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Sobre o papel da grande mídia na farsa da UTI de Bolsonaro

Quem acompanha atento a internação de Bolsonaro na UTI do hospital DF Star, chega à conclusão de que ele não foi e não é atendido por uma equipe médica, mas por um ajuntamento de tietes colegiais.

Aquela UTI mais parece uma alegre feira de peixe. O troço tem até sanfoneiro de dedo duro e padre fake.

Para a mídia industrial, tudo parece 100% normal e verídico.

Quem quiser uma análise mais aprofundada sobre essa internação de Bolsonaro na UTI, jamais deve buscar na grande mídia.

Esse tipo de imprensa de banco não quer saber de analisar o contexto da internação, especialmente em casos de internações de figuras públicas como Bolsonaro que, neste caso, coincide com momentos de pressão jurídica e política.

Bastara examinar o histórico de casos semelhantes com o mesmo protagonista da UTI e associar com o evento em questão.
Nada é questionado, tudo perece real, normal e exclusivo para a grande mídia.

Não cabem perguntas sobre a veracidade das cenas montadas pela equipe de filmagem e fotografia contratada e levada à UTI por Carlos Bolsonaro. O mesmo principal personagem, segundo Bebianno, da falsa facada.

É ambulância pra cá e helicóptero pra lá, intimação aqui e acolá, filmada e editada a gosto do internado, sem qualquer questionamento da grande mídia.

A ausência de evidências concretas de fraude, como desmentidos médicos ou inconsistências factuais graves, indica que os problemas de saúde são plausíveis, mas a conduta de Bolsonaro e do hospital levanta dúvidas legítimas sobre a gravidade e a gestão do caso.

Conclusão
Os questionamentos sobre a veracidade da internação de Bolsonaro na UTI baseiam-se principalmente em uma análise visual simples que a mídia não faz, sobretudo, na sua atividade durante a internação e na falta de transparência detalhada.

O histórico médico, os boletins e a complexidade do procedimento cirúrgico narrados pela mídia sugerem que a internação é real, mesmo que escancaradamente exagerada e explorada politicamente.

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Bolsonaro fez uma zona na UTI

Pior que isso, Bolsonaro não tem previsão de alta.

Dá para imaginar o que mais ele fará como um bêbado que zoneia um botequim.

Fazer desordem, é com o próprio sacripanta.

Independente do faniquito que deu contra a oficiala de justiça num espetáculo de misoginia, Bolsonaro transformou a UTI na casa da mãe Joana.

A UTI em que Bolsonaro se encontra, parece uma coisa clandestina, que não faz parte do hospital.

O perebento escangalhado fez da UTI a sua cara.

Bolsonaro é sinônimo de estragado. Não cabe sequer recauchutagem.

A espiroqueta que vai na sua cabeça, é uma incógnita O sujeito é a própria urucubaca.

Falou em pé frio, azar, infortúnio, ziquizira, caiporismo, falou em Bolsonaro.

Quando ficou furibundo com um suposto enfermeiro, o alucinado começou a berrar como um burro bravo.

Dá até para imaginar o que ele apronta na UTI durante a madrugada, entregue às suas elucubrações solitárias.

O comportamento anômalo do animal chama a atenção até de veterinário

Com certeza, o que pensa sem parar é em fugir de forma alucinada.

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Vídeo: Morreu, mas passa bem

Convenhamos, quando o próprio doente compartilha manchetes e matérias de sua doença em redes sociais como se nota aqui nessa imagem, é porque não está tão doente assim.

Além disso, Bolsonaro postou nas redes uma espécie de novelinha fazendo Tomografia Computadorizada de Tórax e Abdomen.
numa clara campanha publicitária do DF Star – Rede D’OR.

Mas essa filmagem não é qualquer filmagem. A coisa foi muitíssimo bem produzida. Coisa de profissional. O que espanta é ver que médicos e toda a equipe de enfermeiros e etc, não só aceitam se expor nas imagens como parecem fazer parte de um roteiro pré-estabelecido e dirigido pelo diretor do filme

É bizarrice em estado puro.

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Quando a mídia antilulista, Globo e iguais, fará mea culpa por apoiar só político ladrão?

Collor, Aécio, Temer, Moro, Dallagnol e Bolsonaro são apenas alguns vigaristas que a chamada grande mídia apoiou e que, em certos casos, transformou os comprovados vigaristas, em heróis no JN.

