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Qual o espanto da foto de Flavio com o sicário de Vorcaro se o senador condecorou Adriano da Nóbrega na cadeia?

Escândalo não é Flavio posar em foto ao lado do sicário de Daniel Vorcaro, mas por ser um peão da entrada do crime organizado na política carioca e poder disputar a cadeira da Presidência da República.

Flavio Bolsonaro herdou de seu pai todo o sistema de peculato e formação de quadrilha, tendo, inclusive, Queiroz como gerente, assim como seu pai. O histórico de Queiroz está aí em qualquer Google da vida.

Não foi esse mesmo Flavio que, como deputado estadual, não só empregou a mãe e a ex-mulher de Adriano da Nóbrega, mas também deu a ele a Medalha Tiradentes, a maior honraria do estado do Rio de Janeiro. Detalhe, dentro da cadeia, por ser um matador de aluguel.

Há inúmeras fotos de Flavio com os irmãos Brazão, mandantes do assassinato de Marielle Franco, pelo vizinho de Bolsonaro, Ronnie Lessa, colega de Bope de Adriano da Nóbrega e seu comparsa no escritório do crime.

Mas issso está longe de estabelecer o perfil do sujeito. Sua relação com Rodrigo Bacellar e TH Joias, que se encontram presos por relação com o crime organizado, fato amplamente divulgado.

Sem falar que Flavio mandava e desmandava na cúpula governamental e no próprio Claudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro. Quantos da cúpula do governo Claudio Castro estão na cadeia e quando o próprio terá o mesmo destino?

Flavio nunca se importou em fazer fotos ao lado de bandidos, até porque ao seu redor está repleto deles, coisa que Brasil todo sabe. Assim como assumiu o papel de corrupto osentação, exibindo mansões que compra como quem compra um picolé através de seus esquemas milionários de corrupção.

Sejamos francos, essa foto só complementa a percepção da gravidade de um sujeito, com esse porfolio, candidatar-se ao cargo mais importante do país.


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O clima esquentou e o tempo fechou para Flavio Bolsonaro; o jogo mudou, é o fim da política feita pelo Whatsapp

O clima mudou e mudou rápido na campanha de Flavio Bolsonaro depois do caso Vorcaro mais o filme Dark Horse. Pelo jeito, não há como apagar esse incêndio.

A chapa esquentou muito de lá para cá. Não há extintor de icêndio capaz de apagar o que está escrito sobre o caso Vorcaro. Flavio está falando como papagaio, mas, na prática, o que isso muda? Coisa nenhuma.

Na verdade, há também uma ccrise interna na comunicação, além de disputa por protagonismo e baixas na equipe. O marqueteiro digital, Fernando Pessoa, está às turras com publicitários novos.

Um dos principais estrategistas de mídias sociais, abandonou a campanha. Está cada vez mais difícil replicar aquele fenômeno mecânico do bolsonarismo promocional de parte da mídia nas redes que alavancou o mito do mito.

O tabuleiro de xadrez está turvo para Flavio. A peça de ficção do filho de Bolsonaro “moderado”, foi para as picas, capturada pela avalanche que entrou no lugar de Flavio no placar do jogo.

Com novas regras, depois do Flavio Master, além de indeciso, perdeu o discurso e as pesquisas mostram cada vez mais Lula na frente e Flavio mais atrás..

Sua campanha não tem só rachaduras, está desmoronando e virando um pardieiro. O que está em jogo é mais do que uma disputa eleitoral, mas a própria existência do bolsonarismo na política brasileira.

Dependendo do tamanho da vitória de Lula, o bolsonarismo será varrido da vida brasileira, com Whatsapp, com tudo.

A cada vídeo que Flavio faz, mais desespero ele escancara. O que parece é que não está preocupado em tirar o pai da forca, mas do próprio pescoço, por conta do que disse Merval Pereira a respeito do seu comando no crime organizado que tomou conta da política carioca.

O PT trocou de estratégia, saiu do modo defensivo e entrou no modo ataque, Flavio sentiu, e não foi pouco. Daí o barata voa de sua campanha.

Agora, o sobrenome de Flavio não é mais Bolsonaro, é escândalo financeiro ou Flavio corrupto para os mais impacientes, dois termos que caíram como luva na imagem já apodrecida do primogênito do clã.

Não é mais o mercado que dita as regras, quem dita é a PF mais o Intercept. Todos jogando no modo hard contra a campanha de Flavio.

Cada vez mais gente está apostando que Flavio jogará a toalha antes mesmi do início da campanha oficial.


