25 de julho de 2021
  • 14:52 Ciro Nogueira é investigado em inquéritos sigilosos por beneficiar empreiteiras
  • 14:11 Pegasus: vazamento revela abuso de espionagem cibernética
  • 12:05 Investigado por tráfico de influência, filho de Bolsonaro fez permuta para se hospedar em ‘casa dos sonhos’
  • 11:11 Brian Mier, jornalista norte-americano, avisa: ‘EUA vão armar um novo golpe contra Lula’
  • 10:22 Como Braga Netto tentou operação Davati quando interventor no Rio

Em meio a mais denúncias envolvendo Adriano da Nóbrega e sua ligação com o bicheiro Bidi, assassinado na Barra da Tijuca no último domingo de carnaval, a Folha estampa a manchete:

Bolsonaro privilegia gastos com militares no primeiro ano de governo, e segue:

Defesa registra maior reforço de caixa da Esplanada, com R$ 6,3 bi a mais gastos em 2019, um crescimento de 10,9% ante 2018.

Na verdade, esse sempre foi o jogo político que Bolsonaro jogou a vida toda nessas três décadas como parlamentar, inútil para o país, mas útil para o crescimento e impunidade da milícia e do corporativismo militar.

Na realidade, Bolsonaro usava as forças armadas para fazer discurso junto com as reivindicações de militares, as de PMs ligados à milícia como Adriano da Nóbrega, além dos assassinos de Marielle, como o maior traficante de armas do Rio e vizinho de Bolsonaro, Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, seu comparsa.

Se os gabinetes do, então deputado Bolsonaro e seus filhos, foram ocupados por gente ligada à milícia, como se sabe sobre familiares de Adriano da Nóbrega, hoje, na Presidência da República, Bolsonaro quanto mais se vê pressionado pelas denúncias de ligação com o crime organizado, mais militares coloca em postos chave no 1º e 2º escalões de seu governo.

Lógico que, além de tentar intimidar a justiça e a própria democracia, Bolsonaro usa a imagem das Forças Armadas para tentar se sobrepor a seu lado miliciano, cada dia mais explicito.

Assim, ronca que rompeu com a ideia de governo de coalizão com partidos políticos, mas usa seu Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, como capanga da milícia que cumpre perfeitamente esse papel e, do outro lado, amplia, em número e privilégio, a quantidade de militares de alta patente das Forças Armadas em seu governo.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

RELATED ARTICLES

1 COMMENTS

  1. José Cesar Pereira Posted on 1 de março de 2020 at 12:50

    A parte “bozonarista” do povo que “vegeta mentalmente” não consegue perceber a triste realidade que a cerca. Perdida em devaneios psicóticos e ideológicos os infelizes zumbinizados insistem retórica do “Lula é ladrão” enquanto generais de pijama e milicianos assassinos se confraternizam. Condenam sua família a um retrocesso social inédito e terão que sentir as consequências no bolso e na pele para se arrependerem (não acredito). Muitos morrerão na mesma ignorância. #ForaBolsonaro

    Reply
LEAVE A COMMENT

Comente

%d blogueiros gostam disto: