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Lula diz que Sul Global pode mudar a lógica econômica do mundo

Países em desenvolvimento precisam estar juntos, diz presidente

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a união dos países em desenvolvimento, em especial os do chamado Sul Global, para “mudar a lógica econômica” do mundo. A afirmação foi feita na madrugada deste domingo (22), momentos antes de encerrar a visita à Índia e partir para a Coreia do Sul.

Em coletiva de imprensa, Lula falou sobre as dificuldades históricas que países menos desenvolvidos têm durante as negociações com superpotências.

“Sempre defendemos que países pequenos se unam para negociar com os maiores. Países como Índia, Brasil, Austrália e outros do Sul Global precisam estar juntos, porque na negociação direta com superpotências a tendência é perder”, disse Lula.

Segundo ele, “os países em desenvolvimento podem mudar a lógica econômica do mundo. Basta querer. Está na hora de mudar. Falo isso com base em 500 anos de experiência colonial, porque continuamos colonizados do ponto de vista tecnológico e econômico. Precisamos construir parcerias com quem tem similaridades conosco, para somar nosso potencial e nos tornar mais fortes”, acrescentou.

BRICS
Na avaliação de Lula, o Brics tem colaborado no sentido de viabilizar essa nova lógica econômica para o mundo. O bloco, segundo o presidente, “está ganhando uma cara”.

“É um grupo que antes era marginalizado. Criamos um banco. Tudo ainda é novo. Sei que os EUA têm alguma inquietação, que na verdade é com a China. Mas não queremos outra Guerra Fria. Queremos fortalecer nosso grupo, que pode se integrar ao G20 e, quem sabe, formar algo equivalente a um G30”, argumentou.

Ele voltou a negar que se pretenda criar uma moeda para o Brics. “Nunca defendemos criar uma moeda dos BRICS. O que defendemos é fazer comércio com nossas próprias moedas, para reduzir dependências e custos. Os EUA não vão gostar no primeiro momento, mas tudo bem. Vamos debater”, disse.

ONU
O presidente brasileiro voltou a defender o multilateralismo e o fortalecimento da ONU, que, segundo Lula, precisa voltar a ter legitimidade e eficácia. Ele lembrou que a entidade tem, entre suas funções, a de manter a paz e da harmonia no mundo.

“Esses dias eu liguei para quase todos os presidentes, propondo que a gente tem que dar uma resposta ao que aconteceu na Venezuela, ao que aconteceu em Gaza, ao que aconteceu na Ucrânia. Você não pode permitir que, de forma unilateral, nenhum país — por maior que seja — possa interferir na vida de outros países. Precisamos da ONU para resolver esse tipo de problema. E, por isso, ela precisa ter representatividade”, reiterou.

EUA
Sobre a relação entre Brasil e Estados Unidos, Lula disse que boas parcerias podem surgir, caso, de fato, haja interesse dos EUA em combater organizações criminosas transnacionais como a do narcotráfico.

“O crime organizado hoje é uma empresa multinacional. Por isso, nossa Polícia Federal precisa construir parcerias com todos os países que tenham interesse em enfrentá-lo conosco”, disse. “E se o governo dos EUA estiver disposto a combater o narcotráfico e o crime organizado, estaremos na linha de frente, inclusive reivindicando que nos enviem os criminosos brasileiros que estão lá”, acrescentou.

Lula defendeu que a relação da superpotência com os países da América do Sul e Caribe seja sempre respeitosa, uma vez que trata-se de uma região pacífica, sem qualquer armamento nuclear, que quer crescer economicamente, gerar emprego e melhorar a vida de seu povo.

Este, por sinal, é um assunto que ele pretende conversar com o presidente Donald Trump, no encontro que os dois devem ter em breve.

“Quero discutir qual é o papel dos EUA na América do Sul, se é de ajuda ou ameaça, como está fazendo com o Irã. O que o mundo precisa é de tranquilidade. Vamos gastar nossa energia para acabar com a fome e com a violência contra as mulheres, que cresce em todos os países”, disse Lula ao lembrar que o momento atual é o de maior número de conflitos desde a Segunda Guerra Mundial.

Sobre a taxação imposta pelos EUA a outros países, derrubada recentemente pela suprema corte estadunidense, Lula disse que não cabe a ele, enquanto presidente do Brasil, julgar decisões de cortes de outros países.

Índia
Lula falou também sobre os encontros que teve com o primeiro-ministro da Índia Narendra Modi. “Tratamos muito da nossa relação comercial e da relação entre Brasil e Índia. Não entramos em detalhes sobre geopolítica internacional. Eu sei o que a Índia pensa sobre determinados problemas, e eles sabem o que o Brasil pensa. Nós discutimos o que nos une. Em especial sobre fortalecer nossas economias para nos tornarmos países altamente desenvolvidos”, disse ao classificar a conversa como extraordinária e exitosa para os dois países. Segundo o presidente brasileiro, o comércio entre Brasil e Índia atualmente é de US$ 15,5 bilhões, mas em conversa com Modi foi estabelecida a meta de elevar este valor para US$ 30 bilhões até 2030.

Lula disse que as conversas com empresários também foram muito positivas. “Todos os empresários indianos que investem no Brasil elogiam o país e dizem que vão aumentar seus investimentos. Eles são muito otimistas com relação ao Brasil”.

O presidente voltou a dizer que o Brasil está aberto para que outros países venham explorar os minerais críticos e as terras raras do país. Ele, no entanto, reiterou que só terá acesso a essas riquezas quem se dispuser a agregar valor em território brasileiro.

“O processo de transformação precisa acontecer no Brasil. Vamos conversar. O que não vamos permitir é que aconteça com nossas terras raras o que aconteceu com nosso mineiro de ferro. Por tantos anos a gente só se cavou buraco para mandar minério para fora e depois comprar produto manufaturado. Queremos que ele seja transformado no Brasil”.

