Flavio Bolsonaro

PF analisa pedido de Lewandowski para investigar Flávio por crimes contra a honra de Lula

A Polícia Federal (PF) analisa o pedido feito por Ricardo Lewandowski para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por publicações que associam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PL) ao venezuelano Nicolás Maduro, conforme informações da CNN Brasil.

A solicitação foi enviada ao Ministério da Justiça no dia 7 de janeiro, a partir de representação da deputada federal Dandara Tonantzin (PT-MG), e chegou à Polícia Federal em 8 de janeiro. Após a análise, a PF pode ou não abrir inquérito.

No documento enviado, Dandara aponta uma possível prática de crimes contra a honra de Lula ao citar uma postagem de Flávio no X afirmando que o presidente seria “delatado” e que isso resultaria “no fim do Foro de São Paulo”. Segundo o ICL, a publicação ocorreu após o sequestro de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.

Na postagem, o senador escreveu: “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”.

A deputada afirma que o conteúdo ultrapassa o debate político e não se enquadra na imunidade parlamentar, pois não estaria ligado à fiscalização, à atuação legislativa ou ao exercício típico do mandato.

Agora, cabe à PF decidir se abre inquérito, se conclui que não há elementos suficientes para investigação ou se entende que o caso deve ser encaminhado a outra instância por falta de competência.

Últimos atos de Lewandowski e próximos passos da PF
O envio do pedido foi um dos últimos atos de Ricardo Lewandowski à frente do Ministério da Justiça antes de entregar sua carta de demissão a Lula.

A saída de Lewandowski foi formalizada em carta entregue ao presidente Lula na última quinta-feira (8). No documento, o então ministro alegou razões pessoais e familiares para deixar o cargo, a partir de sexta-feira (9), em 2026.

Desde sexta-feira, a pasta é comandada interinamente por Manoel Carlos de Almeida Neto, secretário-executivo, enquanto o advogado-geral da Petrobras, Wellington Cesar Lima e Silva, é apontado como o mais cotado para assumir o ministério.


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Deputada Erika Hilton aciona PGR contra Flávio Bolsonaro e Nikolas por incitarem intervenção externa

Deputada aponta postagens motivadas por ação dos EUA na Venezuela

A deputada federal Erika Hilton protocolou, na manhã desta segunda‑feira (5), uma representação criminal na Procuradoria‑Geral da República (PGR) contra o senador Flávio Bolsonaro e o deputado federal Nikolas Ferreira. A iniciativa tem como foco publicações feitas pelos dois parlamentares nas redes sociais que, segundo a peça, defendem, estimulam ou sugerem a atuação de autoridades estrangeiras contra o Brasil, em afronta direta à soberania nacional, à ordem constitucional e às instituições democráticas.

De acordo com a representação, as postagens foram publicadas no contexto da ofensiva militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, que resultou na captura e sequestro do mandatário venezuelano, Nicolás Maduro, por forças norte‑americanas. Segundo a deputada, esse cenário internacional foi explorado por Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira como pano de fundo para sugerir ou naturalizar a possibilidade de intervenção externa semelhante no Brasil.

A peça sustenta que as manifestações divulgadas pelos parlamentares não se enquadram no exercício regular da crítica política. O documento afirma que o conteúdo “extrapola o direito à livre manifestação do pensamento” ao construir uma narrativa que “submete o Estado brasileiro à jurisdição estrangeira”, sugerindo que o chefe de Estado brasileiro poderia ser investigado, processado, sancionado ou constrangido por autoridades de outro país, à margem dos mecanismos previstos na Constituição.

Erika Hilton destaca que esse discurso é veiculado de forma reiterada por meio de memes, montagens e imagens digitalmente manipuladas, estratégia que amplia o alcance da mensagem e reduz a percepção pública de sua gravidade. Para a deputada, a linguagem irônica e o tom aparentemente humorístico não descaracterizam o conteúdo político das postagens, mas funcionam como instrumento para banalizar a ideia de intervenção estrangeira e apresentá‑la como resposta legítima a disputas políticas internas.

