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A lesa paspalhice de Trump pelo ‘fim de uma civilização’

Não se fala de outra coisa a não ser do lixo Trump, que ameaça transformar o Irã em cacos de bomba em meio a uma fumaçada negra de um raio explosivo arremessado para o chão e ar do Irã.

Basta pegar uma única criança palestina ou mesmo iraniana como foi o caso das 180 meninas mortas numa escola do Irã, para entender como os EUA e o Estado terrorista de Israel subiram o degrau da barbárie, caracterfizando uma mistura eclética de monstruosidade humana impensável.

Quem tem coragem de ver inúmeras imagens, e são muitas de cianças queimadas vivas, despedaçadas, decapitadas, amputadas por aquela liga do que existe de mais brutal na alma humana, não especula a possibilidade de um ataque atômico que nos parece cada vez mais maduro e frio na cabeça dos sórdidos comandantes norte-americanos e israelenses, Trump e Netanyahu, um ciceroniando o outro.

Muita gente aposta que, na última rotação da terra, o topete de Trump aparecerá apontando para outro caminho municiado por alguém que tenha o mínimo de juízo ou que o próprio Trump usa como truque para produzir novas dúvidas futuras com voz decisória de um outro certame, o que bordaria sua imagem como um blefador barato e seria interpretado como fantasia de um país que vive a mercê de um lunático boca aberta, com ares imperiais que faria gargalhar os piores reis da história da humanidade.

Mas se Trump quer ser de fato ser um imperador, como vive arrotando, temos que abrir um parêntese sobre o que já foi feito de monstruosidade por ele e Netanyahu na Palestina e medir uma suposta apoteose de iniquidades que ele jura, lhe dará virória e triunfo contra o Irã.

O fato é que Trump prometeu aniquilar a civilização persa para restaurar o equilíbrio da balança comercial do mundo, ou seja, ele diz possuir armas capazes de dizimar integralmente uma civilização com apenas um dedo que apertaria um botão degenerado.

Crueldade não lhe falta, coração, sim, mas para ele, o que importa em sua mais alucinada loucura, é se consagrar pelo horror como um apóstolo de Hitler, o mesmo que sonha Netanyahu.

A nós aqui do Brasil só cabe, por ora, o silêncio e a respiração presa para, na prática, saber que mundo teremos a partir da cachola desse Napoleão de hospício norte-americano.

A conferir.


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Mundo

Trump ameaça infraestrutura civil do Irã e relatório alerta para crise humanitária

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez declarações contundentes sobre possíveis ataques à infraestrutura civil do Irã, incluindo a rede elétrica, refinarias e plantas de dessalinização.

Em postagens realizadas no dia 2 de abril de 2026 na rede social Truth Social, Trump sugeriu ações diretas contra essas instalações, intensificando as tensões entre os dois países.

Um relatório do Atlantic Council, think tank baseado nos EUA, analisou as consequências de tais medidas e apontou que os impactos militares seriam limitados, enquanto os danos humanitários atingiriam níveis catastróficos para a população iraniana.

O documento, divulgado no dia 5 de abril de 2026, detalha que ataques à infraestrutura hídrica do Irã poderiam desencadear uma crise imediata de doenças, fome e sede entre civis.

A destruição de plantas de dessalinização, por exemplo, não apenas afetaria o Irã, mas também desestabilizaria toda a região do Golfo.

Países vizinhos que dependem fortemente da dessalinização para o fornecimento de água potável enfrentariam escassez severa em questão de dias caso o conflito escalasse.

O relatório sublinha que mais de 80% da água consumida em nações como Arábia Saudita, Qatar e Emirados Árabes Unidos provém dessas tecnologias, o que tornaria a região vulnerável a um colapso hídrico em meio a hostilidades.

O estudo argumenta ainda que atacar a infraestrutura de energia e água do Irã não traria vantagens estratégicas significativas para os Estados Unidos.

Pelo contrário, tais ações poderiam intensificar a desconfiança global em relação às políticas americanas e prolongar o conflito no Oriente Médio.

