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Trump aprendeu com Netanyahu como perder peso político rápido no mundo

Israel não buscou praticas nazistas pra atacar a Palestina agora em que seu exército se alimenta principalmente de sangue de crianças e mulheres de Gaza.

A maior coleção de assassinatos de Israel começa na própria invasão e colonização das terras palestinas em 1948.

O mundo só ficou a par disso, com a chegada da revolução informacional promovida pela internet.

Mais que isso, com o domínio sionista da mídia ocidental a narrativa sempre buscava o foco na vitimização do colonizador. Assim a catequese neofascista de

Israel garantia apoios cegos e ate denguices nas populações mundo afora.

Mas parece que os Palestinos, levaram a ferro e fogo um provérbio africano que diz: “Até que os leões inventem as suas próprias histórias, os caçadores serão sempre os heróis das narrativas de caça”

Isso, resultou nos dias que correm, numa tática de guerrilha virtual que deixou buraquento o monopólio da comunicação sionista, e a história mudou o rumo dos ventos.

Esse duelo de morte, está dando vitória aos palestinos que conquistam cada dia mais apoio a causa Palestina e a conquista dos oprimidos sobre os opressores, não tarda.

Sem saber como lidar com a perda da hegemonia econômica para a

China, os últimos presidentes dos EUA, cada qual a seu modo, usaram táticas raquíticas para tentar ao menos frear essa economia chinesa que se agiganta na frente dos EUA, com força de sobra para passar de passagem a dos EUA.

E o que faz Trump com essa rabeada contra os imigrantes nos EUA, caçando e mandando-os de volta a seus países algemados?

Piora e entorna o caldo ainda mais na limagem norte americana.

Essa provocação jurássica, na era da globalização além de ineficaz para a economia dos EUA, é gasolina na fogueira anti-imperialista e fermento num bolo crescente de antiamericanismo no mundo.

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Vídeo: Brasileiros deportados por Trump desembarcam com pés e mãos algemados

Governo brasileiro denuncia “flagrante desrespeito aos direitos fundamentais” de primeiros brasileiros deportados na era Trump.

Os brasileiros e cidadãos de outras nacionalidade deportados dos Estados Unidos no primeiro voo do tipo desde a posse de Donald Trump chegaram a Manaus (AM) algemados e acorrentados. As imagens registradas na chegada do avião, na noite de sexta-feira (24/1), mostram a cena, que foi classificada pelo governo federal brasileiro como um “flagrante desrespeito aos direitos fundamentais” dos cidadãos.

Esta é a primeira aeronave vinda dos Estados Unidos com deportados na era Trump. Eles, porém, foram presos ainda no governo Biden, por imigração ilegal. O voo tinha 158 pessoas a bordo e pousaria em Belo Horizonte, com conexão prevista em Manaus, mas, devido a problemas técnicos, o voo para Minas Gerais foi cancelado. Agora, por ordem do presidente Lula (PT), os deportados serão levados de Manaus a Belo Horizonte num avião da Força Aérea Brasileira (FAB).

O que está acontecendo:

Os brasileiros deportados no primeiro voo da era Trump chegaram algemados nas mãos e nos pés a Manaus e foram soltos por policiais federais brasileiros, por ordem do governo federal.
A aeronave pousaria na noite dessa sexta (24/1) no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins (MG), mas o avião precisou pousar em Manaus para abastecer. Na capital amazonense, tripulantes perceberam problemas técnicos e cancelaram o voo seguinte.

Por ordem do presidente Lula, a FAB fará o transportes dos deportados do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus (AM), ao Aeroporto de Confins.

Dos 158 passageiros de várias nacionalidades, 88 são brasileiros, segundo relatos de fontes do Itamaraty ao Metrópoles. Quatro deles já teriam saído do grupo em solo brasileiro.

