Flavio Bolsonaro

Lindbergh Farias que decisão de Mendonça é “blindagem” a Flavio Bolsonaro e Campos Neto

Deputado afirma que restrição de acesso da CPMI do INSS ao celular de Vorcaro impede apuração e levanta suspeitas sobre nomes ligados ao Master

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou nesta terça-feira (17) que há uma tentativa de impedir o avanço das investigações relacionadas à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. Segundo ele, a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu o acesso à chamada “sala-cofre” da comissão, levanta suspeitas de proteção a figuras políticas citadas no caso.

A declaração foi feita em publicação nas redes sociais e em vídeo divulgado pelo parlamentar. De acordo com Lindbergh, a medida ocorreu após a divulgação de informações pela jornalista Mônica Bergamo, indicando a presença do nome do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na lista de contatos de Daniel Bueno Vorcaro, investigado no caso.

Decisão do STF restringe acesso a dados da CPMI
A decisão de André Mendonça determinou o bloqueio imediato do acesso a todo o material armazenado na sala-cofre da CPMI do INSS relacionado a Vorcaro. De acordo com o 247, o ministro também ordenou que a Polícia Federal retire os equipamentos do local para uma nova análise. Segundo o despacho, a medida busca preservar informações de caráter privado. O ministro afirmou que a Polícia Federal deverá realizar uma triagem para separar conteúdos pessoais de dados relevantes à investigação.

Lindbergh aponta contradições e cobra investigação
Lindbergh criticou a decisão e sugeriu que ela impede o esclarecimento dos fatos. “Estão tentando esconder a verdade! Bastou o nome de Flávio Bolsonaro aparecer nos contatos de Daniel Vorcaro e pronto: proibiram o acesso à sala-cofre da CPMI do INSS. Coincidência? Difícil acreditar”, afirmou.

O deputado também mencionou outros nomes que, segundo ele, aparecem nos registros analisados. “Roberto Campos Neto, peça central desse esquema, também surge na lista”, declarou.

No vídeo divulgado, Lindbergh reforçou as críticas à restrição de acesso e detalhou o conteúdo armazenado. “A sala-cofre é uma sala onde ficam documentos ligados à CPMI do INSS. E lá está o telefone, a nuvem do Daniel Vorcaro”, disse.

Ele também questionou declarações do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), citando supostas inconsistências. “O jornalista pegou ele e disse: ‘e aí? Você falou com o Vorcaro? Já falou alguma vez com o Vorcaro?’. Ele disse: ‘não, nunca falei com o Vorcaro’. Aí muda de opinião: ‘mas eu posso ter falado, porque temos um amigo em comum, o André Valadão’”, relatou.

Medida envolve retirada de equipamentos pela Polícia Federal
A decisão do STF prevê que a Polícia Federal recolha os dispositivos armazenados na sala-cofre em cooperação com a presidência da CPMI. O objetivo é realizar uma nova análise dos dados, com foco na separação de informações pessoais.

Segundo Mendonça, a iniciativa busca garantir que conteúdos “exclusivamente à vida privada do citado investigado não sejam compartilhados com a referida Comissão Parlamentar”.

Lindbergh, por sua vez, classificou a situação como uma tentativa de obstrução. “Eles estão atrás de uma ‘operação abafa’, e nós queremos uma apuração de tudo, porque a gente sabe onde é que isso vai cair”, afirmou.

O parlamentar também rebateu críticas sobre a atuação do PT na criação da comissão. “O PT assinou, sim, pedido de investigação. O que não assinamos foi a CPMI do PL feita para confundir e proteger”, declarou.


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Flavio Bolsonaro e a extrema direita fofa

Que tal um azeite extra virgem na ficha corrida de um dos maiores corruptos e bandido do Brasil?

Flavio e seus marketeiros começam a sentir que a panela de pressão já está no fogo. Isso significa que vem chumbo grosso para cima desse Zé Caganeira.

A plataforma nenhuma de Flavio, dita de boca própria pelo produtor de laranjas e fantasmas, de rachas e rachadinhas, peculato e formação de quadrilha, será pesada.

Flavio diz que será um mímico do próprio pai, ou seja, que não tem qualquer projeto para o país e que reproduzira à risca a proposta nenhuma que o papai mostrou quando sentou na cadeira da Presidência da República, a de se beneficiar em tudo.

