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O banditismo bolsonarista sequestrou o legislativo

No Brasil, os criminosos sentiram-se empolgados a entrar para a política ancorados e impulsionados pelo bolsonarismo e, mesmo que Bolsonaro não esteja lvre, a obsessão dessa gente em praticar crimes continuados não mostra qualquer trégua.

Só o fato de Flavio Bolsonaro e Michelle, que fizeram um esquema triangular com Queiroz, esquema de formação de quarilha e peculato, se candidatarem a candidatos à Presidência da República, já revela que os tons dessa prática lesiva à sociedade, é café pequeno para o bonde do bolsonarismo.

Quando Flavio Bolsonaro fez questão de exibir sua mansão hollywoodiana, avaliada em mais de R$ 20 mihões e não teve a menor preocupação de justificar o uso de dinheiro público, desviado para tal fim, ele simplesmente chamou os brasileiros de tolos. Quando disse que levantou a quantia com a lojinha de chocolate de 3m x 3m, ele deu um foda-se retumbante a dota a sociedade, ao estilo, roubei sim e roubo mais. Esses e outros valores ainda maiores, e nada lhe aconteceu.

O que se viu nesta segunda (8), na Alerj, não tem nada de misterioso, um deputado, presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, francamente bolsonarista, preso pela Polícia Federal por provas irrefutáveis do seu envolvimento com o crime organizado, através de TH Joias, fornecedor de armas para o Comando Vermelho.

Ele foi solto pelos próprios pares da quadrilha da Alerj, com as bênçãos de Claudio Castro e de todo o clã Bolsonaro.

Isso é a materialização de um pensamento fascista que não respeita a Polícia Fede4ral e, menos ainda, a justiça brasileira.

Ou seja, o bolsonarismo enlatou Bacellar e o colocou no altar sem ao menos defender sua reputação, além de votar por sua impunidade falando entre os dentes, ao contrário, os deputados subiram no plenário da Alerj em defesa do criminoso para que sua fala ganhasse moldura no universo terraplanista, fascista, racista, que contempla o grande bolsonarismo..

Tudo acontecendo após os cariocas assistirem ao massacre nos Complexos da Penha e Alemão, em que morreram 121 pessoas, entre estas, cinco policiais, sendo o restante de moradores em que muitos não tinham passagem pela polícia.

O céu carioca ficou turvo de indignação da população contra o grosso dessa marmelada que dá um tapa na cara da sociedade brasileira, porque se une ao banditismo do Congresso Nacional e suas PECs da blindagem, da bandidagem e o esquema de roubo automático das chamadas emendas Pix, em que muitos pilantras do Congresso destinam verbas para suas próprias contas.

Uma coisa é certa, aumentou e muito a indignação da sociedade com a completa falta de decoro dos bolsonaristas dentro das casas legislativas e, possivelmente, o reflexo disso será a perda da hegemonia parlamentar do bolsoarismo em 2026.

A conferir.


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Quando a PF terminar de vasculhar cada celular de Rodrigo Bacellar, a cobra vai fumar!

Muita gente está dizendo que o conteúdo de cada celular, dos três que a Polícia Federal confiscou de Rodrigo Bacellar, tem potencial mais explosivo que uma bomba nuclear.

Bacellar é um peixe grande dentro de um sistema que opera para beneficiar e blindar os tubarões graúdos da política estadual, mas também federal.

Certamente, será confrontado pela PF e terá que abrir o bico sobree caada personagem ligado, de alguma forma, ao mafioso que presidia a Alerj.

É possível que, diante dos fatos incontest em seus próprios celulares, ele entregue o serviço para a PF e salvar o próprio pescoço.

Não é uma delação, mas um pacote inteiro diante dos olhos da PF, que Bacellar terá que admitir os crimes e desistir de seguar o rojão sozinho.

E é nessa hora que a cobra vai fumar para muitos pilantras que fizeram parte de um universo que ainda não se sabe a dimensão, mas não e pequeno e, sim, arrastará para um precipício boa parte da direita bolsonarista, sobetudo do PL e do Centrão.

A conferir.


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Quem está mais encrencado com a Polícia Federal, Claudio Castro, alcolumbre ou Bacellar?