 

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Política

Mídia embalada pelo trumpismo, quer desenterrar o monstro que matou mais de 700 mil brasileiros

Em surto contra Lula, a mídia está disposta e seguir a risca as ordens da Faria Lima pra ressuscitar a besta da Covid.

Há um transito alucinado na direita de candidatos a candidatos a presidência da republica em 2026.

De pelada na lama, a coisa virou tourada.

De tantas “alternativas” o óbvio ocorreu, o campo reacionário virou pista de carrinho de batida.

O apito pra cachorro foi soprado pela revista Isso é.

O monstro escondido debaixo da cama com medo da visita da PF, é o único caminho das trevas possível para a oligarquia voltar a mandar e desmandar no Brasil.

Não é um projeto sofisticado. Longe disso.

A coisa vai da autofagia partidária contra os que se colocaram a disposição da direita pra vestir a camisa de candidato, até o não seco e duro contra os engraçadinhos que querem destronar o pé na cova.

A Faria Lima bateu o martelo e a mídia sacou o megafone.

Não tem saída, o nome do projeto é “se não tem tem tu, vai tu mesmo”

A justificativa dos “donos da terra”?

Não encontramos o sinônimo de monstro que procurávamos.

O tempo urge, até porque, o Globo já corneteou para a manada verde e amarela: ” efeitos sonoros, memes e linguagem rápida com novo formato sob Sidonio, vídeos de lula atingem o dobro de visualizações.”

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‘Se os latinos nos EUA fossem uma única economia, seria a quinta maior do mundo’, diz pesquisadora

Anualmente, mais 50% das novas empresas nos Estados Unidos são fundadas por latinos.

Somente em 2022, as comunidades latinas foram responsáveis pela produção – em bens e serviços – de 3,6 trilhões de dólares do PIB dos EUA (cerca de R$ 21,24 trilhões). Isto significa que, se os latinos fossem um país separado dentro dos Estados Unidos, representariam a quinta maior economia do mundo, à frente de países como o Reino Unido, a França ou mesmo o Brasil.

Os dados foram apresentados por Ana Tereza Ramirez Valdez, presidente e diretora executiva da Latino Donor Collaborative, durante a coletiva de imprensa da presidente mexicana Claudia Sheinbaum na manhã desta quinta-feira (23). Eles fazem parte dos resultados do estudo Fast Facts: Latinos in the United States 2024, que, com base em fontes oficiais dos EUA, mostra o impacto econômico da comunidade latina no país.

“Estes dados sobre mexicanos e latinos são surpreendentes e ajuda muito que sejam conhecidos no México, mas também que esta informação seja conhecida nos Estados Unidos, porque a comunidade mexicana contribui muito”, disse a presidente Claudia Sheinbaum.

Ela assegurou também que os mexicanos nos Estados Unidos são “heróis e heroínas”, a quem agradeceu porque “contribuem para a economia nacional com remessas que representam o amor por suas famílias, o amor por seu país”.

O estudo mostra que atualmente existem mais de 4,7 milhões de empresas latinas nos Estados Unidos, as quais contribuem anualmente com cerca de 800 bilhões de dólares para a economia dos EUA. No entanto, apenas 463 mil dessas empresas latinas empregam mais de 3,5 milhões de trabalhadores no país. Além disso, anualmente, 50% das novas empresas nos Estados Unidos são fundadas por latinos.

Fundada em 2010, a Latino Donor Collaborative é uma organização sem fins lucrativos que, de acordo com sua própria apresentação, é “dedicada a mudar a percepção dos latinos como parte da sociedade dominante dos EUA”.

Nas últimas semanas, em resposta à retórica e às políticas cada vez mais xenófobas do presidente Trump, que – sem qualquer base na realidade – tem apontado os migrantes como a fonte dos problemas que o país enfrenta, o governo mexicano da Quarta Transformação vem implementando uma campanha integral para proteger os direitos humanos dos migrantes perseguidos e promover o “orgulho de ser mexicano”.