A análise aponta que a destruição de instalações civis tenderia a unir a população iraniana contra um inimigo externo, fortalecendo a resistência nacional em vez de debilitá-la.

Especialistas citados no relatório, como o analista de segurança regional Jonathan Panikoff, reforçam que o custo humano de tais ataques seria desproporcional a qualquer ganho tático.

As declarações de Trump reacendem um longo histórico de atritos entre Washington e Teerã, agravados desde a saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã em 2018.

Enquanto os Estados Unidos frequentemente justificam suas ações como defesa da segurança internacional, críticos apontam para a contradição de uma política que, na prática, tem ignorado o direito internacional humanitário ao ameaçar alvos civis.

A proteção de infraestruturas essenciais, como redes de água e energia, é um princípio básico de convenções globais, frequentemente desrespeitado em conflitos envolvendo potências ocidentais, como se observa nas operações americanas no Iraque e no apoio a campanhas em Gaza.

A comunidade internacional acompanha os desdobramentos com preocupação, especialmente diante do potencial de uma escalada que poderia envolver outros atores regionais, como Israel e forças aliadas no Líbano e no Iêmen.

O relatório do Atlantic Council também destaca que a interrupção de refinarias iranianas poderia gerar um aumento abrupto nos preços globais de petróleo, afetando economias distantes do conflito.

Para mais informações sobre a análise completa, consulte o documento original no site do Atlantic Council.

Enquanto as ameaças de Trump continuam a ecoar, analistas temem que a retórica beligerante dos EUA, frequentemente mascarada como defesa da democracia, ignore as consequências devastadoras para milhões de civis.

A história recente, incluindo o apoio americano a operações que resultaram na morte de jornalistas e ativistas no Oriente Médio, expõe a contradição de um discurso que prega valores humanitários enquanto promove ações de impacto devastador.

*Sputnik Globe


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Mundo Política

Guerra na nuvem: Irã usa satélite chinês e desafia hegemonia dos EUA

Entrevistas com Sergio Amadeu e Ergon Cugler revelam como soberania digital virou questão de segurança nacional em conflito que testa multipolaridade tecnológica

O conflito no Oriente Médio entrou em uma nova fase que transcende trincheiras e mísseis: a disputa pelo controle das infraestruturas digitais que sustentam a guerra moderna. Enquanto o Irã aprimora sua capacidade de ataque com precisão inédita, especialistas apontam para uma mudança estratégica fundamental — a adoção do sistema de navegação por satélite BeiDou, da China, em substituição ao GPS norte-americano.

Em entrevistas ao Portal Vermelho, o sociólogo Sergio Amadeu, professor da UFABC, especialista em tecnologia da informação e comunicação, e Ergon Cugler, pesquisador do Conselho Nacional de Pesquisa, conselheiro da Presidência da República e especialista em gestão pública, analisam como a soberania digital deixou de ser tema técnico para se tornar questão de segurança nacional.

Big Tech como alvo militar legítimo

O sociólogo Sérgio Amadeu

Para Sergio Amadeu, a guerra contemporânea exige repensar o papel das corporações tecnológicas. “Enquanto cultuamos as Big Techs e colocamos dados das universidades e dos governos nessas corporações, o Irã declarou que elas são alvos militares legítimos”, afirma. A estratégia iraniana não é apenas retórica: AWS, Oracle e Microsoft foram efetivamente alvejadas por participarem, direta ou indiretamente, dos esforços de guerra de Israel e Estados Unidos.

Amadeu destaca que o Irã desenvolveu capacidades próprias — drones, mísseis, indústria de defesa — e utiliza táticas assimétricas inteligentes. “Eles utilizaram diversas armadilhas, tais como mísseis e drones sem ogivas para que fossem abatidos por armas de interceptação que custam milhões de dólares”, explica. Enquanto Washington gasta fortunas em sistemas de defesa, Teerã esgota recursos adversários com operações de baixo custo.