No caso de Nikolas Ferreira, a representação menciona publicações que ironizam decisões do Supremo Tribunal Federal e questionam a legitimidade das instituições brasileiras, sugerindo que apenas a atuação de potências estrangeiras seria capaz de conter o atual cenário político. Em relação a Flávio Bolsonaro, o documento aponta postagens que reforçam a narrativa de colapso institucional no Brasil e associam o país a supostos mecanismos de investigação ou sanção conduzidos por autoridades norte‑americanas ligadas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Segundo a deputada, ao utilizar a recente intervenção norte‑americana na Venezuela como referência simbólica, as postagens difundem a ideia de que o Brasil estaria sujeito a um juízo externo, relativizando a autonomia do sistema jurídico nacional. A representação afirma que esse tipo de comunicação, quando praticado por agentes públicos com mandato eletivo, contribui para enfraquecer a confiança da sociedade nas instituições e legitimar discursos de ruptura democrática.

O documento sustenta ainda que as manifestações têm como efeito a deslegitimação de órgãos constitucionais responsáveis pela preservação do Estado Democrático de Direito, como o Supremo Tribunal Federal, a própria PGR, a Polícia Federal e o Congresso Nacional. Para Erika Hilton, ao reiterar esse discurso em redes sociais de grande alcance, os parlamentares estimulam soluções autoritárias incompatíveis com a Constituição de 1988 e reforçam narrativas internacionais de fragilidade institucional do país.

Nikolas e youtuber da esquerda trocam ofensas após montagem com Lula

Com base nesses elementos, a deputada solicita que a Procuradoria‑Geral da República instaure procedimento investigatório criminal para apurar a possível prática do crime de apologia ao golpe de Estado, previsto no artigo 359‑M do Código Penal. De acordo com Cleber Lourenço, ICL, A representação ressalta que nem a liberdade de expressão nem a imunidade parlamentar autorizam a defesa de ruptura institucional, tampouco a submissão do Brasil à tutela de potências estrangeiras, ainda que a mensagem seja apresentada sob a forma de humor, ironia ou crítica política.

A peça também destaca que Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira, por ocuparem cargos eletivos e possuírem grande alcance nas redes sociais, detêm responsabilidade institucional ampliada sobre os impactos de suas manifestações públicas. Segundo o documento, o discurso difundido por ambos tem potencial de produzir consequências políticas concretas, inclusive no plano internacional, ao alimentar campanhas de desinformação e narrativas que colocam em dúvida a capacidade do Brasil de resolver seus conflitos dentro das regras democráticas.

A Procuradoria‑Geral da República deverá agora analisar a representação e decidir se instaura investigação criminal ou se arquiva o pedido. Até a publicação desta reportagem, os parlamentares citados não haviam se manifestado publicamente sobre o conteúdo da iniciativa apresentada por Erika Hilton.


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Quaest: Tarcísio é carta fora do baralho

Sejamos francos, Flavio Bolsonaro é papel higiênico que já vem cagado.

Dito isso, fica claro que o sujeito é o único que pode de fato representar a calhordice do pai, é pilantra que, além de vigarista contumaz, Flavio já vem suplementado com uma lista de banditismo que não tem graça comentar, seja no gabinete armado por milicianos, seja por sua fantástica birosca de chocolate que lhe proporcionou a compra da mansão avaliada hoje em torno de R$ 20 milhões.

Ou seja, vender inhá benta e trufa em uma lojeca de 3m x 3m é o melhor negócio do planeta. Não há big tech que dê tanto lucro, menos ainda fintech da Faria Lima em paceria com o PCC. O homem é um portento

Há risco de, em pleno debate com Lula, Flavio se cagar inteiro com uma diarreia cachoeira, como aquela de quano se candidatou a prefeito do Rio de Janeiro. Claro, Flavio Bolsonaro não aguenta o tranco.

Flavio é tão chucro quanto o pai, sem gozar de qualquer independência para dizer das asneiras recalcadas do ex-presidente que venceu a eleição de 2018 numa fraude armada com Sergio Moro, além de matar 700 mil pessoas por covid, devolver o Brasil ao mapa da fome, com 33 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha de probreza.

