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Weintraub: Lula não é desse mundo, ele tem alguma força sobrenatural

“O Lula é um encosto pra mim. A gente pensa que acabou e ele renasce, vem de novo, não cansa, não para. Esse cara não é deste mundo, ele tem alguma força sobrenatural, não é possível” (Abraham Weintraub).

E prossegue, ‘Ele renasce, vem de novo, não cansa, não para’, declarou o ex-ministro da Educação de Jair Bolsonaro, que considera Lula ‘um inimigo’.

O comentário de Weintraub, foi revelado por uma reportagem da Carta Capital um dia após o DataPoder mostrar que Lula cresceu mais dois pontos, enquanto Bolsonaro cai dois pontos na pesquisa confirmando a tendência que todas os institutos de pesquisa estão revelando.

Lula não é só favorito, é muito mais.

Como disse o sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi, Marcos Coimbra, “nunca houve uma eleição com um favorito tão claro quanto Lula”.

As projeções de 2º turno indicam vitória de Lula em qualquer cenário:

  • contra Bolsonaro, por 54% a 32%;
  • contra Moro, por 49% a 26%;
  • contra Ciro, por 47% a 19%;
  • e contra Doria, por 48% a 16%.

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PoderData: O desenho da vitória de Lula no primeiro turno

Lula vai a 42% e empata com a soma dos adversários Petista ganha no 1º turno se tiver maioria dos votos válidos. Bolsonaro é o 2º, com 28%.

Pesquisa PoderData realizada de 16 a 18 de janeiro mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando a corrida eleitoral ao Palácio do Planalto com 42% das intenções de voto no 1º turno. O presidente Jair Bolsonaro (PL) é o 2º colocado, com 28%.

Os percentuais de todos os candidatos oscilaram na margem de erro de 2 pontos percentuais da pesquisa em relação ao último levantamento, realizado de 19 a 21 de dezembro de 2021, quando o petista estava com 40% e Bolsonaro com 30%. Esta rodada, no entanto, trouxe um fato novo: Lula entrou na zona do empate técnico em comparação ao somatório das intenções de voto dos demais candidatos. O petista pode se eleger no 1º turno se tiver a maioria dos votos válidos –em outras palavras, se for mais votado que todos os oponentes, juntos.

É a 2ª vez a pesquisa PoderData registra um empate técnico entre Lula e a soma de todos os outros nomes testados. A 1ª foi em julho de 2021, quando o petista tinha 43% contra 44% de uma lista menor de adversários.

Em 3º lugar no 1º levantamento eleitoral do PoderData do ano está o ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça, Sergio Moro (Podemos), que marca 8%. Ciro Gomes (PDT) tem 3% das intenções de voto; João Doria (PSDB) e André Janones (Avante), 2% cada; Simone Tebet (MDB) e Alessandro Vieira (Cidadania), cada um com 1%. Rodrigo Pacheco (PSD) e Luiz Felipe d’Avila (Novo) não tiveram menções o suficiente para pontuar. São 6% os que votariam em branco ou nulo e o mesmo percentual respondeu que não sabe como responder. A pesquisa PoderData foi realizada por meio de ligações para telefones celular…

ESTRATIFICAÇÃO

Entre os homens, Bolsonaro lidera com 41% contra 35% de Lula. Entre as mulheres, o petista teria 48% contra 17% do atual presidente; venceria no 1º turno.

No recorte por faixa etária, Lula tem seu melhor desempenho na faixa de 25 a 44 anos (48%), enquanto Bolsonaro se sai melhor entre aqueles com 60 anos ou mais (33%).

Ao considerar as regiões do Brasil, o ex-presidente tem melhor desempenho no Nordeste (57%) e o atual ocupante do Planalto, no Norte (46%). No Sul, Sergio Moro vai a 23% e empata tecnicamente com Lula e Bolsonaro (27% cada).

Na análise por faixa de renda Lula tem 46% e ganharia no 1º turno no grupo dos desempregados ou que não têm renda fixa.

2º turno A pesquisa PoderData também mostrou que Lula derrotaria Bolsonaro (54% X 32%), Moro (49% X 26%), Ciro (47% X 19%) e Doria (48% X 16%) em um eventual 2º turno. Jair Bolsonaro empata tecnicamente com Sergio Moro e Ciro Gomes em um confronto direto.

*As informações são do Poder360

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A palavra convence, o exemplo arrasta: a objetividade de Lula encanta até o mercado

Como diz o ditado, “a palavra convence, o exemplo arrasta”. Esse é o caso de Lula.