Um motor de crescimento

Enquanto o discurso oficial do trumpismo e a mídia de direita constroem falsos estereótipos em que os latinos estão ligados ao crime ou fingem viver de esmolas do governo, os dados mostram que a grande maioria são famílias e pessoas trabalhadoras.

Atualmente, as comunidades latinas são o segundo maior grupo do país, atrás apenas dos anglo-saxões. Elas representam 19,5% da população total, o que significa que uma em cada cinco pessoas que vivem nos Estados Unidos é de origem latina. De todos os latinos, 60% são de origem mexicana.

Diferente da narrativa preconceituosa propagada pela Casa Branca, a maioria dos latinos tem algum tipo de status legal no país. E na grande maioria dos casos em que isso não acontece, são pessoas que trabalham e querem regularizar sua situação imigratória.

De acordo com os dados apresentados, 81% dos latinos (4 em cada 5) são cidadãos americanos. “Dos 20% que não são cidadãos, a maioria tem permissão”, afirmou Ramirez Valdez.

“Venezuelanos, cubanos, salvadorenhos chegam aos Estados Unidos com licenças. Portanto, a verdade é que a porcentagem, o número de migrantes sem documentos nos Estados Unidos é muito menor do que toda a retórica de que falam os jornais e a mídia nos Estados Unidos”, afirma.

Estima-se que 93% dos jovens latinos são nascidos no país. Enquanto 8 em cada 10 latinos nos EUA são bilíngues.Trata-se de uma potência cultural.

Além disso, o enorme peso demográfico que as comunidades latinas têm no país significa que elas representam uma crescente influência cultural, econômica e também política. Em nível eleitoral, as comunidades latinas – levando em conta sua diversidade – representam um setor estratégico na política dos EUA. Nas últimas eleições de novembro, 14,7% dos eleitores foram latinos.

A população latina é também uma das mais jovens do país. Isso projeta um grande potencial de crescimento nos próximos anos. De acordo com dados apresentados por Ramirez Valdez, em 2022 a idade média dos latinos foi de 30,7 anos, quase dez anos a menos do que a idade média dos anglo-americanos, que foi de 41,1 anos.

A população jovem das comunidades latinas faz delas um importante contribuinte para os setores economicamente ativos do país. Atualmente, os latinos representam 19% de todos os trabalhadores do país. Espera-se que, até 2030, 78% da nova força de trabalho seja composta por latinos.

*BdF

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“Não tem como Carlos Bolsonaro escapar de uma investigação sobre Marielle”, diz Nassif

Luís Nassif aponta lacunas e possíveis manobras na apuração da morte de Marielle Franco, envolvendo Carlos Bolsonaro e o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Manipulação de provas e a atuação de Carlos Bolsonaro

Um dos pontos mais controversos é a suposta manipulação de provas por Carlos Bolsonaro, vereador pelo Rio de Janeiro. Nassif narra que, após a divulgação da reportagem do Jornal Nacional em 2019, Carlos teria gravado vídeos para “esclarecer” os fatos, mas que, na verdade, teriam alterado o contexto das investigações. O jornalista relata que Carlos acessou registros telefônicos para tentar comprovar que não havia ligação entre o episódio e sua família, mas as informações levantam mais dúvidas do que respostas. “Ele estava lá. Mais que isso, o sistema de telefonia do condomínio permitia transferências para celulares, invalidando o álibi apresentado”, explica Nassif.

Outro ponto levantado foi o ambiente político à época. Segundo Nassif, a intervenção militar no Rio de Janeiro, comandada pelo general Braga Netto, foi duramente criticada por Bolsonaro, que enxergava nela um acordo entre o ex-presidente Michel Temer e o então comandante do Exército, general Villas Bôas, para impedir a candidatura de Lula em 2018. Nesse contexto, Marielle Franco, que liderava uma comissão de acompanhamento da intervenção, tornou-se alvo de oposição. “A investigação revelou que Ronnie Lessa, apontado como executor do crime, pesquisava perfis de opositores à intervenção, com destaque para Marielle”, destacou Nassif.

