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Candidatura de Flavio vive seus momentos finais

O troço desandou de vez. Os “criadores do bolsonarismo” estão de frente para um problema intransponível.

Os anjos bêbados, sobreviventes dessa hecatombe fascista, estão sob choque, não há retoques possíveis, tal a limpidez do rolo de corrupção envolvendo Flavio, Eduardo e o próprio Bolsonaro com o Banco Master, já que tudo começou no governo do Jair, e o resto da tropa dos Bolsonaro, não titubeou em puro jogo de interesses que, como diziam os filósofos gregos “uma mão lava a outra”.

Ninguém sabe mais que rumo tomar, o que falar, o que berrar, pior, não sabe sequer o que odiar. Está faltando um mínimo de algo que nunca houve no mundo bolsonarista, criatividade, do contrário, não viveriam do antipetismo e do antilulismo.

A fase agora é outra, o inimigo mora ao lado, a culpa é do aliado tal, que deu declarações críticas tanto à esbórnia de Flavio com o Banco Master, o filme trash de Bolsonaro e a produtora, que entornou ainda mais o caldo nessa meleca toda.

Para tentar se limpar diante dessa pocilga, Flavio resolveu se borrar da merda do Trump, oferecendo até as cuecas do Brasil para o patrocinador do genocídio de Israel em Gaza.

Esse é um ponto interessante, porque, na Marcha para Jesus, no palanque não tinha um santo, e Flavio, referendando o genocídio de Isael, sobretudo os assassinatos de crianças e bebês palestinos, mandou um, viva Israel!

O sujeito está naquela de, se ficar parado, afunda, se se mover, afunda ainda mais. Não há corda possível que o tire da areia movediça, enquanto seu partido, entre trairagens e patetices, consegue transformar a tragédia em divertimento para quem detesta essa sopa de espertos e seus interesses miúdos.

Não há saída para Jair, Flavio, Eduardo, Carluxo e cia,, vão todos para o buraco, já que o inferno político dessa falange, está dois andares acima. Eles se encontram numa cova muito mais profunda.


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Política

Com o derretimento de Flavio, o barata voa é de toda a direita

A direita é um troço só. Bolsonaro, portanto, é um verme saído das entranhas da direita, é a carranca do tribunal que virou o Brasil de cabeça para baixo, na tentativa de, na marra,  voltar ao poder.

O pensamento miúdo do bolsonarismo, do ponto de vista econômico, é o mesmo do posto Ipiranga de Bolsonaro, Paulo Guedes, tanto que coclocou 33 milhões de brasileiros na fila do osso, devolvendo-os a mais absoluta miséria, na famosa de redução do Estado.

Essa gente toda não tem ideia do que seja um país e não tem interesse em escaramuçar as questões que afligem o Brasil real, questões, diga-se de passagem, produzidas pela toxina neoliberal que sempre teve como objetivo reduzir o tamanho do bolso dos trabalhadores e excluir os miseráveis.

Essa gente, quando governou o Brasil por décadas, sempre utilizou o mesmo refrão, o de fazer o bolo crescer nas mãos dos milionários e dividi-lo depois da fornada.

Resultado. Isso jamais aconteceu. Porque é do próprio instinto selvagem do capitalismo buscar, inacreditavelmente, a pobreza para construir sua riqueza, seu acúmulo.

Diante disso, sobretudo após a priatatia tucana, a direita jamais voltou ao poder pelas regras democráticas. Teve que golpear Dilma Roussef, golpear e prender Lula para que dois ratos de esgoto, Temer e Bolsonaro, assumissem o poder e fizessem o trabalho sujo da banda podre das classes economicamente dominantes no Brasil.

Agora, o resultado está aí e, lógico, essa gente quer disvutir miudezas eleitorairas.

Bolsonaro não é uma caricatura da direita, na verdade, ele é o retrato fiel dessa política chucra que sempre permeou o universo reacionário por oportunismo vadio.

Isso fica escancarado, nesses momentos de catarse, porque não há nada e ninguém na direita brasileira para substituir o mais pilantra, o mais totalmente vigarista, o mais corrupto dos herdeiros do corrupto, Jair Bolsonaro.

Bolsonaro não é trouxa de entregar a rapadura nas mãos de gente que não tenha o seu sangue, que ele controle, como controla os filhos com mãos de ferro. Ele sabe que. se isso acontecer, sua degola é automática.