Lula embarcou para a Ásia na última terça-feira (17) para visitas à Índia e à Coreia do Sul em agendas voltadas ao fortalecimento do comércio e de parcerias estratégicas com os dois países asiáticos. Em Nova Delhi, capital da Índia, Lula foi recebido em retribuição à visita do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, ao Brasil, em julho de 2025 durante a Cúpula do Brics. Esta foi a quarta viagem de Lula à Índia, a segunda do atual mandato.

Neste domingo (22), Lula e sua comitiva presidencial desembarcam em Seul, na Coreia do Sul, a convite do presidente Lee Jae Myung. Esta será a terceira visita do líder brasileiro ao país, a primeira de Estado. Na ocasião, será adotado o Plano de Ação Trienal 2026-2029, que visa elevar o nível do relacionamento entre os países para uma parceria estratégica.

*Agência Brasil


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Mundo Política

Lula sobre genocídio em Gaza: ‘Eu fico pasmo com o silêncio do mundo’

Lula: ‘a ONU, que teve coragem de criar o Estado de Israel, não tem força para criar o Estado Palestino’.

Durante coletiva de imprensa realizada na manhã deste sábado (7), no hotel Intercontinental, em Paris, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a condenar de forma enfática o que classificou como genocídio em Gaza e criticou a inoperância da governança global diante do conflito.

Em sua fala, Lula destacou a violência enfrentada pela população palestina e a falta de reação da comunidade internacional. “Tão grave quanto a Ucrânia é Gaza. A guerra entre Ucrânia e Rússia são dois exércitos formais brigando. Em Gaza não, é um exército altamente profissionalizado matando mulheres e crianças”, afirmou.

“Eu fico pasmo com o silêncio do mundo. Parece que não existe mais humanismo nas pessoas. ‘Ah, palestino pode morrer’. Palestino não é ser inferior, palestino é gente como nós. Ele tem o direito de ter o terreno dele. Foi demarcada em 1967 a área em que os palestinos poderiam construir o seu país. Está sendo tomada essa terra demarcada em 1967”, complementou o presidente.


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Lula também apontou a fragilidade das Nações Unidas diante da crise. “A nossa briga por governança é isso. A ONU que teve coragem de criar o Estado de Israel, não tem força para criar o Estado Palestino. Estão dizimando uma nação, a pretexto de quê?”

“Nós também criticamos o Hamas quando fez a invasão a Tel Aviv. Agora, o que ninguém responde é como a inteligência de Israel permitiu que alguém de asa delta invadisse Tel Aviv. Sinceramente, tem coisas que meus anos de escolaridade não me permitem compreender. E tem outras guerras. Este é o período que temos mais conflitos desde a Segunda Guerra Mundial”, destacou.

A coletiva contou com a presença de diversos ministros, incluindo o chanceler Mauro Vieira e a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Após o encontro com a imprensa, Lula seguiu para Nice, de onde embarcará de volta ao Brasil no começo da semana.

Em sua fala, o presidente reforçou os laços de amizade entre Brasil e França, além de reiterar seu pedido pela aprovação do Acordo União Europeia–Mercosul. Segundo Lula, o Brasil não deseja prejudicar pequenos agricultores franceses, mas acredita ser possível chegar a um entendimento entre as partes envolvidas.

Sobre a guerra na Ucrânia, ele afirmou que um acordo já está delineado, restando apenas “coragem para colocar as cartas na mesa”.

Carta entregue ao presidente
Lula recebeu na quinta-feira (5), durante um encontro com a comunidade brasileira na Prefeitura de Paris, a ‘Carta Aberta sobre o Genocídio do Povo Palestino‘, que cobra a aplicação de sanções contra o Estado de Israel. O documento foi assinado por mais de 12 mil pessoas e organizações por meio de formulário online.

“É indispensável que o Brasil se junte às demais nações que aplicaram sanções ao regime israelense, rompendo relações diplomáticas e comerciais com o estado sionista de Israel, através de embargo militar bilateral e embargo enérgico, e revogue o tratado de livre comércio em vigor, alinhando-se ao parecer de especialistas das Nações Unidas que prevê que, para o cumprimento da decisão da CIJ, os Estados devem cancelar ou suspender relações econômicas, acordos comerciais e relações acadêmicas com Israel’ até que este cumpra as determinações para pôr fim ao genocídio, ocupação e apartheid e respeitar a autodeterminação do povo palestino”, afirma o documento.

Entre os signatários estão como Chico Buarque, Erika Hilton, Glauber Braga, Gregório Duvivier, Luiza Erundina, Milton Hatoum, Ney Matogrosso, Paulo Sérgio Pinheiro, além de dezenas de entidades e movimentos da sociedade civil.

*Opera Mundi

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Brasil

Jornal inglês chama polícia militar de SP de ‘força policial mais perigosa do mundo’

Apesar da reputação atribuída pelo The Sun, a polícia mais letal do Brasil é a da Bahia, de acordo com dados de 2024.

O jornal britânico The Sun publicou neste domingo (16) uma reportagem em que define a Polícia Militar de São Paulo como a “mais perigosa do mundo”.

A reportagem fala sobre “aumento alarmante de assassinatos nas mãos da polícia”. “Mães encontram seus filhos mortos a tiros nas ruas por policiais e suspeitos são atirados de pontes em vez de serem presos. Esta é a realidade atormentadora da vida sob uma força policial desonesta”, diz a matéria.

O jornal relaciona o início do mandato de Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao aumento no número de mortes. “Desde sua chegada, os policiais desencadearam violência descarada nas ruas — que já estavam cheias de problemas sociais”, relaciona a reportagem.