Apoie o Antropofagista. Aqui a gente explica o jogo novo antes do debate coeçar.

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O espólio que o clã Bolsonaro não aceita perder, é o da corrupção

O ex-aliado de Flavio, o deputado Julian Lemos, não disse qualquer novidade. Qualquer pateta, aqui no Brasil, por mais boboca que seja, a essa altura do campeonaro, sabe que a família Bolsonaro é um clã de criminosos e que a corrupção é seu maior ativo.

Flavio, no seu anima gado, faz a propaganda que, se vencer a eleição, soltará seu pai que, convenhamos, já está em regime de liberdade domiciliar.

Ou seja, não há motivos para dizer que libertará quem de fato já está liberto num luxuoso e requintado castelo com todas as mordomias que um rei opulento pode gozar.

Dito isso, pode-se afirmar e provar pela quandidade de bens, incluindo muitas mansões, que o forte do clã é justamente seu esquema pesado de corrupção, que multiplicou por mil suas ações com um sistema montado durante o governo de Jair Bolsonaro que deu para acumular riqueza e levar vida de faraó para mais de vinte encarnações.

Essa turma sempre apronta gritaria para produzir fumaça. E não é exatamente isso que Flavio está tentando, com seu cinismo herdado do pai, pego com a boca na botija no esquema que envolve Vorcaro, do Banco Master, ex-banco Máximo?

Esse banco, que se transformou em Master porque é sinônimo de corrupção do governo Jair Bolsonaro.

Pois sim, o clã nada mais é do que um ajntamento de herdeiros do espólio da mais alta corrupção da história da República.

É isso que o clã não aceita perder.

L[ogico que o sobrenome ajuda a elegerr, mas o principal espólio é outro, é dinheiro em espécie. Como o próprio Bolsonaro disse, numa caixa de sapato, E é com esse mesmo dinheiro que o banditiso adquiriu tantos imóveis, sendo a maioria de mansões luxusas, vide as mansões cinematográficas de Flavioem Brasília e em Angra dos Reis.

O mais irônico é que, acusado de genocídio por covid, Bolsonaro afirmava que poderiam dizer tudo dele, menos que é corrupto.

Na verdade, a história é o opsto do que ele afirma, o genocídio foi provocado por esquema de corrupção na compra da vacina, como provou a CPI do genocídio no caso da Covaxin, majorada em 50% para ser repassado ao clã, vacina por vacina.

Como o escândalo ganhou muitos ecos, os bandidos tiveram que abortar o esquema, porque não tinha mais como esconder.

Hoje a pesquisa Genial/Quest, mostra que boa parte da sociedade que não sabia disso, hoje já sabe através dos esquemas de Flavio que são a extensão do próprio esquema do pai.

Por isso Lula, nas pesquisas, aparece mais forte e, Flavio, mais fraco.

O “mito’, a “perseguição política”, e a “guerra cultural” que mobilizaram sua base, inclusive arrecadando milhões por Pix, não mobiliza mais. Essa é a fotografia da pesquisa Genial/Quaest, porque muito mais gente, num processo crescente, já entendeu que o espólio que o clã não aceita dividir é do seu maior tesouro, o da corrupção, que rendeu ao clã muitas centenas de milhões, como afirma o deputa e ex-aliado de Flavio, Julian Lemos.


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Novo lançamento do kit irmãozão entre Vorcaro e Flavio Bolsonaro tem até sniper além de milícia

Matador de longo alcance, ou seja, a milícia de Vorcaro tinha até sniper. É ou não irmãozão de Flavio?

Põe irmãozão nisso!

Milícia com sniper lembra o ex-Bope, Adriano da Nóbrega, condecorado por Flavio na cadeia com medalha de Tiradentes, por comandar o escritório do crime e seu patrãozão da milícia em Rio das Pedras e Muzema.

Sim, existem laços afetivos entre os dois, a mãe e esposa de Adriano estavam lotadas como fantasmas no gabinete do então deputado estadual, Flavio Bolsonaro.

O sniper é a versão física do cancelamento de quem cruza na frente dessa gente. Detalhe, sem direito à resposta. Pior, é coisa de longo alcance.

Trocando em miúdos, o lema era, aqui a gente mira na informação antes que ela mire em você. Nada mais bolsonarista do que isso.

É um pacote completo, compra-se um banqueiro esperto do Master e já vem acoplado a ele uma milícia e um sniper.

Toda essa ingênua afinidade entre os irmãozões de R$ 134 milhões é de fazer inveja em qualquer bandido que está em cadeia de segurança máxima.