O problema da direita, então, não é o Bolsonaro, como gostam de mistificar a falência da direita, a direita puiu, evaporou por conta própria. Bolsonaro é somente o último dos restos mortais dos neoliberais tecnocratas, que fazem aquela conta tirando o lápis de trás da orelha como uma magnífica lista de custos em que, tudo o que for para o pobre, para o trablhador, é rabiscado no balcão.

Por isso, o universo político da direita está manco e amarratodo diante do tombo recente de Flavio Bolsonaro.

Não há discurso possível para tirar dos próprios fundilhos um candidato que o neoliberalismo pode cavalgar a pelo.

Trcísio, pintado com asas de ganso pela mídia de mercado, perdeu o prazo. E mesmo enfeitado para se vender como alternativa da direita para o governo de São Paulo, está perigando de tropicar e Haddad lhe tratorar.

Seja como for, o bafio que exala da campanha de Flavio seja o de corrupção,  envolverndo Vorcaro e o Master, somado ao entreguismo vira-lata para os EUA, que não para levar tranco da China na disputa pela hegemonia do mercado mundial, tem tudo para seguir a própria sentença natural dos vigaristas, vendilhões e trapaceiros, dividindo farelo com os bacorinhos que sobraram da suposta direita tradicional, como Caiado e Zema.

Fim, fora, fu! Inimigos do povo brasileiro.


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Política

Eduardo Bolsonaro confessa que, para agradar Trump, quer o fim do Pix e a entrega das terras raras brasileiras aos EUA

O exército de robôs nas redes em defesa de Flavio Bolsonaro sobre o fim do Pix e a entrega das terras raras brasileiras a Trump, terá que caricaturar uma saída ou um labririnto para desdizer o que disse o apito de cachorro da campanha de Flavio.

Inacreditavelmente, Eduardo Bolsonaro confessa, ao estilo “exame de consciência”, que seria bom para o Brasil que entregasse as terras raras e, junto, acabasse com o Pix e assumisse o que ele classifica como algo paralelo, um sistema americano para dar lucro à banqueirada Tio Sam.

Mais do que tudo, espanta o sujeito dizer isso sem corar a bochecha, o que deixa absolutamente claro que isso, às escondidas, já vem sendo nutrido nessa relação promíscua entre Flavio, Eduardo, com Marco Rubio e Trump.

Só faltou dizer uma coisa, o que Eduardo o tempo todo, praticou quando seu pai foi presidente, que é se distanciar comercial e diplomaticamente da China para se submeter às ordens de Whasington, coisa que, aliás, Flavio repete em 2026, dizendo que entegaria as terras raras brasileiras ao governo Trump para dar uma vantagem aos EUA em relação à China.

O troço chegou a um nível tal de vulgaridade como estratégia política, na tentativa de produzir influência inimaginável de Trump, a favor de Flavio, na eleição brasileira.

O fato é que a declaração de Flavio nesta quarta (3) está sendo considerada por analistas políticos como o último prego  no caixão da candidatura de Flavio.

Não só isso, Flavio está sendo trocado por Michelle até em podcasts de mercenários bolsonaristas, o que certamente rflete o que rola  nos bastidores em torno da campanha de Flavio.

O ponto é o mesmo, o sobrenome de Michelle (Bolsonaro). Ou seja, a coisa sai da subintenção para a estratégia concreta de sobrevivência do clã.

Nnguém pode afirmar que é cedo, para o animal que comanda a tropa, tirar o filho e colocar a esposa, já que não tem outro filho para colocar no lugar.

Não é a glória, mas é o que Bolsonaro tem para fixar seu nome como líder da direita, independente de vencer ou não as eleições.

A verdade é que a candidtura de Flavio, babou. Não tem autoridade sequer para acessório de Bolsonaro entre os pares, que fará para o povo brasileiro.

Pior, ao invés de se desinfetar e infetar o próprio PL, Flavio, tudo indica, terá tsunamis ainda maiores contra si, vindo de Vorcaro ou coisa que o valha.

Já no entreguismo com sua sabujice a Trump, Eduardo entregou a rapadura, dizendo que o Brasil só ganharia se entregasse as terras raras aos EUA e desaparecesse com o Pix.


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Política

Por que Tarcísio de Freitas roeu a corda do bolsonarismo?

Uma aliança política pode se romper por vários motivos e ser desfeita por divergências estratégicas, disputa de espaço ou, como é nitidamente o caso de Tarcísio, mudanças no cenário político.

