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Bolsonaro enfrenta dois problemas: um dentro de casa, o outro fora

Michelle quer ver Carlos Bolsonaro pelas costas e ele a ela.

Sejamos justos com a formosa primeira-dama Michelle Bolsonaro, agora ocupada com os demônios que voltaram a afligir o país, uma vez que Deus não atendeu seus apelos para nos livrar deles.

Não, ela nada tem contra seu marido, o presidente derrotado em sua tentativa de se reeleger e inconformado com isso, afinal de que lhe valeu ajoelhar-se tanto diante de pastores evangélicos.

O problema de Michelle é antigo e atende pelo nome de Carlos Bolsonaro, o filho Zero Dois do presidente, o mais ciumento deles, o mais emocionalmente instável, que nunca a aceitou na família.

Sejamos justos também com Carlos, de apelido Carluxo. Imagine-se com 17 anos, seus pais separados, sua mãe, vereadora, candidata à reeleição, e, de repente, você ouve uma proposta.

A proposta do seu pai, a pessoa que você mais admira no mundo: “Eu quero que você seja candidato a vereador para impedir que sua mãe se reeleja.” Como é??? Isso mesmo que você leu.

E por sua cabeça jamais passara a ideia de tornar-se um político como seu pai, então deputado federal porque fora afastado do Exército sob a acusação de ser um mau militar.

Era Deus no céu e o seu pai na terra. Você testemunhou o sofrimento dele por terem lhe tirado a farda e proibido de frequentar ambientes militares; você se compadecia dele.

Seu pai queria seguir a carreira militar e não pôde. Derivou para a política porque precisava ganhar dinheiro para sustentar a família. Mas não era feliz, nunca seria de fato.

O que você faria? Ficaria do lado de quem? Seu pai tentara convencer o filho mais velho, Flávio, a derrotar a mãe, mas ele não topou. Eduardo, o Zero Três, não tinha idade.

Então, Carlos disse sim. Elegeu-se, derrotando a mãe, Rogéria, e só pôde assumir o mandato porque completou 18 anos entre a eleição e a posse. No primeiro dia, foi à Câmara de mãos dadas com o pai.

A ferida aberta por Bolsonaro em Carlos nunca mais cicatrizou, e voltou a sangrar depois que ele casou-se com Michelle. Era sua terceira mulher. Antes tivera Ana Cristina, mãe de Jair Renan.

Carlos passou a ver Michelle como uma poderosa sombra a separá-lo do pai. Michelle, de início, procurou apaziguá-lo, mas sem sucesso. O rompimento entre os dois, assim, tornou-se inevitável.

Nada apavora mais Bolsonaro do que saber que Carlos está infeliz, que parou de atender aos seus telefonemas, que está disposto a distanciar-se da família e ir tocar a própria vida.

E Carlos usa e abusa do poder que tem sobre Bolsonaro. Demitiu ministros, como Gustavo Bebianno (Casa Civil) e o general Carlos Alberto Santos Cruz (Secretaria de Governo da Presidência).

Na cerimônia de posse do pai, fez questão de desfilar com ele e Michelle em carro aberto pela Esplanada dos Ministérios, em Brasília. E estava armado porque temia algum atentado.

No ano passado, com medo de que Carlos fosse preso no inquérito sobre distribuição de notícias falsas e atos contra a democracia, Bolsonaro hospedou-o no Palácio da Alvorada. Para quê…

Michelle detestou e o abrigo durou pouco. Carlos deu-lhe o troco: quando Michelle começou a brilhar na campanha do marido, a conta oficial de Bolsonaro no Instagram deixou de seguir a dela.

É Carlos, sempre foi ele, que administra as contas de Bolsonaro nas redes sociais. Quem tem as senhas é ele, com autonomia para fazer postagens sem muitas vezes consultar o pai.

Michelle reagiu em legítima defesa de sua imagem: deixou de seguir o marido no Instagram. E postou a seguinte mensagem em sua conta:

“Esclarecendo a matéria de hoje sobre o meu marido ter deixado de me seguir em seu Instagram, conforme o Jair explicou em várias ‘lives’, quem administra essa rede não é ele. Eu e meu esposo seguimos firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil. Estaremos sempre juntos, nos amando na alegria e na tristeza… Que Deus abençoe a nossa amada Nação!”