Ao contrário do que se vê hoje, fruto de uma ambição perigosa que produziu um desequilíbrio econômico e social recorde na condução do país, com Bolsonaro e Paulo Guedes, Lula, diferente do que a mídia quis vender, é matéria viva, tanto que a amplitude de suas ideias marca, de forma encantadora, um candidato com experiência de oito anos de governo que deixou o poder com 87% de aprovação, mas não para de sonhar e, consequentemente, de se aperfeiçoar.

Na entrevista com blogueiros nesta quarta-feira (19), que serviu de laboratório até para o mercado, Lula assume uma postura de quem, quando esteve na direção do país, buscou colocar luz em cada passo que deu.

O significado disso foi a segurança que ele transmitiu a todos, desde o miserável ao banqueiro mais abastado.

Agora, com um grande e vasto currículo de quem foi o melhor presidente da história do Brasil, assim avaliado pelo povo em pesquisa, Lula está mais objetivo e seguro do que nunca. Não dá uma resposta vaga, ao contrário, simula novas questões em torno da pergunta para ampliar o raio de alcance, mostrando que não está aí para contornar nada, mas para lidar frontalmente com as questões, conversando, negociando e tomando atitudes concretas para dar sentido às coisas e, consequentemente, dar tranquilidade ao país, de A a Z.

Lula tem pressa e com sua fala e raciocínio, buscará atalhos de quem conhece o caminho para ter uma administração exitosa e, por isso, ele nem deixa a bola quicar com as perguntas dos entrevistadores, respondendo tudo de primeira, com uma segurança encantadora.

Imediatamente, o mercado entendeu sua postura e reagiu positivamente, por sua clareza e transparência sobre regras e condutas que adotará, caso seja eleito, e reagiu muito bem a ponto do Valor Econômico, principal jornal de mercado dos Marinho, reconhecer.

Otávio Guedes, da GloboNews, há poucos dias usou uma figura de linguagem em que compara Paulo Guedes a um corretor de imóveis que vende o empreendimento na planta, prometendo maravilhas, mas que depois que o comprador descobre que esse vendedor trabalha para uma empresa que não entrega a construção prometida, desiste do negócio, porque, na verdade, essa empresa é de destruição, de implosão, que é o caso do governo Bolsonaro.

Há um consenso que vai do mercado até a grande mídia de que Paulo Guedes é um grande embuste, o que não é nenhuma novidade no universo do neoliberalismo, pois um neoliberal convicto é, por natureza, um embusteiro que vende mentiras futuras para uma plateia de tolos.

Por isso essa forma objetiva de Lula, que já é parte de sua experiência como presidente da República que colocou o Brasil entre as seis maiores economias do mundo depois de um pragmatismo nunca visto antes no país. E tendo o grau de consciência que tem de que foi o ponto fundamental para obter o sucesso que obteve nas ações do seu governo, é que Lula não cansa de repetir que não está preocupado ou voltado a buscar uma forra e, sim, salvar a população da miséria, deixando claro quais serão os principais propósitos do seu governo.

Por isso o mercado reagiu tão bem, porque Lula não deixa nenhuma dúvida de como se comportará diante dos miseráveis e da elite, e não escolher como tratar as coisas como parecem ser.

Não se viu Lula, em nenhum momento, apelar para o discurso fácil da revanche, reivindicando uma condição de mártir. É nítido que Lula não permite cair nessa esparrela a partir do seu bom senso, sobretudo a consciência de que a vida do outro, principalmente a do pobre é muito mais importante do que sua própria vida.

Por isso enfatiza o quanto é essencial que parte do orçamento da União atenda às camadas da sociedade que não têm acesso às condições essenciais de vida e, portanto, precisam tanto das políticas sociais.

Isso mostra a gigantesca diferença entre Lula e as demais candidaturas. É o que basta para mostrar que, em seu governo, as questões que envolvem a sociedade serão tratadas de forma diametralmente opostas ao clima presente no país desfavorável a qualquer forma de investimento, porque causa uma insegurança.

Lula deixou claro e tem respaldo histórico para isso, que ele, como presidente, precisa organizar o país para obter um nível de acerto que modifique por completo essa situação que hoje só se agrava no Brasil, sobretudo para as camadas mais pobres da população.

Lula não deixa margem para qualquer especulação.