Enquanto isso, o sujeito viverá de diversionismo, como mostrado num vídeo em que ele aparee dançando como o BolsoDória para uma plateia armada pelo bolsonarismo que ainda resta, no momento em que corria a notícia, martelada, inclusive por ele, de que Jair Bolsonaro estava na UTI.

Nada demais para quem vive de desconexão compulsória, provocada por uma gama de mentiras que acabam se trombando em praça pública.

Seja como for, Flavio já disse a que veio, dizer banalidades confusas para serem confusamente compreendidas pelo pasto do clã.

Em síntese, é preciso dizer com todas as letras que, no Brasil, o bolsonarismo não representa a extrema direita. Na prática, o que o clã representa é um bonde de oportunistas, vigaristas rastaqueras que emburacaram na política na carona desses comprovados inúteis e caros para o Estado, chamados clã Bolsonaro. Eles sempre tiveram um único objetivo, enriquecer o máximo possível no cargo público, enquanto jocosamente fazem discursos anticorrupção e diminuição do tamanho do Estado.

Esses pilantras, que nunca trabalharam na vida, têm que ser mostrados pela esquerda quem de fato são. Os cinco punguistas, que vivem de roubar o país enquanto gritam, pega ladrão!


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Grande mídia começa a abandonar Flavio Bolsonaro

Em se tratando de mídia industrial, sobretudo da Globo, nenhuma vírgula é dada fora de contexto. E se não há como passar panpo para a folha corrida de Flavio, que somada à sua inutilidade, forma uma química de combustão extremamente explosiva.

A grande mídia chegou à conclusão de que não há vitamina possível que mova peças estratégicas, por mais bem feita que seja uma campanha, que tire de Flavio a pecha de filho mais vigarista do vigarista Bolsonaro.

Embalagem não reciclável, inutilizável

Num programa da GloboNews, a jornalista Flávia Oliveira desancou o primogênito do sacripanta, desmistificando de forma translúcida, “que não existe bolsonarimo moderado” e que Flavio é tão reacionário quanto o pai, no sentido mais fascista da palavra.

A fala da jornalista foi de pronto compartilhada por Natuza Nery e, pasmem, até Merval Pereira foi sintético em dizer que não dava para comparar Flavio com Lula, por Flavio ser filho de um golpista e, portanto, golpista ser.

Já sobre Lula, Merval encheu os pulmões para dizer, em alto e bom som, que, neste caso, trata-se de um político democrata.

Nessas falas, não há nada de novo.

Juliana Dal Piva, no ICL, onde faz um belíssimo trabalho, disse em podcast que, de acordo com suas investigações sobre o clã Bolsonaro, Flavio é o mais corrupto dos filhos do vigarista e golpista mor.

Dias atrás, Pedro Dória, do Globo, Estadão e do Meio, onde é redator, fez uma chamada afirmando que o nome de Flavio como candidato à presidência, foi mal recebido pela própria direita. Dória diz textualmente que não há lava roupa possível que remova 1% de sujeira da sua sinópse e, portanto, é uma candidatura que já nasceu morta.

Há uma corrente bactericida dentro do próprio ambiente do patrão de Queiroz e medalhonador de assassinos milicianos como Adriano da Nóbrega.

Mesmo com a legião de sectários imbeleicizados pela própria mídia durante décadas, Flavio não tem chances de superar Lula num embate virtual, que fará presencial.

O sujeito não tem qualquer domínio de bola e, por isso mesmo, não tem condições de conduzir a pelota um passo sequer.


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Queima de arquivo: o sicário está para Vorcaro como Adriano da Nóbrega está para Flavio Bolsonaro

Pelo jeito, temos aqui dois personagens que competem entre si nas coincidências da forma.

Se, como dizem as poucas matérias da grande mídia, Luiz Felipe Machado de Moraes Mourão, é mesmo o sicário de Vorcaro, ou seja, seu cão de guarda, valeria afirmar que, com um padrão e ficha criminal bem acima do secretário do dono do Master, Adriano da Nóbrega é tão assassino quanto.