Bolsonaro, agora, enfrenta dois problemas igualmente graves: um dentro de casa, o outro fora com sua derrota para Lula.

*Noblat/Metrópoles

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Tudo indica que existe muito mais coisa não revelada sobre Bolsonaro e as crianças venezuelanas

Debaixo desses escombros morais em que um homem de 67 anos se enfia dentro de uma casa onde se encontravam umas 20 meninas venezuelanas, fato narrado por ele, “bonitinhas e arrumadinhas”, e que haveria “pintado um clima” entre ele e essas crianças de 14 e 15 anos, parece ter bem mais mistérios do que julga a nossa vã filosofia.

A primeira coisa que faz crer que da missa não foi dito metade, é o fato de Bolsonaro repetir essa história inúmeras vezes em tempo, espaço e públicos diferentes, como quem tem obsessão por essa narrativa. Pior, por quem tem obsessão em construir um álibi para se livrar de alguma acusação bem mais séria e sólida que o comprometa.

No mínimo, dá para desconfiar da atitude de Michelle e Damares em que, atordoadas, correram à casa das meninas venezuelanas sem uma razão clara e exigir silêncio absoluto das responsáveis pelo abrigo, sobre a ida de Bolsonaro ao estabelecimento que acolhe crianças venezuelanas em estado de vulnerabilidade.

Outra coisa que chama a atenção é que, a bordo do escândalo causado pela frase de Bolsonaro a uma criança “pintou um clima”, explodiu um vulcão de fake news para espalhar muita poeira, muita fumaça e muita lavra política contra Lula, num claro propósito de tentar encurralar a campanha petista para que ela fique focada em se defender e não mencionar o assunto de Bolsonaro e as meninas venezuelanas.

A falta de prudência em Bolsonaro exaltar uma mentira, depois confessada por ele mesmo ser mentira, que as meninas estavam ali para se prostituírem, faz pensar o que foi feito por Michelle e Damares para impor um silêncio sepulcral.

As responsáveis pelo abrigo, sem justificar o motivo, disseram que não podiam falar nada.

Bolsonaro já tinha se mostrado preocupado com pessoas que poderiam estar com essas crianças antes das suas duas missionárias. Para quem não fez nada de errado, soa, no mínimo, estranho.

Soma-se a isso o fato de toda a bancada bolsonarista, incluindo os evangélicos, refutar, ou seja, serem contra a urgência de votação de uma lei que tipifica como hediondo o crime de pedofilia.

Muitos jornalistas narraram que, nos bastidores, a campanha de Bolsonaro viram nesse episódio uma bala de prata contra Bolsonaro na eleição.

O Youtube, a pedido de Bolsonaro, tirou do ar toda a entrevista dele ao podcast Paparazzo Rubro-Negro, sem uma justificativa minimamente plausível. O motivo foi absolutamente genérico.

O fato é que, se somar os detalhes, aqui e ali, que formam pontos de luz a serem ligados, tudo leva a crer que, debaixo desse angu, tem muito mais caroço do que se imagina.

No universo bolsonarista esse assunto está proibido, há um silêncio profundo.

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Vídeo: Bolsonaro tenta justificar sua fala pedófila e piora ainda mais a situação

Ao lado de uma “embaixadora” da Venezuela, tão fake quanto o padre Kelmon, Bolsonaro, junto com Michelle fazendo pose de pudica, fala que sua acusação explícita de que as crianças venezuelanas eram prostitutas e que tinha “pintado um clima” entre ele e uma menina de 14 anos, foi pura malícia da esquerda. Ainda assim, pediu desculpas.

Ora, se ele afirma que não disse o que disse, por que pede desculpas? Mais que isso, essa fala criminosa de Bolsonaro em que classifica as crianças venezuelanas como prostitutas, foi colocada em ao menos dois programas de entrevista, anteriores ao último.

Por que ele não denunciou ao Ministério Público? A resposta é simples, ele mentiu, caluniou ou prevaricou.

