oficialmente.
O representante no Brasil da empresa Davati Medical Supply, Cristiano Carvalho será ouvido hoje, quinta-feira dia 15, na CPI da Covid-19, para esclarecimentos relacionados ao depoimento do policial Luiz Paulo Dominghetti, afirmando que em fevereiro o diretor de Logística do Ministério da Saúde na época, Roberto Dias, pediu propina em troca da assinatura de um contrato para compra de vacinas.
Segundo Dominghetti, Roberto Dias pediu propina de US$ 1 por dose da vacina AstraZeneca em uma negociação que envolveu o montante de 400 milhões de doses.
Adélio é uma espécie de bombril do clã Bolsonaro, serve para tudo. Basta descobrir um malfeito da família, basta falar o nome de Marielle ou mostrar a mansão de Flávio, a morte de Adriano da Nóbrega, do esquema de lavagem de dinheiro, peculato e formação de quadrilha e suas rachadinhas, que o gabinete do ódio levanta a hashtag no twitter #QuemMandouAdelioMatarBolsonaro?
É um marketing puído, mas o clã não tem outra patetice para sacar da manga. Não seria diferente agora que Bolsonaro vê a CPI tratorá-lo e o mar de corrupção que está sendo revelado dentro do ministério da Saúde com o possível envolvimento do próprio mandante da birosca.
E lembrem-se, a CPI não se deu para apurar corrupção, e sim quem foram os responsáveis no governo pela morte, até aqui, de mais de 537 mil brasileiros por receitarem o kit cloroquina, o não uso de máscaras, o não isolamento social e a não higienização das mãos.
Mesmo a CPI mostrando que Bolsonaro fez uma campanha intensa em busca da tal imunidade de rebanho, o sujeito não parava de defender a cloroquina e promover aglomerações por todos os cantos em que passava. E o mais grave, trabalhou incessantemente contra a aquisição de vacinas.
O que se revelou além disso foi algo ainda mais macabro por trás de sua campanha contra as vacinas conhecidas, existia um esquema para a compra da Covaxin e, por fora, da AstraZeneca.
É isso que está fazendo Bolsonaro se internar às pressas e requentar a farsa da facada com retorno do escapulário do clã, o Adélio Bispo. Por si só, o tuíte feito na conta de Bolsonaro, que muitos atribuem a Carluxo, culpando o Psol e, por tabela, o PT pela cascata da facada, pinta com todas as cores que o brasileiro está diante de mais uma farsa com prova absoluta de que o país é governado por um bando que não tem o mínimo de escrúpulos.
O que todos esperam é que essa história termine com o encarceramento de todo o clã e seu entorno.
Porque se a única coisa que eles têm para se defender, é o Adélio, então, eles não têm nada, já que a farsa da facada está pra lá de desmascarada.
Não, não é piada do sensasionalista, as informações apuradas pela Fórum dão conta de que, no HFA, Bolsonaro foi submetido a um procedimento com sonda nasogástrica em que foi retirado cerca de 1kg de conteúdo fecal. Isso porque a obstrução intestinal é um bloqueio total do cólon (intestino grosso) que impede a passagem do material fecal circulante daquela região.
É isso que os médicos chamam de tratamento clínico conservador?
Para abastecer ainda mais o gado com fábulas conspiratórias sobre a cirurgia de Bolsonaro, o 01, Flávio Bolsonaro, foi entrevistado pelo pelotão mais bem pago pela Secom na Jovem Pan, o Pingo nos Is.
Flávio, com aquelas perguntas ensaiadas, pôde seguir dando asas à habitual arma do clã Bolsonaro nos momentos difíceis, a facada, o Adélio e toda aquela papagaiada que vai na embarcação.
Enquanto isso, Carluxo, que viajou para São Paulo com o pai, possivelmente se transformou na cabeça digital da farsa da facada 2, escrevendo no twitter do pai, culpando o Psol e o PT para seguir o culto à ideia já bastante puída de que os efeitos da tal facada atormentam o intestino de Bolsonaro até hoje.
O problema é que Flávio faz aquela mesma cara de quem está explicando como comprou a mansão com chocolate, como a verdadeira vítima de um complô contra a sua integridade, aquele jeito de quem explica os depósitos do Queiroz em sua conta e como acumulou tantos imóveis em tão pouco tempo apenas com sua loja de chocolate e o salário de deputado estadual.
Neste momento, quem tinha qualquer dúvida de que isso não passa de uma farsa, acredito que não mais dúvida alguma, porque nem fechando os olhos deixa-se de enxergar uma armação daquelas bem fuleiras para tirar Bolsonaro do olho do furacão que arrasta seu governo para o inferno e, junto, qualquer tentativa de se reeleger.
O problema é que, se a cara de Flávio confessa que tudo isso é uma exploração barata de uma outra farsa, uma multidão já denunciava nas redes sociais que tudo isso não passa de uma estúpida armação. Nesse caso, Flávio só colaborou para a única resposta sobre a veracidade desse repentino mal-estar que, imagina isso, fez com seu médico fosse à Brasília buscá-lo e levá-lo para São Paulo com direito a uma parafernalha midiática para dar a certeza de que aquilo não passou de uma mentira oficial, uma mentira sistemática, algo degradante para a instituição Presidência da República.
Acaba de chegar a notícia, pelo Globo, de que Bolsonaro não precisará ser submetido à cirurgia, como previsto e que está em tratamento clínico conservador. Ou seja…