Claro, há uma diferença brutal na comenda dos dois. Até aqui não se sabe de nenhuma medalha de honra que Vorcaro tenha conceadido a seu capataz, já Adriano da Nóbrega foi medalhonado pelo então deputado estadual, Flavio Bolsonaro, dentro da cadeia com a medalha Tiradentes, a mais alta honraria da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, sem falar que a mãe e a esposa de Adriano faziam parte do esquema de rachadinha (peculato e formação de quadrilha) montada por Flavio e gerenciado por Fabrício Queiroz, parsa de Adriano.

Adriano da Nóbrega estava encarcerado por inúmeros assassinatos e tentativas de, mas os dois tiveram o mesmo fim, queima de arquivo.

Não é de se espantar, tendo em vista o histórico dos dois patrões, Vorcaro e Flavio Bolsonaro.

Outra acusação é a de que o sicário de Vorcaro operava como uma espécie de escritório do crime do dono do BolsoMaster para intimidar, coagir, estorquir, espancar e assassinar pessoas que atravessam o caminho do patrão.

E o que era mesmo o escritório do crime comandado por Adriano da Nóbrega, um grupo de milicianos e políticos para cometer crimes de extorsão, assassinatos e lavagem de dinheiro no Rio?

Segundo informações, esse grupo era associado a Adriano da Nóbrega e outros milicianos e teria ligações com Flavio Bolsonaro.

Entre os comparsas de Adriano, tinham policiais e civis, além de outros criminosos que extorquiam comerciantes e empresários e, por isso, o grupo de Adriano contava com a proteção de políticos e policiais.

O fato é que os dois morreram de formas diferentos com características idênticas às de queima de arquivo.

Certamente, a históia saberá revelar um paralelo desses dois universos, empresarial e político, que remontará a estrutura de poder que as muitas formas de milícias dão sustentação por um bom preço.


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A paisagem brasileira de Elio Gaspari de O Globo é um primor de bolsonarismo

A pricipal eiva corruptora de uma opinião está numa palavra ou em muitas palavras ajeitadoras, e Elio Gaspari esmaga a realidade para vender a paisagem do Brasil atual de onde ele está, vendo o país de dentro da redação do Globo, onde tenta frisar uma imagem totalmente enviesada às próprias custas.

Na verdade, é uma aprendizagem para quem tem a exigência de traduzir os fatos à moda caralho, conceituando fatos em que usca atacar Lula e simplesmente omitir realidades concretas, cristalizando um lado na disputa eleitoral para a Presidência da República.

O tijolo de Elio Gaspari começa com o título “Flavio Bolsonaro surpreendeu”.

Não há nada demais a notícia ser dada em garrafais e nem se confessar antiLula e pró-Bolsonaro, o problema são os sofismas dos quais Gaspari se lambuza, o pior deles exatamente nesse momento, é o que julga um erro de Lula receber Vorcaro em 2024 com três testemunhas, enquanto mesmo escriba não dá um pio sobre os R$ 5 milhões que Vorcaro depositou nas contas de Bolsonaro e Tarcísio.

Tarcísio, a quem Gaspari dá de barato a sua história sobre uma possível candidatura de Haddad para o governo de São Paulo.

Com um pincel na mão, Gaspari frisa a paisagem que lhe interessa, a de um Brasil que ele habita de onde está, e ele está, sob a orientação dos Marinho, dentro da Globo. Globo, que mostramos aqui hoje em uma matéria, produziu um evento em Nova York patrocinado por Daniel Vorcaro, onde ele foi a estrela.

Tudo isso em defesa de Flavio Bolsonaro, que publicou no X um manifesto contra o Brasil e os brasileiros, pedindo que Trump interviesse no Brasil com seu exército contra os brasileiros numa falácia de que combateria o “narcoterrorismo” do PCC e CV.

O mais irônico é Gaspari conciliar a campanha de Flavio com a Faria Lima, num gesto de sabujice em que também está incluido na ciranda financeira junto com as fintechs na mesma Faria Lima, o próprio PCC, mostrando que Elio Gaspari acabou por morder o próprio rabo.


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PF cumpre nova ordem de prisão contra aliado de Flávio Bolsonaro em investigações sobre CV

Gutemberg Fonseca, secretário de Defesa do Consumidor, diz que foi ele quem indicou Alessandro Pitombeira Carracena

A Polícia Federal cumpriu uma nova ordem de prisão, nesta segunda-feira (9), contra o ex-Secretário Estadual de Esportes do Rio de Janeiro, Alessandro Pitombeira Carracena, durante a Operação Anomalia, que é mais uma das fases das investigações que apuram um núcleo criminoso que atuava na negociação de vantagens indevidas e na venda de influência para favorecer os interesses do Comando Vermelho, uma das maiores facções criminosas do Rio de Janeiro.

