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Economia

PIB do Brasil cresce 2,3% em 2025 e alcança R$ 12,7 trilhões

Agropecuária lidera expansão econômica, enquanto investimentos e consumo mostram desaceleração no ano

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro fechou 2025 com alta de 2,3%, totalizando R$ 12,7 trilhões em valores correntes, segundo dados divulgados nesta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As informações integram as Contas Nacionais Trimestrais e apontam crescimento nas três grandes atividades econômicas analisadas: Agropecuária, Indústria e Serviços. O PIB per capita atingiu R$ 59.687,49, com avanço real de 1,9% na comparação com 2024.

A Agropecuária foi o principal destaque do ano, com expansão de 11,7%, impulsionada pelo aumento da produção e ganhos de produtividade em diversas culturas. O milho registrou crescimento de 23,6%, enquanto a soja avançou 14,6%, ambos com recordes de produção em 2025. A Pecuária também contribuiu positivamente para o resultado do setor.

Na Indústria, o desempenho foi influenciado sobretudo pela extração de petróleo e gás, que levou as Indústrias Extrativas a um crescimento de 8,6% no ano. A Construção teve variação positiva de 0,5%. Em contrapartida, os segmentos de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-0,4%) e as Indústrias de Transformação (-0,2%) encerraram o período com retração.

O setor de Serviços manteve trajetória de crescimento, com alta de 1,8% em 2025. Todas as atividades apresentaram resultados positivos, com destaque para Informação e comunicação (6,5%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (2,9%) e Transporte, armazenagem e correio (2,1%). Também avançaram Outras atividades de serviços (2,0%), Atividades imobiliárias (2,0%), Comércio (1,1%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,5%).

A coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, destacou a concentração do crescimento em segmentos menos impactados pelo aperto monetário. “Quatro atividades: Agropecuária, Indústrias extrativas, Informação e comunicação e Outras atividades de serviços, contribuíram com 72% do total do volume do Valor Adicionado em 2025, atividades estas menos afetadas pela política monetária contracionista”, afirmou.

Pela ótica da demanda, o Consumo das Famílias cresceu 1,3% em relação a 2024, apoiado pela melhora no mercado de trabalho, ampliação do crédito e programas governamentais de transferência de renda. Ainda assim, houve desaceleração frente ao avanço de 5,1% registrado no ano anterior, refletindo os efeitos da política monetária contracionista. O Consumo do Governo subiu 2,1%.

A Formação Bruta de Capital Fixo, que representa os investimentos, avançou 2,9% em 2025, influenciada pelo aumento das importações de bens de capital, pelo desenvolvimento de software e pela alta na Construção. Esse movimento compensou a queda na produção interna de bens de capital. A taxa de investimento ficou em 16,8% do PIB, levemente abaixo dos 16,9% observados em 2024. Já a taxa de poupança passou de 14,1% para 14,4%. 247.


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Economia

Na contramão dos catastrofistas, Mercado reduz previsão da inflação para 3,91% este ano

A turma do deixa que eu chuto, que erra previsão até mesmo do passado, certamente desaparecerá da mídia para se omitir de explicar a infâmia absolutamente equivocada de seus contos econômicos.

Esse mesmo departamento de balão da mídia não cochila para contas auspiciosas de fatos criados pela própria cachola para vender a ideia de que o Brasil está aos cacos ou num poço.

O problema é que, numa hora dessas, a grande alegria dos tais conservadores não tem como impedir que o parteiro revele um Brasil voando baixo, perfurando a língua dos falastrões e seus galões de gasolina que deveriam ser usados para incendiar o Brasil.

A notícia verdadeira corre e a turma de pés inchados tem que correr atrás para inventar outro sofisma em substituição ao atual.

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – referência oficial da inflação no país – passou de 3,95% para 3,91% em 2026. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (23), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2027, a projeção da inflação se manteve em 3,8%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,5% para os dois anos.

Pela sétima semana seguida, a previsão para a inflação de 2026 foi reduzida e se mantém dentro do intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC.

Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

É estabilidade econômica que chama.

Luz e gasolina
Em janeiro, a alta dos preços da conta de luz e da gasolina fez a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado levou o IPCA a acumular alta de 4,44% em 2025.

Taxa Selic
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Taxa Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.

Apesar do recuo da inflação e do dólar, o colegiado não mexeu nos juros pela quinta vez seguida na última reunião, no fim de janeiro.

A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando se situou em 15,25% ao ano. Em ata, o Copom confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico. Ainda assim, os juros serão mantidos em níveis restritivos.

A estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica foi reduzida nesta edição do Boletim Focus – de 12,25% ao ano para 12,13% ao ano até o final de 2026. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.

Juros
Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio
Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 1,8% para 1,82%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025 a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo IBGE como estabilidade. A divulgação do PIB consolidado de 2025 está agendada para 3 de março.

Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,45 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.

*Com informações da Agência Brasil


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Economia

Mercado reduz para 4,05% expectativas da inflação para 2026

Demais índices do Boletim Focus permanecem estáveis

O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação para o ano de 2026. De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC), o ano fechará com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,05%.

Na semana passada, este índice, que serve de referência para a inflação oficial do país, estava em 4,06%. E há quatro semanas em 4,10%.

Para os anos subsequentes (2027 e 2028) as projeções são as mesmas há dez semanas, em 3,80% e 3,50%, respectivamente.

Meta de inflação
Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), a inflação medida em dezembro teve alta de 0,33%, ante ao 0,18% registrado no mês anterior. Com isso, o IPCA de 2025 ficou em 4,26%, dentro da meta do governo.

Segundo o IBGE, com exceção do grupo habitação, que registrou queda de 0,33%, os demais grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em dezembro.

A maior variação (0,74%) e o maior impacto (0,15 p.p.) vieram dos transportes, seguido, em termos de impacto, por saúde e cuidados pessoais, com alta de 0,52% e 0,07 p.p.

PIB
Os demais índices do Boletim Focus divulgado hoje se mantiveram estáveis em relação às semanas anteriores.

No caso do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no Brasil), o mercado projeta que a economia do país crescerá 1,80% em 2026 – percentual que vem sendo projetado há cinco semanas consecutivas, e o mesmo projetado para 2027.

Para 2028, as expectativas são de que o PIB feche o ano com um crescimento de 2%.

Câmbio
Com relação ao câmbio, as projeções do mercado permanecem estáveis há 13 semanas consecutivos, com uma expectativa de que o dólar feche 2026 cotado a R$ 5,50 – o mesmo valor projetado para 2027.

Para 2028, as expectativas são de que a moeda estadunidense termine o ano cotada a R$ 5,52.

Selic
A taxa básica de juros (Selic) deverá ser reduzida dos atuais 15% para 12,25% até o final de 2026, segundo o mercado financeiro; e para 10,50% em 2027. Para o ano subsequente (2028), as expectativas são de que ela caia ainda mais, para 9,88%.

A Selic, atualmente, está em seu maior nível desde julho de 2006, quando registrou 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024.

A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho, sendo mantida nesse nível desde então.

Variações da Selic
Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

*Agência Brasil


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Brasil Mundo

O impacto das tarifas de Trump no Brasil tem mais barulho do que mordida

Não sou eu quem diz.

Relatórios de entidades como CNI e Fiemg, é que estão atestando isso.
Vamos aos fatos, porque é isso que interessa.

O “tarifaço” não derrubou a economia brasileira, graças às exceções e à resiliência (crescimento projetado de 2,4% para 2025 pela Suno Research).

Evidentemente há perdas localizadas. Mas, no grosso, não.
Exportações para EUA caíram 15-20% em setores afetados, mas o superávit com a China compensou.

Detalhe fundamental

O tarifaço acelerou diversificação das exportações brasileiras. Ali, na batata, o PIB brasileiro segue em 2,4%, balança resiliente via China/UE.

O ronca e fuça, Donald Trump, sai mais prejudicado (queda de 0,37% no PIB US vs. 0,16% no BR).