Da nuvem ao campo de batalha: a guerra é também digital

O especialista em gestão pública Ergon Cugler
Ergon Cugler expande o assunto: “Quem acha que a guerra passa apenas por tanque de guerra e fuzil tá vivendo no século passado”. Para o pesquisador, as disputas de um mundo multipolar e supertecnológico acontecem também na “nuvem” — não a metáfora etérea, mas datacenters em subsolos globais conectados por cabos submarinos.

A dependência tecnológica tornou-se vulnerabilidade estratégica. Cugler lembra que, durante tensões comerciais, Donald Trump chegou a ventilar a ideia de retirar o acesso do Brasil ao GPS. “Teve gente que disse que era mentira, mas o fato é que a gente ficou refém de uma decisão política que Donald Trump poderia sim tomar a qualquer momento”, alerta.

BeiDou: o fim do monopólio americano?

O sistema BeiDou, lançado pela China em 2020, representa uma alternativa concreta ao GPS. Com 45 satélites — contra 24 do sistema americano —, o BeiDou oferece precisão de menos de um metro para usuários autorizados e recursos avançados de anti-interferência, como salto de frequência e autenticação de mensagens de navegação.

Segundo analistas, o Irã teria assinado um memorando de entendimento para integrar o BeiDou à sua infraestrutura militar já em 2015, acelerando a transição após a Parceria Estratégica Abrangente Sino-Iraniana de 2021. A conclusão da migração, em junho de 2025, coincidiria com o salto de precisão observado nos ataques iranianos.

Em ambientes contestados, onde sinais podem ser bloqueados ou falsificados, depender de uma única constelação é risco estratégico.

Soberania digital como moeda de poder

Para Cugler, a tecnologia em um mundo multipolar “deixa de ser apenas um ativo qualquer e se torna inclusive moeda de troca do chamado soft power”. Países que controlam infraestruturas digitais podem influenciar, coagir ou pautar comportamentos de nações dependentes.

A resposta global à hegemonia americana já está em curso: a União Europeia desenvolveu o Galileo, a Rússia mantém o Glonass, Índia e China investem em sistemas próprios. “É por isso que pra debater soberania de um país, a gente também precisa debater a chamada soberania digital”, defende Cugler. “Sem ela, se torna impossível conseguir ter qualquer horizonte possível de sair das amarras daqueles que controlam até mesmo as infraestruturas”.

O Brasil na encruzilhada tecnológica

As lições do conflito iraniano ressoam particularmente no Brasil. Enquanto o país debate regulação de plataformas e proteção de dados, a dependência de infraestruturas controladas por potências estrangeiras permanece pouco discutida como questão de segurança nacional.

Amadeu adverte que o Brasil replica vulnerabilidades que podem ser exploradas em cenários de tensão geopolítica. A presença de datacenters de corporações americanas em território nacional, sem contrapartidas de soberania ou controle público, coloca em risco não apenas dados, mas a própria capacidade de decisão autônoma do Estado.

Tecnologia é geopolítica

O uso do BeiDou pelo Irã — se confirmado — não é apenas uma manobra técnica: é um sinal de que a arquitetura tecnológica global está se fragmentando. Em um mundo onde navegação por satélite, nuvem de dados e inteligência artificial definem capacidades militares e econômicas, a soberania digital deixa de ser opção para se tornar imperativo.

Como sintetiza Cugler: “O Irã já deu o recado: não dá pra depender dos Estados Unidos, inclusive pra andar de carro no meio da rua”. Para nações que aspiram a autonomia estratégica, a mensagem é clara: desenvolver capacidades próprias e diversificar parcerias tecnológicas não é mais questão de desenvolvimento — é questão de sobrevivência.


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Vídeo: Trump diz que amanhã “todo o Irã” pode ser “destruído” e que iranianos querem ser bombardeados

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou suas ameaças contra o Irã ao afirmar que o “país inteiro” pode ser destruído em uma única noite, com a possibilidade de isso acontecer já nesta terça-feira (7).

A ameaça foi feita durante uma coletiva de imprensa, após ele ter dado mais um ultimato ao governo iraniano relacionado ao Estreito de Ormuz, uma rota vital para o transporte de petróleo. Trump declarou que “o país pode ser destruído em uma noite, e essa noite pode ser amanhã”.

Trump já havia dado vários prazos ao Irã sobre o estreito, e dessa vez, foi mais direto e agressivo. “Toda a infraestrutura do Irã pode ser destruída rapidamente. Não há nada que eles possam fazer sobre isso. Eles não têm antiáereo, seus radares foram destruídos. Podemos simplesmente acabar com tudo. Eles não têm chance. Podemos fazer isso de forma rápida”, afirmou.

“Eu dei o prazo para o Irã até amanhã. Se não reabrirem o estreito, vamos fazer o que for necessário. E isso pode incluir ataques a todas as suas usinas de energia, pontes, tudo o que seja necessário. O Irã já perdeu. Eles só não sabem ainda”.

Essas ameaças não se limitaram à guerra em curso, mas também incluíram uma série de declarações criminosas. “Os iranianos querem ouvir bombas. Eles querem ouvir as bombas porque eles querem ser livres. Eles ficam irritados quando não ouvem os bombardeios. É isso que eles querem, e vamos dar isso a eles”, disse Trump. DCM.

“Eles não se importam com mais um ataque. Eles querem ser livres e eles sabem que nós somos os únicos que podemos dar isso a eles”.

Em relação à situação do estreito de Ormuz, Trump pressionou o Irã a ceder, alegando que a situação poderia piorar caso o governo iraniano não ceda às exigências de reabertura da via marítima, essencial para o transporte de petróleo. “Se o Irã não abrir o estreito, eles estarão em grande apuros. Pode ser o fim para eles”, completou o presidente dos EUA, sem dar mais detalhes sobre os próximos passos dos EUA caso o Irã não atenda à pressão.

Além disso, Trump também fez referências à recente ofensiva israelense contra o Irã, destacando a importância de ações contundentes. “Os ataques de Israel são apenas o começo. Se o Irã não ceder, os Estados Unidos farão o que for necessário para garantir a paz. Não vamos tolerar mais ameaças ou ações contra nossos aliados. Se o Irã não recuar, vamos destruir suas capacidades militares”, declarou.

O presidente também se referiu ao resgate de pilotos americanos que caíram no Irã, dizendo: “Já fizemos isso várias vezes. O Irã já sabe o que pode acontecer quando tentam atacar nossos homens e mulheres no campo de batalha. Eles sabem que a resposta dos Estados Unidos será devastadora”.

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Petróleo dispara com ameaça de Trump ao Irã, expondo risco global criado pela escalada militar

A nova escalada na guerra contra o Irã já produz efeitos diretos na economia global. Após Donald Trump prometer intensificar os ataques, o preço do petróleo registrou um salto expressivo, evidenciando o impacto imediato das decisões militares dos Estados Unidos sobre o mercado internacional.

De acordo com dados divulgados por agências internacionais, o barril do petróleo americano (WTI) disparou 11,4%, chegando a US$ 111,54, enquanto o Brent atingiu US$ 109,03, com forte alta no mesmo movimento .

Mercado reage ao risco — não à economia real

A alta não está ligada a crescimento econômico ou aumento de demanda.

Ela reflete medo de desabastecimento global, provocado diretamente pelas falas de Trump, que indicou novos ataques ao Irã sem apresentar qualquer plano concreto de estabilização da região .

Investidores passaram a precificar:mrisco de ampliação da guerra, interrupção do fluxo de petróleo e bloqueio prolongado do Estreito de Ormuz

Esse último ponto é central: a região responde por uma fatia estratégica do abastecimento energético global.

Guerra já impacta preços e pressiona economias

O efeito dominó já começou.

Além da alta diária superior a 11%, o petróleo acumula valorização de até 18% na semana, segundo dados de mercado .

Esse movimento tende a provocar: aumento nos combustíveis, pressão inflacionária global e encarecimento do transporte e da produção

Ou seja, a guerra deixa de ser regional e passa a atingir diretamente o bolso da população no mundo inteiro.

Escalada militar alimenta instabilidade

A disparada ocorre em um contexto de intensificação do conflito.

Relatórios recentes indicam que o Irã já respondeu às ofensivas e mantém capacidade de reação, enquanto os EUA ampliam ameaças sem conseguir estabilizar o cenário, segundo o Cafezinho.

Na prática, cria-se um ciclo perigoso: ameaça → reação → mais ameaça

O mercado reage a cada nova escalada

Energia vira arma geopolítica

O petróleo, nesse contexto, deixa de ser apenas uma commodity.

Ele se transforma em instrumento de pressão geopolítica.

O bloqueio de rotas estratégicas e o risco de ataques a infraestrutura energética ampliam o poder de barganha do Irã e expõem a vulnerabilidade do sistema global — altamente dependente dessas regiões.

O custo da guerra vai além do campo militar

O salto no preço do petróleo escancara uma realidade: decisões militares têm impacto econômico imediato e global.

E, neste caso, a escalada promovida pelos Estados Unidos não apenas intensifica o conflito, mas também amplia a instabilidade nos mercados.

Um conflito que ninguém controla — mas todos pagam

A disparada do petróleo mostra que a guerra já saiu do controle estratégico e entrou no campo do impacto sistêmico.

Não há previsibilidade, não há estabilidade e não há garantia de solução rápida

No fim, o que se vê é um cenário onde a escalada militar produz efeitos concretos:

**inflação, crise energética e pressão sobre economias — enquanto o conflito segue sem desfecho claro.**


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Mundo

“Oriente Médio vai queimar”: Presidente do Parlamento do Irã alerta Trump

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, fez duras críticas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após o republicano ameaçar novamente o Irã. Em uma postagem no X neste domingo, 5 de abril, Ghalibaf disse: “Suas ações insensatas estão arrastando os Estados Unidos para um verdadeiro INFERNO para cada uma das famílias, e toda a nossa região vai queimar porque você insiste em seguir as ordens de Netanyahu”, referindo-se ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

A declaração de Ghalibaf surge após Trump novamente exigir a reabertura do Estreito de Ormuz, importante passagem naval que foi fechada pelo regime iraniano em resposta a bombardeios realizados pelos EUA e Israel. Trump, em uma série de mensagens, usou um palavrão para reforçar suas exigências: “Abram o maldito Estreito, seus bastardos malucos, ou vocês vão viver no inferno – ESPEREM PARA VER. Louvado seja Alá”, disse Trump.

Além disso, Trump fez comentários sobre o resgate de dois pilotos de um caça americano abatido no Irã, chamando a operação de “milagrosa”. Um dos pilotos resgatados está gravemente ferido, segundo informações fornecidas pelo republicano. A troca de acusações entre os líderes de ambos os países aumenta a tensão na região, especialmente devido às disputas sobre o controle do Estreito de Ormuz, vital para o transporte de petróleo.

Em resposta à retórica de Trump, Ghalibaf reiterou que “a única solução real é respeitar os direitos do povo iraniano e encerrar este jogo perigoso”. O líder iraniano destacou que a postura de Trump não apenas coloca os Estados Unidos em risco, mas também ameaça a estabilidade de todo o Oriente Médio, uma região já fragilizada por conflitos constantes e pela disputa pelo controle de recursos vitais.

A mensagem de Ghalibaf reflete a crescente frustração do Irã com as ações dos EUA, que, segundo o líder iraniano, são alimentadas por interesses externos, como os de Israel. De acordo com o DCM, enquanto a crise continua a se intensificar, a comunidade internacional observa com cautela os próximos passos dos dois países, que estão cada vez mais próximos de um confronto direto.

O governo iraniano tem intensificado ações militares na região do estreito de Ormuz, enquanto os EUA prometem aumentar as sanções e ações se a passagem não for reaberto até terça-feira, dia 7 de abril.

 

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Política

Nunca a mídia brasileira se mostrou tão afeita a um candidato de extrema direita


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No Brasil, a mídia industrial trabalha propositadamente no mesmo campo mental da ultradireita bolsonarista.

