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305, Esse é o número de crianças que foram mortas em Gaza nas últimas 24 horas

“305, esse é o número de crianças que foram mortas em Gaza nas últimas 24 horas”. (Jamil Chade).

Em mais um capítulo do holocausto palestino, o número de crianças mortas, em nome do combate ao Hamas, é repugnante.

Essa fatura, que o mundo já cobra de Israel, também será cobrada, não de forma abreviada, ao contrário, todos os que apoiam o holocausto da Palestina, pagarão um preço altíssimo, porque o que não falta é documentação do massacre que Israel promove em Gaza com a desculpa fajuta de que está combatendo o Hamas.

305 crianças mortas em 24 horas pelo exército de Israel, é uma coisa muito macabra. E não venham com a história de que os assassinos, que comandam o Estado sionista não são possuídos por um ódio especial contra crianças palestinas, pois todos sabem que crianças, além de morrerem, são jogadas num calabouço israelense como prisioneiros de guerra, como animais, pelos criminosos de guerra, assim definidos pela ONU.

Ou seja, a informação da barbárie cometida pelos psicopatas de Israel, está sendo relatada pela Organização das Nações unidas. É necessário ressaltar isso para mostrar que não existem dois lados nessa guerra. A presença massiva do exército de Israel em bombardeios criminosos em Gaza, que é extremamente populosa, sacrificando milhares de crianças, é a cena viva do novo holocausto.

Até quando Biden apoiará o massacre de Israel a crianças palestinas?

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Bairro em Gaza é reduzido a escombros em uma única noite

Em um piscar de olhos, as construções de Al Zahra, no coração da Faixa de Gaza, passaram de um bairro residencial a uma pilha de escombros.

Pelo menos 25 edifícios residenciais naquela cidade foram demolidos em ataques aéreos de Israel, atingindo um bairro considerado abastado no território, de acordo com testemunhas, segundo o EM.

A ofensiva israelense ocorre em retaliação aos ataques do Hamas em 7 de outubro, quando 1,4 mil pessoas foram mortas por membros do grupo islâmico. Cerca de 6,4 mil pessoas foram mortas nos ataques em Israel.

A ofensiva israelense ocorre em retaliação aos ataques do Hamas em 7 de outubro, quando 1,4 mil pessoas foram mortas por membros do grupo islâmico. Cerca de 6,4 mil pessoas foram mortas nos ataques em Israel.

Umm Salim al Saafin perdeu sua casa. Ela chorou ao contar que o Exército israelense havia ordenado que os moradores do bairro evacuassem suas casas às 20h30 do dia 19 de outubro.
Ela conta que, depois, a área foi bombardeada continuamente, das 21h às 7h de sexta-feira.

“Somos civis que vivem pacificamente em nossas casas. Por que estão nos bombardeando? O que fizemos?”, disse Umm Mohammed, outra mulher que também perdeu sua casa.

A BBC pediu às Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) comentários sobre o que especificamente foi atacado em Al Zahra.

A entidade afirmou que Israel está “respondendo com força para desmantelar as capacidades militares e administrativas do Hamas” em retaliação aos seus “ataques bárbaros”.

Em seu prédio havia 20 apartamentos, cada um ocupado por uma família e que nenhum deles tinha para onde ir.

“Em total contraste com os ataques intencionais do Hamas contra homens, mulheres e crianças israelenses, as IDF seguem o direito internacional e tomam as precauções viáveis %u200B%u200Bpara mitigar os danos civis.”

Ele diz que algumas famílias não saíram e ficaram soterradas sob os escombros, mas é dificílimo recuperar os corpos ou mesmo procurar sobreviventes porque as ambulâncias e outras equipes de emergência não conseguem acessar o local e carecem dos equipamentos necessários.

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Israel perde sua principal arma, a manipulação da informação

Foi-se o tempo em que Israel podia fantasiar o heroísmo dos seus massacres aos palestinos. A mídia mundial colaborava e muito com os autores da ficção criada pelo exército terrorista de Israel.

