Categorias
Política

O filhote da Ditadura

A biografia do “jornalista” Paulo Figueiredo é uma só, é netinho do último ditador brasileiro, João Figueiredo.

Isso basta para entender por que partiipou ativamente do ataque à democracia brasileira, par e passo com o clã Bolsonaro.

Esse mesmo filhote da ditadura, que está nos EUA como fugitivo, operando contra o Brasil, contra a indústria nacional, contra o povo brasileiro, junto a um canalha que prometeu aos americanos a volta dos tempos de bonança do império que em tudo mandava.

São duas notícias que é preciso dar em torno desse duende de jardim. Uma é essa breve apresentação do vigarista golpista. A outra, é que as táticas de ataque ou contra-ataque do clã Bolsonaro estão cada vez mais pífias diante do escândao de corrupção envolvendo o Master de Vorcaro e o clã, comandado por Jair Bolsonaro e que, vendo-se diante dos últimos horizontes, busca cartucho de balas usadas.

Mas isso não importa para uma parcela de cínicos no Brasil, que sempre contemplou ditadores e políticos escroques de direita.

É uma realidade que estava fora da agenda de Bolsonaro, até porque sua liderança hoje é contestada por vários personagens da politica que, antes, lhe rendiam uma subserciência papal.

Não, não foi Bolsonaro quem destruiu a direita, foi ela com seu neoliberalismo tecnocrata nos anos de ouro de Collor, Itamar e FHC que se auto destruiu com a destruição da economia brasileira, na famosa privataria e uma série de planos que sempre recaiu a fatura  no lombo do povo brasileiro.

É disso, desse campo de terra arrasada que surge o rato Bolsonao, que viveu do resto da ditadura de Figueiredo, passando pelo governo Sarney, chegando ao governo FHC, para liquidar, de maneira irreversível qualquer tentativa de ressuscitar o poder dos neoliberais.

Foi preciso ter dois golpes de Estado, em Dilma e em Lula, para Temer e Bolsoaro, dois ratos do lixo da direita, chegarem ao poder e, depois, serem novamente derrotados por Lula. Daí bucaram, como saída, um novo golpe de Estado aos moldes de 1964 para manter Bolsonaro no poder.

Uma coisa é certa, essa gente não desistirá e fará isso para se  proteger como aqueles ratos que vivem em frestas esperando o anoitecer para agir.

O que aqui se quer dizer é que Jair Bolsonaro continua orquestrando as ações do seu clã e afins como Paulo Figueiredo, justamente por ter nascido como militat durante a ditadura, de onde surgiu seu louvor ao torturador, pedófilo, Brilhante Ustra.

Então, eles buscarão um alinhamento cada vez maior com Trump, por uma solução que prejudique o Brasil e breque, de alguma forma, o que está sendo descortinado sobre Vorcaro e Banco Master, que teve início justamente no governo absolutamente corrupto de Bolsonaro, que rendeu dinheiro que passa e muito da casa dos bilhões à gleba de vigaristas do mais baixo  nível e periculosidade para tentar voltar ao poder na base do custe o que custar e, ao mesmo tempo, enriquecer-se ainda mais.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Uncategorized

Por que o espanto com o monstro?

De estalão, uma ética tão desprezada pelas velhas e novas raposas da política brasileira contra Bolsonaro se desencadeou nas redes sociais e na mídia. Mas, afinal de contas, não sabiam que Bolsonaro viveu e se alimentou desse grotesco pastiche durante trinta anos? Não sabem que ele é profundamente racista, corrupto e semeia ódio por onde passa?

Quem é mais cínico nesse jogo de cena, Bolsonaro ou Dória com suas paspalhices não menos violentas? Por que Dória não deflagrou sua guerra contra o monstro quando, no golpe contra Dilma, Bolsonaro fez uma homenagem ao monstro Brilhante Ustra, o maior torturador da ditadura militar?

Quais os motivos que levam essas pessoas a se revoltarem contra as declarações de Bolsonaro para atingir o presidente da OAB?

Uma legião de anônimos, que fez questão de frisar nas ruas seu apoio ao capitão, operou junto com pessoas que agora se dizem perplexas com o estilo nazista de Bolsonaro.

Ora, cachorro morto todo mundo quer chutar, no caso, dois cachorros mortos unidos, Bolsonaro e Moro.

Então, começa um festival de orientações de direita como Rodrigo Constantino, um marco na estupidez infantojuvenil dos reaças paratatás, dizendo que preferem um liberal civilizado do que um extremista de direita possuído pelo demônio. Outros, começam a falar em Mourão, uma espécie de copista dos arranjos de Bolsonaro.

Fundamentado em quê se fala em Mourão? Ele é menos filhote da ditadura? É essa a suprema recomendação da direita ou do próprio Mourão que está com a mão formigando para pegar a caneta bic de Bolsonaro?

Lembrem-se sempre que, por trás de Bolsonaro e a arquitetura que o levou ao poder, está o PSDB, que agora quer se mostrar como uma espécie de direita açucarada.

Queimaram uma bucha na aposta do pangaré do Aécio, que se transformou numa espécie de mula maluca depois que perdeu a eleição e o rumo.

Bolsonaro é ódio em estado puro, mas os tucanos viram nele a nova luz da direita porque não tinha outro lixo para desfilar na passarela da disputa presidencial.

Não tem arrego, Bolsonaro não é um projeto pessoal, é uma obra maior dos fanáticos antipobres.

Essa gente que quis fabricar, junto com a Globo, o antipetismo, foi quem pariu Bolsonaro, agora que o embale até sua brevíssima morte política.

 

*Por Carlos Henrique Machado Freitas