A promessa de esclarecimento e o silêncio prolongado

Após o assassinato, Braga Netto declarou que os mandantes do crime já haviam sido identificados e que as investigações estavam avançando. No entanto, mais de cinco anos se passaram, e embora os responsáveis pela execução tenham sido presos, os mandantes permaneceram oficialmente desconhecidos até que o ex-policial militar Ronnie Lessa delatou Domingos Inácio Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), como um dos responsáveis pelo atentado. Brazão, que já havia sido mencionado em apurações anteriores, nega qualquer envolvimento. “Criou-se um embaraço que acabou por excluir o principal suspeito, Carlos Bolsonaro, das investigações”, critica Nassif.

Manobras institucionais e rachadinhas

Nassif também apontou o papel de instituições como a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal (STF) no atraso das investigações. Segundo ele, havia, na época, uma tentativa de evitar atritos com o então presidente Bolsonaro, o que teria resultado em omissões tanto no caso Marielle quanto no escândalo das rachadinhas. “Trazer tudo isso à tona agora exporia um período em que o país ficou desarmado de todos os lados”, avalia.

O futuro das investigações

Com mudanças no cenário político e no comando das instituições, há expectativas de que o caso seja retomado com mais seriedade. “Espero que o Supremo e a Polícia Federal levem adiante essas investigações. Estamos falando da democracia e do direito das famílias de Marielle e Anderson à justiça”, concluiu Nassif.

A declaração de Luís Nassif reacende o debate público sobre o caso e aumenta a pressão para que as autoridades concluam as investigações de maneira transparente e imparcial.

*Luis Nassif/247

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Política

Bolsonaro e Trump: como dói amar sozinho

“Pelo abandono da comitiva bolsonarista na posse de Trump, fica claro que o amor do ‘mito’ por Trump não é correspondido”, escreve Florestan Fernandes Jr.

Revelador o desprezo com que Trump trata os latinos. Em resposta à pergunta da correspondente Raquel Krähenbühl, sobre como será a relação do governo estadunidense com o Brasil e a América Latina, Trump, com ar blasé, disse que os EUA não precisam de nós, mas que nós, os latinos, é que precisamos deles. Eis o ídolo da extrema-direita brasileira, por quem Bolsonaro declarando amor eterno, gastou todo o seu vocabulário em inglês, ao dizer “I love you”. Pelo abandono da comitiva bolsonarista na posse de Trump, fica claro que o amor do “mito” não é correspondido. O filho e a mulher do ex-presidente sequer tiveram acesso à cerimônia de posse, no Capitolio. Os dois tiveram que se contentar em assistir a posse de Trump em um telão, instalado num estádio de basquete e hóquei. Fico só imaginando quantas lágrimas Bolsonaro teria derramado, se Moraes tivesse liberado o passaporte para ele viajar aos EUA.

Aliás, o ex-presidente deveria agradecer ao Xandão. Não fosse ele, Bolsonaro iria pagar o maior mico de ficar andando no frio de menos 14 graus em Whashington, tentando ser penetra na festa para qual não foi convidado. Mais que claro que o tal convite era lorota. Também muito claro que o desprezo de Trump pelos latinos inclui Bolsonaro e a elite do gado bolsonarista. Alguém tem notícias de fotos do Mito desfrutando Mar-a-lago no período em que esteve na Flórida? Nunca vi.

Tenho cá pra mim que Marco Rubio, o secretário de estado do governo Trump 2, tem informações da inteligência estadunidense de que Bolsonaro deve ser preso e que não tem qualquer chance de ser candidato. Além disso, Bolsonaro, por ter arrastado parte dos militares para a tentativa de um golpe mequetrefe, não é mais visto com toda a simpatia dentro das Forças Armadas brasileiras. As intrigas golpistas contaminaram a relação dele com os principais comandantes das três armas. Isso é fato.