O primeiro método para estimar a inteligência e independência de um jornalista é olhar para os homens que tem à sua volta.

Nesse caso, a grande mídia se cerca dos piores ratos da República.
Isso é histórico.

Roberto Marinho tratava Collor como um filho.

Daí a sua massiva campanha para transformar esse vigarista, preso hoje, em herói nacional como “caçador de marajás”

Alguém já viu a Globo fazer mea culpa por apoiar só ratazanas políticas pegas na ratoeira?

Por isso os barões da grande mídia esquecem mais rapidamente a morte de um politico corrupto.

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Luis Nassif: As dúvidas sobre a cirurgia de Bolsonaro

De repente, o paciente que, segundo os médicos de Natal, já estava em processo de melhora, foi submetido a uma cirurgia de 12 horas.

A imprensa em Brasília deve aos seus leitores uma investigação sobre o Hospital DF Star. O que está ocorrendo entre o hospital e Jair Bolsonaro não obedece a normas básicas de medicina.

Vamos a um Xadrez sobre as relações entre as cirurgias de Bolsonaro e as crises políticas que ele enfrenta.

As cirurgias de Bolsonaro em momentos políticos críticos

A eleição de Bolsonaro foi garantida pela facada e pelas cirurgias a que foi submetido. Depois disso, sofreu outras cirurgias coincidindo com momentos de agravamento de crises políticas. Em todos os episódios, seu primeiro movimento pós-cirúrgico era aparecer de barriga de fora, em foto, expondo de forma quase pornográfica sua situação. Em uma das fotos, há uma simulação óbvia da foto “A Lamentação Sobre Cristo Morto”, do pintor italiano Andrea Mantegna. Até a presença de pessoa ao lado direito dele a foto copia.

03.07.2021 – alta da inflação, perda de emprego, a CPI do Covid em pleno andamento, a omissão do governo para fornecimento de insumo aos estados, as denúncias sobre corrupção na compra de vacinas e declarações de guerra ao sistema eleitoral e ao Supremo Tribunal Federal.

Agora, chegou-se ao ponto mais crítico: o início do julgamento de Bolsonaro. Qual a melhor forma de defender-se, segundo os padrões pouco corajosos de Bolsonaro: fazer-se de vítima.

A crise em Natal

A equipe médica que o atendeu em Natal deu entrevista coletiva no dia 12 de abril descartando a necessidade de uma cirurgia e sustentando que o tratamento médico já melhorara a situação de Bolsonaro. Bastaria a continuidade do tratamento para normalizar sua situação. A alegação para a transferência para Brasília foi a de que Bolsonaro queria ficar mais perto da família.

A troca programada do cirurgião

Em Brasília, surpresa! Uma cirurgia já acertada com um novo médico, Cláudio Birolini, apresentado à imprensa como “ próximo da ex-primeira dama Michele Bolsonaro”, descartando o cirurgião-geral Antonio Luiz Macedo, que o operou nas quatro vezes anteriores. Ou seja, um dia depois da ocorrência em Natal, e da melhora de Bolsonaro, já havia sido escolhido o novo cirurgião e marcada a cirurgia. Tudo isso coincidindo com o próximo julgamento de Bolsonaro.

Não se toma uma decisão dessa ordem da noite para o dia. E qual o conhecimento médico de Michelle para dar uma ordem de tamanha responsabilidade – sem uma reclamação sequer dos filhos? Sabendo-se do histórico de conflitos entre filhos e Michelle, é evidente que a troca obedeceu a um consenso familiar prévio.

A urgência improvisada

De repente, o paciente que, segundo os médicos de Natal, já estava em processo de melhora, foi submetido a uma cirurgia de 12 horas no dia seguinte à sua chegada no hospital.

Na entrevista coletiva, o cardiologista da equipe, Leandro Echenique, deu o tom da suposta gravidade da situação:

“Isso (a resposta do organismo do paciente) pode levar a uma série de intercorrências. Aumenta o risco de algumas infecções, de precisar de medicamentos para controlar a pressão. Há um aumento do risco de trombose, problemas de coagulação do sangue. O pulmão, a gente acaba tendo um cuidado específico […] Todas as medidas preventivas serão tomadas, por isso que ele se encontra na UTI neste momento”.