Em qualquer uma dessas circunstâncias, o presidente da República cometeu um crime de extrema gravidade.

A verdade é que Bolsonaro, tentando consertar o que não tem conserto, provoca ainda mais asco e indignação.

Fica a pergunta. aonde estão as instituições brasileiras que parece terem escrito uma constituição particular para blindar Bolsonaro e para que ele não responda por nenhum de seus inúmeros crimes.

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Venezuelanas saem de encontro com Michelle e Damares com “compromisso de silêncio”

Após o constrangimento gerado pela fala de Jair Bolsonaro (PL) sobre as meninas venezuelanas que vivem na periferia de Brasília, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e Damares Alves (PL), ex-ministra e senadora eleita pelo Distrito Federal, teriam exigido o silêncio das mulheres, lideranças comunitárias de São Sebastião, na região do entorno de Brasília.

Ao saírem da reunião, que durou mais de cinco horas e aconteceu na tarde de segunda-feira (17/10) na casa de um pastor no Lago Sul, lideranças femininas da comunidade de imigrantes venezuelanos comunicaram o “compromisso de não falar nada” à irmã Rosita Milesi, que dirige o Instituto Migrações e Direitos Humanos, entidade que atua na ajuda a migrantes e refugiados venezuelanos do DF.

“As líderes nos disseram o seguinte: ‘Não nos perguntem nada porque nós temos o compromisso de não falar nada’. Ponto!”, disse Rozita Milesi, em conversa com o Meio. Segundo ela, houve ainda um pedido das próprias líderes comunitárias para que a entidade não se envolvesse no assunto. “Nós não tivemos nenhuma participação nesse encontro”, informou a religiosa.

Desde o sábado, Michelle e Damares insistiam em serem recebidas com o objetivo de conter críticas ao presidente Jair Bolsonaro ao afirmar, em entrevista ao podcast Paparazzo Rubro-Negro, que “pintou um clima” com as adolescentes que ele encontrou durante um passeio de moto.

As venezuelanas, no entanto, se recusavam a encontrá-las. No final de semana, em meio à pressão do Planalto para que a conversa ocorresse, houve uma inspeção do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e de servidores da Secretaria de Comunicação da Presidência da República no local. Essa inspeção precursora é realizada sempre em locais onde o presidente da República ou a primeira-dama pretendem visitar.

As líderes comunitárias cederam após a intermediação da representante do governo autoproclamado de Juan Guaidó em Brasília, Maria Teresa Belandria.
Rozita Milesi não soube informar se o silêncio das mulheres está condicionado ao final da eleição ou se a uma retratação pública do presidente que apontou na entrevista que as meninas estariam se arrumando, em um sábado à tarde, com o objetivo de “ganhar a vida”, uma alusão clara à prostituição.

*Com Meio

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Vídeo: Vídeo Michelle Bolsonaro mergulha de cabeça na campanha de Damares e agrava crise no DF

A primeira-dama Michelle Bolsonaro resolveu entrar de cabeça na campanha da ex-ministra da Mulher Damares Alves, candidata a senadora no Distrito Federal pelo Republicanos. Na quarta-feira (17), Michelle posou para fotos, que serão utilizadas na campanha de Damares. Gravou também um vídeo pedindo votos para Damares.

As fotos aprofundam a crise política do voto conservador em Brasília. Damares disputa a vaga no Senado com outra ex-ministra do presidente Jair Bolsonaro, Flávia Arruda, ex-ministra da Secretaria de Governo e mulher do ex-governador José Roberto Arruda. Flávia Arruda é candidata pelo PL, o partido de Bolsonaro.

Confira:

*Congresso em Foco

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Bolsonaro e Michelle almoçaram com o assassino de Daniella Perez, Guilherme de Pádua e mulher em BH

Pessoas próximas a Guilherme e Juliana especulam que eles tenham pretensões políticas de futuramente receber cargos públicos e, por conta disso, ambos têm evitado deixar vazar na mídia a aproximação com o presidente e a primeira-dama, para que suas imagens não sejam associadas ao atual candidato à reeleição.

Segundo o Uol, tal associação causaria danos à família Bolsonaro na corrida eleitoral, principalmente neste momento em que o documentário ‘Pacto Brutal’, que aborda o assassinato de Daniella Perez, está repercutindo e gerando muita revolta no público contra Guilherme de Pádua, que inclusive fez uma de suas poucas aparições públicas em um movimento político pró-Bolsonaro.

A visita dos Bolsonaro

A Igreja Batista da Lagoinha é liderada pelo pastor Márcio Valadão e possui regionais espalhadas por todo Brasil, inclusive nos Estados Unidos. A visita do casal Bolsonaro aconteceu na comemoração pelos 50 anos do ministério de Valadão.

Michelle Bolsonaro discursou por cinco minutos durante o culto, que foi transmitido ao vivo. Quem também esteve presente no culto foi o André Valadão, filho de Márcio Valadão, que já chegou a comentar publicamente sobre o acolhimento de Guilherme de Pádua pela Igreja Batista da Lagoinha.

“O Guilherme cumpriu a pena. Ele é uma bênção. Nenhum de nós somos os mesmos, constantemente somos transformados pela misericórdia de Jesus”, escreveu ele, no Instagram, em 2019, em resposta ao questionamento de um de seus seguidores na plataforma.

A Igreja da Lagoinha, em Belo Horizonte, abriu suas portas para receber Guilherme de Pádua após ele deixar a prisão, em 1999. Foi lá que o ex-ator se ordenou pastor há cinco anos e conheceu sua atual mulher, Juliana Lacerda.

O assassinato

Quando matou Daniella Perez, Guilherme de Pádua era colega de elenco da atriz na novela ‘De Corpo e Alma’, trama em que ele dava vida ao personagem Bira. Pádua emboscou a atriz em um posto de gasolina e, com a ajuda de Paula Thomaz, matou a intérprete de Yasmin – com quem fazia par romântico – com diversas punhaladas no coração e no pescoço. Depois, abandonou o corpo da vítima em um matagal ermo na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

O documentário

‘Pacto Brutal’ revelou detalhes da investigação que resultou na condenação de Guilherme de Pádua e Paula Thomaz. A versão apresentada na série documental foi a mesma sustentada pelo promotor de acusação, que conseguiu a condenação de Guilherme a 19 anos de prisão e de Paula a 18 anos.

A produção conta ainda com depoimento de diversos famosos que acompanharam o desenrolar das investigações de perto e de testemunhas do caso. Na versão acatada pelo júri, a motivação para o crime, no caso dele, foi vingança da autora da trama, mãe da vítima, por conta de seu personagem, que estava perdendo espaço no folhetim. E no caso dela, ciúmes do marido, visto que Daniella fazia par romântico com Pádua na novela.

Os assassinos

Os dois saíram da cadeia para cumprir o regime semi-aberto com menos de 7 anos presos. Atualmente ele mora e Belo Horizonte com sua mulher, Juliana Lacerda, onde trabalha e atua como pastor. Ela, por sua vez, se casou novamente, se formou em direito na mesma faculdade de Daniella Perez e teve outros filhos, além do primogênito, fruto do casamento com Pádua. Quando cometeu o crime, Paula estava grávida do primeiro filho.
Juliana lacerda, mulher de Guilherme de Pádua, posou com Michelle Bolsonaro em almoço na Igreja da Lagoinha, em Belo Horizonte (Reprodução).

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Racismo

Vídeo: Twitter corta conta de Michelle Bolsonaro por racismo e intolerância com religiões de matriz africana

Quem acha que a receptadora dos cheques de Queiroz terá vida fácil, depois de lançar mão da expressão mais racista que se pode ter contra religiões de matriz africana, a suspensão de sua conta no twitter é apenas a ponta de um iceberg que se agigantará sobre ela como uma tempestade de processos, porque, como todos sabem, racismo é crime.

Michelle achou por bem compartilhar um post cretino de racismo explícito em seu twitter e, não resta dúvida, pagará um preço amargo por essa volúpia fascista.

