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A maldição da direita

Em resumo, o pensamento da direita foi para o espaço.
A Faria Lima que o diga quando apoiou em massa a reeleição de Bolsonaro.

Em linhas gerais, Pablo Marçal é consequência disso. Um discurso fascista entremeado de reacionarismo rococó.

A direita clássica apostou no caos quando Aécio perdeu para a Dilma e, em seguida, operou o golpe contra a primeira mulher presidente do Brasil. A direita nativa, agora, não tem salvação.

Terá que fazer tudo diferente do que fez, o que acabou levando Bolsonaro ao poder. O baixo clero antropofágico comeu, numa só dentada, o PSDB e o DEM. Os dois partidos de direita mais tradicionais tiveram morte fulminante com a chegada do bolsonarismo

A direita não tem mais nada, ela terá que inventar um talento próprio, mas não tem sequer quadros mínimos para tanto. Bolsonaro, vai amargar uma longa temporada na cadeia e sobrará o resto do seu resto, Pablo Marçal.

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Por que Bolsonaro, depois de cometer tantos crimes, ainda não foi preso?

Falando em bom Bolsonês, Bolsonaro, até aqui, recebeu zero punição por uma interminável fileira de crimes de toda ordem.

Pode-se afirmar, sem medo de errar, que, pela quantidade, variedade e letalidade de seus crimes, Bolsonaro é o maior delinquente da história do Brasil.

Um sujeito que exalta um criminoso como Brilhante Ustra, dentro do parlamento, em solenidade oficial, é tão ou mais monstro do que ele.

A primeira coisa que deve ser lembrada, é que a vítima primeira da delinquência psicopata de Bolsonaro, foram as Forças Armadas, mais precisamente, o Exército, do qual foi sumariamente expulso por terrorismo com bombas nos quartéis e um plano de explodir a barragem do Guandu e carregando em sua ficha crime a maior desonra que um soldado pode receber do comando das Forças Armadas.

Ou seja, jamais Bolsonaro poderia ter se candidatado a qualquer cargo eletivo, mas foi eleito inúmeras vezes e se manteve nos parlamentos durante 28 anos defendendo ditadores, torturadores, pedófilos e outros excrementos da ditadura militar.

O fato é que, na maior fraude eleitoral da história em que o então juiz Sergio Moro combina com Bolsonaro a condenação e prisão de Lula para ser presidente e Moro ministro ou jamais seria presidente, pois perderia para Lula já no primeiro turno em 2018, como apontavam as pesquisas.

Como presidente, comandou, de dentro do Palácio do Planalto, o dia do fogo, o que assombrou o mundo. Distribuiu e fomentou toda a forma de racismo contra negros e índios sem ser incomodado pela justiça, esta nunca incomodou Bolsonaro.

A quantidade de imóveis que ele adquiriu num meteoro enriquecimento, totalmente incompatível com sua renda, dá a medida de sua atuação como parlamentar do baixo clero.

Bolsonaro fez discurso violento ao dizer “bandido bom é bandido morto”

Salta aos olhos a quantidade de mansões cinematográficas que Bolsonaro adquiriu, sem falar do que não veio a público, que conseguiu esconder.

Soma a isso um governo corrupto de cabo a rabo, nenhum ministério se salvou, mas o ato todos sabem, foi o do Meio Ambiente com Ricardo Salles; o da Educação, Milton Ribeiro; o Ministério da Saúde com general Pazuello.

Para piorar, não comprou a vacina contra a covid-19a tempo de evitar a pandemia que, segundo a CPI do genocídio, o clã receberia por fora US$ 1,00 dos milhões de vacinas que deveriam ser compradas e ainda estimulou a contaminação, propagando a mentira da imunidade de rebanho, junto com a Ivermectina e a Cloroquina.

Sua campanha para a reeleição foi toda criminosa, com caixa 2, orçamento secreto e outras práticas criminosas, como a de usar, no Nordeste, a PRF para impedir eleitores de Lula de votar, sem falar nos crimes de convocar embaixadores para uma reunião para afirmar que, no Brasil, as eleições eram fraudadas.

Logo em seguida, veio à tona o roubo das joias, que dispensa comentários.