A surpreendente recuperação

Segundo o próprio médico, na manhã do dia seguinte, o paciente que corria riscos de trombose, coagulação e o escambau, já fazia “piadinhas” com os médicos. À tarde, Michele entrou no quarto de Bolsonaro e o fotografou fazendo sinal de positivo.

Havia a orientação de repouso e isolamento absoluto. No entanto, o hospital permitiu a livre movimentação de políticos e familiares dentro da UTI, e até a gravação de uma live – repito: dentro da UTI! -para ajudar a vender um capacete de grafeno, da empresa da qual é sócio, e para receber políticos.

O comercial do capacete foi acompanhado por dois filhos e por Nelson Piquet, com autorização do hospital. No início da transmissão, os filhos disseram que Bolsonaro evitaria falar, devido à recuperação da cirurgia. Mas o doente de cirurgia gravíssima fugiu ao enredo e falou por diversas vezes na live. Volte um pouco, leia os alertas do médico no ítem 4 e veja se guarda qualquer lógica com a live em família.

À guiza de inconclusão

Como foi possível esse livre trânsito de pessoas na UTI, depois de uma cirurgia complexa de 12 horas e de todos os alertas da equipe sobre riscos pós-cirúrgicos?

Tem algo de estranho nessa história, que talvez confirme as avaliações dos sistemas de Inteligência Artificial, em cima das fotos de Bolsonaro.

Há várias hipóteses:

  1. Bolsonaro precisaria mesmo de uma nova cirurgia e tratou-se de escolher o melhor momento para utilizá-la como atenuante à ação do Supremo.
  2. Bolsonaro é extremamente sensível a pressões, e sofre efeitos psicossomáticos que se refletem no seus intestino.
  3. Em qualquer das hipóteses, houve a dramatização da cirurgia pela equipe médica.
    Seja qual for a hipótese, os bravos colegas de Brasilia nos devem uma investigação mais apurada e in loco.

*Luis Nassif/GGN

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A UTI de Bolsonaro fica na feira de Acari, tem de tudo, é um mistério

Bolsonaro participou de uma live em 22 de abril de 2025, diretamente da UTI do Hospital DF Star, em Brasília, onde está internado após uma suposta cirurgia intestinal.

A transmissão, chamada “Super Live do Capacete Bolsonaro – com Nelson Piquet”, foi organizada pelo senador Flávio Bolsonaro, seu filho, para promover a venda de capacetes de grafeno da empresa Bravo Grafeno, da qual ambos são sócios.

Também participaram, os filhos Carlos e Eduardo Bolsonaro e o ex-piloto Nelson Piquet.

Durante a live, Bolsonaro, usando uma sonda nasogástrica, detalhe, rm cima do nariz, fez declarações e promoveu o capacete, que está em pré-venda por R$ 598.

Três apoiadores foram sorteados para receber o item diretamente de Bolsonaro após sua alta.

A transmissão teve momentos controversos, como Carlos mostrando uma foto do abdômen aberto de Bolsonaro, mas não revelou o preço de venda.

Bolsonaro também vendeu a ideia de que as urnas eletrônicas eram maceteadas.

O evento gerou críticas, com algumas apontando que Bolsonaro usou o hospital como “picadeiro político” e quitanda.

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Hugo Motta trava a tentativa de Sóstenes Cavalcante de forçar a anistia de Bolsonaro

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, decidiu não pautar para as próximas semanas o projeto de lei que anistia Bolsonaro e os golpistas de 8 de Janeiro.

A decisão ocorreu após uma reunião de líderes partidários.

Na verdade, os que colocaram a faca na nuca de Motta impulsionaram sua decisão de travar a urgência do embuste de anistia para golpista.

Sóstenes partiu para a ignorância, ameaçando Motta de romper com ele se não colocasse na mesa para a votação o pedregulho inconstitucional.

Motta peitou o pau mandado de Malafaia e resistiu às ameaças de golpe feitas por ele.

Na verdade, Sóstenes quer um presidente da Câmara que seja sabujo de Bolsonaro.

Motta sai fortalecido e Bolsonaro, mais uma vez, derrotado.

Hugo Motta ainda adicionou à sua decisão o aviso de pautar votações que tragam reais benefícios para a população brasileira.

