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Flávio atrasa escolha no Rio e aliados acreditam que desistirá da disputa presidencial

A demora de Flávio Bolsonaro em definir quem será o candidato do PL ao Senado pelo Rio de Janeiro deixou de ser vista como mera estratégia eleitoral. Nos bastidores do partido, cresce a avaliação de que o senador mantém a própria cadeira como um seguro político caso sua candidatura ao Palácio do Planalto não se sustente.

A indefinição irrita dirigentes do PL, que aguardam uma posição clara sobre a sucessão no Rio. Enquanto o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, afirma publicamente acreditar que Flávio seguirá na disputa presidencial, aliados cobram uma definição e enxergam na hesitação um sinal de falta de confiança na própria viabilidade eleitoral.

O problema é que a postergação ocorre em um momento de sucessivas crises envolvendo o grupo político bolsonarista. Nos últimos meses, nomes cotados para compor a chapa no Rio foram atingidos por investigações e operações da Polícia Federal, aumentando o desgaste da legenda e tornando a montagem da chapa um desafio ainda maior.

A disputa interna entre Carlos Portinho e Carlos Jordy pela indicação ao Senado permanece sem solução, enquanto adversários avançam na organização de suas campanhas. Cada dia de indefinição amplia a percepção de que Flávio prefere preservar uma rota de fuga: permanecer no Senado caso a candidatura presidencial se revele inviável.

Na política, quem realmente acredita na própria candidatura costuma organizar o tabuleiro com antecedência. Quando um pré-candidato evita tomar decisões essenciais até o último momento, inevitavelmente abre espaço para especulações sobre seus reais planos. É justamente essa dúvida que hoje domina os bastidores do PL.

Flávio Bolsonaro está construindo uma campanha presidencial ou apenas garantindo um plano B?

A conferir.


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Política

Fogo amigo: Paulo Figueiredo detona comunicação de Flávio Bolsonaro: ‘Campanha desgraçada, nego não se ajuda’

Ataques públicos entre aliados e à própria equipe de Flávio revelam fissuras na direita às vésperas do período eleitoral

As disputas internas no campo bolsonarista ganharam novos capítulos nesta semana e evidenciaram ainda mais as dificuldades de articulação da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

O deputado federal cassado e foragido da Justiça, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), reagiu publicamente na terça-feira (8) às críticas feitas pelo também deputado Zé Trovão (PL-SC) ao ex-presidente Jair Bolsonaro. No mesmo dia, o influenciador bolsonarista Paulo Figueiredo direcionou ataques à própria equipe de comunicação de Flávio após a audiência realizada nos Estados Unidos sobre a proposta de tarifas contra produtos brasileiros.

A tensão no segundo episódio começou depois que Zé Trovão afirmou que Jair Bolsonaro teria adotado uma postura de “covardia” ao não enfrentar determinadas decisões judiciais. A declaração provocou reação imediata de Eduardo Bolsonaro, que utilizou as redes sociais para defender o pai e atacar o correligionário.

Diante da repercussão negativa, Zé Trovão voltou atrás, alegando que sua fala foi retirada de contexto. O episódio expôs divergências públicas dentro do próprio PL em um momento de intensificação das articulações eleitorais.

Paralelamente, o outro foco de desgaste surgiu após a participação de Flávio Bolsonaro na audiência promovida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), em Washington, sobre a proposta de sobretaxas de 25% a produtos brasileiros. Depois da repercussão da agenda, Paulo Figueiredo fez críticas abertas à condução política e de comunicação da equipe do senador.

“A gente tenta sentar e deixar o nego trabalhar e fazer o que tem que fazer. Mas, puta merda, que campanha desgraçada! Nego (sic) não se ajuda”, escreveu Figueiredo, em publicação nas redes sociais direcionada aos responsáveis pela estratégia de Flávio. O influenciador incomoda-se com a pouca atenção que o episódio recebeu na mídia e atribui a falhas na assessoria de imprensa.

A crítica ocorre poucos dias após o próprio Figueiredo desistir de participar presencialmente da audiência, decisão tomada em meio a controvérsias envolvendo declarações anteriores do influenciador. Ainda assim, ele permaneceu acompanhando a agenda política nos Estados Unidos e passou a cobrar publicamente a condução da pré-campanha bolsonarista.