Nada descreve melhor o debacle do clã Bolsonaro, sobretudo a campanha de Flavio do que a desistência de Tarcísio com seu compromisso firmado diretamente com o chefe dessa falange multicriminosa.

Não é nada ligado à ética, mas sim à movimentação de bastidores da política que envolve complexas teias de interesses e o rompimento se dá rigorosamente na prática.

Na verdade, as revelações envolvendo o filme trash, Dark Horse, que abarca quatro personagens centrais, juntos e misturados, Flavio Bolsonaro, Mario Frias, Vorcaro e Karina da Gama, já é algo suficientemente pesado como fardo para ser carregado em praça pública.

Mas a coisa não para ai. tem um puchadinho de R$ 120 milhões que liga Karina a Ricardo Nunes que faz com que a coisa se torne nitroglicerina pura, principalmente porque a Polícia, comandada por Tarcísio, está indo direto na jugular do prefeito bolsonarista de São Paulo e, por osmose, chegando a Flavio e Mario Frias.

Claro, Tarcísio deve saber de coisas que explodirão que ainda não se sabe, o que se sabe é que, a reclamação de perseguição política alegada por Flavio Bolsonaro e Ricardo Nunes é direcionada a Tarcísio, porque os dois sabem que ele é o maestro dessa orquestra, não o governo federal.

A coisa então pode ter um desenho mais trágico do que se imagina, porque Tarcísio, que também recebeu um qualquer de R$ 2 milhões de Vorcaro, não dá um passo sequer para ir ao banheiro sem a autorização expressa e carimbada pelos caciques da Faria Lima.

As declarações de Tarcísio, de que Flavio tinha muito o que explicar sobre a relação promíscua com o dono do Banco Master e a que deu nesta terça (2), após o anúncio do governo Trump com mais tarifas contra o Brasil, merece nota e acende um alerta sobre os esgarçamento do bolsonarismo diante dos novos fatos.

Tarcísio foi enfático em se posicionar, de forma diametralmente oposta, ao que disse na época das primeiras sanções impostas por Trump com seu tarifaço contra o Brasil, em 2025.

Tarcísio, agora, pontuou críticas, dizendo ser completamente contraditório à nota do governo Trump em retaliação ao Brasil por fatos que os Estados Unidos é quem pratica.

Seja como for, está escancarado o rompimento de Tarcísio com o clã, buscando um afastamento gradual para evitar contaminação da sua imagem pelos escândalos financeiros que envolvem Flavio Bolsonaro.

Logicamente, Tarcísio diz que segue apoiando os Bolsonaro de olho no espólio de Jair.

Afinal, Tarcísio não tem votos, não tem vida própria, depende dos votos bolsonaristas. Em compensação, Flavio precisa do palanque paulista para manter alguma relevânvia na disputa nacional.

Tudo isso, junto, misturado e explodindo publicamente, pode ser uma boa notícia tanto para Lula quanto para Haddad, que disputa com Tarcísio o governo do estado de São Paulo.


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Brasil Mundo

O PCC que atormenta Trump, é o Partido Comunista Chinês

Os Estados Unidos são, disparado, o país que mais consome e comercializa drogas no mundo. Ou seja, o maior consumo absoluto e financeiro está justamente lá.

O país, presidido por Donald Trump, é o principal destino financeiro do narcotráfico global. Conforme dados compilados pelo Escritório das Nações Unidas sobre drogas e crime organizado, os EUA enfrentam uma grave crise de saúde pública.

O consumo de fentanil e outros sintéticos gera um mercado de bilhões de dólares e altos índices de overdose.

Os EUA são, historicamente, considerados o maior mercado consumidor de drogas ilícitas no mundo em valores econômicos e volume absluto. O país também lidera o comércio financeiro do narcotráfico pelo alto poder aquisitivo da população e pela forte demanda por opióides sintéticos, como fentanil e cocaína.

O cenário global do tráfico e consumo divide-se de forma específica entre consumo proporcional e comercialização e os EUA são o líder de todos esses quesitos.

Por isso, terceirizam a produção para o México e Colômbia e pulverizam a distribuição das drogas por todo o território norte-americano debaixo das barbas da CIA, do FBI, etc.

Se os EUA não conseguem resolver esse gigantesco comércio e consumo dentro do próprio território, como quer resolver essa questão em país alheio?

