A advogada argentina tem risco de pegar 15 anos de prisão por injúria racial, no Brasil, mas Bolsonaro, durante sua pré-candidatura à Presidência da República, comparou negros quilombolas a animais em pleno Clube Hebraico, quando disse que deveriam ser pesados em arroba,
Sofreu alguma punição? Não. Foi aplaudido às gargalhadas e saiu sem ser incomodado pela justiça, pela polícia, mesmo com toda a repercussão do caso que escandalizou o país. Bolsonaro pôde ser candidato sem qualquer problema no TSE, venceu a eleição com a maior fraude eleitoral da história, em coluio com Sergio Moro, em troca da prisão de Lula sem qualquer prova de crime, virou presidente e se transformou no maior lobista da indústria armamentista e, certamente, foi bem recompensado. Matou 700 mil brasileiros por covid-19, porque estava negociando proprina de US$ 1 na compra da Covaxin, como denunciado pela CPMI do Genocídio, que culminou no cancelamento da compra da vacina.
Qualquer camarada com esse histórico, estaria no fundo do poço, mas estamos falando de Bolsonaro, que determina que tipo de justiça serve ou não para ele.
E diga-se de passagem, muito antes de se tornar político, o mesmo Bolsonaro, por vingança contra o comando do Exército, por não aumentar o soldo que ele tentou negociar, partiu para o terrorismo. Foi expulso das Forças Armadas, mas como é Bolsonaro, as leis afrouxaram para ele e, mesmo exonerado e proibido de frequentar os quartéis, seguiu recebendo seus vencimentos como se nada tivesse acontecido.
Bolsonaro é uma espécie de Macgyver da justiça brasileira, o homem que sempre fez a justiça recuar, mesmo quando ameaçou agredir, com um tapa, o rosto de uma deputada, agredindo-a com palavras, e cuspir na estátua de Rubens Paiva, deputado morto pela ditadura e homenageado pela Câmara, nada aconteceu com o sujeito.
Agora, sai a notícia de que Moraes determinou prisão domiciliar a Bolsonaro tão logo tenha alta do hospital.
A princípio, o condenado a 27 anos de prisão por tentativa golpe de Estado, seguido de plano de assassinato do presidente da República, Lula, vice-presidente, Alckmin e o ministro do STF, Alexandre de Moraes, ficam claras duas coisas, existem dois Brasis dentro do Brasil, com dois sistemas de justiça distintos, o que pune pés de chinelo, cidadãos comuns, entre outros, quando cometem qualquer ilícito, e a justiça quer julgar Bolsonaro com uma constituição paralela, particular, exclusiva, vip.
Esse é o mesmo Bolsonaro, que sempre evocou a morte alheia com a frase”bandido bom é bandido morto”.
Qual a explicação para uma coisa como essa?
É simples, está no velho ditado: quem tem padrinho, não morre pagão.
Em todos os eventos criminosos de Bolsonaro, ele rastejou sem qualquer pudor para alcançar seus intentos e, agora, com o ataque sem trégua da mídia a Moraes, dois dias após o cabuloso e criminoso powerpoint da Globo, Moraes concedeu essa forma de anistia malandra ao maior malandro, vigarista, vagabundo, criminoso, genocida, corrupto da história do Brasil.
Isso não é pouca coisa.
Claro, tem um preço, pois foi negociado com a cúpula da Globo para que Bolsonaro e seus filhos saiam de tudo isso bilionários e impunes, vivendo felizes para sempre com o produto de seus crimes.
Nem imagino como, no futuro, a história contará toda essa podridão em que o maior bandido passou a vida fazendo bundalelê na cara do Brasil.
Queridos amigos leitores
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio
Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110
Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX
Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1
Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh
