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Política

2026 nos exigirá coragem, ação e indignação

Nos últimos meses, vimos como a desumanização é uma operação política e de poder. Um grupo da sociedade deixa de ser tratado como humano para que, em seguida, seus direitos possam ser retirados. O caminho é a asfixia de sua dignidade.

Ao longo dos últimos anos, em minhas viagens, descobri que a premissa que me levara a querer conhecer o mundo estava errada. Como um jovem paulistano repleto de arrogância, eu acreditava que iria conhecer a diversidade do mundo. Como os “outros” eram diferentes. Hoje, entrando no ano em que irei comemorar meio século, reconheço que o que eu descobri em milhares de quilômetros percorridos é simplesmente o quanto somos iguais no mais fundamental de nossas existências.

Choramos e sonhamos, amamos e ficamos indignados. Não dormimos enquanto nossos filhos não estão em paz. Cozinhamos como um gesto de acolhimento. Agradecemos com um sorriso.

Desembarco em 2026 certo de que vivemos uma encruzilhada climática, social, política e cultural. Mas suspeito que apenas iremos superar esse desafio quando colocarmos no centro de todas nossas discussões a defesa da dignidade. Em outras palavras, a luta por manter a humanidade de uma pessoa intacta.

Nos últimos meses, vimos como a desumanização é uma operação política e de poder. Um grupo da sociedade deixa de ser tratado como humano para que, em seguida, seus direitos possam ser retirados. O caminho é a asfixia de sua dignidade.

Nelson Mandela nos ensinou que a luta pela dignidade não é u luxo. É o coração da humanidade.

No egocentrismo de uma era de redes sociais, vitrines permanentes, do império da imagem e de um sistema econômico cruel, nossa geração poderia se inspirar no princípio traduzido do Ubuntu pelo filósofo africano J. S. Mbiti:

“Eu sou porque nós somos”.

Se a dignidade não for coletiva, ela simplesmente não existe. Um ataque a um ser humano é um ataque a todos. Quando fechamos os olhos e ignoramos a injustiça que acontece a outra pessoa, permitimos que a dignidade de todos, inclusive a nossa, seja corroída.

“Minha humanidade está ligada à sua, pois só podemos ser humanos juntos”, me disse certa vez Desmond Tutu.

As pessoas não precisam se parecer com você, acreditar na tua fé, torcer pelo mesmo time para merecerem que sua dignidade seja preservada.

Subversivo hoje é recusar-se a se submeter ao desmonte da dignidade do outro.

Nos últimos anos, essa noção da dignidade foi enterrada sob os escombros das bombas e do vírus, do nacionalismo e do negacionismo. Ela foi vítima da destruição promovida pela ganância e pela obscenidade do desprezo.

Mas, em 2026, me recusarei a abrir mão de minhas utopias.

Não há tempo a perder nessa longa obra do resgate da dignidade que o destino encomendou para nossa geração.

2026 nos exigirá coragem, ação e indignação.

Que venha o ano novo!

*Jamil Chade/ICL


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Pesquisa

Otimismo cresce e 61% dos que votaram em Bolsonaro acreditam que 2026 será melhor, diz DataFolha

Pesquisa Datafolha mostra que 69% dos brasileiros acreditam que 2026 será melhor que 2025 no âmbito pessoal. Otimismo também é crescente em relação à situação do país, que cresceu 13 pontos.

O efeito Lula na economia, com inflação controlada, que freou a alta de preços nos supermercados, e a situação de pleno emprego – com índice de desemprego de 5,4%, o menor da série histórica, iniciada em 2012, do IBGE -, provocou uma onda de otimismo com o próximo ano que atingiu até mesmo os eleitores que votaram em Jair Bolsonaro (PL) em 2022.

Pesquisa Datafolha, divulgada neste domingo (28), mostra que 69% dos brasileiros estão otimistas e acreditam que, no âmbito pessoal, 2026 será melhor que 2025 – 16% dizem que será igual, 11% pior e 3% não sabem. O índice de otimismo cresceu 9 pontos em relação ao ano anterior, quando 60% diziam que o ano atual seria melhor que o anterior, 21% igual, 16% pior e 2% não sabiam.

Em relação à situação atual do país o crescimento foi ainda maior e avaliação de que “2026 será um ano melhor para os brasileiros em geral” passou de 47% no fim de 2025 para atuais 60%.

No recorte, as mulheres (75%) se mostram mais otimistas que os homens (65%). Com índice de 74%, os mais pobres, com renda de até 2 salários mínimos, se mostram mais otimistas que a classe média (5 a 10 salários mínimos) e a classe alta (acima de 10 salários mínimos), que registraram percentual de 61%. Na classe média baixa, com renda 2 a 5 salários mínimos, 68% estão mais otimistas.