O desgaste enfrentado pelo próprio Figueiredo dentro do campo bolsonarista decorre de um vídeo publicado em seu canal no YouTube no fim de junho. O influenciador afirmou que “mulher vota estatisticamente muito mal” e direcionou ataques à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, uma das principais lideranças do PL.

“Mulher vota estatisticamente muito mal. Principalmente mulheres solteiras. Mulheres casadas, em geral, tendem a acompanhar o voto do marido. Mulheres solteiras, não. Isso é o que estou dizendo… Podem arrancar os pentelhos das calcinhas, fazer o que quiser, principalmente as feministas, que têm mais pentelhos, mas eu quero dizer a vocês: isso é estatística”, declarou.

As falas provocaram forte reação entre aliados de Michelle e aprofundaram uma das principais crises internas enfrentadas atualmente pelo bolsonarismo. Além de questionar o comportamento eleitoral das mulheres, Figueiredo classificou a ex-primeira-dama como “feminista”, crítica que desagradou setores do PL e do núcleo político ligado a Bolsonaro.

Nas coxias, a ex-primeira-dama já ameaçou deixar o partido devido a pressões misóginas. Contudo, ainda não foi oficializada nenhuma decisão nesse sentido. Michelle confirmou apenas sua saída da presidência do PL Mulher. Por decisão do partido, ninguém irá substituí-la no cargo.

Juntos, os episódios ampliam a percepção de desorganização no entorno de Flávio Bolsonaro, justamente quando o grupo tenta construir uma narrativa de unidade para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de outubro. Além da disputa com o governo federal em torno das tarifas estadunidenses, a direita passa a lidar também com embates públicos entre aliados, críticas à coordenação da campanha, divergências sobre estratégia eleitoral e uma crescente disputa por protagonismo dentro do próprio campo bolsonarista.

*BdF


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Política

Vídeo: A principal voz da esbórnia bolsonarista no Rio de Janeiro é de Flavio Bolsonaro

A chapa bolsonarista no Rio de Janeiro parece ter se transformado em um desfile permanente de constrangimentos. Tem candidato inelegível, aliado preso após a apreensão de um fuzil, investigados por operações da Polícia Federal e, para completar o cenário, até a própria mãe de Flávio Bolsonaro foi anunciada como suplente de um pré-candidato que acabou no centro de uma investigação federal.

Não é coincidência, é um padrão político que expõe a fragilidade do discurso da “moralidade”. Enquanto o bolsonarismo se apresenta como símbolo do combate ao crime, seu entorno coleciona escândalos, investigações e episódios que colocam em xeque a credibilidade da chapa. O discurso é de ordem; a realidade é uma sucessão de crises.

O contraste é inevitável. Durante décadas, Bolsonaro e seus aliados apontaram o dedo para adversários, distribuíram acusações, fizeram do combate à corrupção e ao crime uma espécie de bandeira exclusiva e tentaram convencer o país de que representavam uma ruptura ética na política brasileira. Mas, quando se observa o círculo político que gravita ao redor da família Bolsonaro, o que aparece é uma sucessão de personagens envolvidos em controvérsias, investigações e escândalos que jamais seriam tolerados se estivessem do outro lado do espectro político.

A situação no Rio de Janeiro é particularmente simbólica. O estado que serviu de berço político para a família Bolsonaro transformou-se em um campo minado de problemas para seus principais representantes. A cada nova operação, a cada nova revelação e a cada novo aliado atingido por suspeitas ou investigações, fica mais difícil sustentar a imagem de um movimento comprometido com os valores que tanto proclama.

O mais curioso é que o bolsonarismo continua exigindo dos adversários um padrão ético que não consegue aplicar aos próprios aliados. Quando o problema surge em outro partido, o discurso é duro, implacável e condenatório. Quando surge dentro de casa, multiplicam-se as desculpas, as teorias conspiratórias e as tentativas de desviar o foco do debate.

O resultado é uma chapa marcada menos por propostas para o Rio de Janeiro e mais por uma interminável coleção de problemas políticos. O eleitor fluminense tem o direito de se perguntar como um grupo que prometia representar a renovação moral da política acabou cercado por tantos episódios incompatíveis com a imagem que vendeu ao país. Afinal, depois de tantos escândalos e contradições, o verdadeiro patrimônio do bolsonarismo parece não ser a coerência, mas a capacidade de fingir que ninguém percebe o abismo entre o discurso e a realidade.