Essa dinâmica mostra como interferências externas podem backfire, especialmente em um país com forte identidade nacional como o Brasil.

O Focus Poder acertou ao prever o “tiro no pé” de Trump, e o FT só validou o que já era evidente para analistas atentos.


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Economia

FMI melhora projeção para economia do Brasil em 2025: crescimento de 2,4% do PIB

O Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou a projeção de crescimento da economia do Brasil para este ano, superando até as estimativas do governo do presidente Lula, mostrou relatório do órgão desta terça-feira (14), divulgado em reportagem da agência Reuters.

A projeção do FMI para a economia brasileira este ano é ligeiramente melhor do que a do governo, que prevê uma expansão de 2,3%. Para 2026, o Ministério da Fazenda também está otimista, com uma estimativa de crescimento de 2,4%, recorda a publicação.

O relatório Perspectiva Econômica Global mostrou que o FMI prevê agora expansão de 2,4% do Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) em 2025, 0,1 ponto percentual a mais do que na projeção anterior, feita em julho. Para 2026, a conta foi reduzida em 0,2 pontos percentuais, a 1,9%.

Contudo, o FMI passou a ver uma desaceleração em 2026, citando o impacto das tarifas unilaterais impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e apontando sinais de moderação da atividade econômica. “No Brasil, sinais de moderação estão aparecendo em meio às políticas monetária e fiscal apertadas”, ressaltou o FMI.

Um fator não mencionado é a aproximação entre os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente dos EUA, Donald Trump, que pode aliviar as tarifas contra o Brasil.

Fator Selic
De acordo com Leonardo OSbreira, 247, o relatório aponta que vem pesando sobre a atividade econômica brasileira a taxa básica de juros em um nível restritivo, de 15%. O Banco Central disse que entrou agora em um novo estágio da política monetária que prevê a Selic inalterada por longo período para buscar a meta de inflação.

Nesse sentido, o FMI calculou uma inflação média anual no Brasil de 5,2% este ano e de 4,0% — o centro da meta oficial para a inflação é de 3,00%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Principais apontamentos do relatório
“Condições externas estão se tornando mais desafiadoras e, em alguns casos, o ímpeto doméstico está desacelerando”.
“Tarifas mais altas impostas pelos Estados Unidos estão reduzindo a demanda externa, com profundas implicações para várias grandes economias orientadas para a exportação, enquanto a incerteza na política comercial está afetando o apetite das empresas por investimentos”.

“Ao mesmo tempo, o espaço fiscal restrito está reduzindo a capacidade do governo de estimular a demanda doméstica onde necessário”.

Nações emergentes e América Latina
O FMI ajustou a perspectiva de crescimento para as Economias de Mercados Emergentes e em Desenvolvimento, dos quais o Brasil faz parte, passando a ver crescimento de 4,2% este ano, contra 4,1% antes, e mantendo a perspectiva para 2026 em 4,0%.

No caso do Brasil, um agravante, segundo o FMI: está entre os países que devem apresentar um aumento “significativo” da dívida como proporção do PIB em 2025, ao lado de China, França e Estados Unidos, considerando os resultados dos saldos primários projetados para o ano para essas economias.

O fundo ponderou que a atividade nesse grupo, excluindo a China, foi mais forte do que o esperado no primeiro semestre deste ano, graças em parte a uma produção agrícola recorde no Brasil, forte expansão do setor de serviços na Índia e demanda doméstica resiliente na Turquia.

Na América Latina e Caribe, o FMI vê crescimento de 2,4% em 2025 e de 2,3% em 2026, ajustes respectivamente de 0,2 ponto percentual para cima e de 0,1 ponto para baixo em relação a julho.