Não há maiores difiuldades para entender essa técnica, por isso, de forma insuspeita, atestamos essa afirmativa.

Infelizmente, a orientação da mídia sobre o genocídeio em Gaza, pelos EUA e Israel, onde mulheres e crianças são a maioria das vítimas fatais, é a mesmíssima de Bolsonaro, a de aplaudir, de exaltar, assim como os ataques dos mesmos países ao Irã.

O resultado não poderia ser outro, as fontes do bolsonarismo de guerra, de hospícío e da mídia, são as mesmas. A agudeza desse engenho sionista no Brasil, idem. É uma coisa tão deslavada que não há argumentaçao capaz de ser cínica ao extremo para negar a parceria jamais vista  no Brasil entre mídia e extrema direita.

Para completar, a afinidade entre esses umbrais, a exaltação a Trump, no Brasil, pela mídia e pelo bolsonarismo é outro atestado insuspeito dessa liga maligna que enfeita a retórica dessa gente.

Assim também foi aquele surto proposital da Globo com o seu powerpoint contra Lula, amplamente difundifo pelos bolsonaristas, o que eles não esperavam é que o mesmo powerpoint prestasse um desserviço tão grande à Globo, no maior tiro no pé da história, obrigando a Globo a pedir desculpas e tirar Andreia Sadi de cena para tentar salvar o que sobrou da sua imagem depois do bizonho e repudiado quadro.

Mais do que isso, nao foi uma reação que apenas tratorou a Globo, foi uma indicação instintiva de que este deve ser sempre o caminho adotado para contrapor à imundície que, tanto os bolsonaritas quanto a Globo utilizarão para blindar os Bolsonaro e atacar Lula, deixando a caquética forma de destruir reputações de calça arriada em pleno espaço público.

Mas que fique bem claro que a besta do balão nasce do casamento entre grande mídia e bolsonarismo, sob a regência do sionismo e o trumpismo tatuado na alma dessa gente, seja para roubar as terras raras brasileiras, seja para liquidar o Pix em nome dos bancos norte-americanos, controlados pelos sionistas que controlam o próprio governo Trump, como denunciado por gente da alta cúpula do governo americano

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Mundo

Trump dá 48 horas para Irã aceitar acordo e ameaça com ‘inferno’

Donald Trump, presidente dos EUA, alerta que o “tempo está se esgotando” para que os iranianos aceitem um acordo e alerta que, caso isso não ocorra, Teerã enfrentará o “inferno”.

O recado foi publicado neste sábado nas redes sociais do republicano e num momento crítico para os EUA.

Trump afirmou:

“Lembram quando dei ao Irã dez dias para FAZER UM ACORDO ou ABRIR O ESTREITO DE ORMIZ? O tempo está se esgotando. 48 horas antes que o inferno se abata sobre eles. Glória a DEUS! Presidente DONALD J. TRUMP.”

A referência religiosa também passou a fazer parte da narrativa da Casa Branca nos últimos dias, o que levou o Vaticano a alertar que “Deus não escuta” orações para ir a uma guerra.

De fato, em 27 de março e depois de várias modificações em seu ultimato, Trump anunciou que suspenderia qualquer ataque a usinas de energia iranianas por 10 dias a partir daquela data.

Nos bastidores e por meio de diplomatas paquistaneses, o governo norte-americano apresentou um projeto de cessar-fogo, com 15 condições. Nenhuma delas envolvia o fim do regime iraniano.

Teerã rejeitou a proposta, alertando que as exigências eram “excessivas”. Em contrapartida, uma nova oferta foi apresentada pelos iranianos, incluindo um compromisso por parte dos EUA de que não voltariam a assassinar os líderes do regime em Teerã.

ICE contra parentes de autoridades iranianas
Instantes depois do alerta de Trump, o secretário de Estado, Marco Rubio, anunciou que o ICE — a polícia de imigração — havia detido parentes de autoridades iranianas.