O Datafolha mostra ainda que até mesmo os eleitores que declaram votos em Bolsonaro em 2022 estão mais otimistas. Segundo a pesquisa, 61% deles acreditam que o ano eleitoral de 2026 será melhor que 2025. Entre os que declararam voto em Lula, o índice chega a 78%.

Ouvindo economistas, o próprio jornal da família Frias, declaradamente anti Lula, teve que admitir que “o otimismo sentido pela população é reflexo do bom desempenho de alguns dos principais indicadores da economia brasileira em 2025”.

“[2025] Foi um ano em que os preços dos alimentos se comportaram bem. Com menores taxas de desemprego e com a inflação de alimentos tão baixa, é natural que as pessoas estejam se sentindo bem. E a situação, de fato, está boa”, disse Samuel Pessôa, pesquisador do FGV IBRE (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas) e colunista do jornal. Forum.


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Política

Lula sobre 2026: ‘Vamos dar uma surra em quem achar que a extrema direita vai voltar a governar este país’

Presidente lançou o desafio durante anúncios no encerramento da Expocatadores, em São Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (19) que ainda não está pensando nas eleições presidenciais de 2026, mas que vai “dar uma surra em quem achar que a extrema direita vai voltar a governar este país”. Lula discursou no encerramento da 12ª Expocatadores 2025, onde anunciou investimentos de R$ 170 milhões em projetos para catadores de materiais recicláveis.

Nas últimas semanas, pesquisas indicam que o senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), autorizado pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, a ser candidato à Presidência da República, aparece como melhor nome da extrema direita. No entanto, Lula segue liderando as simulações.

“Eu sei que tem muita gente já pensando na eleição de 2026. Eu ainda não posso pensar, porque eu tenho que trabalhar. Deixa eles pensarem o quanto quiserem. Venham, porque a gente vai dar uma surra em quem se meter a achar que a extrema direita vai voltar a governar este país”, provocou Lula.

Lula também afirmou que quer disputar a presidência em torno de projetos e não de fake news ou ameaças. “A gente vai desafiar na palavra, não é com xingamento. Eu quero comparar o que eles fizeram neste país com o que nós fizemos. E queremos que o povo saiba para ele poder decidir”, continuou.

O petista também defendeu a democracia, lembrando que, nas três vezes em que fora derrotado nas eleições para à Presidência da República, jamais considerou uma tentativa de golpe, tomar o poder pela força ou a violência, como fizeram os bolsonaristas, em 8 de janeiro de 2023.

“Perdia e voltava para casa, me preparava e voltava para outra. Nunca tentamos dar golpe, tomar o poder de assalto. Eles têm que aprender que a democracia vence”, afirmou, reforçando que vai vetar o chamado PL da Dosimetria, que reduz a pena dos condenados por tentativa de golpe de Estado, inclusive de Bolsonaro.

O presidente ainda defendeu que está em um momento muito bom de seu terceiro mandato e tem compromisso com a democracia brasileira.

“Esse país não pode permitir que a extrema direita fascista, negacionista, responsável pela morte de mais de 700 mil pessoas, a maioria delas por falta de respeito por não comprar vacina, não comprar oxigênio, volte a governar o Brasil com mentiras pela internet. É nossa obrigação não permitir que a democracia dê um passo para trás”, completou.

*BdF


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Política

Vídeo: Lula, na Indonésia, pela 1ª vez, confirma disputará as eleições em 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou, nesta quinta-feira (23), que será candidato a um quarto mandato nas eleições presidenciais de 2026. O anúncio foi feito em Jacarta, na Indonésia, durante uma coletiva ao lado do presidente do país, Prabowo Subianto, em meio à viagem oficial que o petista realiza pelo Sudeste Asiático.

No palácio presidencial indonésio, Lula disse que mantém a disposição de seguir no comando do Brasil e ironizou a idade, afirmando que chegará aos 80 anos “com a mesma energia de quando tinha 30”.

“Vou disputar um quarto mandato no Brasil. Eu estou lhe dizendo isso porque nós ainda vamos nos encontrar muitas vezes. Esse primeiro mandato só termina em 2026, no final do ano. Mas eu estou preparado para disputar outras eleições e tentar fazer com que a relação entre Indonésia e Brasil seja cada vez mais valorosa”, afirmou.