Aliás, essa é a principal crítica feita por especialistas em segurança pública e relações internacionais à política externa dos EUA.

É de fato uma estrondosa contradição entre suas ações internas e externas.

A tal guerra às drogas, que os americanos fantasiam, é uma balela estratégica para se meter em outros países, impondo sanções econômicas e classificando grupos estrangeiros como terroristas, como faz agora com o Brasil.

Na verdade, no caso brasileiro, além do olho gordo de Trump nas terras raras, na Amazônia, no petróleo e até mesmo na água, a China, a maior parceira comercial do Brasil, tendo o nosso país como principal destino de seus investimentos, que chegam a 10%, é o grande calcanhar de Aquiles dos EUA.

Pouco ou nada adianta Trump ficar nesse cerca frango para impedir a China de continuar a tratorar a economia americana, porque não tem capacidade nenhuma de disputar o mercado global com ela.

Os problemas são muitos e se acumulam e detonam o próprio mandato de Trump, que hoje vê a inflação americana crescer, a economia estagnar e, logicamente, sua rejeição explodir, tendo apenas 32% de aprovação.

Para os americanos, o demônio é muito mais feio que o próprio pinta.

Mas a coisa não para por aí, para Trump seguir tentando ficar de pé com o populismo que lhe é peculiar, sua situação política fica cada vez pior, sobretudo com o fracasso da política de tarifas, que não aterou em nada positivamente os números da economia americana, somado à humilhante derrota da bradada super potência para o Irã, tendo que sair do país persa com o rabo entre as pernas.

E se não pode militarmente com o Irã, que fará com a China.

Que fique claro que o problema de Trump não é o PCC brasileiro (Primeiro Comando da Capital), mas sim, o PCC chinês (Partido Comunista Chinês), que avança de forma cada vez mais acelerada em Inteligência Artificial, transição energética, semicondutores e domínio do mercado global de veículos elétricos, pressionando a liderança tecnológica de Washington.

Ou seja, não tem nada de Flavio, comparsa de narcomilicianos e outros bichos soltos com relações pesadas com o PCC nativo e com o Comando Vermelho.


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Política

A renúncia de Claudio Castro deixa Flavio Bolsonaro nu

Claudio Castro renuncia à disputa para o Senado por envolvimento com Vorcaro e obriga Flavio a fazer o mesmo

Apesar da pressão política, até o momento não há indicação de que Flávio Bolsonaro vá renunciar à própria candidatura ou abandonar seus planos eleitorais. O que existe é um temor interno no PL de contaminação política causada pela proximidade entre os casos.

Mas não há como negar que, nesse caso, Flavio Bolsonaro e Claudio Castro são irmãos siameses, pois têm como ponto de partida e de chegada o mesmo imbróglio do mesmo banqueiro do Master, Daniel Vorcaro.

Na verdade, os dois foram pegos em diálogo, em áudio de whatsapp com componentes absolutamente idênticos de relação de troca de favores e lavagem de dinheiro.

Agora é aguardar o resultado dessa renúncia de Claudio Castro na campanha de Flavio Bolsonaro, já que os dois guardam uma série de pontos comuns no caso do envolvimento com o dono do Banco Master.

A conferir.


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Política

Quem deu a Flavio Bolsonaro a ideia de jerico de tirar um bode da cartola?

Como fazer Flavio parar de sangrar? Perguntou o próprio a seus assessores de marketing.

Certamente, teve como resposta: nossas esperanças estão na Casa Branca. Feito.

Deu ruim.

Ruim pra caralho.

Não há precedentes de regresso moral, intelectual e de soberania tão extraordinário na história do Brasil como as ferramentas que calçaram o jumento.

Flavio poderia ter sido visto como alguém que tentou uma saída obsoleta como ação política para parar de cair nas pesquisas. Mas seu guia foi implacável. Vai beijar os pés de Trump. Assim, a derrota ficou garantida.

Flavio, que ousou infectar Trump com a doença bolsonarista, teve que encarar um micróbio ainda mais letal para sua campanha do que antes de se arvorar a se meter na Casa Branca como estudante em caravana colegial.

Pato, pateta, pachaca, pastel, paspalho!

O peso morto na geopolítica global, sem noção da verdadeira esfinge na teia universal em que Lula se transformou, para muitas sociedades e chefes de Estado, está longe da compreensão dessa choldra provinciana para se submeter a tal humilhação, tendo que ouvir Trump elogiando Lula.

