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Sabotadores e especuladores se dizem preocupados com a possível harmonia entre governo Lula e Banco Central

Pelo jeito, essa mudança de comando do BC tirou o sossego dos vampiros da nação.

Com a saída do bolsonarista e sabotador Campos Neto, do Banco Central, Gabriel Galípolo, assumirá o comando da autarquia na quarta-feira.

Com medo dos deslocamentos das placas tectônicas que podem beneficiar a nossa economia, os abutres do mercado, prometem marcação homem e homem na relação entre Planalto e BC.
Segundo os sangue sugas, há uma série de dúvidas na relação de Lula com Galípolo.

O interessante que isso mostra como Campos Neto, indicado por Bolsonaro, operou contra o governo prejudicando o país e a sociedade brasileira.

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Política

Nem no sarcófago da direita tem alguma múmia para enfrentar Lula em 2026. Daí o desespero dos sheiks tropicais.

Depois de Temer e Bolsonaro, a direita afundou no próprio brejo.
Não há nome que arraste o combo de fascistas que ainda existe no país.

Só os diabos menores.

Isso está longe de arrebatar aquela fauna inteira que surpreendeu o pais. Pro mal, lógico.

A direita está cada dia mais murcha, varada e de cabeça pendida.
Não há nomes, não há nada. Ninguém para montar na garupa dos reacionários. Por isso, a direita não consegue produzir nada além das velhas picuinhas brejeiras.

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Mercado usa mulas sem cabeças e, no escuro das tocas, faz suas molecagens especulativas para criar pânico econômico no país..

O mundo do mercado, é como a rotação da terra que produz a noite. A noite produz o medo. O medo gera o sobrenatural.

Essas divindades que gente das XPs da vida chamam de “analistas”, sem dizer quem são, na verdade são demônios que tem origem comum nas trevas.

Mas quem é essa gente que arrasta consigo o mal contra o país?
São agiotas, rentistas, especuladores e numa fulgurante apoteose, os banqueiros.

Pior, usam a velha maldade da “previsão” que na imensa maioria dos casos só produz pesadelos e depois que nada fecha com a realidade, desaparecem como fantasmas nas primeiras horas do dia e vão pastar mansamente.

Todo o grande espetáculo que essa fauna inteira de sabotadores fabricaram na grande mídia ou nas mídias das próprias agencias de investimentos, contra o governo Lula, deu em nada, deu errado.

Venderam uma economia aprisionada em poças de lama, e o que se viu na realidade, é que a economia brasileira em 2024, produziu resultados extraordinários, no PIB, no desemprego, na queda da inflação e no equilíbrio fiscal, recorde de vendas, etc etc O oposto do que foi anunciado por essa corja de morcegos da nação.

Ainda assim, os sovacões das grotas hoje, estão anunciando novas hecatombes econômicas pra 2025, numa especie de funeral do Brasil.

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Política

“Orçamento secreto 2.0” visa devolver a extrema direita ao poder em 2026, alerta Glauber Braga

Deputado defende “total apoio” ao ministro Flávio Dino, do STF, no.

A recente decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino de suspender a liberação de emendas parlamentares por falta de transparência ganhou destaque nas análises políticas e provocou reações no Congresso Nacional. Em entrevista à TV 247 nesta segunda-feira (30), o deputado federal Glauber Braga (Psol-RJ) descreveu as práticas de liberação dessas emendas como um esquema que busca “capturar o orçamento público” e que, segundo ele, visa fortalecer o Centrão e a extrema direita para as eleições de 2026.

Falta de transparência e poder concentrado – O parlamentar defendeu que nenhuma emenda seja liberada sem atender aos requisitos de transparência, destacando a importância das decisões do ministro Flávio Dino. “Minha posição é de que nenhuma emenda seja liberada se não cumprir os requisitos de transparência”, afirmou Braga. Segundo ele, o bloqueio e as exigências de informações são passos necessários para frear os abusos.