Essa é a primeira vez que Lula confirma oficialmente sua intenção de concorrer à reeleição. Em declarações anteriores, ele havia sinalizado o desejo de permanecer na disputa, mas deixava dúvidas sobre a decisão em razão da saúde. Durante a campanha de 2022, o presidente afirmava que não pensava em um novo mandato e que sua prioridade seria “deixar o país preparado para o futuro”.

https://twitter.com/i/status/1981279720722358603

A fala de Lula ocorreu durante uma agenda marcada por temas econômicos e diplomáticos. O presidente aproveitou o encontro para defender o fortalecimento do multilateralismo e criticar o protecionismo comercial, apontando a necessidade de mudanças na forma como o comércio internacional é conduzido.

“Nós queremos comércio livre e, mais ainda, tanto a Indonésia quanto o Brasil têm interesse em discutir a possibilidade de comercialização entre nós dois e com as nossas moedas. Essa é uma coisa que nós precisamos mudar. O século 21 exige que tenhamos coragem que não tivemos no século 20”, declarou.

O presidente acrescentou que é hora de romper a dependência de grandes potências e de incentivar novas alianças econômicas: “Nós queremos multilateralismo e não unilateralismo. Nós queremos democracia comercial e não protecionismo. Nós queremos crescer, gerar empregos e garantir emprego de qualidade”.

Ainda nesta quinta-feira, Lula participa de um fórum econômico com cerca de 200 empresários brasileiros e indonésios. De acordo com o DCM, o encontro tem como principal foco ampliar a exportação de proteína animal para o país asiático, que tem a quarta maior população do mundo e se tornou membro pleno do Brics em janeiro deste ano.

O Brasil é atualmente o terceiro maior fornecedor de proteína animal para a Indonésia, e representantes do agronegócio integram a comitiva presidencial para negociar novos contratos e ampliar a presença do produto brasileiro no mercado local.

Na sexta-feira (24), Lula terá uma reunião com o secretário-geral da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), antes de seguir para Kuala Lumpur, na Malásia, onde participará da Cúpula do bloco e assinará uma série de acordos bilaterais.

Durante a viagem, o presidente também deve se reunir com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O encontro com o líder estadunidense está previsto para domingo (26), às 18h no horário local.


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Pesquisa

Pesquisa Atlas: Lula vence em todos os cenários para 2026

A pesquisa Latam Pulse Brasil, realizada pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg entre 10 e 14 de setembro, indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera todos os cenários de disputa para as eleições de 2026, tanto no primeiro quanto no segundo turno. O levantamento ouviu 7.291 eleitores em todo o país e tem margem de erro de um ponto percentual, com 95% de nível de confiança.

De acordo com os dados, Lula aparece numericamente à frente mesmo em confrontos contra os nomes mais competitivos da direita, como Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, e Michelle Bolsonaro, que surge como alternativa à impossibilidade de Jair Bolsonaro concorrer em razão das condenações no Supremo Tribunal Federal.

Primeiro turno: Lula lidera
Se as eleições ocorressem hoje e repetissem o quadro de 2022, Lula teria 48,1% das intenções de voto, contra 42,1% de Jair Bolsonaro. Ciro Gomes e Simone Tebet aparecem com 2,7% cada, e os demais candidatos não alcançam 2%.

Em um cenário alternativo contra Tarcísio de Freitas, Lula também mantém a dianteira, com 48,2%, contra 30,4% do governador paulista. Nesse quadro, os demais concorrentes — como Ciro Gomes, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Eduardo Leite — ficam abaixo de 5%.

A vantagem de Lula é ainda maior quando o adversário direto é Michelle Bolsonaro: o presidente atinge 50,2% das intenções de voto, contra 33% da ex-primeira-dama.

Segundo turno: vantagem consolidada
Nos cenários de segundo turno testados, Lula também lidera com folga. O levantamento mostra o presidente vencendo Tarcísio de Freitas por 50,6% a 45,2%, Michelle Bolsonaro por 51,9% a 44,6% e Jair Bolsonaro por 51,8% a 47,4%.

A diferença aumenta em disputas contra outros nomes da direita: Lula venceria Romeu Zema por 51,1% a 37%, Ronaldo Caiado por 51,7% a 32,6% e Eduardo Leite por 52,6% a 34,8%. Em todas as simulações, o petista mantém uma margem de pelo menos 4 pontos percentuais, consolidando sua posição como favorito para 2026.

Implicações políticas
O resultado reforça a resiliência de Lula no cenário eleitoral, apesar do ambiente político polarizado e da avaliação dividida de seu governo. Segundo o mesmo relatório, a aprovação do presidente segue em 50,8%, contra 48,3% de desaprovação.