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Vídeo: Lula diz que vai retornar com ministério da Cultura e criar comitê

“Então, quem tiver medo de Cultura se prepare, porque vai funcionar mais forte no próximo governo”, afirmou o ex-presidente.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou durante entrevista coletiva para a mídia independente, nesta quarta-feira (19), que, se acaso vencer a eleição de 2022, não só vai retornar com o ministério da Cultura, como vai criar um comitê de Cultura, informa a Forum.

“Esse país só será soberano, democrático e respeitado quando todo mundo tiver acesso aos bens que ele ajuda a produzir. Quando todo mundo puder estudar, puder comer, ter acesso à Cultura”, afirmou Lula.

Medo da Cultura

“Aliás, eles têm tanto medo da Cultura que acabaram com o ministério. Pois eu vou criar, vou fazer uma conferência de Cultura e vou criar um comitê de Cultura. Não vai ter mais só um ministro de Cultura, é um comitê de Cultura. Pra gente dizer pra eles que a Cultura vai ajudar a construir esse país mais democrático”, disse.

Ao final, Lula sentenciou: “então, quem tiver medo de Cultura se prepare, porque vai funcionar mais forte no próximo governo”.

“Não conheço, na história da República brasileira desde Deodoro da Fonseca, um presidente tão submisso ao Congresso Nacional. Mas não é submisso a um Congresso Nacional democrático, a um Congresso Nacional que pensa o Brasil desenvolvido, estudado, evoluído. É submisso àquilo que tem de mais atrasado na política brasileira”, comentou Lula.

O ex-presidente criticou a falta de sensibilidade do atual governo com as questões sociais e com as ações de combate à pandemia.

*Com informações do Lula.com.br

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Moro perde mais uma pra Lula: Justiça arquiva caso que liga Lulinha a supostos repasses ilegais da Oi

Juíza endossa parecer do MPF, que apontou falta de ‘elementos indiciários de prática criminosa’.

A Justiça Federal da 3ª Região arquivou nesta segunda-feira (17) o inquérito que investigava o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por supostos repasses ilegais da Oi às empresas do grupo Gamecorp, informa Mônica Bergamo, Folha. ​

A decisão ocorre após o MPF (Ministério Público Federal) em São Paulo pedir o arquivamento do caso, ainda em dezembro do ano passado. Na ocasião, o órgão afirmou que as apurações careciam “de elementos indiciários de prática criminosa” e citou o reconhecimento, pelo STF (Supremo Tribunal Federal), da suspeição do ex-juiz Sergio Moro.

Na decisão desta segunda, a juíza Fabiana Alves Rodrigues, da 10ª Vara Criminal Federal de São Paulo, endossa o parecer do MPF.

Ela cita quebras de sigilo fiscal, bancário, de dados e telemático encabeçadas pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, além de medidas de busca e apreensão, para em seguida dizer que as provas não são válidas. A decisão também considera a anulação, pelo Supremo, de atos do ex-juiz Sergio Moro.

​”Vê-se que os elementos obtidos através das duas medidas de quebra relacionadas na portaria de instauração não podem ser utilizados como prova, pelo reconhecimento da nulidade dos procedimentos que forneceram evidências para a decretação das medidas, impondo-se o reconhecimento de sua ilicitude e desentranhamento dos autos”, afirma Rodrigues.

“O próprio MPF afirma que, com a exclusão dessas provas ilícitas, não remanescem elementos indiciários de prática criminosa a justificar o prosseguimento das investigações, o que impõe o arquivamento dos autos”, segue a magistrada.

A decisão pelo arquivamento é comemorada pelo criminalista Fábio Tofic Simantob, que representa Lulinha na ação junto aos advogados Mariana Ortiz e Marco Aurélio de Carvalho.

“As ilegalidades no processo já haviam sido fulminadas pelo pedido de arquivamento feito pelo Ministério Público Federal e foram agora sepultadas por decisão muito bem fundamentada da juíza”, afirma Tofic Simantob.

Deflagrada em dezembro de 2019, a Operação Mapa da Mina teve como alvo o suposto pagamento de despesas da família do ex-presidente Lula com recursos das empresas de telefonia Oi e Vivo.

A Polícia Federal suspeita que o dinheiro tenha sido repassado por meio das empresas de Jonas Suassuna, dono do Grupo Gol (que atua nas áreas editorial e de tecnologia e não tem relação com a companhia aérea de mesmo nome). Ele foi sócio de Fábio Luís em diversas empresas.