Ao colocar o boné de campanha na cabeça, comemorando em um post no X, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, correu a se apresentar como um nome viável e fiel ao líder maior do chamado tecnofeudalismo. Para Bolsonaro, restou encarar, com muitos lamentos e lágrimas nos olhos, ao lado dos seus aliados golpistas, o julgamento no STF por tentativa de golpe de estado. Se depender do decano do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, o julgamento deverá acontecer ainda em 2025, evitando assim “tumultos” desnecessários na eleição presidencial de 2026.

Se condenado, como é o esperado, restará a Bolsonaro, covarde que é, viajar sem passaporte para um país vizinho ao Brasil e, quem sabe, implorar ao seu ex-amor um pedido de asilo como imigrante cucaracha nos Estados Unidos.

E a espera é difícil, são vários inquéritos, além da tentativa de golpe, Bolsonaro responde pela fraude nos cartões de vacinação e da venda ilegal de joias da Arábia Saudita.

A coragem que o “mito” demonstrava quando estava no poder, deu lugar a um homem frágil, que chora em público e tem insônia só de pensar nas condenações que virão. O próprio Bolsonaro declarou nessa quarta-feira (22/01) que: “Eu acordo todo dia com a sensação da PF na porta. Qual acusação? Não interessa”. Ao invés de passear na terra do Pateta, Bolsonaro deveria arrumar uma receita de sonífero. Vai precisar agora e no futuro próximo.

*Florestan Ferbabdes Jr/247

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Economia

Governo quer reduzir impostos de importação para baratear alimentos

Segundo o ministro Rui Costa, ao facilitar a importação desses alimentos, o governo contribuiria para aumentar a oferta do produto e, por consequência, a queda do preço.

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta sexta-feira (24) que o governo estuda a possibilidade de reduzir o imposto de importação de alimentos que, por algum motivo, estiverem mais baratos no exterior que no Brasil.

Segundo o ministro Rui Costa, ao facilitar a importação desses alimentos, o governo contribuiria para aumentar a oferta do produto e, por consequência, a queda do preço.

“Não tem explicação para [o preço interno] estar acima. Todo produto que o preço externo estiver menor que o interno, vamos atuar. O preço se forma no mercado. Se tornarmos mais barata a importação, vamos ter atores do mercado importando. E vão ajudar a abaixar o preço do produto interno”, disse.

Rui Costa disse ainda que o governo não pretende adotar nenhuma medida “heterodoxa” (fora do padrão) para abaixar o preço dos alimentos nos supermercados. “Não haverá congelamento de preços, tabelamento, fiscalização”, afirmou o ministro.

A fala do ministro aconteceu após reunião nesta sexta entre o presidente Lula e ministros sobre propostas para baratear o preço dos alimentos, tema que se tornou prioridade para o governo federal neste início de ano.

Rui estava acompanhado dos ministros Carlos Fávaro (Agricultura) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário). Também participaram da reunião Fernando Haddad (Fazenda), Esther Dweck (Gestão) e o diretor-presidente da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). O encontro durou cerca de três horas.

Redução de taxas do vale-alimentação também deve diminuir preços dos alimentos
O governo Lula diz que vai trabalhar para intensificar iniciativas de estímulo à produção agrícola já existentes, em particular aquelas destinadas aos produtos que compõem a cesta básica.

“Eu diria que o carro-chefe, para resumir, é que o presidente pediu para que deem uma lente de aumento, foco maior, na hora da definição de políticas públicas já existentes”, afirmou Rui Costa.

O ministro disse que a ênfase será dada aos produtos que fazem parte da cesta básica.