“Tarcísio de Freitas é o ex-soldado populista e linha dura eleito governador de São Paulo em janeiro de 2023 –e amplamente elogiado como candidato presidencial para 2026. Sua campanha eleitoral fervilhava de retórica violenta, e ele assumiu uma posição firme contra o uso de câmeras corporais da polícia”, disse o The Sun.

A reportagem também menciona também Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública de Tarcísio. “Derrite tem uma reputação assustadora e costumava fazer parte da ROTA — um batalhão da polícia militar na cidade, famoso por seu rastro de morte”, diz o jornal.

“Ele foi investigado anteriormente por 16 mortes durante operações da ROTA nas quais estava envolvido, de acordo com a revista Piauí. E ele também se gabou uma vez para um podcaster de que foi expulso da força por “matar muitos bandidos”, disse o The Sun.

O veículo lista alguns casos recentes de violência policial. Um deles é o da morte de Gabriel Renan da Silva Soares, sobrinho do rapper Eduardo Taddeo, ex-integrante do grupo musical Facção Central, que foi morto com onze tiros disparados por um policial militar que estava de folga, na porta de um supermercado Oxxo.

Outro exemplo utilizado pelo jornal foi o do jovem jogado de uma ponte por policiais militares. O momento em que ele foi rendido e arremessado foi gravado por uma testemunha. “O mundo assistiu novamente, boquiaberto”, relembra.

O jornal cita alguns dados para corroborar o título dado à PM de São Paulo. A reportagem cita que, entre janeiro e setembro de 2024, a polícia matou 496 pessoas em São Paulo. “Para efeito de comparação, apenas uma pessoa foi morta pela polícia em Londres durante esse período”, contrapõe a publicação.

A SSP (Secretaria de Segurança Pública) se defendeu das alegações. O órgão disse que “reitera seu compromisso com a legalidade, a transparência e a responsabilização de eventuais desvios de conduta por parte das forças de segurança”. (Veja a nota completa abaixo).

Polícia de SP não é a mais letal do Brasil
Apesar da reputação atribuída pelo The Sun, a polícia paulista não é a mais letal do Brasil. O título fica com a polícia da Bahia, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2024, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Em 2023, a Bahia totalizou 1.620 pessoas mortas por policiais militares. Já em São Paulo, foram 353 mortes causadas por militares em serviço e 104 por policiais fora de serviço no mesmo período.
Presidente do Sindicato dos Policiais Civis da Bahia, Eustácio Lopes estimou ao UOL, no início deste mês, um déficit de cerca de 40% no quadro da corporação. “Quando você não tem elucidação, não tem a certeza da punição, é um território para a impunidade”, disse.

A Bahia registra o pior índice de esclarecimento de homicídios dolosos do Brasil, com apenas 15% dos casos esclarecidos. O Instituto Sou da Paz define como esclarecido o homicídio doloso em que pelo menos um autor foi denunciado pelo MP até o ano seguinte à ocorrência.

“A Bahia não está fazendo o dever de casa, não tem atuado no controle democrático da atividade policial. Não há produção de evidências à altura do problema da Bahia. A Polícia Científica deveria ser priorizada”, disse Daniel Hirata, sociólogo.

Procurada pelo UOL, a SSP-BA não comentou diretamente as mortes em decorrência de intervenção policial. Porém, citou números da secretaria que mostram uma queda na criminalidade no estado, como redução de 6% das mortes violentas em 2023 e diminuição de 10% neste ano das ocorrências de homicídio, latrocínio e lesão dolosa seguida de morte.

Pasta diz que atua “dentro da legalidade”. “A SSP reitera o compromisso com a atuação dentro da legalidade, buscando sempre proteger a população”, diz o órgão.

Polícia brasileira é a mais letal do G20
Policiais militares e civis do Brasil matam quase o triplo do que os agentes de segurança de 15 países do G20 somados, segundo levantamento feito pelo UOL. Foram 6.393 mortos por policiais em 2023, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em julho. Ao todo, 15 países do G20 somam 2.267 vítimas fatais de policiais.

Arábia Saudita, China e Rússia não entraram no levantamento por falta de dados confiáveis. Criado em 1999, o G20 reúne as maiores economias do mundo. O Brasil ocupa a 10ª posição. O grupo reúne 19 países, além de União Europeia e União Africana, que também não foram considerados.

Quando considerados os tamanhos das populações, a diferença é ainda maior. O Brasil tem 7% do número de pessoas da soma dos outros 15 países.

Proporcionalmente, os policiais brasileiros matam 36 vezes mais do que a média dos agentes das outras nações. A taxa é 7,5 vezes a da África do Sul, cuja polícia é a segunda que mais mata por habitantes entre os países analisados.

O que diz a SSP de São Paulo
“A SSP reitera seu compromisso com a legalidade, a transparência e a responsabilização de eventuais desvios de conduta por parte das forças de segurança. Desde 2023, 465 policiais foram presos e outros 335 demitidos ou expulsos, refletindo o rigor das investigações e a postura intransigente do Governo contra irregularidades. Para reduzir a letalidade, a atual gestão investe em formação contínua dos agentes, capacitações práticas e teóricas, e na adoção de equipamentos de menor potencial ofensivo, como armas de incapacitação neuromuscular, segundo o ICL.

Além disso, comissões especializadas analisam as ocorrências para promover ajustes nos procedimentos operacionais e aprimorar a atuação da tropa. Todas as mortes decorrentes de intervenção policial são rigorosamente investigadas pelas polícias Civil e Militar, com acompanhamento das corregedorias, do Ministério Público e do Poder Judiciário.

Vale destacar que o confronto armado é uma reação ao criminoso. Ao atacar com armas pesadas, como fuzis e pistolas de alto calibre, esses indivíduos colocam em risco a vida de policiais e da população. A polícia, por sua vez, age dentro da lei e das estratégias de segurança pública, com o objetivo de proteger a sociedade e neutralizar a ameaça.