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Economia Política

PIB surpreende, cresce no segundo trimestre e atinge maior patamar da série histórica

Com esse resultado, Brasil alcançou o maior nível da série histórica iniciada em 1996. Crescimento foi de 0,4%, totalizando R$ 3,2 trilhões

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2025, em comparação com o trimestre anterior, totalizando R$ 3,2 trilhões em valores correntes. Com esse resultado, a economia brasileira alcançou o maior nível da série histórica iniciada em 1996, segundo dados divulgados nesta terça-feira (2/9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O crescimento foi sustentado, principalmente, pelo aumento no consumo das famílias e pela expansão do setor de serviços. “O total de salários reais segue crescendo e há uma manutenção dos programas governamentais de transferência de renda, o que contribui para o consumo das famílias”, avalia Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.

Na comparação com o segundo trimestre de 2024, o avanço foi de 2,2%, com destaque para o crescimento de 10,1% da agropecuária, 2,0% dos serviços e 1,1% da indústria. No acumulado do semestre, o PIB subiu 2,5% e, em quatro trimestres, registrou crescimento de 3,2%.

PIB-ibge

Áreas do PIB
Pelo lado da oferta, os setores de Serviços (0,6%) e Indústria (0,5%) cresceram em relação ao primeiro trimestre de 2025, enquanto a Agropecuária recuou 0,1%. Dentro dos serviços, os destaques foram Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (2,1%), Informação e comunicação (1,2%) e Transporte, armazenagem e correio (1,0%).

“Foi uma alta disseminada pelo setor e puxada pelas Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados; Informação e comunicação, impulsionado pelo desenvolvimento de software, e Transporte, armazenagem e correio, puxado por transporte de passageiros”, diz Rebeca.

Na indústria, o resultado positivo foi impulsionado pelas Indústrias Extrativas, que cresceram 5,4%. Por outro lado, houve retrações em Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-2,7%), Indústrias de Transformação (-0,5%) e Construção (-0,2%).

Pela ótica da demanda, o Consumo das Famílias avançou 0,5%, enquanto o Consumo do Governo caiu 0,6% e os Investimentos recuaram 2,2%. “A variação positiva de 0,4% na comparação com o trimestre anterior indica uma desaceleração no crescimento da economia. Era um efeito esperado a partir da política monetária restritiva (alta nos juros) iniciada em setembro do ano passado. As atividades Indústrias de Transformação e Construção, que dependem de crédito, são mais afetadas nesse cenário”, explica Rebeca, acrescentando que os efeitos negativos na Construção e na produção de bens de capital ajudam a explicar a queda nos investimentos.

Exportações em alta
No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços cresceram 0,7% em relação ao primeiro trimestre, enquanto as Importações caíram 2,9%. “Está sendo um ano bom para o agro e para a indústria extrativa, que são commodities que o país exporta”, explica Rebeca.

O bom desempenho da agropecuária no comparativo interanual (+10,1%) se deve, principalmente, ao aumento de produtividade de culturas como milho e soja. “O crescimento interanual do primeiro trimestre já foi significativo. O clima favorável explica as estimativas recordes para a safra recorde de milho e de soja, que puxam esses bons resultados da agropecuária”, avalia Rebeca.

Já a indústria cresceu 1,1% na comparação com o segundo trimestre de 2024, impulsionada pelas Indústrias Extrativas (8,7%) devido ao aumento na extração de petróleo, gás e minério de ferro. A Construção teve variação de 0,2%, e as Indústrias de Transformação ficaram estáveis (0,0%), com desempenhos variados entre os segmentos. Houve alta em setores como metalurgia, máquinas e equipamentos, química e têxtil, mas quedas na fabricação de caminhões e ônibus, alimentos, derivados de petróleo e indústria farmacêutica. O segmento de Eletricidade e gás, água, esgoto e resíduos caiu 4,0%, impactado pela piora nas bandeiras tarifárias e pela queda no consumo total de energia.

O setor de Serviços cresceu 2,0% na comparação anual, com resultados positivos em todos os segmentos: Informação e comunicação (6,4%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (3,8%), Outras atividades de serviços (2,7%), Atividades imobiliárias (2,2%), Transporte, armazenagem e correio (1,3%), Comércio (0,9%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,2%).