Ainda, seu nome, até a eleição de 2026, ganhará dimensão incomensurável nas páginas policiais com uma variedade de gravidade de crimes comuns e políticos que não deixará dúvida do caráter do sujeito.

No entanto, há uma mistura preparada que chega com ele aos moldes da que patrocinou a campanha de Bolsonaro e que fez muito empresáio, legal e ilegal, enriquecer de forma inacredtável que ainda mantém relações no submundo do poder com seu pai que, certamente, estão associados ao universo de Bolsonaro.

Flavio, segundo a Quaest que, mesmo não sendo lá um centro de pesquisas de opinião confiável, traduz deterinada sentença, conforme o ângulo pequeno ou grandiloquente para traduzir alguns pontos de importância vital para afirmar que Tarísio, que fica saracoteando pra lá e pra cá,numa humilhante puxação de saco de Bolsonaro, é um candidato que guarda uma enorme rejeição dos bolsonaristas, além de não contar com o apoio do clã, mesmo que Tarcísio seja o queridinnho da Faria Lima, do PCC e do centrão.

Isso mostra que a direita capota na busca por alguém capaz de realmente rivalizar com Lula.

Lembrando que a vitória de Lula em 2022 foi grandiosa, porque Lula venceu normalmente Bolsonaro nas urnas, o Bolsonaro do submundo do crime, o Bolsonaro que esvaziou os cofres públicos para fazer valer o funcionamento da máquina pública contra Lula, coisa que ele não tem mais.

Há algo que prcisa ser bem analisado, que é o escancarado apoio que Bolsonaro ainda ostenta de gente que o apoiou em 2022 e que, por tentativa de se safar do cerco da PF, está por trás de toda a movimentação da anistia ou dosimetria de Bolsonaro por estar até o talo nessa história que, em algum momeno, chegará na jugular de um por um.

Ou seja, está dando o escrito. Nada de novo no front, além de uma militância de esquerda cada vez mais aguerrida, com muito mais capacidade de mobilização em tempo recorde que ela não tinha. Soma-se a isso a política de maketing de Sidônio, da Secom.


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Coitada! Michelle Bolsonaro diz que resta agora “se contentar com o Senado”

Contrariada com indicação de Flávio para a Presidência pelo marido, ela reduziu agenda, perdeu espaço político e manifesta descontentamento

A decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de estimular a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto provocou tensões internas no bolsonarismo e abriu um período de desgaste especialmente sentido por Michelle Bolsonaro. A ex-primeira-dama, que vinha acumulando protagonismo político, passou a demonstrar insatisfação com o novo arranjo e perdeu espaço nas definições estratégicas para 2026.

O movimento de Bolsonaro reposicionou o centro de poder dentro do grupo político da família. Embora aliados reconheçam que Flávio ainda enfrenta forte resistência do Centrão, a sinalização de que ele será o nome apoiado pelo pai teve efeitos imediatos. A leitura entre parlamentares é de que o gesto ajudou a destravar o avanço do projeto de dosimetria das penas relacionadas à tentativa de golpe, que beneficia diretamente Bolsonaro. A proposta foi aprovada pela Câmara dois dias após Flávio afirmar publicamente que haveria “um preço” caso recuasse da disputa presidencial.

No PL, interlocutores admitem que o senador participou das articulações, mas atribuem a decisão de levar o tema ao plenário ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Mesmo assim, o episódio consolidou Flávio como ator central nas negociações políticas do grupo.

Não abre mão
Após o avanço do projeto, o senador passou a reforçar, tanto em declarações públicas quanto em conversas reservadas, que não pretende abrir mão da candidatura. Na tentativa de ampliar apoios, promoveu um jantar com lideranças do Centrão na semana passada. Relatos de participantes indicam, no entanto, que o encontro foi marcado por cautela e pouca disposição para um acordo.