A coluna apurou que Carracena foi indicado ao órgão para o governo Cláudio Castro pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). É a segunda ordem de prisão: ele já estava detido por outra acusação neste mesmo caso. No entanto, o secretário do Consumidor Gutemberg Fonseca , outro aliado de Flávio, afirma que foi ele quem indicou Carracena ao governo. Em nota, o senador negou a indicação de Carracena, mas não falou de sua relação com Gutemberg Fonseca.

O ex-secretário é advogado e já ocupou também os cargos de diretor de operações em autarquia municipal; foi presidente do Fundo Especial de Ordem Pública da cidade do Rio; presidente do Conselho Administrativo da Guarda Municipal da capital; e integrante do Gabinete de Crise da cidade durante o período da pandemia.

Além de Carracena, estão sendo cumpridos três mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão na cidade do Rio, além de medidas cautelares diversas, como afastamento do exercício de função pública. As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Um dos presos é o delegado federal Fabrizio José Romano.

Os elementos de prova colhidos indicam que os investigados estruturaram uma associação criminosa voltada para a prática de crimes contra a administração pública e para o favorecimento de interesses atrelados ao tráfico de drogas.

A ação integra a Força-Tarefa Missão Redentor II, instituída em cumprimento ao Acórdão da ADPF 635, que visa assegurar a atuação uniforme e coordenada da PF na produção de inteligência e de repressão aos principais grupos criminosos violentos no estado do Rio de Janeiro, com foco especial na desarticulação de suas conexões com agentes públicos e políticos.

Mensagens

Em novembro do ano passado, a PF obteve diálogos, na Operação Zargun, que demonstraram como o Comando Vermelho tentava influenciar o policiamento no Rio por meio de contatos com Gutemberg Fonseca. Em um diálogo, Gabriel Dias de Oliveira, o Índio do Lixão, apontado pela PF como integrante do CV, relatou a Carracena que esteve com Gutemberg Fonseca para apresentar demandas e pedir “cobertura política”.

Nota do secretário Gutemberg Fonseca:
O advogado Alessandro Pitombeiro Carracena foi indicado por mim para exercer uma função técnico-jurídica na Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor, com base em critérios profissionais e em sua formação na área jurídica. Trata-se de uma indicação de caráter estritamente técnico. Ressalto ainda que o senador Flávio Bolsonaro não participou dessa indicação. Carracena foi exonerado do cargo em janeiro de 2025, portanto muito antes de qualquer investigação de que tenhamos tomado conhecimento.

Conheço Carracena há mais de 20 anos. Nosso primeiro contato ocorreu quando eu ainda atuava como árbitro de futebol. À época, ele passou a prestar serviços como advogado para mim e para minha família.

Em relação às menções ao meu nome em mensagens atribuídas ao investigado Gabriel Dias de Oliveira, conhecido como “Índio do Lixão”, esclareço que tomei conhecimento desse conteúdo apenas por meio da imprensa. Desconheço completamente a vida pessoal e o histórico do referido investigado.

Como figura pública, participo regularmente de agendas institucionais e eventos em diversas regiões do estado, inclusive em comunidades e áreas socialmente vulneráveis, o que naturalmente implica contato com inúmeras pessoas, muitas vezes sem qualquer conhecimento prévio sobre quem são ou de que contexto vêm. Caso tenha ocorrido algum eventual contato em eventos públicos, este teria sido meramente circunstancial, sem qualquer tipo de relação pessoal, proximidade ou ciência sobre eventual envolvimento ilícito.

Cabe destacar, inclusive, que nas próprias mensagens divulgadas o investigado afirma que “não teve êxito comigo” e que “se não é de coração, deixa pra lá”, o que reforça que não houve qualquer tipo de atendimento de pedido ou estabelecimento de relação.

Reforço que não houve qualquer tipo de proximidade, relação pessoal ou atendimento de pedido por minha parte.