O deputado criticou a concentração de poder nas mãos do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). “Presidente da Câmara autoritário não é novidade, mas com controle orçamentário de bilhões de reais e manipulando sua execução como faz Arthur Lira, não há precedente histórico. Isso tem que ser enfrentado agora”, afirmou.

A relação entre emendas e projetos de poder – Braga destacou ainda a relação direta entre a liberação de emendas e os resultados eleitorais, principalmente nas eleições municipais. Segundo ele, o esquema tem servido para alavancar candidaturas alinhadas ao Centrão e à extrema direita, com vistas às eleições gerais de 2026. “O Centrão, a extrema direita e a direita estão utilizando o orçamento público para dar manutenção aos seus projetos de poder. É exatamente esse esquema que eles tentam viabilizar para eleger parlamentares deste grupo e, por que não dizer, voltar a eleger um presidente de extrema direita”, declarou.

A decisão de Dino, que suspendeu a liberação de emendas que não haviam sido empenhadas até 23 de dezembro e flexibilizou o prazo para emendas da área de saúde, foi vista pelo deputado como um movimento essencial para expor o esquema. “Alguma decisão é melhor do que nenhuma. Isso dá uma demonstração para a Câmara, especialmente para o presidente Arthur Lira, de que ele não pode fazer o que quer, passando por cima das decisões do Supremo”, disse.

O peso político das emendas – Braga também chamou atenção para a desproporção entre o orçamento disponível para o Executivo investir em projetos estratégicos e os recursos alocados às emendas parlamentares, sem transparência. “O governo tem aproximadamente R$ 200 bilhões livres por ano para novos projetos. Já as emendas, que são controladas pela Câmara, representam cerca de R$ 50 bilhões. É inadmissível que um deputado tenha mais recursos à disposição do que um ministério inteiro”, criticou.

O parlamentar reforçou que o enfrentamento ao atual sistema de distribuição de emendas deve ser imediato. “Não dá para, depois, chorar o leite derramado. É preciso agir agora para impedir que o orçamento público continue sendo manipulado para fins eleitorais e autoritários”, concluiu.

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Economia

Banco Central é autônomo do Executivo, não da Constituição econômica, diz representante da banca que acionou o STF

Ao GGN, advogada explica ação no STF para fazer Copom considerar interesses econômicos da sociedade na definição da Selic; assista

O Banco Central é uma instituição autônoma dos interesses políticos do Poder Executivo, mas não é autônomo em relação à Constituição econômica, porque é um órgão de Estado e, como tal, deve obediência aos parâmetros constitucionais. Nesse sentido é que deve observar também os objetivos fundamentais da República brasileira, inclusive, o da redução da desigualdade e da erradicação da pobreza. Esses valores devem ser considerados na definição da taxa básica de juros (Selic) pelo Copom (Comitê de Política Monetária).

O entendimento acima é o ponto central da ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceitos Fundamentais) apresentada pelo partido PDT ao Supremo Tribunal Federal. Representante da banca que assina a ação – Walber Agra -, a advogado Nara Cysneiro falou com exclusividade ao GGN sobre a iniciativa que visa promover um debate institucional que reconheça a omissão do Banco Central em definir parâmetros transparentes e mais plurais do que apenas observar as expectativas do mercado financeiro na definição da Selic pelo Copom.

“Nosso propósito não é que o Judiciário se substitua à autoridade monetária. Nosso propósito é que o Judiciário promova o estabelecimento de critérios objetivos para que as decisões do Copom atendem à Constituição econômica. Não queremos que o STF passe a fixar a Selic. O que queremos é que o STF determine ao Banco Central que considere valores como, por exemplo, a manutenção de postos de trabalho como [valores] relevantes para a tomada de decisão”, disse Nara Cysneiro em entrevista ao jornalista Luis Nassif, na noite de quinta (26).