Enquanto Flávio buscava protagonismo, Michelle Bolsonaro adotou postura oposta. A ex-primeira-dama reduziu drasticamente a agenda pública, suspendeu viagens e se afastou do comando cotidiano do PL Mulher, função que vinha exercendo de forma ativa. Seundo a Forum, em nota, o núcleo feminino do partido informou que Michelle enfrenta questões de saúde e que o desgaste emocional causado pela prisão do marido e por ataques à família teria afetado sua imunidade.

Aliados próximos, porém, reconhecem que o afastamento vai além de motivos pessoais. Nos bastidores do partido, dirigentes relatam que Michelle passou a externar desconforto com decisões tomadas sem sua participação, sobretudo após o aval explícito de Bolsonaro à candidatura do filho. Em conversas reservadas, ela teria afirmado que precisaria “se contentar com o Senado”, frase que passou a circular internamente como retrato do mal-estar instalado.

O desalinhamento ficou evidente durante uma visita de Michelle e Flávio a Jair Bolsonaro na sede da Polícia Federal, onde o ex-presidente está detido. Segundo relatos, Bolsonaro celebrou o avanço da proposta de redução de penas e reiterou que seguirá apostando no filho como candidato. Michelle, por sua vez, teria feito um desabafo direto, reclamando de ter sido excluída das decisões centrais do projeto político.


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Lula diz que fará ‘o que deve ser feito’ sobre veto e que Bolsonaro tem que pagar

PL da Dosimetria substitui a anistia ampla e prevê penas menores para o Jair Bolsonaro e demais presos por participação nos ataques de 8 de Janeiro

O presidente Lula (PT) declarou nesta quinta-feira (11) que tomará a decisão sobre o projeto que reduz penas de acusados por tentativa de golpe quando texto chegar para sua sanção, mas que Jair Bolsonaro (PL) precisa pagar pelo crime.

“A discussão agora vai para o Senado, vamos ver o que vai acontecer. Quando chegar à minha mesa, eu tomarei a decisão. Eu e Deus, sentado na minha mesa, eu tomarei a decisão. Eu farei aquilo que eu entender que deva ser feito, porque ele tem que pagar pela tentativa de golpe, pela tentativa de destruir a democracia que ele fez nesse país”, disse em entrevista ao Portal Uai, de Minas Gerais. “Ele sabe disso. Não adianta ficar choramingando agora.”

O projeto foi aprovado na madrugada de quarta-feira (10) pela Câmara dos Deputados. Chamado de PL da Dosimetria, ele substitui a anistia ampla e prevê penas menores para o ex-presidente e demais presos por participação nos ataques de 8 de Janeiro.

“Se ele tivesse a postura que eu tive quando perdi três eleições, se ele tivesse a postura que teve o PSDB quando perdeu três eleições, se ele tivesse a postura de todo mundo que é democrático e que respeita as instituições, ele não estaria preso, poderia estar concorrendo agora às eleições. Mas ele tentou encurtar o caminho”, afirmou ainda. “Então, agora é o seguinte, deixa o Poder Legislativo se manifestar. Quando chegar na mesa do Poder Executivo, eu vou tomar minha decisão.”

Como mostrou a Folha de S.Paulo, colaboradores do presidente afirmam que a tendência é que Lula vete integralmente o projeto.

Candidatura de Flávio Bolsonaro
Na entrevista, Lula também minimizou a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), anunciada na semana passada.

“A gente não escolhe candidato, adversário. Vejo toda hora [Ronaldo] Caiado, Tarcísio [de Freitas], [Romeu] Zema, Ratinho [Jr.], Eduardo [Bolsonaro], Michelle [Bolsonaro]. Toda hora inventam um nome. Ou seja, quem inventa muito nome é porque não tem nenhum. Então eles estão em dúvida porque eles sabem de uma coisa: eles perderão as eleições em 2026. Eles perderão”, declarou.

Flávio chegou a dizer que teria um preço para desistir. Depois, em entrevista à Folha, recuou e afirmou que sua candidatura é irreversível.

O parlamentar viajou para São Paulo na última quinta-feira (4) para informar a decisão de Bolsonaro ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), antes do anúncio.