Ao mesmo tempo, a pesquisa evidencia a dificuldade da direita em consolidar um nome alternativo. Embora Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro apareçam como opções viáveis, nenhum deles consegue ultrapassar o patamar de 33% no primeiro turno, nem reduzir a desvantagem no segundo. Com Guilherme Levorato, 247


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Política

PT: Trump pretende derrotar Lula em 2026 e, em ofensiva, governo americano usará redes e IA

Partido planeja manifestações no 7 de Setembro, data em que bolsonaristas devem ir às ruas para defender o ex-presidente

O PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, divulgou um documento neste sábado (23) em que afirma que o chefe do governo americano, Donald Trump, tentará derrotar o brasileiro nas eleições de 2026. De acordo com a legenda, Trump usará as redes sociais e ferramentas de inteligência artificial em sua ofensiva política.

“O que Trump e seus aliados da direita brasileira pretendem, e não terão êxito, é derrotar, nas eleições de 2026, o projeto de desenvolvimento nacional que estamos consolidando sob a liderança do presidente Lula”, afirma a resolução política do diretório nacional do partido, a primeira da nova gestão petista.

O partido afirma que a soberania brasileira está sendo atacada por Trump. O presidente americano impôs tarifas sobre produtos de diversos países mas, no caso brasileiro, as atrelou às investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O governo americano também sancionou ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) envolvidos no caso, principalmente Alexandre de Moraes.

“O centro dessa ofensiva do governo Trump e de seus aliados brasileiros se dará com intenso uso da guerra híbrida, por meio das redes sociais e do uso da inteligência artificial como instrumentos de disseminação de desinformação, teorias da conspiração e discursos de ódio”, afirma a legenda, que defende uma regulação das plataformas.

O partido também cita “ataques sistemáticos contra governos progressistas” por parte dos Estados Unidos. Ainda segundo a sigla, há uma disputa “de caráter prolongado” contra o fascismo.

O documento foi divulgado pouco depois de o PT definir os nomes que comporão sua comissão executiva até 2029, concluindo o processo de troca de direção que colocou o ex-prefeito de Araraquara Edinho Silva como presidente do partido.

O partido também planeja manifestações no 7 de Setembro, data em que bolsonaristas devem ir às ruas para defender o ex-presidente. A data coincide com o período do julgamento de Bolsonaro no STF, que começará no dia 2, com sessões até o dia 12. Os petistas querem se contrapor ao grupo político adversário.

“Estamos convocando o 7 de Setembro para que ele seja nacional, ocorra em todos os estados”, disse Edinho em entrevista a jornalistas na sede do PT, em Brasília.

O dirigente petista também afirmou que o partido trabalhará para ampliar sua federação partidária, hoje composta por PT, PCdoB e PV, e que disputará o apoio de partidos e integrantes do centrão -o grupo político, predominante no Congresso, tem representantes em ministérios do governo Lula, mas acelerou um movimento de afastamento visando às eleições do ano que vem.

“Vamos disputar essas lideranças até o fim. Se elas quiserem estar conosco, serão bem-vindas”, afirmou Edinho Silva, em referência à aliança que Lula pretende montar para disputar a reeleição.

De acordo com o ICL, o principal gargalo seria com União Brasil e PP. Os partidos acabam de lançar uma federação e têm buscado um nome à direita para apoiar na eleição presidencial, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).


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Política

Lula em 2006 subindo a rampa depois de “sangrar” como sonhava a direita derrotada

A chamada direita tradicional ajudou a moldar a direita bolsonarista, não só com essa gleba mediana e colonizada, mas também nas delícias do sonho de derrotar Lula e, depois, encarar a dureza da política real levando chineladas sobre chineladas de Lula nas urnas.

Agora, novamente, um coral de cronistas do fim do mundo martela em uníssono que “Lula chegará em 2026 pela metade”.

O problema é que essa gente acredita nas próprias imaginações, sem levar em conta a realidade e enfia o pé num abicadouro imaginativo. O tombo com a cara no chão, é inevitável.

No Brasi, a direita é uma tragédia inteira.

Como vai derrubar Lula com vampirismos editados?

Nem candidato essa oposição consegue construir , o que expõe a bagunça dessa escumalha amarrada na própria preguiça burra.

A obsessão, carregada de ódio contra Lula, não ganha jogo, que fará campeonato.


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Política

O projeto da direita pra 2026 é, privatiza tudo, Rouba tudo. Tarcísio já se comprometeu com a Faria Lima que levará a barbada

A agiotagem da Faria Lima quer a volta do Brasil fazendão. Tarcísio já vestiu o chapéu amarrotado de capataz da casa grande.