Ainda inclui-se aí o 8 de janeiro e o atentado a bomba em um caminhão, em Brasília, com a intenção de explodir o aeroporto.

Agora, os incêndios Brasil afora que, todos sabem, tem a mão de Bolsonaro.

Depois desses incêndios, fica a pergunta, o que vem agora,  Bolsonaro segue livre, leve e solto? Isso acontece, apesar da queda de sua força política.

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Em ataque canalha a Boulos, Folha dá aula de fascismo

Uma das piores formas de instrumentalizar a sociedade é aquela que executa sumariamente quem a mídia trata como inimigo pessoal. Assim, impõe sua influência especificamente as classes médias.

Ou seja, escrevem textos quase à capela através de um pensamento rigorosamente tirado do estatuto do fascismo.

Num primeiro momento, tratam todos como iguais para dar uma falsa ideia de isonomia, mas tudo não passa de técnica de persuasão orquestrada, já que, lentamente, vão se modificando, censurando, atacando com pequenas elevações de tom todos os dias.

O que a Folha fez com Boulos hoje foi mais do que partidarizar a história, tratando-o como um bandido repleto de crimes quando, na verdade, o objetivo é a criminalização do MTST, através de Boulos, sem apresentar qualquer comparação entre as duas realidades que gritam em São Paulo, a primeira, todos costumam dizer que é a locomotiva do capitalismo brasileiro e, por isso, a cidade mais rica e potente da América Latina.

No entanto, numa brutal contradição, faz de conta que não sabe que é também a cidade com a maior quantidade de moradores de rua e miseráveis, dividindo espaço, muitas vezes através das formas mais vis, no sentido desumano, na mesma metrópole que se encontra a fina flor da reacionária elite brasileira, a chamada Faria Lima.

Mas canalha e fascista como é, mostrando que quer Boulos longe da prefeitura de São Paulo, por ter liderado o movimento e suas ações, a Folha faz seu jogo baixo, o que já pratica há décadas a fio, que é o fomento ao ódio contra os mais pobres, tratando uma liderança séria como Boulos, como se fosse um bandido, só por ter lutado junto com os degradados, os segregados e os desvalidos.

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Neste sábado, na Paulista, Marçal deitou e rolou nas costas de Bolsonaro

Bolsonaro queria Pablo Marçal em seu palanque no ato da Paulista, mas tendo o anfitrião como Deus supremo da direita brasileira.

Pablo Marçal armou literalmente uma cama de gato para Bolsonaro. Pablo foi impedido de subir no palanque por não aceitar essa hierarquia e aproveitou o evento para se promover, apresentando-se como a nova liderança da direita no Brasil.

Ou seja, no máximo, Bolsonaro entraria na conta de Marçal como semi-mito, porque mito, agora, seria o próprio Marçal. Por isso, a coisa azedou entre os dois e os ataques a Moraes ficaram em segundo plano, pior, Bolsonaro mostrou para Moraes, não só pelo público reduzido, mas pelo apoio de bolsonaristas a Marçal numa manifestação convocada e realizada por Bolsonaro.

É como se alguém convidado para um aniversário, virar a grande notícia no lugar do aniversariante no dia seguinte.

Isso, para Pablo Marçal, não é garantia de nada, ele segue falando para a bolha bolsonarista que, aliás, parece que está bem próxima do limite nas intenções de voto. Já a rejeição do coach dos tolos cresce assustadoramente, praticamente inviabilizando sua candidatura para prefeito de São Paulo, assunto que ele nem quer comentar, até porque terá que mudar de estratégia para estancar o sangramento eleitoral, que beira uma hemorragia.

O problema é que ele foi pego de calças na mão, e o soberba, que terra que terá que usar uma nova forma de lero lero, não tem a mais remota ideia de como fazer isso.

Uma coisa é certa, o tigre das milícias perdeu muita segurança e proteção, que ele jurava ter nas mãos dos bolsonaristas.

Pablo Marçal furou sua bolha e, no mínimo, deixou um rastro fétido de espanta bolinho num universo que já estava amargando uma monotonia natural de um falso Messias que, hoje, sangra mais do que Marçal, seu novo inimigo dentro do campo da direita.

O nome disso, é autofagia ampla, geral e irrestrita.

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O mote é o impeachment de Moraes, mas dia 7, para Bolsonaro, é queda de braço mortal com Marçal

Se já era arriscada a suposta contribuição para a sua impunidade, Bolsonaro participar, pior dizendo, organizar um evento que pedirá o impeachment de Moraes, já que está estabelecido que o genocida não tem força para colocar faca na nuca de nenhum ministro do STF, que dirá a de Moraes, que acaba de ganhar uma força extra com seu embate com Elon Musk, saindo vitorioso na degola do twitter no Brasil.

De cara, isso mostra a mancada importante contra Bolsonaro que o gerador de lambanças arrumou para ele.

Mas a coisa não para aí, há uma questão popular que está gerando um grande mal-estar em Bolsonaro, que é a ousadia explícita de Pablo Marçal em destroná-lo no seio da direita brasileira.

Lógico que Bolsonaro tem um capital político forte entre os ricaços, sobretudo do agronegócio, que podem comprar manifestantes às pencas para dar quórum no dia 7 de setembro, na Paulista.

Mas qualquer pessoas minimamente atenta, sabe que uma coisa é uma coisa e, outra coisa, é outra coisa. O máximo que Bolsonaro sabe é posar de fisiculturista de janela, que expõe o avantajado físico sem poder mostrar as pernas finas, sarcopênicas.

Na verdade, quanto mais Marçal cresce, mais as pernas, já debilitadas, de Bolsonaro, afinam sua base, sem falar, claro, que para piorar e muito a vida de quem está a dois passos da Papuda, governo Lula está voando baixo naquilo que mais mexe com o humor brasileiro, a economia,

E o bolsonarista sacripanta do Banco Central ainda nem caiu.

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A eleição para a prefeitura de São Paulo já definiu os destinos da direita no Brasil

O personagem Pablo Marçal é tradicionalmente um vigarista comum.

Sim, o vigarista de hoje não é igual ao vigarista de 50 anos atrás, que utilizava tampinhas de refrigerante no famoso jogo, “essa perde, essa ganha na voltinha que eu dou”.

Especificamente, Marçal é esse tipo de vigarista, que usa a internet para fazer campanha de todas as formas de vigarice.

Sua linguagem é vaga e, por isso mesmo, desperta paixão em quem não tem a menor vocação ou interesse em deixar a superfície, os rótulos e mergulhar numa análise de conteúdo.

Por isso ele fala mentiras à granel, sempre com uma afirmação do tipo, tal coisa é bíblica e, numa imposição cultural, típica das manobras políticas de vigaristas, apostando que a maioria das pessoas não tem a menor ideia do que está escrito na bíblia, sobretudo jovens que são a maioria do seu público.

Pablo Marçal não se compromete com nada a não ser com frases lacratórias em que faz um catado de discursos vagos com significado nenhum. Ele literalmente foge de tudo que é específico e joga na esfera do aquém do além.

Perguntado pelo jornalista Heródoto Barbeiro, se sendo de Goiânia, saberia se deslocar dentro de São Paulo, Marçal se irritou e soltou a pérola, eu não preciso saber andar em São Paulo, não sou motorista de ônibus. Ele joga tudo para um ambiente simplório, carregado de bestialidade e ignorância.

Mas seu processo de gênio, de poderoso da terra, é sempre a sua maior fumaceira, até porque, com seu histórico de ladrão de bancos, utilizando fraudes contra idosos, o que lhe custou a condenação e prisão, sua ascensão social e financeira que chama atenção, certamente, não foram feitas por excelentes oportunidades empresariais, que ele não deixou passar em branco.

Pablo Marçal é escravo da mentira. Se dez pessoas fizerem dez perguntas iguais para ele, em tempo diferente acerca de qualquer assunto, ele dará, além das lacunas do seu ramerrão, versões distintas que, provavelmente se chocarão com a última versão do mesmo fato. Isso é regra num mentiroso.

O momento oportuno é só para o momento, lembrar do que falou da última vez que abordou o assunto, aí já é demais para o vigarista.

