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Partido Liberal, que paga salário para Jair e Michelle Bolsonaro, entre outros luxos, encabeça a lista, que conta com apoiadores radicais. Desde que deixou o Planalto, ex-presidente recebeu R$ 44,3 milhões em suas contas.
O documento do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), revelado no relatório da Polícia Federal (PF), que mostra que Jair Bolsonaro (PL) recebeu R$ 44,3 milhões em suas contas bancárias desde que 2023, quando deixou o Palácio do Planalto tentando um golpe de Estado, revela a lista das empresas e pessoas que mais enviaram dinheiro ao ex-presidente via Pix.
Pagando salário para o ex-presidente e Michelle Bolsonaro (PL), além do aluguel da mansão e outros luxos para o clã – como viagens de jatinhos – com recursos públicos do fundo partidário, o PL, sigla comandada por Valdemar da Costa Neto, lidera a lista, com depósitos que somam R$ 1.111.651,38 entre 1º de março de 2023 e 5 de junho de 2025.
Em seguida, o Coaf lista outros nove doadores, entre empresas e pessoas físicas, que destinaram mais valores via Pix ao ex-presidente. Bolsonaro, por sua vez, enviou R$ 2,1 milhões para o filho Eduardo Bolsonaro (PL-SP) conspirar contra o Brasil nos EUA e outros R$ 2 milhões a esposa, Michelle.
O segundo maior doador é o Centro Oncológico Onco Star SP, uma rede de referência ao tratamento do Câncer que pertence à Rede D’Or São Luiz, que repassou R$ 50 mil ao ex-presidente. Bolsonaro é um dos principais clientes da rede D’Or e, quase sempre, utiliza hospitais do grupo em suas internações.
Em seguida, está o empresário Rogério Martins Berti, sócio da Agro Berti Produtos Agrícolas, em Tanabi, interior paulista, que repassou R$ 34.681,14 a Bolsonaro, diz a Forum.
Veja a lista dos 10 maiores doadores
PL – R$ 1.111.651,38;
Onco Star SP (empresa do setor da saúde, da Rede D’Or São Luiz) – R$ 50 mil;
Rogério Martins Berti (empresário do agronegócio, de SP) – R$ 34.681,14;
José Alves Filhos (sócio da farmacêutica Vitamedic, de GO) – R$ 19.001,00;
Marcos C. de Oliveira Venda (empresa Shoppinteligente, varejista de material elétrico, de SP) – R$ 14.132,00;
José Luiz Calheiros de Albuquerque – R$ 10.138,30;
Pedro R. Antunes Freitas – R$ 9.938,71;
João Bosco Jofre (de SP) – R$ 9.001,00;
Sérgio Cardoso de Almeida Neto (empresário do setor imobiliário, de SP) – R$ 4.900,00;
Sérgio Cardoso de Almeida Filho (empresário do agronegócio, de SP) – R$ 4.900,00.
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Qual justificativa Nikolas Ferreira apresenta para se calar diante das ameaças de Trump contra o PIX?
A Meta, do Facebook, plagia o silêncio de Nikolas dando pinote do assunto porque ela tem seu próprio “PIX” .
Por isso também ajudou e muito Nikolas a chegar nos “trocentos milhões de visualizações” de seu vídeo fake.
Ou seja, a central de fake, unificada para espalhar mentiras sobre o PIX, agora, faz cara de paisagem diante das ameaças fascistas de Trump contra o PIX aqui no Brasil.
Lógico que Nikolas, mesmo sem pegada, tenta criar pautas funestas e irrisórias na vã ideia de que isso pode fazer fumaça que cubra seu silêncio cúmplice.
O fato é que nem uma careta Nikolas fez para as ameaças de Trump contra o PIX, num inacreditável atestado de submissão ao presidente americano.
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Conteúdo enganoso atraiu as pessoas com ameaças de multas ou promessas de benefícios.
Estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) divulgado nesta semana mostra que a Meta lucrou com a recente onda de fake news em torno do Pix. A empresa recebeu pagamentos para impulsionar a divulgação de anúncios fraudulentos que mencionavam a falsa “taxação do Pix” e o sistema Valores a Receber, do Banco Central.
