9 de março de 2021
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Cada dia mais endividado politicamente, Bolsonaro vai se enrolando na corda de sua forca sozinho, fornecendo com vigor material bélico contra o Planalto, com a divulgação do vídeo campanha que ele nega, ou seja, nega que ele é ele.

Independente da campanha que ele nega com a mesma cara de pau que diz que levou facada, Bolsonaro se esquece que o problema dele é que, quando o idiota abre a boca, é sempre para cuspir vírus. Então, além do credito que leva da campanha genocida “o Brasil não pode parar de matar”, o maníaco do vírus, tem um portfólio de tiradas genocidas de fazer inveja a Jason, do sexta feira 13.

Em comunicado oficial, o governo negou hoje, com veemência, a existência da campanha “O Brasil não pode parar”. A ação publicitária surgiu nos bastidores do Planalto para, alinhada à postura do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), incentivar a população a encerrar o isolamento social necessário ao combate da pandemia do coronavírus.

Nesta manhã, a Justiça Federal do Rio informou ter acatado um pedido do MPF (Ministério Público Federa) para barrar a veiculação de qualquer peça publicitária com a mensagem pretendida pelo governo. A decisão, em caráter liminar, considera que a campanha põe em risco a saúde da população e que sua adoção pode resultar em colapso da rede de saúde.

Em resposta, a Secom (Secretaria Especial de Comunicação do Planalto) informou que, “definitivamente, não existe campanha publicitária ou peça oficial intitulada ‘O Brasil não pode parar’. Trata-se uma mentira, uma fake news divulgada por determinados veículos de comunicação.”

A negativa pública, tática constante da chefia do Executivo federal, ocorre três dias depois que a própria Secom postou em sua conta no Instagram uma das artes elaboradas para a campanha. A publicação, que foi posteriormente apagada pelo governo, trazia a hashtag #OBrasilNãoPodeParar. No mercado de publicidade digital, a introdução de uma hashtag costuma marcar o início de uma ação de marketing.

Na tentativa de dar luz às teses de Bolsonaro, o texto que acompanhava a arte chamava os brasileiros a refletir que, “no mundo todo, são raros os casos de vítimas fatais do coronavírus entre jovens e adultos”. “A quase-totalidade dos óbitos se deu com idosos. Portanto, é preciso proteger estas pessoas e todos os integrantes dos grupos de risco, com todo cuidado, carinho e respeito. Para estes, o isolamento.”

Na contramão das autoridades de saúde em todo o planeta, Bolsonaro tem defendido o isolamento restrito a idosos e pessoas que fazem parte dos chamados grupos de risco —o que ele chama de “isolamento vertical”. Ideia semelhante foi adotada em Milão e acabou expondo ainda mais a população da cidade italiana. Essa semana, o prefeito Giuseppe Sala admitiu o erro, desculpou-se publicamente e justificou: “Naquele momento ninguém entendeu a veemência do vírus.”

O vídeo, que ainda está disponível na rede social de Flávio, tem cerca de 90 segundos e traz uma colagem de imagens com uma narração em off. Cita trabalhadores e setores da economia que, na visão do governo, serão prejudicados pelo isolamento social em resposta ao coronavírus.

O BRASIL NÃO PODE PARAR!

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Posted by Flavio Bolsonaro on Thursday, March 26, 2020

 

 

*Com informações do Uol

*Foto destaque: Joedson Alves, da agência EFE

Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

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