Segue abaixo o vídeo de Carlos Andreazza, do Estadão, em tabelinha com Megale, da Band. Os dois nada têm de esquerda ou de petistas, trazendo um raio-x da escória bolsonarista que transformou o Rio de Janeiro em um inferno político, comandado, sobretudo, por Flavio Bolsonaro, comando que herdou do pai.


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Política

Bobalhão: Flavio Bolsonao decepciona a Faria Lima por fracasso das tarifas com Trump

Empresários e gestores da Faria Lima classificaram como inócua e, em alguns casos, “decepcionante” a participação do senador Flávio Bolsonaro (PL) em audiência do governo americano sobre a possível imposição de novas tarifas de 25% a produtos brasileiros. O senador tentou convencer o Office of the United States Trade Representative (USTR), órgão responsável pela política comercial dos EUA, a cancelar ou adiar a medida.

A avaliação entre representantes do setor privado era que a presença de um senador brasileiro poderia ajudar se ele apresentasse argumentos econômicos contra o tarifaço. A frustração surgiu porque Flávio adotou um tom considerado mais político do que técnico, em meio à preocupação de empresas e associações de setores afetados.

Empresários que acompanharam a audiência, alguns presentes e outros do Brasil, avaliaram a fala como “ruim”. Em cerca de cinco minutos, o senador citou corrupção no Brasil e tratou do Pix e do cartão de crédito, tema que entrou no radar americano sob o argumento de prejuízo a bandeiras de pagamento dos EUA.

“O Pix não é um problema a ser corrigido. É uma solução. Ele ampliou a inclusão financeira ao trazer milhões de brasileiros — especialmente os mais pobres — para a economia formal”, disse Flávio. Ele também afirmou que o avanço do sistema beneficiou empresas americanas, porque transações com cartões emitidos por bandeiras dos EUA continuaram crescendo enquanto o Pix se expandia.

Especialistas veem efeito limitado no órgão americano
Flávio tratou diretamente das tarifas de maneira considerada superficial pelos empresários consultados e levou o calendário eleitoral brasileiro ao argumento. De acordo com o DCM, na audiência, disse que o Brasil terá eleição presidencial em outubro e que o cenário político poderia estar diferente em 90 dias.

“Impor agora uma tarifa que seria difícil de reverter — premiando aqueles que são responsáveis pelas ações em questão e punindo aqueles que suportaram suas consequências — seria o pior momento possível para agir”, afirmou. Pela assessoria, o senador também divulgou o pedido: “Não imponham as tarifas ao Brasil, preservem o sucesso do Pix e cancelem esta medida para que possamos negociar”.

Daniel Teles, especialista e sócio da Valor Investimentos, disse que o rito do USTR permite a participação de associações setoriais, empresas, técnicos de governo e agentes externos, como o senador. “Não acredito que ele vai persuadir o USTR mais do que empresas, que estão levando dados e fatos. Mas também não atrapalha. Eu diria que é neutra a participação”, avaliou.

Paulo Bittencourt, estrategista-chefe da MZM Wealth, também classificou o efeito na sessão 301 como neutro, mas viu prejuízo político para Flávio. “Surte mais efeito a pressão que as empresas americanas estão fazendo para não taxar o país. Mas o impacto para a candidatura de Flávio é péssimo”, disse; Maílson da Nóbrega, ex-ministro da Fazenda, afirmou que o USTR não deve decidir uma questão comercial apenas porque haverá eleição no Brasil.


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Comparsa de Flávio Bolsonaro, Chiquinho Brazão, condenado como mandante do assassinato de Marielle Franco, volta a ser alvo de nova operação da Polícia Federal.

A Polícia Federal deflagrou mais uma operação envolvendo o grupo político de Chiquinho Brazão, apontado pelas investigações como um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O novo desdobramento reforça que o caso está longe de se encerrar e continua revelando conexões, interesses e estruturas de poder que atuaram nas sombras por anos.

Brazão não é um personagem qualquer da política fluminense. Durante anos, transitou com desenvoltura pelos corredores do poder, acumulando influência e cultivando relações com figuras importantes da direita carioca. Entre elas, destaca-se a proximidade política com Flávio Bolsonaro, registrada em diversos momentos da trajetória pública de ambos.