O conteúdo citava políticas públicas e se apropriou de imagens do governo e de empresas públicas, como a Caixa Econômica Federal, para obter informações sensíveis e dinheiro de vítimas. O alcance das publicações foi ampliado pela ferramenta de anúncios do conglomerado de redes sociais, que controla Facebook, Instagram, Threads e WhatsApp.
Um vídeo falso do ministro Fernando Haddad (Fazenda), feito por inteligência artificial, levantou uma onda de desinformação ao fazer circular o dado mentiroso de que haveria taxação do Pix. A crise alcançou um estágio elevado quando o deputado Nikolas Ferreira (PL) publicou um vídeo sobre o assunto.
No material, visualizado mais de 300 milhões de vezes, o deputado comenta uma norma da Receita Federal para fiscalizar transações via Pix acima de R$ 5.000 em fintechs. A identidade de Ferreira também foi usada na aplicação de golpes virtuais, em conteúdos gerados por IA.
Também foram usadas imagens de outras pessoas famosas, como Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o presidente Lula (PT) e o jornalista William Bonner. Essas pessoas tinham a imagem associada a formulários que pediam transferências via Pix e dados sensíveis como o CPF.
UFRJ identificou mais de 1 mil anúncios fraudulentos A Meta permite que usuários paguem a partir de US$ 5 por semana para impulsionar seus posts. Isso ocorreu no caso dos anúncios fraudulentos em relação ao Pix. Quanto mais o usuário pagar, mais pessoas visualizarão a peça golpista. A BBC mostrou que parlamentares de oposição, por exemplo, gastaram R$ 18 mil em anúncios contra o monitoramento do Pix.
Entre os dias 10 e 21 de janeiro, foram identificados 1.770 anúncios fraudulentos impulsionados no Facebook e no Instagram, segundo nota técnica do NetLab.
A coordenadora do estudo da UFRJ, professora Marie Santini, disse que o medo e a dúvida das pessoas podem ter sido motores da engrenagem que favoreceu os golpistas. “É possível que os estelionatários tenham se aproveitado de medo, dúvida e desconfiança causada na população devido à enxurrada de desinformação para atrair vítimas a clicarem em seus anúncios”, afirma.
Os anúncios fraudulentos identificados pelo NetLab atraíam as pessoas com ameaças de multas ou com promessas de benefícios. Páginas que usavam a identidade visual do Governo Federal sem permissão, o que configura crime de acordo com o Código Penal, fizeram 40,5% das propaganda fraudulenta.
O estudo da UFRJ mostra que o número de anúncios enganosos cresceu após o governo voltar atrás em relação às novas normas do Pix, revogando a instrução normativa da Receita Federal. ICL.
Deputada alcança mais de 5 milhões de visualizações em questão de horas.
A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) publicou um vídeo em resposta à narrativa de Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre as fake news relacionadas à portaria da Receita Federal sobre o Pix.
A publicação de Erika Hilton já acumula mais de 5 milhões de visualizações no Instagram e mais de 1 milhão no X.
Hilton afirma que a fake news de que o governo cobraria imposto sobre o Pix é uma cortina de fumaça carregada de desinformação, criada para esconder os ataques da base bolsonarista contra os trabalhadores brasileiros.
“O que o governo queria era aumentar para 5 mil reais [o limite de fiscalização] na tentativa de constranger e coibir criminosos, quadrilhas, pessoas que fazem movimentações de montantes financeiros bilionários muito acima de seus salários. E talvez seja isso que a extrema direita quer esconder. Talvez sejam esses os medos da extrema direita”, afirma Hilton.
“O governo está preocupado em combater a desigualdade, promover cada vez mais políticas que consigam dar dignidade aos trabalhadores e trabalhadoras do nosso país. E talvez seja essa a outra coisa que eles queiram esconder: a sua dignidade, os seus direitos, algo que eles sempre odiaram. Porque, para que os super ricos continuem aqui em cima, é preciso que os trabalhadores e os super pobres continuem produzindo toda essa riqueza. E esse sim é o verdadeiro interesse da extrema direita”, conclui a parlamentar.