Demanda interna
Na ótica da demanda, o Consumo das Famílias teve alta de 1,8% em relação ao segundo trimestre de 2024, impulsionado pelo aumento da massa salarial real, ampliação do crédito e dos programas de transferência de renda. O Consumo do Governo cresceu 0,4%, e os Investimentos subiram 4,1%, puxados pela importação de bens de capital e pelo desenvolvimento de software.

No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços cresceram 2,0%, com destaque para veículos automotores, extração de petróleo e gás, metalurgia e máquinas e aparelhos elétricos. As Importações também avançaram, com alta de 4,4%, influenciadas por Produtos químicos, Máquinas e equipamentos, Produtos farmacêuticos e Máquinas e aparelhos elétricos.

*TVTNews


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Economia

PIB cresce 1,4% no primeiro trimestre de 2025

No primeiro trimestre de 2025, o PIB cresceu 1,4% frente ao quarto trimestre de 2024, na série com ajuste sazonal. Pela ótica da produção, o destaque foi a Agropecuária (12,2%). Também houve alta nos Serviços (0,3%) enquanto a Indústria (-0,1%) não mostrou variação significativa.

O PIB totalizou R$ 3,0 trilhões no primeiro trimestre de 2025, sendo R$ 2,6 trilhões referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 431,1 bilhões, aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios. No mesmo período, a taxa de investimento foi de 17,8% do PIB, acima dos 16,7% do primeiro trimestre de 2024. Já a taxa de poupança foi de 16,3%, superando os 15,5% do mesmo trimestre de 2024.

Em relação ao 1º trimestre de 2024, o PIB avançou 2,9%, com crescimento na Agropecuária (10,2%), na Indústria (2,4%) e nos Serviços (2,1%).

PIB cresce 1,4% ante o quarto trimestre de 2024

No primeiro trimestre de 2025, o PIB cresceu 1,4% frente ao quarto trimestre de 2024, na série com ajuste sazonal. Pela ótica da produção, destaca-se o crescimento da Agropecuária (12,2%). Também houve alta nos Serviços (0,3%), enquanto a Indústria (-0,1%) ficou estável.

Entre as atividades industriais, houve queda nas Indústrias de Transformação (-1,0%) e na Construção (-0,8%). Já a Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (1,5%) e as Indústrias Extrativas (2,1%) tiveram desempenho positivo.

Nas atividades de Serviços, houve crescimento em Informação e comunicação (3,0%), Outras atividades de serviços (0,8%), Atividades imobiliárias (0,8%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,6%) e Comércio (0,3%). Houve estabilidade em Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,1%) e queda em Transporte, armazenagem e correio (-0,6%).

A Despesa de Consumo das Famílias (1,0%) e a Formação Bruta de Capital Fixo (3,1%) cresceram, enquanto a Despesa de Consumo do Governo (0,1%) registrou estabilidade.

No setor externo, tanto as Exportações de Bens e Serviços (2,9%) quanto as Importações de Bens e Serviços (5,9%) cresceram, ambas em relação ao quarto trimestre de 2024.

PIB cresce 2,9% frente ao 1º trimestre de 2024

Comparado a igual período de 2024, o PIB teve crescimento de 2,9% no primeiro trimestre de 2025. O Valor Adicionado a preços básicos aumentou 2,9% e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios avançaram em 2,9%.

A Agropecuária cresceu 10,2% em relação a igual período de 2024, principalmente, pelo bom desempenho de alguns produtos da lavoura com safra relevante no primeiro trimestre e pela produtividade. No Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) divulgado em maio pelo IBGE, entre os produtos com safra no 1º trimestre e crescimento na estimativa de produção anual, destacam-se: soja (13,3%), milho (11,8%), arroz (12,2%) e fumo (25,2%).

Na mesma comparação, a Indústria cresceu 2,4% e a Construção (3,4%) teve a sexta alta consecutiva, corroborada pelo aumento da ocupação na atividade e na produção dos insumos típicos. A seguir, veio a Indústria de Transformação (2,8%), puxada principalmente por máquinas e equipamentos, metalurgia, além de produtos químicos e farmacêuticos. A atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos avançou 1,6%, puxada pelo consumo residencial. Já as Indústrias Extrativas (0,2%) registraram estabilidade, tendo sua variação positiva advinda da alta da extração de petróleo e gás, porém com efeitos mitigados pela queda na extração de minério de ferro.