Assim, a atuação das forças de segurança é uma resposta direta ao comportamento dos criminosos que optam pelo confronto para evitar a captura. Em relação ao primeiro caso mencionado, as investigações estão em andamento sob segredo de Justiça, conduzidas pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Santos. Pela Polícia Militar, as mortes foram apuradas por meio de Inquérito Policial Militar (IPM), já relatado à Justiça Militar, e os agentes envolvidos seguem afastados das atividades operacionais.

Sobre o caso do estudante, o inquérito conduzido pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi relatado à Justiça, com pedido de prisão preventiva do autor por homicídio doloso eventual. No âmbito militar, o policial foi indiciado em IPM pelo mesmo crime e também permanece afastado de suas funções.”

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Mundo

Trump virou unanimidade negativa no mundo e teve que recuar sobre Gaza

Assim como Brasil e China, Oriente Médio e Europa condenam planos de Trump de assumir o controle de Gaza.

Países que vão da Alemanha à Arábia Saudita passando pela América Latina e Ásia, rejeitam deslocamento de palestinos.,

A limpeza étnica que Israel sempre praticou na Palestina, foi anunciada com rojões pelo bufão que assina o cheque para o Estado terrorista de Israel seguir massacrando palestinos, em especial as crianças, alvos preferenciais dos sionistas assassinos.

Nada de surpresas.

A reação do planeta contra essa carnificina genocida de Israel em Gaza, deu-se pela crueza que Trump confessou.

Isso, em certa medida foi uma bofetada na cara dos hipócritas que não assumiam posição contrária a tentativa de Israel de apagar do mapa a Palestina, mas sobretudo os palestinos.

Até a imprensa dos EUA foi obrigada a repudiar tal declaração de Trump que a Palestina não deveria mais existir e que os palestinos deveriam buscar outras nações para sobreviverem.

‘Riviera’ em Gaza e ataque à agência de ajuda capturam a visão de Trump sobre o poder dos EUA

A visão do presidente Trump sobre a América do Norte em primeiro lugar é uma via de mão única que ergue muros para manter os imigrantes afastados, mas exige que outros territórios sejam cedidos aos EUA. (NYT)

O fato é que, imediatamente, o alarme acendeu e Trump desistiu de seu plano pra Gaza.

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Mundo

‘Se os latinos nos EUA fossem uma única economia, seria a quinta maior do mundo’, diz pesquisadora

Anualmente, mais 50% das novas empresas nos Estados Unidos são fundadas por latinos.

Somente em 2022, as comunidades latinas foram responsáveis pela produção – em bens e serviços – de 3,6 trilhões de dólares do PIB dos EUA (cerca de R$ 21,24 trilhões). Isto significa que, se os latinos fossem um país separado dentro dos Estados Unidos, representariam a quinta maior economia do mundo, à frente de países como o Reino Unido, a França ou mesmo o Brasil.

Os dados foram apresentados por Ana Tereza Ramirez Valdez, presidente e diretora executiva da Latino Donor Collaborative, durante a coletiva de imprensa da presidente mexicana Claudia Sheinbaum na manhã desta quinta-feira (23). Eles fazem parte dos resultados do estudo Fast Facts: Latinos in the United States 2024, que, com base em fontes oficiais dos EUA, mostra o impacto econômico da comunidade latina no país.

“Estes dados sobre mexicanos e latinos são surpreendentes e ajuda muito que sejam conhecidos no México, mas também que esta informação seja conhecida nos Estados Unidos, porque a comunidade mexicana contribui muito”, disse a presidente Claudia Sheinbaum.

Ela assegurou também que os mexicanos nos Estados Unidos são “heróis e heroínas”, a quem agradeceu porque “contribuem para a economia nacional com remessas que representam o amor por suas famílias, o amor por seu país”.

O estudo mostra que atualmente existem mais de 4,7 milhões de empresas latinas nos Estados Unidos, as quais contribuem anualmente com cerca de 800 bilhões de dólares para a economia dos EUA. No entanto, apenas 463 mil dessas empresas latinas empregam mais de 3,5 milhões de trabalhadores no país. Além disso, anualmente, 50% das novas empresas nos Estados Unidos são fundadas por latinos.

Fundada em 2010, a Latino Donor Collaborative é uma organização sem fins lucrativos que, de acordo com sua própria apresentação, é “dedicada a mudar a percepção dos latinos como parte da sociedade dominante dos EUA”.

Nas últimas semanas, em resposta à retórica e às políticas cada vez mais xenófobas do presidente Trump, que – sem qualquer base na realidade – tem apontado os migrantes como a fonte dos problemas que o país enfrenta, o governo mexicano da Quarta Transformação vem implementando uma campanha integral para proteger os direitos humanos dos migrantes perseguidos e promover o “orgulho de ser mexicano”.

Um motor de crescimento

Enquanto o discurso oficial do trumpismo e a mídia de direita constroem falsos estereótipos em que os latinos estão ligados ao crime ou fingem viver de esmolas do governo, os dados mostram que a grande maioria são famílias e pessoas trabalhadoras.

Atualmente, as comunidades latinas são o segundo maior grupo do país, atrás apenas dos anglo-saxões. Elas representam 19,5% da população total, o que significa que uma em cada cinco pessoas que vivem nos Estados Unidos é de origem latina. De todos os latinos, 60% são de origem mexicana.

Diferente da narrativa preconceituosa propagada pela Casa Branca, a maioria dos latinos tem algum tipo de status legal no país. E na grande maioria dos casos em que isso não acontece, são pessoas que trabalham e querem regularizar sua situação imigratória.

De acordo com os dados apresentados, 81% dos latinos (4 em cada 5) são cidadãos americanos. “Dos 20% que não são cidadãos, a maioria tem permissão”, afirmou Ramirez Valdez.

“Venezuelanos, cubanos, salvadorenhos chegam aos Estados Unidos com licenças. Portanto, a verdade é que a porcentagem, o número de migrantes sem documentos nos Estados Unidos é muito menor do que toda a retórica de que falam os jornais e a mídia nos Estados Unidos”, afirma.

Estima-se que 93% dos jovens latinos são nascidos no país. Enquanto 8 em cada 10 latinos nos EUA são bilíngues.Trata-se de uma potência cultural.

Além disso, o enorme peso demográfico que as comunidades latinas têm no país significa que elas representam uma crescente influência cultural, econômica e também política. Em nível eleitoral, as comunidades latinas – levando em conta sua diversidade – representam um setor estratégico na política dos EUA. Nas últimas eleições de novembro, 14,7% dos eleitores foram latinos.

A população latina é também uma das mais jovens do país. Isso projeta um grande potencial de crescimento nos próximos anos. De acordo com dados apresentados por Ramirez Valdez, em 2022 a idade média dos latinos foi de 30,7 anos, quase dez anos a menos do que a idade média dos anglo-americanos, que foi de 41,1 anos.

A população jovem das comunidades latinas faz delas um importante contribuinte para os setores economicamente ativos do país. Atualmente, os latinos representam 19% de todos os trabalhadores do país. Espera-se que, até 2030, 78% da nova força de trabalho seja composta por latinos.

*BdF

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Brasil

Brasil quer emplacar taxação de super-ricos no mundo

Governo defende cooperação tributária e uso de imposto para medidas contra a pobreza e crise climática.

Nada é certo nesta vida, a não ser a morte e os impostos, disse Benjamin Franklin (1706-1790), um dos “pais fundadores” dos Estados Unidos. Essa máxima é citada pelo economista americano Joseph Stiglitz no último relatório do Observatório Fiscal da União Europeia sobre evasão fiscal. Ele emenda: “Os bilionários podem não ter alcançado a imortalidade, mas certamente se tornaram mais espertos em evitar os impostos”.

A taxação de super-ricos e o aumento da tributação de multinacionais será uma das propostas levadas pelo governo brasileiro para a reunião de ministros das Finanças e presidentes dos Bancos Centrais dos países do G20, que acontece nesta semana em Washington (EUA). Segundo o Ministério da Fazenda, o ministro Fernando Haddad apresentará nesta quarta-feira (17/04) a ideia, ao lado de representantes do Quênia e do Fundo Monetário Internacional (FMI).

A proposta é a de criar mecanismos internacionais de cooperação tributária e usar um imposto sobre os bilionários para financiar medidas contra a pobreza e as consequências da crise climática. O tema ganhou destaque na reunião do G20 realizada em São Paulo, em fevereiro. O Brasil assumiu a presidência anual do grupo em dezembro de 2023 e estabeleceu entre as prioridades da sua gestão o combate à pobreza e à desigualdade e o desenvolvimento sustentável.

A autora da proposta, Esther Duflo, vencedora do Nobel de Economia de 2019, falará como convidada do governo brasileiro. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, a economista francesa afirmou que cobrar “2% sobre a fortuna dos super-ricos e aumentar a tributação das multinacionais arrecadaria 500 bilhões de dólares por ano, que poderiam ser aplicados em favor dos mais pobres do planeta, maiores vítimas da emergência climática”.

Em 2023, para corrigir distorções internas sobre a tributação de super-ricos, o governo brasileiro publicou uma medida provisória para taxar em 15% rendimentos de fundos exclusivos – investimentos destinados apenas a milionários – e sancionou um projeto de lei para tributar offshores, empresas abertas fora do país de residência, geralmente paraísos fiscais, onde a tributação é reduzida ou inexistente. A previsão inicial do governo é de arrecadar cerca de R$ 20 bilhões neste ano com as medidas.

*RBA

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Mundo

‘Mundo está entrando na era do caos’, diz secretário-geral da ONU

Em seu discurso anual de apresentação das prioridades ao Conselho de Segurança, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, disse que as guerras e conflitos ao redor do mundo estão criando uma realidade “perigosa e imprevisível”.

“Para milhões de pessoas envolvidas em conflitos em todo o mundo, a vida é um inferno mortal diário e faminto”, disse Guterres na Assembleia Geral da ONU.

Segundo o secretário-geral, o que descreveu como “era do caos” significa a criação de uma “perigosa e imprevisível situação de vale-tudo”, em um momento que o Conselho de Segurança vive um “impasse por fissuras geopolíticas”.

Entre as questões que dividem o conselho, Guterres destacou a guerra de Israel na Faixa de Gaza. Ele acrescentou que esteve inquieto com as pretensões de Israel em concentrar sua ofensiva na região sul de Gaza, onde mais de um milhão de pessoas estão desabrigadas enquanto a localidade sofre com ataques aéreos e terrestres.

“Tal ação aumentaria exponencialmente o que já é um pesadelo humanitário, com consequências regionais incalculáveis”, alertou.

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Economia

PIB acima do esperado: Brasil é a nona maior economia do mundo

O Produto Interno Bruto brasileiro está à frente de países como Canadá, Rússia, Coreia do Sul e Espanha.

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% e chegou a US$ 2,126 trilhões no terceiro trimestre em comparação com os três meses anteriores. O PIB nacional está em nono lugar entre 15 economias com seus resultados divulgados pelo economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini.

Em valores correntes, o PIB brasileiro está à frente de Canadá, Rússia, México, Coreia do Sul, Austrália e Espanha. O ranking é liderado por Estados Unidos (US$ 26,949 trilhões) e China (US$ 17,700 trilhões). Na sequência, aparecem Alemanha (US$ 4,43 trilhões), Japão (US$ 4,23 trilhões), Índia (US$ 3,73 trilhões), Reino Unido (US$ 3,23 trilhões), França (US$ 3,05 trilhões) e Itália (US$ 2,19 trilhões).