Não é o caso de Flavio, ainda, mas convenhamos, o sujeito tem cacife para tanto, não só ele, claro, mas o sacroclã inteiro. Pai, madastra e pupilos são, por si só, um prêmio de loteria no mundo paralelo.

E assim, os exercícios dos nossos pensamentos nos levam à obviedade nesse pacto de sangue entre Flavio e Vorcaro. E o sujeito ainda tem o descaramento de posar de vítima de Moraes.

Uma amizade que sempre foi planejada e que se transformou num negócio sustentável, com o Master irrigando a amizade para pagar os favores que Vorcaro obteve durante o governo Bolsonaro.


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Afundado em escândalos diários e descrença de aliados, Flavio Bolsonaro usa a proibição de Moraes de visitar o pai para produzir catarse da censura da cartinha

Flavio não está atolado numa areia movediça, o problema de atolamento não é a areia, é que a cada escândalo novo, é um balde de cimento que joga sobre si e sua campanha.

Aliado que vê cimento vindo, e virá muito mais, corre para não respingar nele.

É fato que, quanto mais o sujeito se rebate para explicar, mais afunda. Flavio é uma caixa de escândalos, e não de hoje, muitos deles como a rachadinha, têm nomes mimosos, mas suas mansões, as explicações não dadas, que havia prometido da parceria com o irmãozão Vorcaro de R$ 134 milhões, seguem mudas quase 40 dias além da data estabelecida pelo próprio para explicar o inexplicável.

Sem falar de viver como um político no modo, deixa eu explicar, desde sempre, Flavio tenta gritar junto com seus críticos, utilizando a proibição por Moraes das visitas a seu pai em função de sua campanha  antecipada via cartinha, fazendo com que o papai golpista asrrumasse um jeito de furar a ordem do STF de não estabelecer qualquer tipo de comunicação de dentro de sua invejável mansão luxuosa na sua suposta prisão do,iciliar..

Será que ninguém avisa a Flavio que ele está num buraco sem colete salva-vidas e não tem como sair?

Usando o clássico, me proibem, logo existo, e a portaria da casa vira palanque com edição de, não posso visitar meu pai.

Flavio segue a condição que muda seu status de senador para candidato genérico à Presidência da República, que depende da cartinha do papai para fazer campanha antencipada, e a proibição de Moraes vira combustível na esperança de produzir engajamento como o “não pode”, com argumento jurídico emocional e de marketing.

Na vitimização, Flavio tenta usar o não judicial em sim eleitoral. O que ele quer é transformar a decisão técnica de Moraes em novela trash.

Lógico, a comparação do pai com Lula não sai do roteiro, tentando criar um duelo de narrativas em que Lula, preso, sem qualquer prova de crime, tinha regalias dentro da prisão na PF em curitiba. Já o papai, com planos de golpe de Estado, assassinatos de Moraes, Lula e Alckmin e atos terroristas como o caminhão de combustível com bomba no aeroporto de Brasília, são coisas de pouca monta, do ponto de vista criminal.

Detalhe, tudo absolutamente comprovado, que desembocou no 8 de janeiro de 2023.

O fato é que Flavio está cada dia mais asfixiado pella quantidade de cimento que jogou sobre si e muitos, inclusive aliados, dizem que isso é apenas um aterro de concreto e que o pior sobre os escândalos de Flavio que ainda virão, dão conta de material para erguer um arranha-céu.

Assim, sua pífia interpretação de filho sensível contra a censura do pai imposta pelo StF, Flavio jura que essa charanga melodramática pode ser o ponto da sua virada de chave.


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Pode isso, Arnaldo?: De Bic na mão, Bolsonaro escreve cartinha Para o JN digital ler para o gado premiado

Bolsonaro escreveu, Flavio leu.

Isso é o mesmo que estar com o celular dando as cartas para a campanha do seu primogênito, de dentro de sua prisão fofa em seu spá de luxo particular, com direito à piscina, churrascada e outras coisitas mais, além da visita constante da campanha de Flavio e suas confabulações constantes com Michelle.

Qual outro condenado nesse país tem essa regalia, de ir, vir, voar e voltar?

As cartinhas que Bolsonaro anda escrevendo não são meros papéis, mas sim legendas em cadeia, lidas em horário nobre pelo irmãozão de Vorcaro, Flávio Bolsonaro.

Essa é a verdeira cadeia que Bolsonaro está, cadeia nacional. Agora, é o JN das redes com a mesma caneta de sempre e menos gravatas.