O Brasil já sabe de cor a relação de Claudio Castro com TH Joias, assim como Rodrigo Bacellar, formando uma espécie de trisal entre crime organizado, presidência da Alerj e o governo do estado do Rio.

É o submundo do crime no controle institucional das maiores esferas de poder do estado fluminense. Mas não são só eles os emparedados com o futuro que será decidido pela justiça brasileira.

Alcolumbre, segundo a PF, foi alimentado com canetas de mounjaro por Beto Louco. De acordo com relatos, tanto Beto Louco quanto TH Joias fazem parte do crime organizado, mais precisamente do CV.

O conteúdo dos três celulares de Rodrigo Bacellar, pegos pela PF no dia 3, junto com uma mochila com mais de R$ 90 mil, como quem carrega troco de bala, será decisivo para o seu destino e de muitos outros aliados, sobretudo do PL de Bolsonaro.

O que os três celulares revelarão, só Deus sabe, pois foi através do celular de TH Joias que a polícia descobriu uma ligação dele para o presidente da Alerj, que o instruiu a sumir com todas as provas que tinha em casa, se sofresse uma devassa dos agentes da PF.

Ou seja, o caso é sério e, para piorar para Claudio Castro, a PF descobriu que o governador do Rio, às pressas, assinou um ato que obrigou o Diário Oficial do estado a publicar uma edição extraordinária.

O caso de ALcolumbre é tão ou mais complicado, pois foi confirmada pelo seu motorista a entrega de Beto Louco para o presidente do Senado.

Claro, esses assuntos explodiram, ná mídia, nas redes e nas ruas.

Daí o plano bolsonarista de dominar o Senado e fazer o impeachment de ministros do STF, que Gilmar Mendes impediu, deixando Alcolumbre foribundo.

A sala subterrânea do presidente da Alerj, do governador do Rio e da presidência do Senado devem seguir sendo investigadas pela PF para saber como funciona e quais são as palavras-chave e as pessoas mais importantes nessa escala de poder, envolvidas até o talo com o crrime organizado, enquanto os titulares das principais cadeiras posam para os holofotes da mídia como vestais da Segurança Pública brasileira.

Uma coisa é certa, o chão para Claudio Castro, alcolubre e Bacellar, está mole. Se ficarem parados, afundam, se deram um passo, afundam também.


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Castro estaria no “modo pânico” após Moraes colocar Bacellar na cadeia

Governador do Rio, após operação do morticínio no Alemão, cantou de galo para o Brasil e trucou ministro do STF, relator da ADPF das Favelas. Agora, tudo é medo para o bolsonarista

Numa trama digna das novelas mais lendárias e intrincadas da política brasileira, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), parece ter entrado em um inevitável “modo pânico”, apurou a Fórum com fontes fluminenses no poder. O que começou como uma tentativa de se posicionar como o “xerife implacável” contra o crime organizado culminou, nesta quarta-feira (3), na prisão de um de seus aliados mais próximos: Rodrigo Bacellar (União Brasil), presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Ordenada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a detenção de Bacellar por obstrução de justiça e laços com o Comando Vermelho (CV) não é apenas um golpe no tabuleiro político fluminense, mas sim é um alerta vermelho para Castro, cuja gestão tem sido marcada por uma mistura de inépcia administrativa e proximidade suspeita com as engrenagens do crime que ele jura combater.

Vamos rebobinar essa “novela” desde o início, para entender como um governador sem brilho, que ascendeu ao cargo quase por acidente após o impeachment de Wilson Witzel em 2021, acabou se enredando numa teia que pode custar-lhe não só o mandato, mas a liberdade.

A Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, batizada de “ADPF das Favelas”, foi ajuizada em 2019 pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) e entidades de direitos humanos. O objetivo? Questionar a violência policial nas comunidades do Rio e impor balizas para reduzir a letalidade em operações. Inicialmente relatada pelo ministro Edson Fachin, a ação ganhou contornos históricos em fevereiro de 2025, quando Fachin votou pelo reconhecimento de um “estado de coisas inconstitucional” na segurança pública fluminense. Ele propôs medidas concretas: câmeras corporais obrigatórias para policiais, assistência à saúde mental dos agentes e restrições a incursões em áreas sensíveis, como escolas e hospitais.