Ministro Fernando Haddad revogou medida da Receita Federal, após críticas da sociedade e da oposição, instigada por aliados de Bolsonaro.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta sexta-feira (17/1) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está “por trás” da crise envolvendo o monitoramento de transações via Pix, que havia sido anunciado pela Receita Federal e acabou revogado, após ampla repercussão negativa.
“Tenho para mim que o Bolsonaro está um pouco por trás disso, porque o PL financiou o vídeo do [deputado] Nikolas, o [marqueteiro] Duda Lima foi quem fez a produção do vídeo. E eu penso que o Bolsonaro tem uma bronca com a Receita pelas questões conhecidas”, disse Haddad em entrevista à CNN.
E completou: “A Receita Federal descobriu o roubo das joias, a Receita Federal abriu investigação das rachadinhas, a Receita Federal abriu a investigação sobre os mais de 100 imóveis comprados pela família Bolsonaro sem uma notável fonte de renda”.
“Os Bolsonaros têm uma bronca com a Receita. Foram investigados, mas eles têm um problema com a Receita. Eles não escolheram a Receita Federal, na minha opinião por outra razão. Eles ficaram com lupa nos atos burocráticos da Receita que são tomados há mais de 20 anos”, completou o ministro.
Ao anunciar a revogação do ato normativo da Receita Federal sobre o monitoramento das movimentações por Pix, na tarde desta quarta-feira (15/1), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, alfinetou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Flávio foi investigado pela prática de rachadinha em seu gabinete na época em que exerceu mandato na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Ao final, após idas e vindas judiciais, ele não foi processado.
Nesta sexta, Haddad reforçou a crítica, dizendo que a família Bolsonaro “tem uma bronca” com a Receita Federal. Ele citou também o caso das joias sauditas e a compra de imóveis pelo clã.
Haddad x Flávio Bolsonaro Na quarta-feira (15/1), Haddad deu a seguinte declaração: “Não podemos colocar a perder os instrumentos que o Estado tem de combater o crime. As rachadinhas do senador Flávio foram combatidas porque a autoridade identificou uma movimentação absurda nas contas do Flávio Bolsonaro. Agora o Flávio Bolsonaro está reclamando da Receita? Ele não pode reclamar da Receita, ele foi pego pela Receita”.
Em seguida, o ministro defendeu o trabalho do Fisco e disse que o governo precisa de “instrumentos” para combater o crime organizado.
Mesmo sendo graduado em picaretagem, não foi a presença minúscula de Nikolas, mas o texto fake que ele leu sobre o PIX que, com a mão invisível dos algoritmos conseguiu viralizar na internet.
Isso aconteceu muito mais pela popularidade do PIX do que pelas armadilhas funestas que os vigaristas armaram.
A desinformação, ou as mentiras sobre cobrança de taxa do PIX comem solta na internet ha muito tempo.
Nem isso foi original no vídeo de Nikolas.
Esses pulhas enfiaram o pé na jaca na parceria com vigaristas donos das big techs.
Outra coisa. Segundo o BC, as transações com PIX diminuíram no começo do ano, e registraram uma queda de 15,3% nas primeiras duas semanas de janeiro em relação ao mesmo período de dezembro de 2024.
Lógico que Nikolas que só vota contra os pobres e trabalhadores, fez isso, em primeiro lugar, pra detonar essas pessoas e ainda tentar desgastar o governo. Mas o refluxo contra ele, ta pesado e vai piorar na justiça. A ver.
Tratamento burocrático da medida pela equipe econômica está entre as críticas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se irritou com a condução da crise que culminou com a revogação da norma da Receita Federal que ampliaria a fiscalização sobre transações via Pix, segundo relato de aliados.
Dentro e fora do Palácio do Planalto, a avaliação é a de que o governo sofreu uma derrota para a oposição, após uma sucessão de erros, no debate sobre a fiscalização do Pix.
Entre os pontos criticados, está o fato de uma medida dessa magnitude ter recebido um tratamento burocrático da equipe econômica, sem a definição de uma estratégia de comunicação.
O presidente e a Casa Civil afirmam que não tinham conhecimento da medida até a repercussão nas redes sociais. A principal pecha que a oposição busca colar no governo é de que é uma gestão que gosta de impostos e de taxar. Nos últimos dias, viralizaram vídeos e publicações críticas ao governo quanto à medida do Pix.