*ICL


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Ipsos-Ipec: Lula engole todos os adversários na corrida presidencial

O presidente Lula lidera em todos os cenários da disputa presidencial de 2026 traçados pela pesquisa Ipsos-Ipec, divulgada nesta terça-feira (9). Este é o primeiro levantamento após o anúncio do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato à presidência, sendo que ele se equipara aos números do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), outro possível pré-candidato. No entanto, quem tem os melhores resultados contra Lula é Michelle Bolsonaro (PL).

Foram apurados quatro cenários de primeiro turno, em que outros nomes da extrema direita também competem. Lula alcançou 38% das intenções de voto em todos.

Contra o senador, Lula marca os 38% e Flávio 19%. Já Ratinho Júnior (PSD) ficou com 9%; Ronaldo Caiado (União Brasil) 7%; Romeu Zema (Novo) 5%; branco/nulo 17%; não sabem/não responderam 6%.

Na pesquisa em que a disputa é contra o governador de São Paulo, Lula tem 38%; Tarcísio de Freitas (Republicanos) 17%; Ratinho Júnior (PSD) 9%; Ronaldo Caiado (União Brasil) 5%; Romeu Zema (Novo) 5%; além de branco/nulo 19% e não sabem/não responderam 8%.

Estes dois cenários demonstram que o ‘filho 01’ iguala dentro da margem de erro com o resultado de Tarcísio, que é preferido do mercado financeiro. Flávio já deu seu preço para abandonar a candidatura (anistia para Bolsonaro), e a Câmara dos Deputados, por meio do ‘centrão’, adotou a demanda do mercado para evitar que o senador leve a candidatura para frente e já sinalizou com a aprovação do PL da Dosimetria.

Quando o principal adversário de Lula é o deputado Eduardo Bolsonaro (PL), Lula fica 38% contra 18% do ‘filho 03’. Os demais alcançaram: Ratinho Júnior (PSD) 9%; Ronaldo Caiado (União Brasil) 7%; Romeu Zema (Novo) 5%; branco/nulo 17%; não sabem/não responderam 6%.

Eduardo está nos Estados Unidos, onde tenta impor sanções contra o Brasil por meio do governo dos Estados Unidos. Suas intenções já se mostraram frustradas e agora está sob o risco de ter o mandato cassado por excesso de faltas às sessões da Câmara.

Já o melhor desempenho contra Lula vem da ex-primeira-dama. Lula tem 38%, Michelle 23%, Ratinho Júnior (PSD) 8%; Ronaldo Caiado (União Brasil) 5%; Romeu Zema (Novo) 4%; branco/nulo 16%; não sabem/não responderam 5%.

Entre outros pontos, a pesquisa ainda avaliou se Lula deveria ser reeleito. Embora a maioria indique que ‘não’, este percentual caiu em relação a setembro, enquanto o percentual dos que entendem que Lula deveria ir para um quarto mandato subiu.

Na pesquisa de setembro, 36% indicaram que gostariam que Lula fosse reeleito, valor que agora subiu para 40%. Antes, 62% não queriam a reeleição, valor que agora é de 57%. Os que não sabem ou não responderam eram 3% nas duas avaliações.

O levantamento Ipsos-Ipec foi feito entre 4 e 8 de dezembro em 131 municípios com 2 mil pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.


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Motta põe “anistia” na pauta e Centrão pode vingar candidatura de Flávio Bolsonaro

Surpreendidos – e irritados – com o anúncio às pressas da candidatura, deputados do Centrão podem aprovar dosimetria, que não tira Bolsonaro da cadeia, e começar a isolar Flávio e o clã do ex-presidente.

Após quase três meses de negociações após alçar o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) como relator do projeto, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que colocará em votação nesta terça-feira (9) o PL da Anistia, que foi transformado em PL da Dosimetria, após encontro do parlamentar paulista com Michel Temer (MDB) e Aécio Neves (PSDB-MG).

Motta confirmou que “sim, vota hoje” o projeto em meio ao desconforto com a pré-candidatura à Presidência anunciada por Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Nos bastidores, partidos do Centrão contrários à candidatura do senador articulam usar o projeto para se vingar das tratativas que colocavam o nome do governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), como principal aposta para ser o anti-Lula na terceira via.