Flavio saiu menor e pior do que entrou na Casa Banca. Sua campanha virou de vez terra arrasada, com recordes e mais frecordes de memes e publicações negativas nas redes e mesmo na grande mídia.

Deu tudo errado. Mas a previsão era outra, pois daria uma rentabilidade política para Flavio ultrapassar a nuvem carregada de raios, trovões e trombas d’água que vêm lhe caindo à cabeça desde aquele infame áudio em que cobra o complemento da grana acordada entre ele e Vorcaro, aquela de R$ 134 milhões.

Os fascistóides nativos mais pandêmicos, chegaram a ensaiar um coro prevendo um regresso vitorioso de Flavio. Mas murcharam as orelhas de todos os burros.

Quem organizou o pequinique de rapapés foi flagorosamente operador de uma tragédia criativa e a frustração dos que aqui, no Brasil, estavam batalhando para dar cor a essa palha diplomática, cairam num sono profundo depois do vexame.

Ou seja, o que é ruim, depois dessa realização dos cabeças de bagre, ficou ainda pior para Flavio.

Na verdade, aquela foto patética, no futuro, será emoldurada como a imagem de mais uma derrota do bolsonarismo em outubro próximo.


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Política

Tarcísio traiu Bolsonaro e assinou seu funeral político

Tarcísio é um dos políticos mais medíocres dos últimos tempos. Aliás, ninguém é ministro da Insfraestrutura do goveno Bolsonaro impunemente.

A mensagem que Tarcísio passa agora, numa declarada e inequívoca traição ao clã, vai lhe custar o túmulo político.

O bolsonarismo casca grossa, sobretudo as toupeiras do Ipiranga ,não perdoarão o traíra.

O mais irônico dessa história, é Tarcísio, somente agora, dizer que Flavio tem muito o que esclarecer sobre a montanha de dinheiro de sua lavanderia vinda dos cofres públicos via Banco Master.

Ou seja, Tarcísio está dando uma dupla marretada em seus mecenas políticos e financeiros. Não adianta vir com uma suposta apuração técnica em busca de esclarecer os R$ 2 milhões que recebeu de Vorcaro via Zetel. A fonte desse volume de dinheiro, que foi a maior doação que recebeu, vem do mesmíssimo esgoto, mesmo que tenha saído estritamente de contas supostamente legais e pessoais. É dinheiro desviado de fundos públicos.

Há outras questões que envolvem esse amor verdadeiro entre Tzarcísio e Vorcaro.

As denúncias que ligam as privatizações do governo Tarcísio com Daniel Vorcaro e Nelson Tanure (sócio oculto do Banco Master) é o principal ponto que o Ministério Público está investigando.

A acusação central é que o governo Tarcísio estrutou uma “complexa arquitetura financeira nas desestatizações para favorecer o ecossistema do Banco Master”

Trocando em miúdos, as conexões sobre investigação que ligam o leilão de estatais ao grupo financeiro, apontam para vários pontos dessa conexão de amigos.

Há um elo, principalmente com a privatização da Sabesp e são muitas as evidências de favorecimento nessa relação.

Dito isso,  o nome de Tarcísio está proibido nos bastidores da campanha de Flavio. A chamada ala ideológica do bolsonarismo acusa Tarcísio de largar a mão dos aliados do clã para tentar se blindar politicamente.

Enfim, o cenário é de guerra e as conexões financeiras que alimentam essa crise, revelam pontos extremamente explosivos nesse campo minado, porque Bolsonaro não deixará barato.

A conferir.


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Política

O avesso do avesso: O impacto da foto das três múmias, Flavio, Eduardo e Figueiredo, com Trump foi extremamente negativo

Independente da péssima repercussão, para Flavio, da entrevista de Valdemar da Costa Neto, na GloboNews, entregando a sua cabeça de na bandeja, quando afirma que Flavio visitou Vorcaro em prisão domiciliar, com tornozeleira, com tudo, e a operação da Polícia Federal na casa do ex-governadpr do Rio, Claudio Castro, por conta de suas ligações pesadas com Daniel Vorcaro, já que Flavio é um aliado histórico de Castro, a imagem de subserviência das três múmias, Eduardo, Flavio e Figueiredo, atrás de Trump. gerou uma avalanche de críticas fora do restrito curral do gado premiado.