Dito isso, pode-se afirmar que Pablo representa a escória da escória da direita. Para ser mais exato, o chorume de Bolsonaro, que já significava a implosão dos chamados liberais.

Marçal, na realidade, só veio fechar o caixão da finada direita, distribuindo idiotices e tendo que explicar o seu envolvimento com crimes bancários e, atualmente, segundo a grande mídia, seu envolvimento com a casca grossa da bandidagem.

Essa figura tóxica de índice de envenenamento pior do que Bolsonaro, acabou por definir o futuro do genocida, numa ligeira transfusão do bolsonarismo, da corrente sanguínea de Bolsonaro para a de Pablo, deixou claro que a ocupação do território fascista no Brasil está nas mãos de Marçal e seus comparsas do mundo do crime organizado

Pouco muda Bolsonaro apoiar ou não Marçal. Bolsonaro está naquela situação, se ficar parado, afunda; se caminhar para um dos lados entre Marçal e Nunes, afunda também.

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A pergunta é, São Paulo elegerá prefeito um ladrão de banco preso e condenado como Pablo Marçal?

O coach dos trouxas, como o próprio se classifica, pode dar a cambalhota que quiser, sua ficha criminal não moverá uma única letra de sua condenação e prisão por roubo de banco, tendo como principais vítimas idosos.

Ou seja, o camarada é frio, mau. Não tem apelo, Pablo Marçal foi condenado e preso por roubo de banco e, ironicamente, quer ser prefeito na cidade que abriga a Faria Lima que, alguns dizem que já flerta com o bandido condenado.

Não há perfume retórico que tire sua testa o carimbo de ladrão de banco. Não há digestão possível para engolir um sujeito com essa ficha criminal que até hoje, segue absolutamente intacta, ao contrário do que diz de Lula e, por isso, processado e terá que pagar uma boa indenização ao presidente, por calúnia e difamação.

Em última análise, o Supremo Tribunal Federal provou sim a inocência de Lula quando diz que Sergio Moro foi parcial. E o que é um juiz parcial senão um juiz corrupto e ladrão?

Se existe alguém condenado nessa história, é justamente o juiz que condenou Lula sem apresentar cisco de prova.

No caso de Marçal, não tem apelação. Se for pego novamente, ele não é réu primário, é um bandido com registro na polícia por ações suas ações criminosas.

Dito isso, os ex-bolsonaristas que se autointitulam cidadãos de bem, apertarão a urna na foto de um bandido, que tem foto na ficha da polícia?

É muito cedo para tratar esse sujeito como fenômeno eleitoral, porque usa as redes sociais para bombar sua candidatura com caixa 2 e, certamente, será julgado pelo TSE.

Tem muita água para rolar debaixo da ponte.

O que alguns setores da mídia estão fazendo é alarido antes da hora, botar a coroa na cabeça de um sujeito numa disputa que ainda está longe de terminar.

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Usando caixa 2, Pablo Marçal faz bundalelê na cara da justiça eleitoral

Mal o Twitter foi derrubado, imediatamente, Pablo Marçal inundou o facebook daqueles vídeos recortados que ele premia com caixa 2 os que mais viralizam.

Pior, quem está no facebook não tem como comentar e desancar suas vigarices. Marçal está na plataforma, mas o comentário só pode ser feito pelo Instagram e, claro, a imensa maior parte que comenta é de seus seguidores, reforçando a ideia de que ele é imbatível, um sacrossanto cheio de poderes divinos no mundo virtual.

Tudo picaretagem, tudo pago com dinheiro de crime eleitoral de caixa 2. Qualquer um pode utilizar esse tipo de delinquência como suprimento de uma campanha eleitoral que não obedece a qualquer regra de conduta, que fará a lei eleitoral.

Na GloboNews, ele confessou cometer esse crime, mas pelo jeito, nada foi feito para, a princípio, proibir a circulação desse material e, em seguida, cassar, sem apelação, sua criminosa candidatura.

E nem estamos falando das inúmeras matérias da grande mídia sobre sua estreita relação com o mundo do crime.

Pablo Marçal não dorme em serviço, ele é picareta 24 horas por dia e, pela fortuna que já somou, ele mostra que, ser pilantra, vale a pena e dá diretrizes de uma guerra futura com outros Marçais que surgirão, se nada de fato for feito para impedir essa alimentação artificial de sua imagem de Midas, paga a peso de ouro.