“Na noite passada, a sobrinha e a sobrinha-neta do falecido major-general Qasem Soleimani, da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, foram presas por agentes federais após o secretário de Estado Marco Rubio ter revogado seu status de residentes permanentes legais”, anunciou o governo.

“Hamideh Soleimani Afshar e sua filha estão agora sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE)”, disse. “Conforme identificado por reportagens da imprensa e por seus próprios comentários nas redes sociais, Soleimani Afshar é uma defensora declarada do regime totalitário e terrorista do Irã”, alegou.

De acordo com Rubio, enquanto vivia nos Estados Unidos, “ela promoveu propaganda do regime iraniano, celebrou ataques contra soldados e instalações militares americanas no Oriente Médio, elogiou o novo Líder Supremo iraniano, denunciou os Estados Unidos como o “Grande Satã” e expressou seu apoio inabalável à Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, uma organização considerada terrorista”.

“Afshar Soleimani disseminou essa propaganda para o regime terrorista do Irã enquanto desfrutava de um estilo de vida luxuoso em Los Angeles, como atestam suas frequentes postagens em sua conta do Instagram, recentemente excluída”, disse.

Além da revogação do status de residente permanente legal de Hamideh Soleimani Afshar e de sua filha, o marido de Afshar também foi proibido de entrar nos Estados Unidos.

No início deste mês, Rubio também revogou o status legal de Fatemeh Ardeshir-Larijani, filha do ex-secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, e de seu marido, Seyed Kalantar Motamedi. Tanto Ardeshir-Larijani quanto Motamedi não estão mais nos Estados Unidos e estão proibidos de entrar no país no futuro.

“O governo Trump não permitirá que nosso país se torne um lar para estrangeiros que apoiam regimes terroristas antiamericanos”, completou.

Momento de crise
O ultimato está sendo dado num momento de crise para os EUA. Nesta semana, o secretário de Guerra, Pete Hegseth, demitiu o chefe do Estado-Maior do Exército, Randy George, e outros dois generais, em meio à guerra com o Irã.

Para completar, dois aviões americanos foram derrubados pelos iranianos, que destacam a eficiência de seus novos sistemas de defesa aérea.

Um dos pilotos foi socorrido. Mas há uma intensa busca por um segundo militar que estaria a bordo. Um dos temores dos americanos é de que, se capturado, esse soldado poderia se transformar em um troféu para o regime iraniano e ser usado como moeda de troca.

O Irã alega ter abatido dois aviões de guerra americanos — um F-15E e um A-10 Warthog. Para o porta-voz da chancelaria iraniana, Ebrahim Zolfaghari, o fato é uma “humilhação” para os EUA e Israel. A derrubada desmente a tese de Trump de que os americanos teriam praticamente “dizimado” o poder militar iraniano. Para Teerã, suas forças ainda “alcançarão o controle total do espaço aéreo do país”.

*Jamil Chade/ICL


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Irã ameaça atacar big techs americanas no Oriente Médio, Meta, Google e Tesla

A Guarda Revolucionária do Irã anunciou nesta terça-feira (31) que começará a atacar empresas americanas no Oriente Médio, como parte de uma retaliação aos bombardeios realizados pelos Estados Unidos e Israel.

A declaração foi dada em um comunicado divulgado pela mídia estatal iraniana, que detalhou 18 organizações que seriam alvos a partir das 20h (horário local) de quarta-feira (1), horário de Brasília. O texto da Guarda Revolucionária enfatiza que as ações serão direcionadas a empresas que, segundo o Irã, participam de operações consideradas “terroristas”.

“Vocês ignoraram nossos repetidos alertas e, hoje, vários cidadãos iranianos foram martirizados em ataques terroristas perpetrados por vocês e seus aliados israelenses. Em resposta a essas operações, de agora em diante, as principais instituições atuantes em operações terroristas serão nossos alvos legítimos. Aconselhamos os funcionários dessas instituições a deixarem seus locais de trabalho imediatamente, para sua própria segurança. Os moradores das áreas próximas a essas empresas terroristas, em todos os países da região, também devem evacuar em um raio de um quilômetro e procurar um local seguro”, afirmou a Guarda no comunicado.