Entre as iniciativas a curto prazo, Rui Costa apenas mencionou mudanças nas regras de vale-alimentação e vale-refeição, como haviam sido divulgadas por Fernando Haddad. O chefe da equipe econômica vai apresentar nos próximos dias uma análise ao Palácio do Planalto.

Segundo Haddad, o governo deve avançar com a portabilidade dos tíquetes refeição e alimentação, o que poderia baratear a taxa de 1,5% a 3% cobrada pelas administradoras dos cartões. O ministro informou que o governo federal estuda a regulamentação da Lei 14.422, sancionada há três anos, que mudou o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) e cria a portabilidade, por meio da qual o trabalhador poderá escolher a empresa gestora dos tíquetes, atualmente definida pelos recursos humanos de cada empresa.

“Penso que tem um espaço ali, regulatório, que caberia ao Banco Central, já pela lei, mas que não foi feito até o término da gestão anterior. Eu penso que há um espaço regulatório que nós pretendemos explorar no curto prazo”, afirmou Haddad, ao retornar de encontro de cerca de nove horas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e os ministros da Casa Civil, Rui Costa, e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira.

Para Haddad, a maior concorrência entre as bandeiras de vale-alimentação e refeição poderá resultar na redução das taxas de cartões. De acordo com o ministro, isso, em tese, barateará o preço dos alimentos, tanto nos restaurantes quanto nos supermercados. A lei também prevê que as máquinas serão obrigadas a aceitar todas as bandeiras de cartões, em vez de serem atreladas apenas aos estabelecimentos credenciados.

“Regulando melhor a portabilidade, nós entendemos que há espaço para queda do preço da alimentação. Tanto do vale-alimentação quanto do vale-refeição. Porque a alimentação fora de casa é tão importante quanto a compra de gêneros alimentícios no supermercado. Entendendo que, regulando bem a portabilidade, dando mais poder ao trabalhador, ele vai encontrar um caminho de fazer valer o seu recurso, daquele benefício [a] que ele tem direito”, declarou o ministro.

A regulamentação do tema depende do Banco Central, que seguirá diretrizes estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Nesta quinta-feira, haveria a reunião de janeiro do órgão, mas o encontro foi cancelado por falta de temas a serem votados.

*Com informações da Folha de S. Paulo, do G1 e da Agência Brasil

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EUA detém imigrantes para serem deportados

Desde a posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos em 20 de janeiro, o governo anunciou a detenção de 538 imigrantes em situação irregular, muitos classificados como criminosos.

A informação foi divulgada pela Casa Branca através da rede social X e confirmada por fontes como a AFP e Folha. Segundo o governo, várias deportações já foram realizadas utilizando aviões militares.

A administração Trump, que tem adotado uma postura rigorosa em relação à imigração, não especificou claramente se todos os detidos foram condenados por crimes, incluindo indivíduos apenas acusados.

Exemplos dados incluem um dominicano condenado por abuso sexual de menor e um equatoriano sentenciado por estupro. A opacidade das informações sobre as prisões e as legalidades das deportações provocou críticas de organizações internacionais.

Nos primeiros dias de seu mandato, Trump implementou várias medidas controversas, como a suspensão da concessão automática de cidadania para filhos de imigrantes nascidos nos EUA, desafiando a 14ª Emenda da Constituição, e a declaração de “emergência nacional” na fronteira com o México, uma ação que entra em conflito com o Código Federal que permite a solicitação de asilo.

A porta-voz da ONU para direitos humanos, Ravina Shamdasani, expressou preocupações sobre essas políticas, enfatizando a necessidade de conformidade com as obrigações internacionais.

Além disso, a nova administração começou a revogar programas estabelecidos pelo governo anterior de Joe Biden que visavam reduzir a imigração ilegal. Um memorando interno revelou que os agentes do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE) foram autorizados a deportar imigrantes que haviam obtido vistos temporários por meio de programas que permitiam a cidadãos de países como Cuba, Haiti, Nicarágua e Venezuela residir nos EUA temporariamente ou usar um aplicativo para formalizar pedidos de asilo. Desde 2023, aproximadamente 1,4 milhão de migrantes entraram nos EUA por esses métodos.