O valor adicionado dos Serviços cresceu 2,1% ante o mesmo período do ano anterior. Todas as atividades apresentaram alta: Informação e comunicação (6,9%), Atividades Imobiliárias (2,8%), Outras atividades de serviços (2,5%), Comércio (2,1%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (2,1%), Transporte, armazenagem e correio (1,1%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,5%).

No primeiro trimestre de 2025, a Despesa de Consumo das Famílias cresceu 2,6%, influenciado pelo aumento na massa salarial real, no aumento do crédito disponível, apesar dos juros maiores. A Despesa de Consumo do Governo (1,1%) também apresentou elevação em relação ao primeiro trimestre de 2024.

A Formação Bruta de Capital Fixo avançou 9,1% no primeiro trimestre de 2025, quinta alta nessa comparação, tendo obtido taxas 10,8% e 9,4% no terceiro e quarto trimestres de 2024. O desempenho foi puxado pelo crescimento da atividade de Construção, da produção nacional e importações de bens de capital, com destaque para importação de plataforma de petróleo, além da alta no desenvolvimento de softwares.

As Exportações de Bens e Serviços cresceram 1,2%, enquanto as Importações avançaram 14,0% no primeiro trimestre de 2025. Nas exportações de bens, as maiores contribuições vieram de veículos automotores; agropecuária; papel e celulose; e derivados do petróleo. Nas importações de bens, a alta se deu principalmente por: outros equipamentos de transporte; máquinas e aparelhos elétricos; produtos químicos; e máquinas e equipamentos.

PIB acumula alta de 3,5% em quatro trimestres, frente ao mesmo período de 2024

O PIB acumulado nos quatro trimestres terminados em março de 2025 cresceu 3,5% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Esta taxa resultou dos avanços de 3,2% do Valor Adicionado a preços básicos e de 5,2% nos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. O resultado do Valor Adicionado nesta comparação decorreu dos seguintes desempenhos: Agropecuária (1,8%), Indústria (3,1%) e Serviços (3,3%).

As atividades industriais com crescimento nessa comparação foram Construção (4,6%), Indústria da Transformação (4,0%) e Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (2,4%) apresentaram crescimento. Já as Indústrias Extrativas (-0,8%) recuaram.

Todas as atividades de Serviços tiveram resultados positivos: Informação e comunicação (6,6%), Outras atividades de serviços (4,6%), Comércio (3,6%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (3,4%), Atividades imobiliárias (3,1%), Transporte, armazenagem e correio (2,1%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (1,3%).

O Consumo das Famílias, o Consumo do Governo e a Formação Bruta de Capital Fixo cresceram 4,2%, 1,2% e 8,8%, respectivamente. Já as Exportações de Bens e Serviços cresceram 1,8%, enquanto as Importações de Bens e Serviços apresentaram elevação de 15,6%.

*Fonte: IBGE

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Política

Mídia e governo Lula: cobertura negativa, mesmo com dados positivos

Veículos da indústria jornalística, como a revista Veja, insistem em apresentar cenário negativo do governo Lula, apesar dos avanços.

Mídia e governo Lula: avanços ignorados
Colocadas lado a lado, as duas capas da revista Veja mostram, no mínimo, uma indisposição com o governo Lula e apoio à política do ex-ministro Paulo Guedes.

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A capa da edição 2718 da revista Veja, de 23 de dezembro de 2020, trazia a manchete “Ano da Virada” se referindo à promessa de Paulo Guedes do PIB crescer 4% no ano seguinte. À época, o Produto Interno Bruto (PIB) atingiu R$ 7,6 trilhões em 2020, com queda de 3,3% ante 2019. O PIB per capita chegou a R$ 35.935,74. A Agropecuária cresceu 4,2%, a Indústria caiu 3,0% e os Serviços caíram 3,7%. O consumo das famílias caiu 4,5%.