Enquanto aliados do bolsonarismo tentam minimizar ou apagar essas relações, os fatos permanecem. Chiquinho Brazão foi uma figura integrada ao mesmo ambiente político que ajudou a sustentar o projeto de poder da família Bolsonaro no Rio de Janeiro. A insistência em tratar essas conexões como meras coincidências revela mais sobre quem tenta reescrever a história do que sobre a realidade dos acontecimentos.

A nova operação da Polícia Federal demonstra que as investigações continuam avançando e alcançando novos elementos relacionados ao grupo de Brazão. Cada etapa reforça a gravidade de um crime que chocou o Brasil e ganhou repercussão internacional: a execução de uma parlamentar eleita, crítica das milícias e defensora dos direitos humanos.

Mais de oito anos após o assassinato de Marielle, a sociedade brasileira continua exigindo respostas completas. Não basta identificar os executores; é necessário desmontar toda a engrenagem política, econômica e criminosa que permitiu que o crime fosse planejado e executado.

A cada nova operação, fica evidente que o caso Marielle não é apenas uma investigação criminal. Trata-se de um retrato da promiscuidade entre setores da política e estruturas criminosas que, durante décadas, encontraram espaço para prosperar no Rio de Janeiro. E é justamente por isso que as apurações precisam seguir até o fim, independentemente dos nomes e sobrenomes envolvidos.


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Política

Governo acusa Flávio Bolsonaro de legitimar argumentos dos EUA contra Brasil em audiência

Planalto liga senador ao tarifaço e ao caso Master em nota oficial sobre audiência nos EUA

O Palácio do Planalto elevou o tom contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após sua participação, nesta terça-feira (7), em uma audiência pública promovida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) para discutir as tarifas impostas ao Brasil. Em nota oficial, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República acusou o parlamentar de legitimar as alegações norte-americanas contra o país, voltou a associá-lo ao caso Master e afirmou que sua atuação contraria os interesses nacionais.

Logo no início da manifestação, o governo afirma que “repudia” a participação de Flávio na audiência e destaca que, entre os 78 inscritos para falar sobre o tarifaço, 63 se posicionaram contra as medidas e apenas 15 foram favoráveis. Segundo a nota, dos 34 brasileiros inscritos, Flávio Bolsonaro foi o único que não se colocou contra as tarifas, limitando-se a defender o adiamento de sua aplicação.

A nota também afirma que o senador deixou de contestar as justificativas apresentadas pelo governo norte-americano para impor as sanções comerciais ao Brasil e, em vez disso, “optou por legitimar os resultados de uma investigação injusta contra empresários e trabalhadores do nosso país”. De acordo com Cleber Lourenço, ICL, o  governo ainda sustenta que Flávio não negou que a campanha promovida por sua família e aliados esteve na origem do tarifaço nem reconheceu ter agido contra os interesses do país.

A nota dedica um trecho ao caso Master, investigação que envolve o banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo o Planalto, ao mencionar o episódio durante sua manifestação nos Estados Unidos, Flávio Bolsonaro omitiu que o caso teria origem no governo Jair Bolsonaro e também deixou de mencionar seus próprios vínculos com Vorcaro.

O governo cita, de forma expressa, o pedido de mais de R$ 130 milhões feito por Flávio a Daniel Vorcaro para financiar a produção do filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, tema que também é alvo de apurações relacionadas ao caso Dark Horse.

Na sequência, nota também rebate as críticas feitas pelo senador às políticas brasileiras para plataformas digitais. Segundo a nota, Flávio defendeu a revogação de decretos que buscam impedir a circulação de conteúdos criminosos e combater a violência contra mulheres no ambiente digital, medida que, para o governo, “só interessa a dois grupos: quem lucra com o caos e quem precisa dele para cometer crimes”.

Outro ponto explorado pelo Planalto é o PIX. A nota afirma que, após criticar o sistema ao longo do último ano, Flávio Bolsonaro agora tenta apresentar-se como seu defensor, mas “propõe subordinar o PIX aos interesses norte-americanos”.

O governo também informa que, enquanto o senador participava da audiência pública nos Estados Unidos, representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, do Itamaraty, do Ministério da Justiça e do Palácio do Planalto mantinham reuniões com técnicos do USTR na tentativa de reverter as tarifas impostas ao Brasil. Segundo a nota, as negociações entre os dois países ocorrem de forma ininterrupta desde julho de 2025.