A lista de empresas americanas sob ameaça inclui gigantes como Boeing, G42, Spire Solution, GE, Tesla, JP. Morgan, Nvidia, Palantir, Dell, IBM, Meta, Google, Apple, Microsoft, Oracle, Intel, HP e Cisco. O Irã orienta também que moradores em um raio de um quilômetro dessas empresas no Oriente Médio evacuem as áreas imediatamente.

Ainda nesta terça-feira, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que bombardeou duas instalações militares dos Estados Unidos no Oriente Médio: uma base secreta nos Emirados Árabes Unidos e um alojamento de tropas no Bahrein. Os ataques, de acordo com o Irã, foram realizados com precisão e causaram danos substanciais.No entanto, até o momento, os Estados Unidos, os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein não confirmaram oficialmente os ataques. De acordo com a versão iraniana, a base secreta no Emirados Árabes Unidos, localizada fora da base aérea de Al Minhad, foi destruída.

O Irã afirmou que cerca de 200 soldados americanos estavam na base no momento do ataque. As autoridades americanas, no entanto, não confirmaram essas alegações. A Guarda Revolucionária também afirmou ter atingido um alojamento de tropas no Bahrein, onde estavam estacionadas as forças da 5ª Frota Naval dos EUA.

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, comentou sobre os ataques, afirmando que as tropas americanas haviam abatido dois mísseis disparados pelo Irã contra uma sala de oficiais. No entanto, ele não forneceu mais detalhes sobre o incidente ou sua localização.

Os ataques do Irã às bases militares dos EUA no Oriente Médio têm sido uma retaliação crescente à presença militar americana na região desde o início do conflito. As bases, que foram alvo de bombardeios nas últimas semanas, foram evacuadas pelos Estados Unidos no início deste ano, a fim de evitar baixas nas tropas americanas.

Enquanto isso, o Irã continua a afirmar que suas ações têm como objetivo proteger a soberania nacional e responder aos ataques sofridos. Segundo o DCM, o governo iraniano destacou que a retaliação também visa pressionar as potências ocidentais a reconsiderarem sua política na região.


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Tarde demais: Trump ameaça destruir ‘completamente’ ilha de Kharg e pressiona Teerã por acordo de paz

Presidente dos EUA afirma que forças estadunidenses ‘propositalmente ainda não tocaram’ em alvos estratégicos como usinas de dessalinização e poços de petróleo

O presidente Donald Trump ameaçou nesta segunda-feira (30/03) destruir “completamente” a ilha de Kharg, principal centro de exportação de petróleo do Irã, e outros importantes locais de produção de energia no país, caso Teerã não concorde com um acordo de paz e não ponha fim ao bloqueio de fato do Estreito de Ormuz.

Em uma publicação nas redes sociais, ele afirmou que os Estados Unidos fizeram “grandes progressos” nas negociações com “UM NOVO REGIME, MAIS RAZOÁVEL” no Irã e que um acordo provavelmente será “alcançado em breve”.

Mas ele também reiterou as ameaças de destruição extrema contra alvos iranianos que, segundo ele, as forças armadas dos EUA “propositalmente ainda não tocaram” desde o início dos bombardeios contra o Irã, realizados em conjunto com Israel há mais de um mês. Esses alvos incluíam a Ilha de Kharg, usinas de energia elétrica, poços de petróleo e “possivelmente todas as usinas de dessalinização”, afirmou.

Em uma entrevista publicada no domingo (29/03), Trump sugeriu que Washington poderia tentar tomar a Ilha de Kharg, que surgiu como um alvo potencial para as forças armadas estadunidenses. “Talvez tomemos a Ilha de Kharg, talvez não”, disse Trump ao Financial Times. “Temos muitas opções”.

Vale relembrar que os EUA bombardearam a ilha em um dos ataques de março, concentrando-se em suas instalações militares, enquanto deixaram intactas as instalações de exportação de petróleo.

*Opera Mundi


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