Somente os muito fanáticos do farisaísmo bolsonarista e sua conhecida prepotência e limitação intelectual, promulgaram como sucesso aquela imagem, sem classificação, dos três representantes da direita brasileira atrás de Trump

Dito isso, em bom português, o impacto geral desse “encontro” foi considerado desastroso pela maioria dos analistas políticos que sentenciam como falha a tentativa de reverter a recente queda do senador miliciano nas pesquisas eleitorais.

O efeito positico foi praticamente nulo, tal o limite dessa aventura tosca, onde os três se colocaram em condição de inferioridade, de submissão humilhante e vexaminosa.

Os principais reflexos polícitos da agenda de Flavio nos EUA, deram-lhe de brinde uma imagem ainda mais negativa, fracassando a tentativa de abafar a crise do Banco Master em que o príncipe da mlícia apostou.

Sim,, o principal motivo da viagem era desviar a atenção do que envolve áudios vazados de Flavio com o banqueiro Daniel Vorcaro sobre o filme Dark Horse.

Analistas políticos apontam que a foto de Flavio com Trump não trouxe qualquer peso para anular o tranco das investigações contra Flavio.

Até Tarcísio de Freitas declarou publicamente que Flavio ainda precisa explicar muitas questões sobre o caso.

A queda nas pesquisas e a rejeição do mercado, seguem sendo o calcanhar de Aquiles do 01 do clã Bolsonaro.

O veredito de especialistas em marketing político, é que, isoladamente, uma foto curta na sala de Trump, além de não ter o poder de converter eleitores indecisos, funcionou para desgastar ainda mais a imagem de Flavio já deteriorada pelo escândalo e denúncias financeiras no Brasil que envolvem Flavio e o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro.


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Política

Tiro de misericórdia

Para muitos, a candidatura de Flavio Bolsonaro à Presidência da República foi reduzida a um meme depois da gargalhada coletiva ouvida em Brasília, como se fosse um gigantesco panelaço.

Enquanto Flavio foi aos EUA, numa busca desesperada por um apoio qualquer de Trump, mesmo num bilhetinho do tipo, não posso lhe atender, mas apoio você.

Valdemar da Costa Neto, presidente do partido de Flavio, entregou sua cabeça na bandeja com um tiro de misericórdia na testa em plena GloboNews, ao vivo e a cores, para o rigojizo dos que sempre souberam que esse engodo é um corrupto mentiroso desde que foi funcionário fantasma como “primeiro emprego”

Para quem não sabe, o filho mais velho de Jair Bolsonaro cursava faculdade e fazia estágio no Rio de Janeiro, mas ocupava emprego público em Brasília, no gabinete do PPB, partido pelo qual o pai era deputado.

A entrevista do presidente do PL, no programa Estúdio i, de Andreia Sadi, além de produzir um número sem fim de gargalhadas nas redes, gerou uma gigantesca crise política dentro do universo de apoio a Flavio ao desmentir, categoricamente, a versão do senador miliciano sobre o escândalo que envolve o rachadinha e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Nos bastidores, o episódio foi classificado como um verdadeiro tiro de misericórdia na narrativa de defesa do primogênito do Jair.

O tal papo de que Flavio teria ido à casa de Vorcaro, já caneludo eletrônico, pôr um ponto final e encerrar a relação, após descobrir as investigações e prisão domiciliar do agiota, foi praticamete estraçalhada por Valdemar da Costa Neto.

De cara, Andreia Sadi perguntou se Flavio foi mesmo à casa de Vorcaro cobrar o restante do dinheiro prometido, Valdemar foi suscinto, grosso, e disparou, “sim, ué. Fazer o quê?”.

O impacto na crise política que Flavio já vive, foi a de quem levou um soco que o nocauteou como remédio para seu enrolo, que produz quedas relevantes nas pesquisas após revelação do seu áudio a Vorcaro.

O fato é que Valdemar fez um estrago político ainda maior na imagem de Flavio, colocando em xeque, inclusive, a própria candidatura do infeliz e, a partir de então, não se fala de outra coisa no país que não seja esse quadro cômico de Valdemar na GloboNewss.

Um troço desse não tem volta. Não há como reverter uma fratura dessa dimensão em que Flavio se encontra com credibilidade zero, após ter sido desmentido publicamente pelo presidente do seu partido. Assim, Flavio perde qualquer sustentação na opinião pública e o isolamento político e eleitoral, que já ocorria com a queda nas pesquisas, rachou ainda mais sua já espatifada campanha.


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