Essas ações de Trump levaram a várias reações legais. A União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) processou o governo, alegando violações da legislação federal. Em Newark, Nova Jersey, o prefeito Ras Baraka acusou agentes do ICE de deter pessoas sem ordens judiciais. Simultaneamente, o Congresso aprovou uma lei que amplia a detenção preventiva de estrangeiros suspeitos de crimes.

Essas medidas indicam um endurecimento significativo da política de imigração sob a administração Trump, refletindo seu compromisso de campanha com a retórica anti-imigração e gerando uma série de desafios legais e críticas por parte de defensores dos direitos humanos.

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Quem está interessado na opinião de um político morto-vivo como Bolsonaro? Nem Bolsonaro aguenta mais o Bolsonaro

A mídia parece mais desesperada que Bolsonaro pra arrumar, ao menos um mata burro que reduza a velocidade do crescimento de Lula para a eleição de 2026.

A direita não tem nada além do nada Bolsonaro.

Quem é o fantasma político de Bolsonaro na fila do pão pra mídia relatar qualquer traque que o peidorreiro solta?

O sujeito é um ovoide que nem vidente enxerga o encosto.

Bolsonaro tá naquela de chutar pra onde o nariz aponta pra não ser totalmente esquecido.

É a tática funesta do Steve Bannon do clã, Eduado Bolsonaro.

Aliás, os primeiros brasileiros deportados por Trump foram os 20 vagabundos do congresso, comandados por Eduardo e Michelle

Bolsonaro pra fazer papel de suplentes de porteiro do Capitólio no dia da posse do Trump.

A mídia noticia uma coisa e no dia seguinte desnoticia com outra fala diversionista do idiota.

Imaginar que a unica “luz” que a mídia tem pra se agarrar contra Lula, é a da “estrela” de Bolsonaro, é rir de chorar.

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Tribunal impede decreto de Trump que ataca cidadania por nascimento

Um juiz federal dos Estados Unidos emitiu, nesta quinta (23), uma ordem de restrição temporária para bloquear a ordem executiva do presidente Donald Trump que busca encerrar a cidadania por direito de nascimento.

A decisão representa o primeiro revés de Trump na Justiça desde que retornou à Casa Branca, na segunda (20), e ocorre após 22 estados entrarem com processos contra a medida, assinada um dia após a sua posse.

“Este é um decreto flagrantemente inconstitucional”, disse o juiz distrital de Washington John Coughenour durante a audiência. “Olhamos para trás na História e dizemos: ‘onde estavam os juízes, onde estavam os advogados?’. Francamente, tenho dificuldade em entender como um membro da ordem dos advogados possa afirmar com confiança que esse é um decreto constitucional”, afirmou, questionando a medida de forma mais ampla.

Uma ordem executiva de Trump, assinada no primeiro dia de seu mandato, tenta restringir esse direito para filhos de imigrantes indocumentados e visitantes temporários. A medida provocou reações imediatas: 22 estados ingressaram na Justiça para barrar a medida, alegando que ela viola princípios constitucionais e pode deixar milhares de recém-nascidos apátridas.

Tribunais federais, incluindo o estado de Washington, emitiram liminares contra a implementação da ordem. O caso deve chegar à Suprema Corte, reabrindo um debate jurídico que remonta ao caso Wong Kim Ark, de 1898.

Wong Kim Ark nasceu em São Francisco, Califórnia, em 1873, filho de imigrantes chineses que estavam sujeitos às leis de exclusão racial e imigração restritiva da época. Apesar de ter nascido nos Estados Unidos, Wong teve sua cidadania contestada pelo governo americano após retornar de uma viagem à China, sob a alegação de que, como filho de imigrantes chineses, ele não teria direito à cidadania americana.