“Não tiramos nada disso da cartola, isso é parâmetro constitucional para qualquer órgão público. O Banco Central é autônomo do Poder Executivo, mas não é autônomo em relação à sociedade brasileira e à Constituição Federal. Ele ainda é órgão de Estado e, portanto, deve obediência às regras constitucionais“, acrescentou.

“O Boletim Focus reflete a expectativa de um mercado específico: ele representa a expectativa do mercado financeirizado, especulativo. Mas no plano mercadológico há ainda o mercado produtivo – indústria, comércio e setores produtivos – que sofrem com o aumento da taxa Selic. Quando falamos em parametrização dessa decisão, é claro que admitimos que tem de se levar em conta o mercado financeiro, que financia muitas atividades. Mas também é preciso levar em conta a expectativa de outros mercados econômicos brasileiros. Estamos falando de ‘retirar a exclusividade de expectativa’ e ampliar a margem de discussão sobre o quanto essa taxa deveria favorecer os objetivos que a Constituição”, defendeu Nara Cysneiro.

Na visão da representante da banca Walber Agra, “no processo de fixação da taxa básica de juros, é preciso que se considere – para além das expectativas do mercado financeiro – outras expectativas que estão no parâmetro constitucional. Estamos falando de estabilidade de postos de trabalho, de desenvolvimento industrial nacional;

*GGN

 

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Política

Mercado financeiro quer um Brasil exclusivo a seu modo e gosto

O mercado é como uma Taipan-costeira: a cobra capaz de liberar veneno para matar muitas pessoas de uma única vez.

É essa lógica capitalista, absolutamente selvagem, rastejante e peçonhenta, que está em guerra, não com Lula, mas com a sociedade brasileira, sobretudo as das camadas mais pobres da população.

Por isso quer moldar o figurino político de Lula para renegar os pobres e garantir os dividendos da criminosa especulação.

Lógico que se apresentam com perfumes vaporosos e linguajar “técnico” para cristalizar lucros fáceis no lombo da nação, defendendo arrochos e miséria em troca de “estabilidade fiscal”

Essa é a principal matéria cósmica das lendas do mercado.
Prometer o que tiver que prometer e jamais entregar a encomenda.

O esquecimento coletivo é praticamente uma regra nesse país. Só olhar o resultado concreto das privatizações das era Collor e FHC.

É deturpando e realidade que essa falange de vampiros suga o sangue do país direto nas artérias.

Esse clube dos bem nascidos vive nos intermúndios dos sonhos.

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A recuperação rápida de Lula no acidente doméstico, assanhou os Apolos mais raivosos da Faria Lima

Os Zeus do olimpo rentistas, gostaram da brincadeira de ver, temporariamente, Lula fora cadeira presidencial.

Mas Lula é osso duro de roer, é couraçado pela vida e por dois mandatos.

Assim, essa papa de ataques orquestrados pela Faria Lima, nem cosquinha fez, mas qualquer conselheiro com um mínimo de juízo deve ter dito a Lula para não dormir no poto que os fascistas estão alimentando um ódio eclético para lhe atacar por vários flancos.

Essas traças agiotas e rentistas, não querem saber de crescimento do PIB, redução de desemprego ou queda da inflação.

As pedras da catedral da especulações abem que do pescoço pra cima, para a barãozada endinheirada, tudo é canela. A semelhança dos ataques que Dilma sofreu quando foi golpeada, coloca-nos de orelha em pé e nos obriga a começar já agora uma mobilização contra os cartolas dos bastidores da Faria Lima.

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O advogado bufão que Daniel Silveira arrumou para se defender, vai lhe enfiar 100 anos de prisão.

Daniel Silveira tem um advogado bem estranho. Em vez de defender seu cliente, resolveu lacrar pra cima de Moraes.
Certamente esse advogado quer ver seu cliente como um chester empalhado.

Na sua engenhoca apresentada como defesa, o sujeito, certamente inspirado em Pablo Marçal, resolveu fazer recortes e ir para as redes fardado de imortal da ABL para corrigir, segundo o próprio, os supostos erros de português de Moraes.