O crescimento do PIB brasileiro foi de 0,1% trimestral e de 2,0% comparando o terceiro trimestre deste ano com igual período de 2022. Os números ficaram acima do que esperavam analistas do mercado – queda de 0,2% na comparação trimestral e uma alta de 1,9% na anual.

 

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Economia

Após 12 anos, Brasil volta a ficar entre as 50 economias mais inovadoras do mundo

O índice ainda mostra que o Brasil ultrapassou o Chile e lidera entre os países da América Latina.

O Brasil ganhou cinco posições e voltou a figurar entre as 50 economias mais inovadoras do mundo após 12 anos, segundo dados do Índice Global de Inovação (IGI), divulgados nesta quarta-feira, 27, pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI – WIPO, na sigla em inglês), em parceria com o Instituto Portulans e o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI).

O país ocupa a 49º posição entre 132 países. Com o resultado do levamento de 2023, o Brasil ultrapassou o Chile e lidera entre os países da América Latina. Os dados apontam que os pesquisadores brasileiros conseguiram inovar mais, mesmo com menos condições em relação ao ano anterior.

Os dez países mais bem colocados no índice são: Suíça, Suécia, Estados Unidos, Reino Unido, Singapura, Finlândia, Holanda, Alemanha, Dinamarca e Coreia do Sul. A classificação, divulgada anualmente desde 2007, foi reconhecida pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas como um instrumento de referência para avaliar a inovação em relação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Os dados serão discutidos no 10º Congresso Internacional de Inovação da Indústria, que será realizado a partir desta quarta-feira, no São Paulo Expo. Organizado pela CNI em parceria com o Sebrae, o evento é apontado como um dos maiores sobre inovação da América Latina. O tema do evento será a ecoinovação e reunirá especialistas brasileiros e internacionais para debater o assunto e propor diretrizes de uma estratégia nacional para a indústria brasileira.

Brasil cresce no índice, mas está aquém do potencial
As cinco posições conquistadas pelo Brasil no ranking colocam o país entre as economias que mais melhoraram o desempenho nos últimos quatro anos. O Brasil apresenta pontuações elevadas em indicadores como serviços governamentais online (14ª posição) e participação eletrônica (11ª). Além disso, o valor dos unicórnios brasileiros (22ª) é destaque, representando 1,9% do PIB nacional em 2023.

Na avaliação do presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, mesmo com o ganho de posições pelo terceiro ano consecutivo, o Brasil está aquém do potencial do país, que hoje tem a 12ª maior economia do mundo. A melhor posição do Brasil no índice de global de inovação foi em 2011, quando alcançou o 47º lugar.

“Precisamos de políticas públicas modernas e atualizadas e, para isso, o índice tem o papel fundamental de auxiliar na compreensão dos pontos fortes e fracos do Brasil. A CNI e a MEI estão conscientes da importância de medir a inovação para viabilizar políticas eficazes, alcançar resultados sólidos em atividades de ciência, tecnologia e inovação e promover o desenvolvimento social e econômico”, afirma Andrade.

Entre os cinco países do BRICS – a formação antes do anúncio de novos integrantes feito na última cúpula do grupo – o Brasil está na terceira colocação, à frente da Rússia (51º lugar) e da África do Sul (59º). A China é a 12º colocada e Índia ocupa o 40º lugar.

Em comparação com o grupo de países de renda média alta, o Brasil tem desempenho acima da média nos indicadores de resultados de conhecimento e tecnologia, resultados de criatividade, sofisticação de negócios, sofisticação de mercados, capital humano e pesquisa e infraestrutura.

Para os organizadores do índice, o Brasil precisa estabelecer uma cultura de ecoinovação, o que envolve aumentar a propensão das empresas para assumir riscos, mas também reforçar o apoio governamental à inovação verde. Eles destacam que as áreas de gestão de resíduos, conservação de energia, energia alternativa e transporte oferecem capacidades inovadoras promissoras na indústria brasileira.

A avaliação é que o país tem uma oportunidade histórica de se tornar um líder verde globalmente e apresentar uma participação maior de patentes verdes em comparação as principais economias (16,1% no Brasil versus 14,9% nos EUA, 14,3% na UE e 15,3% na China).

A diretora de Inovação da CNI, Gianna Sagazio, aponta que o fortalecimento de universidades e infraestutura de pesquisas é essencial para que o Brasil se torne uma economia inovadora.

“A queda brusca no orçamento público de investimento em ciência, tecnologia e inovação inviabiliza o fomento à projetos de P&D para novas demandas da sociedade e, ainda mais grave, interrompeu inúmeros projetos de pesquisa científica e tecnológica, inclusive de empresas brasileiras, que dependem de financiamento regular e previsível para fornecerem os resultados esperados”, destaca Sagazio.

As 10 economias mais inovadoras do mundo, segundo o Índice Global de Inovação:

  • Suíça
  • Suécia
  • Estados Unidos
  • Reino Unido
  • Singapura
  • Finlândia
  • Holanda
  • Alemanha
  • Dinamarca
  • Coreia do Sul

Posição do Brasil entre países da América Latina
49 – Brasil
52 – Chile
58 – México
63 – Uruguai
66 – Colômbia
73 – Argentina
74 – Costa Rica
76 – Peru
Posição do Brasil em relação aos países dos Brics
12 – China
40 – Índia
49 – Brasil
51 – Rússia
59 – África do Sul

Entenda como é feito o cálculo do Índice Global de Inovação
A posição global dos países no índice é resultado de um cálculo que divide os indicadores em “insumos de inovação” (inputs) e “resultados de inovação” (outputs), em que há pesos diferentes para cada indicador.