*Juliana Dal Piva/ICL


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Mídia ligou o modo Lava Jato em apoio a Flávio Bolsonaro, por Luís Nassif

A orientação foi a de esquecer que é ligado a milícias, que tinha relações com o Escritório do Crime, e concentrar na sua postura educada

Conforme já havia alertado, começou o jogo do lavajatismo midiático, com vistas às eleições. Por exemplo, o caso de Lulinha com o tal “careca do INSS”. Lulinha tem relações de amizade com uma aventureira, Roberta Luchesinger, que se apresentava como herdeira do Credit Suisse. Roberta se apresenta aos lobistas como amiga da família e se especializou em vender vento. Convenceu o careca de que Lulinha poderia facilitar a venda de cannabis para o Ministério da Saúde.

Levou Lulinha para Portugal, para mostrar um galpão onde, segundo ele, está preparando a plantação de cannabis. Lulinha foi, voltou, e não fechou nenhum negócio. Primeiro, porque não teria entrada alguma no Ministério da Saúde. Segundo, por ser gato escaldado e não se expor em nenhum contrato. Acabou a história.

Aí a CPI do INSS convoca Lulinha e a Polícia Federal pede a quebra de seu sigilo. O resultado é uma enxurrada de manchetes ligando o nome de Lulinha ao careca. E, perdido no meio das manchetes, a reportagem com a secretária do careca afirmando não ter feito qualquer pagamento a Lulinha.

É assim o jogo. Por exemplo, repórteres devem ter investigado se em algum momento Lulinha estava no Ministério da Saúde. Se investigaram nada encontraram, se nada encontraram, seria notícia. Foi mau jornalismo não apurarem se as visitas ocorreram ou não noticiarem, se apuraram e nada encontraram.

Pouco importa, nas redes sociais e para a maioria dos leitores o que importa é a manchete, a associação do nome Lulinha ao do careca.

O caso Flávio Bolsonaro
Na outra ponta, Letícia Caetano dos Reis, que vem a ser administradora do escritório de advocacia do Zero Um desde sua fundação, em 2022, é “irmã de Alexandre Caetano dos Reis, sócio do Careca do INSS na empresa sediada nas Ilhas Virgens Britânicas e alvo de uma operação da PF por suspeita de lavagem no exterior do dinheiro das fraudes praticadas contra os aposentados”, segundo nota de Lauro Jardim, de 1o de fevereiro passado.

Um autógrafo da Malu Gaspar para quem encontrar uma reportagem sequer sobre o tema na mídia corporativa.

Digamos que a relação de parentesco não significa, automaticamente, uma admissão de culpa. Mas Flávio Bolsonaro saiu candidato a Presidente da República. A orientação, nos jornais, foi a de normalização de sua conduta, esquecer que é ligado a milícias, que tinha relações diretas com o Escritório do Crime, e concentrar apenas na sua postura educada.

*Luis Nassif/GGN


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Em campanha descarada para Flavio Bolsonaro, Globo faz matéria espingolada sobre Lulinha para tentar atingir Lula

Somente quem tem a consciência tranquila, abre suas contas para mostrar a movimentação financeira, entrada e saída de dinheiro, como fez Lulinha.

A BolsoGlobo usou mãos de luva para roubar a verdade e induzir, com seu capotão, que Lulinha recebeu depósitos R$ 19 milhões em 4 anos, quando, na realidade, ela soma as entradas e saídas da conta. Ou seja, entraram, por conta do trabalho de Lulinha, que é empresário, quase R$ 9 milhões em 4 anos, da mesma forma que saíram. Detalhe, nenhum centavo é público. Somando os dois, entrada e saída, aproximadamente R$ 19 milhões.

É o velho truque dos Marinho, de dar uma manchete confusa para ser confusamente compreendida pela população.

Isso deixa claro que a Globo está apostando tudo na campanha de Flavio Bolsonaro que, assim como irmãos e pai, jamais trabalhou na vida e todos viveram e vivem, um a um, das gordas tetas do Estado, ou seja, do suor dos impostos pagos pelo povo brasileiro, a quem a Globo tanto odeia.

A pergunta chega a ser boboca, os Marinho têm coragem de abrir suas contas bancárias para saber quem e quanto é depositado durante 4 anos para pagar a campanha que fazem em favor dos grandes banqueiros agiotas desse país?