De fato, o PIB cresceu mais de 4% em 2021, devido ao aumento da demanda interna, à recuperação do setor de serviços e à flexibilização das medidas de restrição da pandemia de COVID-19, por conta da chegada das vacinas em março daquele ano. Vacinas, aliás, que o governo da época fez de tudo de para evitar e criminalizar.

O que chama a atenção para a capa é o voto de confiança no então ministro da Economia, Paulo Guedes. É uma foto do ministro com o olhar confiante e postura de quem está “pronto para ação”. Não há composição de imagens e truques de edição.

Mídia e Governo Lula: corta para 2025
Edição que mostra a indisposição da relação mídia e governo Lula. A capa da edição 2935 da revista Veja, de 14 de março de 2025 traz o presidente Lula dirigindo um suposto trem verde e amarelo, uma alusão à condução do país. A imagem é uma montagem e o trem de alta velocidade percorre trilhos perigosos, de madeira, quase despencando em um precipício.

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Ao contrário do cenário negativo de 2020, os números da economia brasileira são positivos. Na semana de publicação da revista, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,2% no quarto trimestre deste ano em comparação com o terceiro. Em 2024, o PIB cresceu 3,4% de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a maior alta desde 2021.

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PIB cresce 3,4% em 2024; maior alta desde 2021

Ao contrário do resultado de 2021, em que o crescimento aconteceu após o ano de retração por conta da Covid-19, o crescimento de 2024 em relação a 2023 foi de crescimento sobre crescimento.

“Foi o quarto ano de crescimento consecutivo após o auge dos efeitos da pandemia de Covid-19 sobre a economia brasileira e acima das expectativas do mercado do início de 2024”, segundo nota publicada pela Secretaria Executiva do Ministério do Planejamento e Orçamento.

“O crescimento da indústria e dos serviços foram o destaque no lado da oferta. Na ótica da demanda, todos os componentes registraram variação positiva: consumo das famílias acumulou alta de 4,8%; consumo do governo com expansão de 1,9% e o investimento mantendo taxas positivas no acumulado em quatro trimestres, pela segunda vez consecutiva”, diz a nota.

“De 2022 a 2024, o PIB cresceu em todos os trimestres. Esse resultado é superior às estimativas do início de 2024 (+1,59% – Focus de 05/01/2024). O PIB per capita variou, em termos reais, 3,0% em 2024, alcançando R$ 55.247,45 no total do ano e R$ 4,6 mil em valores mensais”, ressalta o texto do Ministério do Planejamento e Orçamento.

Ao contrário da capa do Paulo Guedes, a capa do Lula no trem desgovernado passa a sensação de desconfiança, de falta de direção, do país indo para o abismo, mesmo com números positivos.

O que explica a capa da revista Veja é velho ranço da relação mídia e governo Lula.

Mídia e governo Lula: velha relação de má-vontade
Não foi a primeira vez que a relação mídia e governo Lula pendeu para a visão negativa dos dados da economia.

Em artigo publicado originalmente no Estadão (e disponível nas redes sociais), o professor titular da USP, Eugênio Bucci, chamou a atenção para o que ele chamou de “manchetes adversativas”: o PIB cresceu, mas….

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*Redação TVT News

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Política

Mídia abutre não quer crescimento, nem alimento barato

Mídia corporativa ignora reaquecimento da economia e relativiza avanços do PIB, reforçando narrativas pessimistas para minar a confiança, escreve Aquiles Lins.

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 3,4% em 2024, alcançando R$ 11,7 trilhões. Trata-se do melhor resultado desde 2021, impulsionado pelo avanço da Indústria (3,3%) e dos Serviços (3,7%). O investimento cresceu 7,3%, e o consumo das famílias, responsável pela maior parte da demanda, teve uma alta expressiva de 4,8%. Ainda assim, a cobertura da mídia corporativa sobre esses dados se concentrou em vieses negativos, embalados no falso manto da objetividade, omitindo deliberadamente os sinais de reaquecimento da economia.