Isso é tudo o que os bolsonaristas não querem.

A relação entre Hugo Motta e os bolsonaristas pode se tornar ainda mais tóxica, especialmente se Motta continuar a priorizar propostas que beneficiem a população em detrimento das demandas bolsonaristas.

A conferir.

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Vender capacetes de dentro de uma UTI, como fez Bolsonaro, é normal?

Alguém já vendeu produtos estando numa UTI?

Bolsonaro faz propaganda de venda de capacete com os filhos em live na UTI de hospital

Não, definitivamente não parece normal.

Vender capacete, penico ou Ferrari de dentro de uma UTI é ridículo! Surreal!

E não querem que essa internação hospitalar seja chamada de falsa e patética?

Alguém tem notícia de um paciente, em estado grave na UTI, vendendo bugigangas em live?

Nem rezando para pneu ou ET.

Parece que Bolsonaro está fazendo algo realmente único, diferenciado.
Vender produtos em live enquanto está internado em uma UTI é algo que levanta muitas questões tragicômicas sobre sua prioridade e comportamento do sujeito.

lógico que é uma jogada desesperada para manter a atenção do seu rebanho.

E isso é apenas mais um capítulo de suas ações fraudulentas.

Já era para o pilantra estar preso preventivamente.

Em tempo, alguém pode explicar aquele tubo em cima no nariz?

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A UTI fake de Bolsonaro é Unidade de Trambique Intensivo

Só um sujeito ordinário, escroque e fraudador, por natureza, como Bolsonaro, para transformar uma “UTI” comédia em coreto de Sucupira.

Bolsonaro fede trapaça. Foi assim a vida toda.

Tanto que foi vomitado do exército depois de cometer vários crimes de terrorismo com bombas nos quarteis.

Lógico que, já naquela época, na intenção de derrubar a cúpula das Forças Armadas, correu na Veja para ameaçar o comando militar, dizendo que tinha um plano para dinamitar a estação do Guandu no Rio de Janeiro.

Depois, como sempre, disse que era tudo mentira e que era perseguido por algum Alexandre de Moraes do comando do exercito.

É esse mesmo vigarista, que comandou a tentativa de golpe do dia 8 de janeiro de 2023, que armou um circo coreto dentro de um hospital se dizendo operado e em recuperação numa UTI fake.

O sujeito diz estar numa UTI ,mas faz live com filhos-comparsas e envia mensagem à coluna do jornalista Paulo Cappelli, do Metrópoles.

Bolsonaro não tem limites para chamar de idiota o povo brasileiro de quem ele sempre se declarou inimigo.

Suas ações declaradamente embusteiras como essa UTI onde recebeu uma oficial de justiça, por Moraes entender que, quem faz live e troca figurinhas com redações da mídia, pode perfeitamente bem assinar uma intimação do STF por ter se tornado réu como comandante geral da tentativa de golpe.

Agora, o patife está se vendendo como vítima da justiça.

Não há limites para o vigarista de pedigree como Bolsonaro. O cara tem talento de sobra para patranheiro.

Detalhe: O Sindicato Nacional dos Oficiais de Justiça Federais (SINDOJAF) e a Associação Nacional União dos Oficiais de Justiça do Brasil (UniOficiais/BR) emitiram nota de repúdio e informaram que adotarão medidas cabíveis por causa da gravação não autorizada da oficiala de justiça que intimou Bolsonaro na UTI do hospital DF Star, onde o salafra está se refugiando da justiça. .

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Moraes assistiu à live do alegre Bolsonaro no hospital

A live de Bolsonaro nesta terça, foi um fracasso e ainda resultou em uma intimação judicial de Moraes ao ex-mito no hospital.

O hospital em que Bolsonaro se internou virou um circo com Padre Kelmon fazendo “oração”.

O sujeito é mais fajuto que a cirurgia comédia de Bolsonaro, para não ser intimado como réu no STF

Na live meia bomba, Bolsonaro virou garoto propaganda de venda de capacete.

Bolsonaro participou de live com os filhos enquanto está no hospital

Piquet, Carluxo, Flávio e Eduardo também estavam na fracassada live.

Ou seja, Bolsonaro nessa, soprou um recado para Moraes mandar um oficial de justiça intimar o facínora que comandou a tentativa de golpe no 8 de janeiro. Só isso.