Esse incessante ladrido contra Lula desde que o atual presidente da República ainda era líder sindical, em plena ditadura apoiada pela Globo, é guiado pelo próprio rabo que norteia os interesses de quem fez império a partir de sua parceria com a ditadura e com os EUA contra o Brasil e os brasileiros.

O Jornal Nacional, assim como o jornal O Globo, com suas matérias canalhas, não provou qualquer ilícito de Lulinha, mesmo sabendo disso, sua intenção é incorporar contra Lula, a favor de Flavio, uma pulga atrás da orelha dos eleitores.

Assim, ela vai constuindo cortina de fumaça para um passado todo cagado de corrupção, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, rachadinha e peculato que fazem parte do sarcófago da história do clã Bolsonaro e, junto, testar hipóteses que possam dar nova direção de seus ataques a Lula.

A matéria não traz absolutamente nada contra Lulinha, mas a monarquia dos Marinho acrescenta na variedade de acusações contra Lula e sua família, mais uma pecha de irrigação contra a seriedade e legalidade de todos os passos dados por Lula há pelo menos 50 anos.

Na verdade, não há diferença moral entre a turma do Vorcaro com a turma dos Marinho. Por isso, de vez em quando, eles se estranham, como acontece com as organiações criminosas no Brasil.

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Globo veste a camisa da milícia e vira assessora da campanha de Flavio Bolsonaro

A mão de Merval Pereira estava coçando para mergulhar de ponta-cabeça na campanha de Flavio Bolsonaro.

As varejeiras do Globo funcionam assim, revoam de boca babosa por gorjetas gordas, o que sempre foi de interesse da direita brasileira.

Como se sabe, o Grupo Globo nunca teve boa reputação, ele stá sempre pronto para uma empreitada bem paga para defender candidatos da direita e atacar os de esquerda. A Globo trabalha para a oligarquia, desde sempre.

Os Marinho fizeram seu império, tijolo sobre tijolo, com o que existe de mais podre no Brasil e fora dele, já que é o principal panfleto dos EUA dentro do Brasil e contra o Brasil.

Racista por tradição, a Globo vive de mentiras engenhosas para segregar negros e pobres e enaltecer brancos e ricos.

Nesse momento, repete a dose das campanhas pró-Collor, FHC, Aécio e do próprio Bolsonaro, em 2018 e em 2022.

Então, o apoio à campanha de Flavio Bolsonaro pela Globo, ao seu projeto Brasil/Milícia ou Brasil/Muzema, tem como objetivo agitar a massa da fauna para manter o fundo escuro onde habita o clã Bolsonaro.

Ou seja, nada de falar sobre rachadinha, peculato, formação de quadrilha, esritório do crime, assassinos de aluguel, caso Marielle, lojinha de chocolate, mansões compradas a peso de ouro com dinheiro vivo e as que foram compradas fora do Brasil no esquema astuto de lavagem de dinheiro num projeto capotão que, somados, passam de 100 imóveis.


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O velório do bolsonarismo: Atos da extrema direita na Paulista e Rio fracassaram

Na Paulista, apenas 20 mil pessoas e No Rio de Janeiro, a USP contabilizou 4,7 mil participantes em Copacabana

A manifestação organizada por lideranças da direita neste domingo (1º), na avenida Paulista, reuniu somente cerca de 20,4 mil pessoas, de acordo com estimativa do Monitor do Debate Político da Universidade de São Paulo (USP/Cebrap) em parceria com a ONG More in Common. Ato semelhante realizado em setembro do ano passado reuniu 42 mil pessoas.

O levantamento tem margem de erro de 12%, o que indica um público entre 18 mil e 22,9 mil pessoas no momento de maior concentração, registrado às 15h53.

Um sistema de Inteligência Artificial identifica e contabiliza automaticamente as pessoas presentes na área analisada.

Ao final do ato na Paulista, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) avaliou a participação como positiva. “Achei que foi um bom número. Como sempre, os brasileiros aqui dando a cara a tapa, vindo pra rua, mostrando que não têm medo de perseguição”, declarou.

No Rio de Janeiro, a contagem realizada pelo Monitor do Debate Político da USP/Cebrap e pela More in Common estimou 4,7 mil participantes na praia de Copacabana.

Considerando a margem de erro de 12%, o público teria variado entre 4,1 mil e 5,3 mil pessoas, com pico às 11h20. Não houve estimativas divulgadas para outras capitais do país.

*ICL


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