Flávio já adiantou que só deixará de disputar o Planalto se o pai, Jair Bolsonaro (PL), for anistiado e reaver a elegibilidade para ser candidato em 2026. Caso contrário, diz que será ele o nome do clã Bolsonaro na disputa.

O senador, no entanto, não conseguiu sequer o apoio do senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro e presidente do PP. Articulador da terceira via, o piauiense insiste que Tarcísio é o nome “mais forte” para enfrentar Lula.

Relator da proposta, Paulinho da Força divulgou vídeo afirmando que seu texto não abordará a “anistia zero” a Bolsonaro, colocando-se na linha de frente contra Flávio.

“O pessoal do PL voltou a falar nessa história de anistia. Desde o início, eu estou dizendo, não tem nenhuma possibilidade de ter anistia no meu relatório. No meu relatório não consta anistia e não vai constar. O que tem no meu relatório é uma redução de penas. E essa redução de penas solta todas aquelas pessoas que foram presas do dia 8 de janeiro. E os que foram considerados mandantes dos crimes têm uma pena reduzida proporcional e portanto também serão beneficiados. E por isso eu deixo muito claro para para todos que no meu relatório não tem anistia, anistia zero. O que tem é revisão de penas”, diz o deputado, que já havia prometido que Bolsonaro deixaria a cadeia em dois anos.

A estratégia que será colocada pelo Centrão passa pelo esfacelamento da candidatura de Flávio Bolsonaro que, segundo parlamentares aliados, deve derreter em pouco tempo, diz a Forum.

O primeiro passo seria oferecer uma redução de pena a Bolsonaro e tirar os golpistas do 8 de Janeiro da prisão. A partir daí deve iniciar-se uma debandada de políticos do Centrão do barco bolsonarista.

O objetivo é isolar Flávio na disputa eleitoral e o clã Bolsonaro da relação com a direita mais fisiológica, que deve insistir em uma candidatura da Terceira Via. Caso Tarcísio prefira ser leal ao ex-presidente, o nome do governador do Paraná, Ratinho Jr, do PSD de Gilberto Kassab, deve começar a ser trabalhado, juntamente com o do governador goiano, Ronaldo Caiado (União), que já afirmou que se manterá na disputa.

Interlocutores de Tarcísio, no entanto, dizem que ele não entrará em campo dessa vez. O governador paulista já trabalhou intensamente por anistiar Bolsonaro, mas entende que o tema já está esgotado e que não há consenso para que passe no Congresso.


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O banditismo bolsonarista sequestrou o legislativo

No Brasil, os criminosos sentiram-se empolgados a entrar para a política ancorados e impulsionados pelo bolsonarismo e, mesmo que Bolsonaro não esteja lvre, a obsessão dessa gente em praticar crimes continuados não mostra qualquer trégua.

Só o fato de Flavio Bolsonaro e Michelle, que fizeram um esquema triangular com Queiroz, esquema de formação de quarilha e peculato, se candidatarem a candidatos à Presidência da República, já revela que os tons dessa prática lesiva à sociedade, é café pequeno para o bonde do bolsonarismo.

Quando Flavio Bolsonaro fez questão de exibir sua mansão hollywoodiana, avaliada em mais de R$ 20 mihões e não teve a menor preocupação de justificar o uso de dinheiro público, desviado para tal fim, ele simplesmente chamou os brasileiros de tolos. Quando disse que levantou a quantia com a lojinha de chocolate de 3m x 3m, ele deu um foda-se retumbante a dota a sociedade, ao estilo, roubei sim e roubo mais. Esses e outros valores ainda maiores, e nada lhe aconteceu.

O que se viu nesta segunda (8), na Alerj, não tem nada de misterioso, um deputado, presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, francamente bolsonarista, preso pela Polícia Federal por provas irrefutáveis do seu envolvimento com o crime organizado, através de TH Joias, fornecedor de armas para o Comando Vermelho.