A Faria Lima, todos sabem, quer a volta do Brasil fazendão.

Isso reflete preocupações reais com a concentração de riqueza e o impacto nefasto das privatizações para a população brasileira.

Afinal, sou de Volta Redonda, RJ, e sei bem, na prática, no que sentransformou a cidade, a região e a própria CSN depois da privatização.

O caos, econômico, político, cultural e social generalizado.
Nenhuma vantagem pra cidade, pros trabalhadores e a população em geral.

Só quem ganhou e segue ganhando e muito com o estupro do patrimônio do povo, é o atual dono da Siderúrgica.

A sua “política industrial” é de um genuíno gafanhoto!

Tarcísio, com apoio ao mercado financeiro, lidera uma agenda neoliberal que prioriza privatizações e promete atração de bilhões em investimentos.

Esse gogó é exatamente o mesmo do discurso de FHC para entregar a CSN (Companhia Siderurgica Nacional) de Volta Redonda e outras estatais de bandeja para aliados.

A entrega de bens públicos é um roubo, seco e grosso.

A avenida da agiotagem nacional, não assume como roubo a privatização.

Alguém já viu vampiro falar mal de sangue jorrando da fonte?

No sentido literal, é roubo! Na percepção de que a Faria Lima lucra desproporcionalmente e alimenta seus poderosos cofres, é pra lá de real.

Para 2026, Tarcísio se consolida a cada dia como um nome forte da direita, justamente porque não para de prometer o banquete das privatizações para essa gente da Faria Lima que, na verdade, se acha nobre de um reino de vigaristas que vive de papel sobre papel, juros sobre juros sem passar por nenhum sistema produtivo.

É especulação em estado puro! É roubo em estado puro!

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Política

Lula admite ser “candidatíssimo” à reeleição durante jantar com líderes da Câmara dos Deputados

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou-se “candidatíssimo” à reeleição em 2026 durante um jantar com líderes da base aliada na Câmara dos Deputados, realizado na quarta-feira (23).

O evento, que durou mais de duas horas, foi organizado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e refletiu um esforço de Lula em manter um diálogo ativo com o Legislativo.

Ele enfatizou que “nosso governo depende mais do Congresso do que o Congresso depende do Executivo”, indicando um novo enfoque nas articulações políticas. Em sua fala, que durou mais de 30 minutos, Lula fez um balanço de sua gestão, ressaltou conquistas e abordou questões sociais do Brasil, além de reafirmar sua saúde e intenção de concorrer em 2026 de maneira clara.

O jantar teve a presença de 16 deputados de diferentes partidos, que aproveitaram para se apresentar e elogiar o diálogo aberto do presidente. O deputado Pedro Lucas (MA), do União Brasil, também participou após se encontrar com Lula no Palácio do Planalto. Hugo Motta, presidente da Câmara, destacou a autonomia legislativa e a importância da harmonia entre os Poderes, diz Paulo Emílio, 247.

O clima do evento foi descrito como um “recomeço” na gestão de Lula, que também anunciou um próximo encontro com os parlamentares na Granja do Torto, prometendo churrasco e futebol.

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Política

Com Bolsonaro inapelavelmente condenado e preso, quem assume o comando da boiada? Os algoritmos de Musk, o Pneu, ou os ETs?

Com Bolsonaro na cadeia, junto com os bíblicos terroristas do 8 de Janeiro, quem vai fazer o aboio que conduzirá o gado patriota?

Na verdade, a pergunta é mais direta e objetiva.

Quem vai administrar o terremoto político do que sobrar da direita com a prisão de Bolsonaro?

É difícil até falar em número de cabeças de gado que estarão no pasto à espera do novo “mito”

Não dá para visualizar a paisagem de deserto que a prisão de Bolsonaro produzirá na direita brasileira.

Até porque Bolsonaro, mesmo preso, jamais compartilhará seu gado com outro boiadeiro, nem vai soprar o berrante para “aliado” e muito menos vai emprestar seu chifre de berrante para outro.

Carla Zambelli foi escanteada por Bolsonaro, mas Bolsonaro, não tenham dúvidas, será como carta fora do baralho, espinafrado por ex aliados.

Na verdade, o velório político de Bolsonaro dará um caldo de marketing para algum candidato a traíra da vez. Mas Bolsonaro será esquecido já na missa de 7º dia de sua morte política.

O fato concreto é que a direita sem Bolsonaro, não existe, seja a direita encabrestada pelo “mito” ou a tal terceira via da mídia / PSDB morta por inanição na última eleição.

Por isso, não resta dúvida de que Lula vencerá em 2026 por WO.