Os títulos das notícias sobre o PIB seguiram um padrão: os avanços eram apresentados com conjunções adversativas que relativizavam os ganhos. “PIB cresce 3,4%, mas desacelera no último trimestre”, enfatizaram diversos veículos. O que deveria ser uma celebração de um país que se reergue após a pandemia e anos de estagnação é transformado em um discurso de desalento.

A indústria, além de crescer, gerou empregos com melhores salários. A construção civil, que foi destruída pelos efeitos da Lava Jato, teve um crescimento de 4,3%. Isso mostra um cenário de expansão e dinamismo econômico, especialmente com o aumento da oferta de crédito. Mas para a mídia inimiga do crescimento, como Folha, Globo e Estado, o crédito deve ficar caro e restrito.

Outro exemplo de manipulação da percepção pública foi a decisão do governo federal de zerar o Imposto de Importação de nove produtos alimentícios considerados essenciais, como azeite, carnes, açúcar e café. A medida busca ampliar a oferta e reduzir os preços ao consumidor, beneficiando principalmente as camadas mais pobres da população. Durante a entrega de 12.297 lotes de terra da reforma agrária para famílias de 138 assentamentos rurais de 24 estados do país, o presidente Luiz iinácio Lula da Silva disse que o governo está aginda conta a alta dos alimentos que não descarta “atitudes mais drásticas”.

No entanto, a imprensa corporativa preferiu tratar esta informação com ceticismo, sugerindo que os impactos de zerar imposto de importação serão irrelevantes ou que a isenção beneficiará apenas importadores. O fato de que a redução de impostos sobre alimentos básicos é uma das formas mais diretas de aliviar a inflação, por aumentar a oferta, é solenemente ignorado.

A omissão não é casual. Ao insistir em narrativas pessimistas mesmo diante de indicadores positivos, a mídia cumpre um papel político: minar a confiança na economia, desestimular investimentos e criar um ambiente de insatisfação que favorece determinados interesses da direita. Não se trata de exigir uma imprensa chapa-branca ou acrítica, mas de reconhecer que a mídia hegemônica tem um projeto de poder e atua de forma seletiva para promover seus interesses. O Brasil cresce, os investimentos aumentam, e o consumo das famílias segue forte. Mas, para a mídia abutre, nada disso importa. Seu negacionismo econômico é um entrave ao progresso e um desserviço à população.

*Aquiles Lins/247

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Economia

Brasil está entre os países que mais cresceram em 2024; veja o ranking do PIB mundial

China, Costa Rica, Rússia e Dinamarca também se destacaram; grupo de países da OCDE cresceu 1,7% em 2024.

O crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro de 3,4% em 2024 ficou entre os maiores registrados entre as economias mais relevantes, segundo dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) para 35 países, incluindo alguns que não fazem parte do bloco, como a China e o Brasil.

O PIB do grupo de países da OCDE cresceu 1,7% em 2024, em comparação ao 1,8% em 2023. Entre os que já divulgaram seus dados, cinco registraram contração.

O destaque negativo foi novamente a Alemanha, maior economia da União Europeia, que teve retração pelo segundo ano seguido. Entre os fatores que afetaram o resultado estão a queda nas exportações da indústria alemã, altos custos de energia, um nível de taxa de juros que permanece alto, segundo o governo local, segundo a Folha.

O bloco econômico europeu cresceu 0,9%, ante 0,4% no ano anterior.

Nos Estados Unidos, a taxa de crescimento passou de 2,9% em 2023 para 2,8% em 2024.

A China cresceu 5% e prevê um resultado próximo desse número em 2025.

O Brasil continua como a 7ª maior economia do mundo no ranking do FMI (Fundo Monetário Internacional) pelo critério do poder de paridade de compra das moedas locais.

No ranking em dólares, o país caiu da 9ª para a 10ª posição, por causa da desvalorização da moeda brasileira no ano passado —posição perdida para o Canadá e que deve ser recuperada a partir de 2027, segundo estimativas do Fundo.