A primeira das categorias de indicadores – a de insumos – se refere às condições e elementos disponíveis para apoiar atividades de inovação. 
Educação, ambiente de negócios e recursos humanos especializados são elementos que compõem a categoria de insumos.

A segunda categoria – de resultados – indica o desempenho dos países quanto à inovação produzida. Produção científica, patentes, novos produtos, serviços e processos, entre outros indicadores compõem essa categoria.

 

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Líderes do mundo felicitam Lula e adiantam que desejam trabalhar juntos com ele

Tão logo se confirmou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial na noite de domingo (30), líderes e personalidades internacionais começaram a parabenizá-lo.

A lista só cresce.

Joe Biden, presidente dos EUA

“Parabenizo Luiz Inácio Lula da Silva por ser escolhido para ser o próximo presidente do Brasil após eleições livres justas e com credibilidade. Espero que trabalhemos juntos para continuar a cooperação entre nossos dois países nos meses e anos futuros”, disse o líder americano num comunicado.

Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS)

“Parabéns e parabéns, @LulaOficial, por ser eleito Presidente do #Brasil 🇧🇷 mais uma vez. Nós da @OMS esperamos fazer parceria com você para defender a #HealthForAll, a equidade global em saúde, acabar com a crise climática e muito mais”.

https://twitter.com/DrTedros/status/1586990119545966594?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1586990119545966594%7Ctwgr%5Ead9fd3c1c04235722d6e0dca60f5c3f9011ae85c%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.viomundo.com.br%2Fpolitica%2Flideres-do-mundo-todo-felicitam-lula-e-antecipam-que-pretendem-trabalhar-juntos-com-o-presidente-eleito.html

Alberto Fernández, presidente da Argentina

“Parabéns, Lula! Sua vitória abre um novo tempo para a história da América Latina. Um tempo de esperança e futuro que começa hoje. Aqui você tem um parceiro para trabalhar e sonhar alto com a boa vida de nossos povos”.

Vladimir Putin, presidente da Rússia

Marcelo Rebelo de Sousa, presidente de Portugal

Em comunicado disse: “O Presidente da República felicita o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela eleição como Presidente da República Federativa do Brasil, com a certeza de que o mandato, que vai iniciar em janeiro próximo, corresponderá a um período promissor nas relações fraternais entre os povos brasileiro e português e por isso também entre os dois Estados”.

Andrés Manuel López Obrador, presidente do México

“Ganhou Lula, bendito povo do Brasil. Haverá igualdade e humanismo”.

Olaf Scholz, chanceler federal da Alemanha

Saudou a vitória de Lula em português e em português”:

“Parabéns a @LulaOficial por sua eleição! Aguardo com expectativa uma cooperação estreita e confiável com o 🇧🇷 – em particular nas questões de comércio e de proteção climática”.

A Alemanha também se manifestou oficialmente por meio de seu embaixador em Brasília, Heiko Thoms:

https://twitter.com/AmbBrasilia/status/1586859744777715712?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1586859744777715712%7Ctwgr%5Ead9fd3c1c04235722d6e0dca60f5c3f9011ae85c%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.viomundo.com.br%2Fpolitica%2Flideres-do-mundo-todo-felicitam-lula-e-antecipam-que-pretendem-trabalhar-juntos-com-o-presidente-eleito.html

Emmanuel Macron, presidente da França

“Parabéns, caro @Lulaoficial, por sua eleição que dá início a um novo capítulo da história do Brasil. Juntos, vamos unir nossas forças para enfrentar os muitos desafios comuns e renovar o vínculo de amizade entre nossos dois países”, disse o líder francês no Twitter.

 

Pedro Sánchez, premiê da Espanha

“Parabéns, Lula, pela sua vitória nestas eleições em que o Brasil decidiu apostar no progresso e na esperança. Vamos trabalhar juntos pela justiça social, igualdade e contra as mudanças climáticas. Seu sucesso vai ser do povo brasileiro”, postou o chefe de governo da Espanha no Twitter.

Embaixada da China no Brasil

No Twitter, a embaixada da China afirmou que tomou conhecimento dos resultados das eleições. “Expressamos as nossas mais calorosas congratulações ao Sr. Presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva e ao Sr. Vice-Presidente eleito Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho”, afirmou a embaixada.

Josep Borrell, representante da União Europeia para assuntos internacionais

“Os cidadãos brasileiros foram às urnas para eleger seu novo presidente em uma eleição pacífica e bem organizada. Parabéns @LulaOficial na sua eleição! Estou ansioso para trabalharmos juntos e avançar as relações UE-Brasil com seu governo e com as novas autoridades do Congresso e do Estado” disse o representante da União Europeia para assuntos internacionais.

Justin Trudeau, primeiro-ministro do Canadá

“O povo do Brasil falou. Estou ansioso para trabalhar com @LulaOficial, fortalecer a parceria entre nossos países, entregar resultados para canadenses e brasileiros e avançar em prioridades compartilhadas – como proteger o meio ambiente. Parabéns, Lula!”, postou em sua conta no Twitter.

Gabriel Boric, presidente do Chile

O presidente do Chile postou no Twitter apenas “Lula. Alegria!”

Gustavo Petro, presidente da Colômbia

O líder colombiano publicou apenas “Viva Lula” no Twitter.

Guillermo Lasso, presidente do Equador

Lasso é um político de direita, mas parabenizou Lula e disse que seguirão fortalecendo a amizade e a cooperação entre os países.

Andrés Manuel López Obrador, presidente do México

“Ganhou Lula, bendito povo do Brasil. Haverá igualdade e humanismo”.

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela

“Comemoramos a vitória do povo brasileiro, que neste 30 de outubro, elegeu Lula como seu novo presidente. Viva os povos determinados a serem livres, soberanos e independentes! Hoje, no Brasil, a democracia triunfou. Parabéns, Lula! Um grande abraço!”, postou no twitter o mandatário venezuelano.