Na verdade, Bolsonaro escreve no comforto de seu pijama em papel pautado para pautar a estratégia de sua campanha via Flavio. A edição é feita em sua luxuosa mansão. E ainda tem gente que acredita que ele está preso.

Na realidade, suas cartinhas são verdadeiros twitters disfarçados de papel, no rodapé vai um “apoie o bolsonarismo”, “apoie Flavio”. Nem precisa ler a cartinha, basta fingir que leu e repassar o ramerrão em forma de artigo fascista.

Com isso, Bolsonaro acaba fazendo de sua prisão uma charge do próprio sistema de justiça. Nela, para variar, diz-se perseguido, carregando as tintas no vitimismo vigarista e fazendo os celulares vibrarem em todo o cenário bolsonarista como um aviãozinho de papel digital para acertar direto na timeline do adversário, no caso, Lula.

O fato é que a cartinha fofa tem alcance nacional, a autoria na base do, “sem querer”, é de um suposto presidiário com o velho drama, agora, com mais aerodinâmica.

Missão que deveria ter sido abortada já na saída, mas chegou ao seu destino final, mesmo que na caixa do spam. Assim, o aviãozinho pousa tranquilo para promover a campanha do pelelequeiro 01 com o carimbo oficial do genocida a partir do grupo da família.

Então, fica a pergunta, pode isso, Arnaldo?


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Campanha de Flavio, entre raios e trovões e muitos palavrões, entra em modo desespero pós-Datafolha

A mais recente pesquisa Datafolha provocou um rodamoinho na campanha de Flavio Bolsonaro logo após o 01 do clã dar de cara na porta na tentativa frustrada de usar a Representação Comercial dos Estados Unidos (USTR) para fazer política.

Flavio foi exemplarmente desautorizado pelos americanos.

A repercussão no Brasil foi imediata e a Faria Lima reagiu mal e deu um corrupio infrene contra seu pupilo, dizendo que a viagem de Flavio aos EUA foi inóqua, infalivelmente brochante.

Em seguida, pesquisa espontânea do Datafolha se transformou em tiro de canhão para a campanha de Flavio, porque Lula aparece seis pontos na frente em São Paulo, estado onde, na eleição de 2022, Bolsonaro teve 10 pontos a mais que Lula.

Bastou isso para pipocar furdunço, do Oiapoque ao Chuí, entre os correligionários de Flavio. E quando todos pensavam que a palha recolhida, que provocou o incêndio havia acabado, Eduardo Bolsonaro fez questão de gravar vídeo para mostrar, em alto e bom som, o suplício da candidatura do irmão a essa altura do campeonato, levantando ainda mais poeira e folhas secas em seu contra-ataque a Zé Trovão que, num claro rompimento com o clã, chamou Jair Bolsonaro de covarde.

Eduardo, com aquele preparo emocional que o pai lhe deu, vomitou o que lhe deu na cruzeta, xingando Zé Trovão com vários palavrões, ameaçando o chapelão de revelar à sociedade o lado oculto e sombrio do ex-aliado ou aliado às avessas.

Seja como for, o bicho pegou e os roletes de fumo que Flavio está levando nas pesquisas parece mesmo que fizeram o ânimo da bolsonarada desabar e o cheiro e enxofre se espalhar.


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Comparsa de Flávio Bolsonaro, Chiquinho Brazão, condenado como mandante do assassinato de Marielle Franco, volta a ser alvo de nova operação da Polícia Federal.

A Polícia Federal deflagrou mais uma operação envolvendo o grupo político de Chiquinho Brazão, apontado pelas investigações como um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O novo desdobramento reforça que o caso está longe de se encerrar e continua revelando conexões, interesses e estruturas de poder que atuaram nas sombras por anos.

Brazão não é um personagem qualquer da política fluminense. Durante anos, transitou com desenvoltura pelos corredores do poder, acumulando influência e cultivando relações com figuras importantes da direita carioca. Entre elas, destaca-se a proximidade política com Flávio Bolsonaro, registrada em diversos momentos da trajetória pública de ambos.

Enquanto aliados do bolsonarismo tentam minimizar ou apagar essas relações, os fatos permanecem. Chiquinho Brazão foi uma figura integrada ao mesmo ambiente político que ajudou a sustentar o projeto de poder da família Bolsonaro no Rio de Janeiro. A insistência em tratar essas conexões como meras coincidências revela mais sobre quem tenta reescrever a história do que sobre a realidade dos acontecimentos.