A manifestação termina com o trecho mais contundente do documento. “Divergir do governo é legítimo. Convocar uma potência estrangeira a pressionar o próprio país é traição à Pátria. Há uma diferença essencial entre fazer oposição ao governo e fazer oposição ao país e ao povo brasileiro”, afirma a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.


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Vem aí mais um vídeo das pelelequices de Flávio Bolsonaro que está deixando seus aliados de cabelo em pé

Aliados o procuraram mais uma vez para saber se existia a possibilidade de surgirem imagens dele em uma suposta festa promovida por Vorcaro com a presença de mulheres

Enquanto o cínico, vigarista tenta, nos EUA, rifar o Brasil para depois das eleições, aqui na terrinha, O Globo, através de Merval Pereira e Bela Megale, anuncia duas bombas em sua campanha.

Merval afirma que boa parte da direita está tirando o apoio a Flavio de forma incondicional. Já Bela Megale afirma que aliados próximos de Flavio estão aterrorizados com a possibilidade da divulgação de um vídeo em que Flavio participa de uma festa nada ortodoxa, ao estilo das suas outras pelelequices, como as que Vorcaro patrocinou com modelos internacionais nuas, usando somente um capacete e, outra festa que, depois de um acordo, foi “desmentida” pela trans de direita que havia reafirmado que Flavio, num bacanal, quis ficar com ela, que se negou, e ele ficou com sua amiga, também trans.

O fato é que esse tal vídeo de Flavio já está sendo tratado como urgência das urgências com uma versão qualquer que alivie o pelelequeiro compulsivo do clã Bolsonaro.

A coisa viralizou pela web em miniutos, transformando Flavio numa figura ainda mais tóxica para a direita.


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Calúnia contra Lula: PGR pede para Flávio Bolsonaro ser ouvido pela PF

Segundo Paulo Gonet, senador deve ser ouvido antes da manifestação final da PGR sobre investigação por calúnia contra Lula

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao ministro Alexandre de Moraes que devolva à Polícia Federal (PF) o inquérito que investiga o senador Flávio Bolsonaro (PL) por suposta calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O objetivo é que o parlamentar seja ouvido antes da conclusão da investigação.

Gonet avalia que a necessidade de a PF realizar a oitiva com Flávio se dá “sobretudo em razão da possibilidade de retratação, capaz de isentá-lo de pena”.

A manifestação foi apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF) na tarde desta segunda-feira (6/7). Segundo Gonet, a defesa de Flávio solicitou uma série de diligências à PF e pediu que o senador fosse ouvido apenas após o cumprimento dessas medidas. Os requerimentos, no entanto, foram indeferidos pela corporação.

O procurador-geral acrescentou que, embora a PF já tenha concluído o relatório final da investigação, ainda é necessário ouvir Flávio Bolsonaro, especialmente diante da possibilidade de retratação prevista no Código Penal para o crime de calúnia, hipótese que pode isentar o investigado de pena, segundo Pablo Giovanni, Metrópoles.

“A manifestação é, assim, pelo retorno dos autos à Polícia Federal a fim de que seja realizada a oitiva do investigado. Após, requer nova concessão de vistas para manifestação sobre o relatório conclusivo das investigações”, explicou Gonet.

A manifestação foi encaminhada a Moraes, que ainda não decidiu sobre o pedido.

Inquérito
Em relatório encaminhado ao STF em 26 de junho, a Polícia Federal concluiu que Flávio cometeu o crime de calúnia contra o presidente Lula.

Segundo os investigadores, o senador atribuiu ao presidente os crimes de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.


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Flavio reafirma que quer as sanções dos EUA contra o Brasil

O fardo de Flavio Bolsonaro só aumenta.

Em reunião com o baixo clero da Casa Branca, Flavio reafirma, com todas as letras, que quer que os EUA sancionem o Brasil através das empresas brasileiras e que sejam tarifadas pelo trumpismo medieval.

Na verdade, Flavio deixa bem claro que celebra qualquer maldade contra o Brasil e os brasileiros num antinacionalismo nunca antes visto na história do Brasil. Mas quer que tal maldade seja feita após as eleições.