Luis Arce, presidente da Bolívia

“Parabéns irmão Lula, eleito presidente do Brasil! Sua vitória fortalece a democracia e a integração latino-americana. Temos certeza de que você conduzirá o povo brasileiro pelo caminho da paz, do progresso e da justiça social”, escreveu o líder do país vizinho.

https://twitter.com/LuchoXBolivia/status/1586857323032633345?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1586857323032633345%7Ctwgr%5Ead9fd3c1c04235722d6e0dca60f5c3f9011ae85c%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.viomundo.com.br%2Fpolitica%2Flideres-do-mundo-todo-felicitam-lula-e-antecipam-que-pretendem-trabalhar-juntos-com-o-presidente-eleito.html

Pedro Castillo, presidente do Peru

“O Peru parabeniza o presidente eleito do Brasil, o camarada @LulaOficial, trabalhador, sindicalista, lutador. Sua vitória é essencial para fortalecer a unidade da América Latina e a justiça social da Pátria Grande”, publicou o presidente peruano no Twitter.

Luis Almagro, secretário-geral da OEA

Luis Lacalle Pou, presidente do Uruguai

“Saudamos o presidente eleito do Brasil @LulaOficial. Confiamos em trabalhar por um Mercosul moderno e aberto ao mundo. Da mesma forma, esperamos continuar e melhorar as excelentes relações bilaterais”, escreveu o líder do país vizinho.

 

Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba

“Te abraçamos irmão Presidente Lula”, disse o presidente cubano.

Alexandria Ocasio-Cortez, congressista na Câmara dos Representantes dos EUA

 

https://twitter.com/AOC/status/1586887062032207875?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1586887062032207875%7Ctwgr%5Ead9fd3c1c04235722d6e0dca60f5c3f9011ae85c%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.viomundo.com.br%2Fpolitica%2Flideres-do-mundo-todo-felicitam-lula-e-antecipam-que-pretendem-trabalhar-juntos-com-o-presidente-eleito.html

Al Gore, ex-vice-presidente dos EUA

Al Gore afirmou que o resultado das eleições marcam um momento de mudança para o futuro do Brasil e demonstra o poder da democracia para que haja progresso no planeta.

Francia Marques, vice-presidente da Colômbia

A vice-presidente da Colômbia, ex-empregada doméstica publicou uma foto dela com Lula.

Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia

O presidente ucraniano publicou no twitter mensagem em português parabenizando Lula.

https://twitter.com/ZelenskyyUa/status/1586969452880576513?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1586969452880576513%7Ctwgr%5Ead9fd3c1c04235722d6e0dca60f5c3f9011ae85c%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.viomundo.com.br%2Fpolitica%2Flideres-do-mundo-todo-felicitam-lula-e-antecipam-que-pretendem-trabalhar-juntos-com-o-presidente-eleito.html

Rishi Sunak, primeiro-ministro do Reino Unido

“Parabéns ao Lula pela vitória na eleição do Brasil. Espero trabalhar junto nos temas importantes para o Reino Unido e o Brasil, desde o crescimento da economia global até a proteção dos recursos naturais e promoção dos valores democráticos”

Mais cedo, o governo britânico se manifestou por meio de sua representante no Brasil, a encarregada de negócios da embaixada, Melanie Hopkins:

Mais cedo, o governo britânico se manifestou por meio de sua representante no Brasil, a encarregada de negócios da embaixada, Melanie Hopkins:

“Neste dia tão importante para a democracia brasileira, reconhecemos o importante papel das instituições, em especial o TSE, na condução do processo eleitoral com celeridade, transparência e eficiência. Parabenizo @LulaOficial pela confirmação de sua vitória como o próximo Presidente do Brasil. O novo Presidente e o povo do Brasil podem contar com o Reino Unido neste novo capítulo.”

“Celebramos este ano os 200 anos de parceria entre Reino Unido e Brasil, uma amizade que beneficia os dois povos. Queremos contribuir ainda mais em áreas como sustentabilidade, direitos humanos, inovação e desenvolvimento econômico. Contem com o nosso apoio! Seguimos juntos!”, disse.

Bill Clinton, ex-presidente dos EUA

https://twitter.com/BillClinton/status/1587106427625250817?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1587106427625250817%7Ctwgr%5Ead9fd3c1c04235722d6e0dca60f5c3f9011ae85c%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.viomundo.com.br%2Fpolitica%2Flideres-do-mundo-todo-felicitam-lula-e-antecipam-que-pretendem-trabalhar-juntos-com-o-presidente-eleito.html

Xiomara Castro de Zelaya, presidente de Honduras

“Parabéns @LulaOficial, amigo solidário da luta em Honduras (2009), enfrentou as potências mais conservadoras da história, e junto com o povo do Brasil as derrotou. A América Latina renasce com esperança em um verdadeiro processo humanista de mudança e libertação.

Mark Rutte, primeiro-ministro da Holanda

“Parabéns a @LulaOficial por sua vitória eleitoral e desejo-lhe sucesso como próximo presidente do Brasil. Estou ansioso para aprofundar as fortes relações 🇳🇱-🇧🇷 e trabalhar juntos em desafios globais”.

https://twitter.com/MinPres/status/1586984465783463936?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1586984465783463936%7Ctwgr%5Ead9fd3c1c04235722d6e0dca60f5c3f9011ae85c%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.viomundo.com.br%2Fpolitica%2Flideres-do-mundo-todo-felicitam-lula-e-antecipam-que-pretendem-trabalhar-juntos-com-o-presidente-eleito.html

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia

“Parabéns,@LulaOficial, pela sua eleição como Presidente do Brasil.

Estou ansiosa para trabalhar com você para enfrentar os desafios globais urgentes, da segurança alimentar ao comércio e às mudanças climáticas”.

*Com Viomundo

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