Ele foi solto pelos próprios pares da quadrilha da Alerj, com as bênçãos de Claudio Castro e de todo o clã Bolsonaro.

Isso é a materialização de um pensamento fascista que não respeita a Polícia Fede4ral e, menos ainda, a justiça brasileira.

Ou seja, o bolsonarismo enlatou Bacellar e o colocou no altar sem ao menos defender sua reputação, além de votar por sua impunidade falando entre os dentes, ao contrário, os deputados subiram no plenário da Alerj em defesa do criminoso para que sua fala ganhasse moldura no universo terraplanista, fascista, racista, que contempla o grande bolsonarismo..

Tudo acontecendo após os cariocas assistirem ao massacre nos Complexos da Penha e Alemão, em que morreram 121 pessoas, entre estas, cinco policiais, sendo o restante de moradores em que muitos não tinham passagem pela polícia.

O céu carioca ficou turvo de indignação da população contra o grosso dessa marmelada que dá um tapa na cara da sociedade brasileira, porque se une ao banditismo do Congresso Nacional e suas PECs da blindagem, da bandidagem e o esquema de roubo automático das chamadas emendas Pix, em que muitos pilantras do Congresso destinam verbas para suas próprias contas.

Uma coisa é certa, aumentou e muito a indignação da sociedade com a completa falta de decoro dos bolsonaristas dentro das casas legislativas e, possivelmente, o reflexo disso será a perda da hegemonia parlamentar do bolsoarismo em 2026.

A conferir.


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Datafolha: apenas 8% preferem Flávio; Michelle tem 22% e Tarcísio, 20%

Para 50% dos eleitores, no entanto, receber apoio de Bolsonaro tira qualquer chance de voto

Flávio Bolsonaro, senador pelo PL-RJ que se declarou o nome do pai para o pleito de 2026, só é visto como ideal para ser lançado pelo ex-presidente por 8% dos eleitores brasileiros.

Preferem a ex-primeira-dama Michelle 22% e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), 20%.
Foi o que aferiu a nova pesquisa do Datafolha sobre a sucessão presidencial do ano que vem, na qual a direita se vê dividida com seu principal nome preso e inelegível, enquanto o campo da esquerda se concentra em torno do presidente Lula (PT).

O instituto ouviu 2.002 pessoas de 2 a 4 de dezembro, antes, portanto, do anúncio de Flávio de que seria o candidato. A fotografia não favorece o senador, que já sofre resistências do centrão.

Em julho, 23% citavam Michelle como o nome que deveria ser indicado por Jair Bolsonaro (PL) para concorrer à Presidência. O índice foi agora para 22%, oscilação na margem de erro de dois pontos do levantamento. Tarcísio tinha 21% e oscilou para 20%. O governador Ratinho Jr. (PSD-PR) também variou, de 10% para 12%, enquanto o irmão de Flávio, o deputado exilado Eduardo (PL-SP), foi de 11% para 9%.

O senador fluminense também oscilou, de 9% para 8%, numa estabilidade registrada também pelos governadores Ronaldo Caidado (União Brasil-GO), que ficou com 6%, e Romeu Zema (Novo-MG), que foi de 5% para 4%.

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Para 50%, candidato de Bolsonaro não é opção
Não que o apoio de Bolsonaro seja, segundo os eleitores ouvidos, uma coisa necessariamente boa. Para 50% deles, um nome indicado pelo ex-presidente nunca receberia seu voto. Já 26% dizem o contrário, que com certeza iriam com um bolsonarista com selo de origem, e 21%, que talvez o fizessem. Já 3% não souberam responder.

Até pelo óbvio “recall”, Bolsonaro é o segundo nome mais lembrado na pesquisa espontânea feita pelo Datafolha, com 7% de citações para a Presidência. Lula lidera esse ranking com 24%, enquanto Tarcísio (2%) empata com Ratinho Jr. (1%).

Como pela regra vigente o ex-presidente condenado a 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe pelo Supremo só poderá disputar num longíquo 2060, quando terá 105 anos se estiver vivo, o foco se vira para os herdeiros presumidos.