No caso do projeto político, pelo que se sabe do seu partido, segundo a grande mídia, cravejado de gente ligada ao submundo do crime. Isso parece anabolizar o potencial do seu sistema, com doações via caixa 2 que ele diz ser o próprio que banca.

Veremos o que vem por aí, mas se esse cidadão não for parado imediatamente, tanto pela justiça eleitoral quanto pela comum, o país ficará totalmente ingovernável, irrespirável com o aumento da bandidagem em todos os setores da vida nacional.

Sim, porque o sistema que ele montou, é espiral e tem condição de levá-lo a dono do mundo.

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Sabe o que muda se o Twitter sair do Brasil? Nada!

A concepção de liberdade de Musk na casa dos outros, é zorra. Por isso, quer anular, na base do tranco, as multas que tem que pagar por atropelar as leis brasileiras.

Mas a pergunta que fica é, o que acontecerá com o Brasil, além da produção de memes engraçados, se o twitter do todo-poderoso megalomaníaco, for embora?

Com o Brasil, nada. O país não tem negócios no twitter, o twitter é que tem negócios no Brasil.

Então, quem queima a bucha é o próprio Musk, ele tem mais de 22 milhões de usuários no Brasil.

Ou seja, o sujeito ganha muito dinheiro por cada minuto somente no Brasil.

Nada acontece no twitter pela graça natural de quem utiliza a plataforma para impulsionar seus negócios, tudo paga e paga caro o tempo todo.

Temos que parar de discutir o que será do Brasil sem o twitter, o que pode acontecer. E a resposta é simples, rigorosamente nada.

A comunicação digital ficará apenas mais espraiada, menos concentrada, o que é bom para a democracia brasileira, ao contrário do que sugerem algumas pessoas.

Neste caso, o menos é mais. Já para o twitter deixar o Brasil, é menos, bem menos, afinal é sua quarta maior arrecadação no mundo.

É bom o valentão tomar um banho frio, porque ele de fato sairá perdendo.

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Não é Moraes ou STF x Twitter, é Elon Musk x soberania nacional

A primeira coisa que se tem que lembrar é que Elon Musk não é o fundador do Twitter, hoje X, é um empresário que comprou a plataforma para se promover na cena global.

Até aí, nada demais, é uma situação totalmente legal se não for diagnosticada uma prepotência megalomaníaca, como assistimos agora de Elon Musk contra o Brasil.

O que surpreende é que ele toca o X inspirado na sua megalomania, tratando o Brasil como negócio de varejo, quando o país tem a quarta maior comunidade mundial de usuários da plataforma.

Então, a primeira coisa que Musk tem que entender é que o Brasil não é a casa da mãe Joana onde pode mijar aberta.

Se o brasileiro admite que um estrangeiro acha que pode subordinar a seus caprichos uma população inteira por ser bilionário, tem sim que, como qualquer estrangeiro no Brasil, respeitar os limites impostos pela constituição.

O X não pode estar desconectado da tomada legal, porque seu proprietário faz cálculos políticos de olho no custo benefício de suas relações políticas dentro do Brasil.

Ao contrário do que alguns vira-latas acham, a decisão de Moraes de interromper o serviço do X no Brasil, não é estapafúrdia ou ditatorial.

Elon Musk joga politicamente quando diz que está fazendo o possível para manter os serviços de sua empresa no Brasil. Ora, não precisa fazer o impossível, mais sim respeitar a soberania do país, que não é propriedade dele.

O camarada não quer pagar as multas impostas pelo STF ao X, como qualquer brasileiro paga quando cobrado pela justiça, então, não tem condições de operar no Brasil na prestação de qualquer serviço. Acabou o assunto.

Não há nada de ilegal na atitude de Moraes, mas sim na atitude do empresário sul-africano, que se vê como a grande divindade que está acima do bem e do mal, sobretudo de todos os brasileiros. O resto é palavrório.

Moraes só colocou Musk no prego, paga as multas e estará tudo resolvido como o dono de uma quitanda quando toma calote de um freguês.