Muita gente anuncia que a denunciará à justiça, tal a revolta. Num país laico que oficialmente respeita e exige respeito com todas as religiões e raças. Por isso mesmo o Twitter se viu obrigado a banir sua conta, o que certamente será seguido por outras redes e alavancará um número sem fim de processos por racismo e intolerância dessa figura que, como se vê, não está casada com Bolsonaro por acaso.

Confira:

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Michelle apresenta resistência para gravar propaganda eleitoral e preocupa campanha de Bolsonaro

Michelle Bolsonaro tem preocupado a cúpula da campanha do marido, ao mostrar resistência em gravar vídeos para propaganda eleitoral. O plano inicial era o de que a primeira-dama estrelasse dez das 40 inserções do PL, partido de Bolsonaro, que serão exibidas em junho, segundo Bela Megale, O Globo.

Na prática, porém, ela não estará em nenhuma dessas peças. Michelle é tida como figura essencial para diminuir a resistência de Bolsonaro em parte do eleitorado, especialmente as mulheres.

Integrantes da cúpula do campanha acionaram Bolsonaro para pedir que convencesse a esposa a gravar, mas ele não se comprometeu. A própria Michelle foi procurada diretamente e ouviu apelos para que fizesse os vídeos.

A primeira-dama desmarcou a gravação prevista para a semana passada e não a agendou dentro de um prazo que possibilitasse sua inclusão nas inserções partidárias deste mês. A esperança dentro da campanha é que ela aceite aparecer na propaganda que eleitoral que irá ao ar a partir de agosto.

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A preocupação do clã Bolsonaro com Michelle na campanha presidencial

O presidente Bolsonaro e seus filhos têm redobrado os cuidados relacionados a Michelle Bolsonaro, especialmente após a primeira-dama mergulhar na campanha do marido.

Os filhos de Bolsonaro não querem suas digitais em temas que desagradam Michelle. Um desses temas, por exemplo, diz respeito ao envolvimento das ex-mulheres de Bolsonaro com a política.

Como informou O Globo, a família tem articulado a escolha de Rogéria Bolsonaro, mãe de Eduardo, Carlos e Flávio, para ser a 1ª suplente do senador Romário em sua chapa de reeleição.

*Bela Megale/O Globo

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Política

Governo suspendeu homenagem a artistas, mas agraciou Michelle 4 vezes

Jair Bolsonaro suspendeu Ordem do Mérito Cultural; primeira-dama e o próprio Bolsonaro foram agraciados com condecorações no governo.

O governo Bolsonaro rompeu uma tradição de mais de 20 anos e parou de homenagear artistas e entidades por contribuições à cultura brasileira. Instituída na gestão Fernando Henrique, a Ordem do Mérito Cultural só foi entregue até o governo Temer. Por outro lado, Bolsonaro não economizou em outras condecorações e seu governo homenageou a primeira-dama Michelle Bolsonaro pelo menos quatro vezes. O próprio presidente também foi agraciado no mês passado.

A Ordem do Mérito Cultural foi aprovada em 1991, no governo Collor, e regulamentada sob Fernando Henrique Cardoso, em 1995. Até 2018, o governo federal concedeu a honraria a pelo menos 700 pessoas e empresas por contribuições à cultura. A lista, que inclui homenagens póstumas, tem nomes estrelados: Fernanda Montenegro, Guimarães Rosa, Cora Coralina e Raul Seixas. As cerimônias eram marcadas por shows no Planalto de artistas como Caetano Veloso, Elba Ramalho e Fafá de Belém.

Desde que assumiu a Presidência, em 2019, Bolsonaro não homenageou nenhum artista com a comenda. Outras condecorações, contudo, não sofreram alterações. No mês passado, o presidente recebeu a Medalha do Mérito Indigenista, apesar de atacar indígenas e não ter demarcado nenhuma terra para essa população em seu governo.

Só no ano passado, a primeira-dama Michelle Bolsonaro recebeu pelo menos quatro medalhas do governo Bolsonaro: a Medalha da Vitória, a Ordem do Mérito da Defesa, a Ordem do Rio Branco e a Medalha do Mérito Oswaldo Cruz.

Guilherme Amado/Metrópoles

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