As investigações foram conduzidas pela força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba. Ela apontava que parte do dinheiro do esquema foi usado para comprar o sítio de Atibaia frequentado pelo ex-presidente —ele representava, contudo, apenas 1% do total dos repasses suspeitos.

Segundo as apurações, foram transferidos R$ 132 milhões pela Oi e R$ 40 milhões pela Vivo a empresas de Fábio Luís e de Suassuna, de 2004 a 2016.

Em outubro do ano passado, o TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) acatou recurso apresentado pela defesa de Lulinha e determinou que Justiça Federal de São Paulo julgasse o caso. A investigação estava parada havia mais de um ano enquanto aguardava a definição.

O TRF-4 decidiu em março do ano passado que não havia nenhuma relação do caso com os desvios da Petrobras —requisito para a manutenção dos casos em Curitiba.

O tribunal determinou o envio o caso para a Justiça Federal de São Paulo, sede da Gamecorp, empresa em que Fábio Luís e Jonas Suassuna foram sócios.

Sorteada para acompanhar a investigação, a juíza Fabiana Alves Rodrigues, da 10ª Vara Federal de São Paulo, decidiu em dezembro que a investigação deveria ocorrer no Rio de Janeiro, sede da Oi.

Tanto a defesa de Fábio Luís como o Ministério Público Federal recorreram da decisão.

À época da operação, a defesa de Lulinha disse que havia perseguição por parte dos investigadores. Os advogados afirmaram também que a vida do filho do presidente fora devassada por “anos a fio e nenhuma irregularidade fosse encontrada”.

A defesa de Jonas Suassuna disse que o nome dele é vinculado a suspeitas devido apenas ao depoimento de um ex-funcionário que tenta represália.

O ex-presidente Lula também negou qualquer envolvimento no caso. Ele afirmou na ocasião que a operação era uma “demonstração pirotécnica de procuradores viciados em holofotes”, em referência à força-tarefa do MPF de Curitiba.

O petista disse também que o Ministério Público Federal recorreu a “malabarismos” para atingi-lo, perseguindo sua família.

A Oi disse, em nota, que “colabora de forma transparente com as investigações de autoridades competentes, prestando todos os esclarecimentos necessários, tanto na esfera administrativa como na judicial”.

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Covarde: Moro foge de mais um debate; desta vez, com ex-ministros da Justiça

O pré-candidato à presidência Sergio Moro (Podemos) fugiu de mais um debate. Desta vez, de acordo com a jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, a recusa se deu para um debate com ex-ministros da Justiça nos governos Dilma (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

O debate foi proposto pelo Grupo Prerrogativas após Moro recusar um debate com juristas na última sexta-feira (14). Diante da recusa, os juristas do grupo resolveram convidar o ex-juiz para um debate, organizado por eles, com José Eduardo Cardozo, ex-ministro da Justiça do governo Dilma, e José Carlos Dias, comandante da mesma pasta no governo de FHC.

A ideia seria realizar um debate para trazer três visões diferentes sobre a Justiça: a petista, a tucana e a bolsonarista, visto que Moro foi ministro do governo Bolsonaro. À coluna de Mônica Bergamo, no entanto, a assessoria de imprensa do ex-juiz informou que ele declina do encontro.

“O debate de propostas em 2022 é entre pré-candidatos, portanto Sergio Moro vai debater com Lula”, diz a nota.

Já recusou debate com Lula

Apesar de, ao recusar debate com o Grupo Prerrogativas e com ex-ministros da Justiça, dizer que debateria com Lula, Moro já recusou debate com o petista.

Autor da sentença anulada contra Lula por ser declarado suspeito e parcial pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-juiz foi desafiado pelo ex-presidente para um debate em junho de 2020, antes mesmo do petista ter recuperado seus direitos políticos.

“Eu tô provocando o Moro e o Dallagnol pra debater comigo, ao vivo. Se a Globo quiser fazer, eu topo. Porque é preciso desmascarar esses canalhas e mostrar o que eles fizeram ao país”, disse Lula à época. Moro, no entanto, fugiu e disse que não debateria com “condenados”.

Isso motivou o advogado Eduardo Goldenberg a se prontificar para debater com Moro no lugar do petista. “Eu nunca fui condenado, @SF_Moro. Debata comigo. Presencialmente (com máscara, além da que você já usa desde os tempos de magistratura) ou remotamente. Escolha dia e hora. Eu destruo você em menos de 10 minutos. Vamos?”, escreveu Goldenberg em suas redes sociais. O desafio do advogado, no entanto, foi ignorado.