O principal deles é o do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), em que ele afirma que o governo “só está pensando em arrecadar, sem te oferecer nada” e fala em “quebra de sigilo mascarado de transparência”. O vídeo registra mais de 200 milhões de visualizações no Instagram.
No vídeo, o parlamentar afirma que o Pix não seria taxado com a norma da Receita, mas diz “não duvidar” que o sistema de pagamento possa ser tributado no futuro e argumenta sobre os possíveis impactos das regras para profissionais autônomos e MEIs (microempreendedores individuais).
O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) chegou a afirmar nas redes sociais que iria à Justiça contra Nikolas por causa “das fake news que espalhou sobre o Pix”.
Após reuniões descritas como tensas, Lula fez um cálculo político ao revogar a norma. Embora o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tenha defendido o mérito da medida até a manhã desta quarta-feira (15), quando teve a primeira reunião com o presidente, pesou o argumento de que uma campanha publicitária já não seria mais suficiente para deter a onda críticas à medida, fake news e a prática de crimes contra a economia popular, com aplicação de golpes.
Além disso, o governo foi avisado sobre o risco de aprovação de decreto legislativo para a derrubada da norma, caso mantida.
A contragosto, o presidente aceitou o recuo — comemorado pela oposição — para estancar o clima de desconfiança na população e o risco de fuga de dinheiro do sistema financeiro.
O ministro-chefe da Secom, Sidônio Palmeira, é apontado como um dos principais defensores da revogação, com o apoio de Rui Costa (Casa Civil) — que conversou sobre o tema antes de entrar de férias, na quarta-feira (15).
Revogação de norma do Pix dividiu governo Segundo esses aliados, diante da repercussão nas redes sociais e nas ruas, Haddad já não apresentava forte resistência à proposta de revogação da norma, mas fazia ponderações em favor de sua manutenção aliada à edição de uma medida provisória sobre o tema.
Antes da revogação, houve uma proposta para a realização de um pronunciamento em rede nacional para explicar a medida.
O tema é o primeiro a opor Haddad e Sidônio, desde que o marqueteiro tornou-se ministro palaciano, na véspera. No passado, o marqueteiro defendeu a inclusão da isenção do Imposto de Renda para quem ganhar até R$ 5.000 no anúncio de pacote de corte de gastos — e também saiu vitorioso.
Na véspera do recuo, o secretário da Receita Federal, Robson Barreirinhas, defendeu a manutenção da medida em entrevistas. “O que vai acontecer se eu revogar hoje? Eu vou prejudicar diretamente o pequeno contribuinte e vou dar um presentão para os criminosos”, disse.
O anúncio feito no Palácio do Planalto por Haddad, Jorge Messias (AGU) e Barreirinhas.
O martelo foi batido à tarde após duas reuniões que contaram com a presença de Haddad e Sidônio. À tarde, Messias e Barreirinhas se juntaram ao grupo.
Entre os erros listados por aliados do presidente, está o fato de o Ministério da Fazenda não ter definido uma estratégia antes da instituição da norma. Diante da repercussão, aliados do presidente reconheceram ter sofrido uma derrota já na largada.
Mas o recuo dividiu o governo. Parlamentares que integram a base governista se queixaram da decisão após terem defendido publicamente a regra.
Sob reservas, um ministro afirma que o episódio deixa uma lição para o governo de que é preciso ficar atento para a construção de narrativas negativas antes da adoção de medidas de impacto. Com ICL.
Justo no dia que a gangue bolsonarista espalhou mentiras sobre o PIX, na vida real, tivemos a maior alta do IBOVESPA em um só dia desde 5 de maio de 2023 (+2,91%)
A federação de mentirosos deve ter ficado de estomago virado.
O Ibovespa acabou fechando o pregão desta quarta-feira com alta parrudaça de 2,81%, aos 122.650,20 pontos, ganho de 3.351,53 pontos.
Detalhe fundamental: É a maior alta em um só dia desde 5 de maio de 2023 (+2,91%).
Terroristas econômicos da Faria Lima, deram com os burros n’água.
Dólar cai ainda mais. Teve nessa quarta, baixa de 0,35%, encerrando as negociações a R$ 6,0252.