Pelo peso político e econômico de São Paulo, Tarcísio, um desconhecido ministro da Infraestrutura de Bolsonaro que serviu discretamente sob os governos de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB), sendo sacado pelo então chefe para a disputa no estado que mal conhecia em 2022, emergia como o nome óbvio.

Mas o oblívio de Bolsonaro forçou a família a refazer cálculos, buscando a manutenção da relevância no cenário da direita. Foi assim que foi lida, entre líderes de partidos do centrão e do centro, a indicação anunciada pelo próprio Flávio na sexta-feira (5).

Resta agora convencer os fiéis do bolsonarismo, para começar, um grupo estimado em 20% do eleitorado em um recorte feito pelo Datafolha que leva em conta fatores como o voto em 2022 e o arrependimento dele.

É um segmento com características que batem com o que o folclore político considera um bolsonarista: homem, mais evangélico do que católico, branco, de classe média a alta.

Nesse grupo, Michelle é vista como nome ideal que Bolsonaro deveria ungir para levar sua bandeira contra a de Lula em 2026: 35% dos ouvidos acham isso. Já 30%, um empate técnico na margem de erro específica calculada, preferem o governador de São Paulo.

Os dois outros postulantes da família Bolsonaro ficam bem mais atrás: querem como candidato do clã Eduardo 14%, ante apenas 9% que citam o escolhido anunciado, Flávio. Mais atrás ficam Caiado, com 4% de citações, e Zema, com 2%.

*ICL


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Datafolha: Lula vence Flavio com 15 pontos no 2º turno

A divulgação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como o escolhido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para disputar a Presidência em 2026 encontrou um cenário adverso já medido pelo Datafolha. Segundo o levantamento mais recente, realizado entre terça (2) e quinta-feira (4), o primogênito do golpista seria derrotado por Lula (PT) por 51% a 36% em um eventual segundo turno se a eleição ocorresse hoje. O anúncio de sua candidatura só veio na sexta (5), portanto após as entrevistas feitas pelo instituto, publicada pelo DCM.

Outros nomes da direita apresentam desempenho mais competitivo. Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) perderia por 47% a 42%, enquanto Ratinho Jr. (PSD-PR) marcaria 41% contra 47% de Lula, números próximos aos registrados no levantamento anterior, de julho.

Já outros integrantes da família Bolsonaro têm desempenhos semelhantes: Eduardo Bolsonaro passou de 37% para 35% e Michelle Bolsonaro aparece com 39%, frente a 50% de Lula no segundo turno testado.

O Datafolha também simulou um cenário com Jair Bolsonaro, embora sua candidatura seja improvável devido à condenação que o tornou inelegível. Sua desvantagem cresceu: de 47% a 43%, passou a 49% a 40%. O instituto ouviu 2.002 pessoas em 113 municípios, com margem de erro de dois pontos.

No primeiro turno, Lula mantém a dianteira em todos os cenários. Contra Flávio, o petista registra 41%, seguido pelo senador com 18%, Ratinho Jr. com 12%, Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) com 7% e Romeu Zema (Novo-MG) com 6%.

Substituído por Eduardo, o resultado praticamente se repete. Com Michelle como candidata, a direita melhora levemente: 41% para Lula e 24% para a ex-primeira-dama.

A presença de Tarcísio altera mais o panorama: o governador paulista aparece com 23%, ainda distante dos 41% do presidente, mas acima dos demais nomes da direita. As simulações pressupõem múltiplas candidaturas conservadoras e, portanto, grande dispersão de votos, cenário considerado realista por analistas, já que acordos costumam se acertar apenas no segundo turno.

Os índices de rejeição reforçam a dificuldade de candidatos ligados ao bolsonarismo. Jair Bolsonaro aparece com 45%, empatado tecnicamente com Lula, que tem 44%. Flávio registra 38%, Eduardo 37% e Michelle 35%, apesar de nenhum dos três ter disputado a Presidência. Já os governadores têm taxas muito menores: Tarcísio tem 20%, Caiado 18%, Ratinho Jr. e Zema 21%.

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