O traidor da pátria revelou não só aos aliados como a essa espécie de subcorte americana, que quer a pior e mais dura punição contra o Brasil, mas dentro de uma data específica, que seria logo após as eleições, não importando quem ganhe.

Na realidade, o aliado dos EUA contra o Brasil não se importa com as tarifas, o que para ele é importante é que elas não aconteçam agora para que o vigarista primogênito de Bolsonaro não seja sancionado nas urnas pelos eleitores brasileiros.

Por isso Paulo Figueiredo foi escanteado por Flavio e anunciou, como se dele fosse, a decisão de não participar nos EUA desse arranjo macabro contra o Brasil para não queimar ainda mais o filme de Flavio, como fez em seu ataque às mulheres brasileiras.

É um cena grosseira a tentativa de transformar Figueiredo em ex-aliado, propondo que, na seleção de calhordas que estão em oferta pública na campanha de Flavio, Paulo Figueiredo foi o primeiro a ser eliminado.

Tudo não passa de uma farsa, até porque Flavio foi hostilizado em Belo Horizonte e chamado de americano justamente pelo mesmo motivo, o de operar nas costas do próprio país em nome de uma tentativa desesperada de ter o apoio de Trump em uma ação qualquer que possa lhe servir de arma contra Lula.

Seja como for, a musculatura política de flavio, que já vem sofrendo uma grave sarcopenia, enfrenta agora um novo e potente contragolpe e o fim do sonho de ser presidente para libertar o pai e ficar trilionário pelo poder, fica cada vez mais distante, mostrando que sua campanha está completamente perdida e não há nada que possa reverter essa realidade contra si.


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Política

Em crise com Flávio Bolsonaro, Michelle elogia política de Lula: ‘Sonho realizado’

Michelle Bolsonaro celebrou criação de política do governo Lula voltada à educação bilíngue para estudantes surdos

Após a crise pública com o enteado e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) elogiou, nesta sexta-feira (3), uma ação do governo do presidente Lula (PT). Por meio das redes sociais, Michelle parabenizou o lançamento da Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (PNEBS), iniciativa apresentada pelo Ministério da Educação (MEC).

Nos últimos dias, tornou-se pública uma crise envolvendo Michelle e o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Na semana passada, a ex-primeira-dama publicou um vídeo em que afirmou ter recebido uma “punhalada” no ano passado e fez críticas ao relacionamento com Flávio.

Após a repercussão do vídeo, o senador adotou um tom conciliador e pediu desculpas à ex-primeira-dama, numa tentativa de reduzir o desgaste provocado pelo episódio. Michelle, após o caso, deixou a presidência do PL Mulher.

Em publicação nos Stories do Instagram, nesta sexta, Michelle celebrou a criação da política do governo Lula voltada à educação bilíngue para estudantes surdos. Sem mencionar diretamente o presidente, ela destacou a importância da medida.

“Parabenizo a nossa amada comunidade surda pelo lançamento da Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos”, escreveu a ex-primeira-dama.

“A educação bilíngue se tornou uma modalidade separada da Educação Especial, trazendo mais autonomia e protagonismo para a comunidade surda. […] É um sonho realizado! Seguimos trabalhando por um Brasil mais acessível e com oportunidades para todos”, declarou.

Publicação de Michelle Bolsonaro no story do Instagram. Foto: Divulgação

A Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (PNEBS) foi lançada nesta sexta-feira, em evento realizado no auditório do Ministério da Educação, em Brasília. Segundo o governo, a política tem como objetivo ampliar o acesso, garantir a permanência e favorecer o êxito escolar dos estudantes atendidos pela modalidade de educação bilíngue de surdos.

De acordo com o Ministério da Educação, a política fortalece ações voltadas à garantia dos direitos educacionais e linguísticos dos estudantes. Dados divulgados pelo MEC apontam que apenas 12% das redes de ensino brasileiras possuem materiais pedagógicos adequados em Libras. As avaliações no formato Vídeo em Libras alcançam somente 1,31% dos estudantes.

Atualmente, apenas 2.501 professores possuem formação continuada em educação bilíngue de surdos, situação atribuída à oferta reduzida de cursos de pedagogia bilíngue no país. A nova política, segundo o governo, busca ampliar a estrutura disponível para o atendimento desse público e fortalecer a educação bilíngue nas redes de ensino.

*ICL


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