A Suprema Corte decidiu a seu favor, estabelecendo que qualquer pessoa nascida nos Estados Unidos, independentemente da cidadania ou status migratório de seus pais, é cidadã americana, conforme a 14ª Emenda. Este precedente é um dos pilares da interpretação moderna do princípio do jus soli (direito de solo) nos Estados Unidos.

Para muitos juristas, o decreto de Trump fere a 14ª Emenda da Constituição, que garante o chamado jus soli (“direito de solo”), ou seja, o acesso à cidadania aos nascidos em um território, independentemente da nacionalidade dos seus pais.

O entendimento é comum em diversos países nas Américas, como o Brasil, e contrasta com o jus sanguinis (“direito de sangue”), frequente em nações europeias como a Itália, por exemplo, que permite a cidadania sob o critério da ascendência.

No texto original da lei, “todas as pessoas nascidas ou naturalizadas nos Estados Unidos, e sujeitas à sua jurisdição, são cidadãos dos Estados Unidos e do estado em que residem”.

Representando o estado de Washington, a advogada Lane Polozola argumentou que “os nascimentos não podem ser interrompidos” enquanto o tribunal analisa o caso e, por isso, fazia-se necessário a restrição imediata ao decreto.

“Os bebês estão nascendo hoje aqui, nos estados demandantes e em todo o país, com uma nuvem sobre sua cidadania”, disse Polozola, afirmando que crianças com a cidadania negada sofrerão “impactos negativos substanciais de longo prazo”.

De acordo com a contestação dos estados, 255 mil bebês de mães indocumentadas ou com visto temporário nasceram nos Estados Unidos em 2022 e 155 mil com os dois pais nessas condições. Um estudo do Instituto de Política Migratória em parceria com a Universidade Estadual da Pensilvânia aponta que o decreto pode aumentar exponencialmente o número de pessoas em situação irregular no país — o exato oposto do que a plataforma republicana diz almejar.

“Em um cenário que negasse a cidadania americana a bebês com um dos pais não autorizado, nossa análise conclui que a população não autorizada aumentaria para 24 milhões em 2050, em comparação com os 11 milhões atuais”, afirmou o instituto à rede britânica BBC.

Trump amplia poderes policias

Enquanto enfrenta resistências legais, o decreto de Trump ampliou o alcance das operações de deportação. Agências como a DEA (Agência Antidrogas dos EUA), o FBI (Departamento Federal de Investigação) e o ATF (Agência de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos) passaram a atuar diretamente em casos migratórios, desviando-se de suas atribuições originais.

Essa expansão tem gerado críticas internas: servidores alertam que a medida sobrecarrega as instituições, comprometendo a eficiência no combate ao crime organizado.

Além disso, as diretrizes das ordens do republicano eliminam restrições para prisões em locais sensíveis, como escolas e hospitais, intensificando o clima de medo entre comunidades imigrantes.

O Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos deteve quase 500 imigrantes ilegais em todo o país durante as primeiras horas do mandato do presidente Donald Trump, informou a imprensa internacional citando a agência nesta quinta-feira.

Foram aproximadamente 460 prisões em um período de 33 horas, incluindo pessoas com históricos criminais como agressão sexual, roubo, violência doméstica e outros delitos.

Na fronteira sul, a situação é descrita como caótica. O programa “Remain in Mexico” é reinstaurado, obrigando solicitantes de asilo a aguardarem no território mexicano até que seus casos sejam julgados. Cidades como Tijuana e Ciudad Juárez enfrentam uma crise humanitária, com abrigos superlotados e cartéis explorando a vulnerabilidade dos migrantes.

O governo mexicano, liderado por Claudia Sheinbaum, tenta mitigar os efeitos dessa política com a criação de novos abrigos e distribuição de auxílio financeiro. No entanto, especialistas apontam que os recursos são insuficientes frente à magnitude do problema.