A nova operação da Polícia Federal demonstra que as investigações continuam avançando e alcançando novos elementos relacionados ao grupo de Brazão. Cada etapa reforça a gravidade de um crime que chocou o Brasil e ganhou repercussão internacional: a execução de uma parlamentar eleita, crítica das milícias e defensora dos direitos humanos.

Mais de oito anos após o assassinato de Marielle, a sociedade brasileira continua exigindo respostas completas. Não basta identificar os executores; é necessário desmontar toda a engrenagem política, econômica e criminosa que permitiu que o crime fosse planejado e executado.

A cada nova operação, fica evidente que o caso Marielle não é apenas uma investigação criminal. Trata-se de um retrato da promiscuidade entre setores da política e estruturas criminosas que, durante décadas, encontraram espaço para prosperar no Rio de Janeiro. E é justamente por isso que as apurações precisam seguir até o fim, independentemente dos nomes e sobrenomes envolvidos.


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Cadê as explicações de Flavio sobre a lavagem de dinheiro de R$ 134 milhões de Vorcaro para o filme Dark Horse?

Flavio Bolsonaro garantiu que colocaria tudo em pratos limpos, em 30 dias, sobre o dinheiro recebido de Daniel Vorcaro. Tudo esclarecido, tudo explicado, tudo transparente. Pelo menos era essa a promessa. Passaram-se 60 dias, e nada. O senador, adoorado pela milícia carioca, colocou uma fita crepe na boca. Mas existe um pequeno detalhe capaz de transformar toda essa disposição em constrangimento instantâneo, basta alguém pronunciar as palavras “Dark Horse”.

É curioso. Quem vive exigindo explicações, investigações e transparência dos adversários parece considerar esses princípios comicamente imperaticos quando o assunto se aproxima do próprio círculo. Nesse caso, a transparência vira neblina, a objetividade vira silêncio e as respostas entram em programa de proteção à testemunha.

A Dark Horse parece ter se tornado o Voldemort da política bolsonarista, fazendo Flavio virar escravo do seu silêncio sobre essa escancarada lavagem de dinheiro. O assunto que não deve ser nomeado. Quanto menos se fala, acreditam alguns, menos as pessoas perguntam. O problema é que a realidade costuma ser teimosa e não desaparece por decreto, postagem em rede social ou mudança de assunto.

Se tudo está tão claro quanto foi prometido, seria razoável imaginar que responder perguntas fosse a parte mais fácil da história. No entanto, a cada nova oportunidade de esclarecer os fatos, surge uma habilidade impressionante para contornar o tema, mudar o foco ou simplesmente agir como se nenhum crime tivesse sido cometido pelo vigarista.

No fim, a situação produz uma ironia difícil de ignorar. O mesmo grupo político que passou anos transformando a palavra “transparência” em arma de combate parece enfrentar enorme dificuldade quando a transparência bate à sua própria porta. E quanto mais Flávio evita a Dark Horse, mais fortalece a suspeita de que o verdadeiro problema não está nas perguntas que lhe fazem, mas nas respostas que ele prefere não dar.

Ou seja, Dark Horse virou o fantasma do azarão para o “esperto”.

O filme que prometia fantasiar a história de Bolsonaro, virou uma fantasmagórica comédia de Flavio Bolsonaro.


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Vem aí mais um vídeo das pelelequices de Flávio Bolsonaro que está deixando seus aliados de cabelo em pé

Aliados o procuraram mais uma vez para saber se existia a possibilidade de surgirem imagens dele em uma suposta festa promovida por Vorcaro com a presença de mulheres

Enquanto o cínico, vigarista tenta, nos EUA, rifar o Brasil para depois das eleições, aqui na terrinha, O Globo, através de Merval Pereira e Bela Megale, anuncia duas bombas em sua campanha.

Merval afirma que boa parte da direita está tirando o apoio a Flavio de forma incondicional. Já Bela Megale afirma que aliados próximos de Flavio estão aterrorizados com a possibilidade da divulgação de um vídeo em que Flavio participa de uma festa nada ortodoxa, ao estilo das suas outras pelelequices, como as que Vorcaro patrocinou com modelos internacionais nuas, usando somente um capacete e, outra festa que, depois de um acordo, foi “desmentida” pela trans de direita que havia reafirmado que Flavio, num bacanal, quis ficar com ela, que se negou, e ele ficou com sua amiga, também trans.

O fato é que esse tal vídeo de Flavio já está sendo tratado como urgência das urgências com uma versão qualquer que alivie o pelelequeiro compulsivo do clã Bolsonaro.

A coisa viralizou pela web em miniutos, transformando Flavio numa figura ainda mais tóxica para a direita.


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