O julgamento foi suspenso para negociações e retomado em abril de 2025, resultando na homologação parcial de um plano apresentado pelo governo Castro. Mas o roteiro complicou-se com mudanças imprevistas no STF: Luís Roberto Barroso aposentou-se antecipadamente em outubro de 2025, e Fachin assumiu a presidência da Corte em setembro, abrindo caminho para que Alexandre de Moraes fosse designado relator da ADPF em 28 de outubro. Moraes, conhecido por sua mão firme em casos de segurança e corrupção, rapidamente transformou a relatoria em um instrumento de escrutínio profundo.

É aí que

Castro entra em cena como o antagonista imprudente. Ignorando anos de decisões do STF que limitavam ações policiais em favelas, justamente para evitar massacres, o governador autorizou, no mesmo dia em que Moraes assumiu a ADPF das Favelas, 28 de outubro, a Operação Contenção nos complexos do Alemão e da Penha. O resultado? Um morticínio sem precedentes: 122 vítimas fatais, incluindo cinco policiais, na operação mais letal da história do Rio.

Castro, em vez de recuar, “cantou de galo” para o Brasil, posando como o homem que combate o crime “sem dó nem piedade”. Ele criticou abertamente a ADPF como uma “medida maldita” que algema a polícia e favorece facções como o CV, o Terceiro Comando Puro (TCP) e as milícias, ignorando cinicamente que seu próprio governo é acusado de ser permeado por essas mesmas quadrilhas.

Moraes não engoliu o desafio. Em novembro, durante uma audiência com entidades envolvidas na ADPF, o ministro converteu uma apuração preliminar (iniciada em agosto sob Fachin) num inquérito formal e sigiloso pela Polícia Federal (PF). O foco é investigar a infiltração do crime organizado no poder público estadual, incluindo esquemas de lavagem de dinheiro e conexões com agentes públicos. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, prometeu “tantos inquéritos quantos forem necessários”, com ênfase em provas sobre interações entre bandidos e estruturas estatais. Castro foi intimado a prestar esclarecimentos sobre a megaoperação, preservar evidências e colaborar com perícias independentes, um claro sinal de que o STF não toleraria mais bravatas.

Agora, o clímax: a prisão de Bacellar, decretada por Moraes nesta quarta (3), no âmbito da Operação Zargun. A PF acusa o presidente da Alerj de vazar informações sigilosas sobre a prisão de TH Jóias, ex-deputado e operador político do CV, permitindo que ele destruísse provas e fugisse. Moraes destacou “fortes indícios” de que Bacellar integra uma organização criminosa infiltrada no poder fluminense, com influência no Executivo estadual, leia-se o governo Castro.

Bacellar não é qualquer aliado: foi secretário do governo de Castro (2021-2022), relator do impeachment de Witzel (que alçou Castro ao poder) e cotado para disputar o governo em 2026, com apoio explícito de Jair Bolsonaro (PL), de quem é muito próximo. Ele também é réu em um julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder nas eleições de 2022, ao lado de Castro, envolvendo saques irregulares de mais de R$ 200 milhões da Fundação Ceperj e da Uerj para cabos eleitorais.

Agora, convenhamos: Num caso desses, Castro peitou o cara errado. Um governador que mal sabe como chegou ao cargo, sem carisma ou legado palpável, resolveu trucar não só o presidente da República, com quem já vivia às turras para agradar a extrema direita, mas também o “poderoso” Moraes, recém-empossado na relatoria.

A partir de hoje, com Bacellar atrás das grades e o inquérito da PF escavando laços profundos entre crime e Estado, Castro vive o pânico de quem sabe acordar dia desses e ser “a bola da vez”. Seu governo, dominado por milícias e facções em favelas inteiras, pode enfrentar intervenção federal, cassação no TSE ou pior: buscas e prisões que exponham conivências. O bolsonarista que posava de durão agora treme, e o Rio, mais uma vez, paga o preço de uma liderança fraca e conivente.

Enquanto o governo fluminense silencia sobre a prisão, o STF sinaliza e não titubeia: ninguém está acima da lei, nem mesmo os que se vendem como salvadores. Castro, outrora desafiador, agora reza para que a novela não termine em tragédia pessoal. O pânico é real. E, sejamos francos, merecido.


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