Assim, ele defendia seu cliente das garras de um juiz com demonstração gráfica sofrível e arrebataria um rebanho inteiro de colegas em defesa da sua tese. É a própria revolução!

Com um escudo desses, Silveira não precisa de espada atravessada no próprio peito.

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Caso Lira: Para a extrema direita, o Brasil se restringe ao próprio bolso de seus parlamentares

O hábil manipulador Athur Lira, está enfiando seus comparsas, na maior roubada. Além de não conseguir nada sobre os 4,2 bi com Dino, ta levando pela proa um pente fino da PF que vai acabar em cadeia para todo mundo.

A glória de Lira vai ser a de fazer, ele e todos os seus cúmplices puxarem uma cana dura por corrupção com o orçamento público.

É esticar a corda da forca, num exemplo de auta-maldade e ainda levar pro purgatório seu bonde inteiro do orçamento secreto.

O sujeito, com suas asas de ganso, está dando de bandeja, o caminho do ouro que eles usaram como um malandro manco e amarrotado que sairá disso, com as orelhas murchas e um par de algemas.

A conferir

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Emendas: ‘Lira acha que pode tudo e agora está vendo que não pode’, diz Glauber Braga

“Vai ficar evidente é a priorização absoluta que ele (Lira) dá a seu projeto de poder em Alagoas”, diz Glauber.

Principal incentivador da ação que o PSOL encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) para cobrar transparência e rastreabilidade na liberação de emendas parlamentares, o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) avalia que não faz sentido a última argumentação que a Câmara enviou ao ministro Flávio Dino sobre o tema. A Casa informou a Dino que o ofício assinado por líderes partidários com indicações de R$ 4,2 bilhões em emendas de comissão seguiu orientação do governo Lula.

“Essa articulação é do próprio Lira, o esquema do orçamento secreto se fortalece com ele”, afirmou Glauber ao ICL Notícias. “É evidente que ele está querendo tirar o corpo fora e jogar toda a responsabilidade no governo. O Lira faz a chantagem e cobra solidariedade do governo. Utiliza esse pareceres que foram dados por órgãos governamentais como justificativa de que a liberação dos recursos de emenda de comissão do orçamento secreto 2.0 seriam legais e que essa interpretação não seria dele, mas de órgãos do Executivo”.

Em resposta ao ministro, a advocacia da Câmara disse que uma portaria publicada pelo Executivo permitia que líderes partidários se apresentassem como autores de indicações de emendas de comissão.

Para o psolista, a decisão de Lula de não recorrer da decisão de Flávio Dino, que travou o pagamento dessas emendas, é acertada.

“Lira imaginou que as 17 assinaturas no documento iriam coagir o ministro Flávio Dino. Não funcionou. Lira acha que pode tudo e agora está vendo que não pode”, acredita o deputado. “Ele está se enfraquecendo. As diferenças acumuladas se tornam agora mais evidentes quando vai se aproximando o fim da sua presidência na Câmara. Mas não nos enganemos: ele vai usar tudo que está à sua disposição pra manter poder e influência. A hora de colocar limites a sua atuação deletéria é agora”.

Projeto de poder de Lira
Apesar das reiteradas cobranças do ministro do STF, o presidente da Câmara resiste a dar informações sobre quais parlamentares pediram e receberam recursos de emendas.

Se as informações pedidas por Dino forem prestadas, o que virá à tona?

“O que vai ficar evidente na largada é a priorização absoluta que ele (Lira) dá ao seu projeto de poder em Alagoas e indicações inconfessáveis de utilização de verbas”, diz Glauber. “Combinado com isso vem um esquema de influência pra além do seu estado natal. Quer ver um exemplo? Dessa última lista do orçamento secreto o estado do Rio foi o segundo mais contemplado. De sete prefeituras listadas, cinco são do PL. Quem fez essas indicações? É essa resposta que está sendo cobrada pelo ministro Flávio Dino”.

*Chico Alves/ICL