Fugiu de debate com Ciro

Moro também foi desafiado por outro pré-candidato à presidência, Ciro Gomes (PDT). Após pedido do pedetista, o radialista Mário Kertész, da Rádio Metrópole, de Salvador, se prontificou na última terça-feira (11) a realizar um debate entre Ciro e o ex-magistrado.

Ciro já havia desafiado o ex-juiz para um debate em dezembro do ano passado. O ex-ministro de Jair Bolsonaro, no entanto, recusou.

Em entrevista a Mário Kertész na manhã da última terça-feira (11), no entanto, Moro disse que topa debater com “qualquer um” e que é o “mais preparado” entre todos os postulantes ao Palácio do Planalto.

O pré-candidato do PDT, então, aproveitou a nova fala de Moro para, mais uma vez, desafiá-lo a um debate e pedir para que Kertész organize o encontro.

O radialista, prontamente, se colocou à disposição de realizar o debate e fez o convite a Moro com vídeo divulgado nas redes sociais. Até a publicação desta matéria, no entanto, o ex-juiz não havia respondido ao desafio.

*Com informações da Forum

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Ex-governador de Alagoas, Teotônio Vilela, do PSDB, declara voto em Lula

Afastado do meio político, mas conversando com uns e outros amigos mais chegados, o ex-governador Teotônio Vilela, tucano de primeira hora, já emite sinais de que o PSDB chegou ao fim.

Sobretudo depois de João Dória, governador de São Paulo, candidato a presidente da República

Vilela não aparece em cena, mas tem revelado a amigos sua insatisfação com os rumos do velho partido social democrata e, recentemente, “segredou” a um político local que vai votar em Luis Inácio Lula da Silva, para presidente.

Vilela e Lula são amigos, desde os tempos do velho menestrel das Alagoas, o Teotônio pai.

Mas, não fica só no voto. O ex-governador está preocupado com a caminhada de Rodrigo Cunha (PSDB) para o governo de Alagoas, considerando que lhe falta o apoio de um grupo mais amplo para atingir o objetivo.

Por isso mesmo, Téo Vilela, segundo declarações de uma fonte do ninho tucano, aconselha Rodrigo Cunha a mudar de partido.

A ideia é que Cunha se mude de mala e cuia para o PSB, hoje controlado pela família Caldas. E por quê?

O PSB é o partido da primeira hora para formar a federação partidária com o PT, mais o PC do B e o PV. Assim, Cunha passará a ter um grupo muito mais forte para disputar o Palácio Zumbi dos Palmares, pois estaria aliado ao candidato a presidente da República, que hoje é apontado nas pesquisas como o nome mais forte para chegar ao Planalto.

O candidato do PSDB, João Dória, vai sucumbir junto com o partido tucano, após as eleições deste ano.

Ou seja, Vilela está a ensinar o caminho das pedras a Rodrigo Cunha.

Cabe a ele decidir se voa alto ou fica em cima do muro.

*Com informações do site É Assim

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Lula à mídia italiana: “Quero que o Brasil volte a ser de todos os brasileiros, que ninguém passe fome”,

O ex-presidente Lula concedeu entrevista ao jornal italiano “Corriere Della Sera” e apontou o combate à fome como prioridade urgente no Brasil.

“Hoje, infelizmente, o país voltou a ter 20 milhões de pessoas passando fome, o desemprego é enorme e as previsões são de que o nosso PIB siga estagnado. Prometeram uma ‘ponte para o futuro’ que foi na realidade um salto para o abismo”, disse Lula, referindo-se ao projeto de Michel Temer que sucateou o país, fruto do golpe de Estado.

Lula lembrou a realidade completamente oposta a de hoje nos governos do PT: “Nos governos do PT, o Brasil foi um exemplo mundial de combate à miséria e à desigualdade, ao mesmo tempo em que chegou a ser a sexta maior economia do mundo”.

“Conseguimos erradicar a fome, gerar empregos, distribuir renda e criar oportunidades educacionais, elevando a qualidade de vida do conjunto da população”.

Lula também ressaltou que, ‘Hoje, infelizmente, o país voltou a ter 20 milhões de pessoas passando fome, o desemprego é enorme e as previsões são de que o nosso PIB siga estagnado. Prometeram uma “ponte para o futuro” que foi na realidade um salto para o abismo’.

‘A reconstrução do Brasil precisa começar pelo mais básico: garantir que todas as pessoas não passem fome, tenham direito a estudar e trabalhar em paz’.

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Lula ao Telegraph: “Bolsonaro não tem força política para articular golpe de Estado”

Em entrevista ao site do jornal britânico The Telegraph, divulgada neste sábado (15), Lula (PT) afirmou que Jair Bolsonaro (PL) não tem forças para dar um golpe, caso ele vença as eleições em outubro, confirmando as projeções das pesquisas.

“Acredito que Bolsonaro não tem força política para articular um golpe de Estado, ou mesmo para atrapalhar as eleições do ano que vem. Ele continuará falando para uma parcela minoritária da população brasileira enquanto a grande maioria do povo rejeita seu autoritarismo e seu governo desastroso”, disse o petista.

“A maioria, hoje, quer Bolsonaro longe da presidência. Ele terá que respeitar os resultados das eleições”, emendou Lula.

Na entrevista, o jornal britânico classificou Lula como “ex-engraxate” e disse que o petista “é o claro favorito para vencer as eleições e voltar ao poder”.

“O ex-engraxate, que saiu de uma família pobre para se tornar o presidente mais popular do Brasil, está planejando seu retorno desde sua absolvição no ano passado“, disse o jornal.

“Só faz sentido ser presidente novamente para fazer mais do que já fiz. Quem assumir a presidência depois de Bolsonaro terá a tarefa de promover a reconstrução do Brasil, conversar com toda a sociedade e trabalhar junto com ela para colocar o país de volta nos trilhos do crescimento econômico e da justiça social”, disse Lula.

Mundo e meio ambiente

Em relação à política internacional, Lula disse que colocará o meio ambiente como foco de sua gestão, caso seja eleito, e retomou o que disse a lideranças políticas durante seu giro pela Europa no final de 2021: “o mundo precisa de um novo modelo de governança global“.

O petista disse ainda que pretende usar a política externa para pressionar por alianças mais fortes entre os países latino-americanos que possam desafiar a ortodoxia EUA x China.

“Esta união reforçará nossa soberania e nossas posições em um mundo que não pode ficar em meio a uma nova Guerra Fria entre os Estados Unidos e a China. Queremos um mundo multipolar, onde haja mais cooperação entre os países e menos conflitos”, afirmou.

Ao comentar sobre o governo Boris Johnson, acuado após divulgação de festas durante a pandemia e denúncias de corrupção, Lula fez um alerta.

“Os partidos políticos são grupos que defendem ideias, que disputam eleições. Se algum membro desse partido fez algo errado, ele tem que ser punido dentro da lei, mas não se pode confundir os erros de um indivíduo com uma organização coletiva de milhares ou milhões de pessoas, porque isso acaba demonizando a política”, disse Lula.

“A história ensina, seja na Alemanha dos anos 1930 ou no Brasil nos últimos anos: quando a política é negada, o que vem depois é sempre pior“, emendou, lembrando a ascensão do regime nazista de Adolph Hitler.

*Com informações da Forum

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Lula avança sobre reduto bolsonarista

Sem dúvida alguma, a pesquisa Exame/Ideia trouxe os dados mais representativos do crescimento de Lula, o primeiro deles é que o ex-presidente, na pesquisa espontânea, ou seja, na pesquisa mais importante, cresceu em um mês 6%, chegando a 34%. Para se ter uma ideia da expressividade desse resultado, os candidatos da terceira via, somados, Moro, Ciro, Dória, Pacheco e Tebet, na mesma pesquisa, a soma de votos espontâneos dos cinco não chega a 10%.

Isso dá a dimensão do extraordinário avanço de Lula. Mas a coisa não para por aí, segundo a pesquisa, Lula avançou sobre o eleitorado de Bolsonaro, para ser mais exato, inclusive sobre os evangélicos, eleitorado antes fiel a Bolsonaro.

Soma-se isso a alguns outros fatos que a pesquisa também revela em análise da própria exame, 64% dos brasileiros acham que Bolsonaro não merece se reeleger.

Na pesquisa espontânea, apenas 20%, menos de um quinto do eleitorado, pretendem votar em Bolsonaro, revelando um dos piores sintomas de seu derretimento.

Outro dado que, com certeza, deixou Bolsonaro em desespero é que a última pesquisa revelou que a maioria da população que achava que Bolsonaro venceria a eleição, agora acha que Lula vencerá. Ou seja, a revista pontua, de maneira inconteste, que o extraordinário crescimento de Lula caminha para um desenho inversamente proporcional ao derretimento acelerado de Bolsonaro.

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