Esse projeto naufragou ingloriamente. Não é mais possível ou não há condição, diante do que a comunidade internacional já sabe sobre a monstruosidade de Israel com a Palestina, incomparável em tempo e vidas, a outros eventos macabros que chocaram a opinião pública mundial.

Hoje, as pessoas debatem a carnificina de Israel em Gaza sem precisar ser especialista na matéria, porque a crueza dos fatos que chegam por imagens de celular, fotografias nas redes, são exemplos claros da existência de uma realidade oposta a tudo o que Israel vendeu para o mundo durante 75 anos.

Não caminho de volta diante de fatos concretos, carregados de tanto ódio nas linhas máximas do autoritarismo, da barbárie, da selvageria humana contra outros humanos, mas sobretudo, contra crianças e mulheres.

Hoje, por exemplo, na incumbência de enfrentar uma multiplicidade de problemas por sua carnificina na Palestina, Israel não encontrou na ONU uma zona de conforto, ao contrário, foi largamente criticado e denunciado pelo próprio secretário-geral pelo genocídio que está em curso em Gaza.

O remédio dos sionistas, é o mesmo de sempre, tratá-lo como inimigo mortal. Ser exposto como modelo de antissemitismo e, assim, pedir sua cabeça para saber o preço que se paga quando se opõe às atrocidades de Israel.

Ocorre que, quanto mais Israel apela para seu velho estilo belicista, mais vulcões de complicações que, ao mesmo tempo criticam Israel, mais o mundo o retrata como o próprio inferno na terra que produz, em dimensão humana, um período de trevas.

Para Israel, foi-se o tempo do ovo de Colombo, pois todos sabem que ele é o ovo da serpente. Isso é mortal para quem tinha o controle absoluto da manipulação midiática, pois essa sempre foi sua principal arma de guerra.

Foi. não é e nem será mais.

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Israel emite novo alerta de evacuações em Gaza; mortes passam de 6 mil

Tropas de Israel pretendem intensificar bombardeios em Gaza antes de invasão por terra. Caminhões com ajuda humanitária aguardam liberação.

Cidadãos palestinos informaram ter recebido um novo alerta, na madrugada deste domingo (22/10), para se deslocarem em sentido ao Sul da Faixa de Gaza. O governo de Israel já avisou que intensificará os bombardeios na região, dentro dos preparativos para invadir o território por terra, diz o Metrópoles.

Segundo o Hamas, neste domingo, ao menos 55 pessoas morreram no território palestino durante os ataques noturnos. Com isso, o número de mortes no conflito ultrapassou a marca de 6 mil pessoas. Ao todo, 4.651 palestinos e 1.405 israelenses morreram na guerra. As informações foram divulgadas pela agência de notícias Al Jazeera.

Duas americanas, moradoras de Chicago, foram libertadas pelo grupo extremista. Judith Tai Raanan e Natalie Shoshana Raanan, mãe e filha, respectivamente, foram sequestradas pelo Hamas durante o ataque a Israel no último dia 7. Ambas estavam no país para visitas e confraternização com parentes.

De acordo com o governo israelense, o número de pessoas sequestradas pelo Hamas também subiu para 212. A quantidade de pessoas em cativeiro aumentou, apesar da liberação das primeiras reféns pelo grupo fundamentalista na sexta-feira (20/10).

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Água enviada para Gaza atende a 1% dos palestinos, e doenças se proliferam

Em novo levantamento da ONU publicado na manhã deste domingo, a entidade deixa claro que o volume de ajuda internacional autorizado a entrar em Gaza é insuficiente. Para que a crise humanitária seja atendida, os comboios precisarão ser multiplicados por cinco e realizados todos os dias.

Por enquanto, apenas 20 caminhões foram autorizados a entrar em Gaza, o que foi descrito por diplomatas como apenas uma manobra de propaganda.

Nos carregamentos realizados no sábado, a água destinada para Gaza atende a apenas 1% da população e por apenas um dia. Enquanto isso, os serviços médios revelam o surgimento e proliferação de doenças entre a população.

Os dados ainda revelam como bairros inteiros foram já destruídos e constatam que 62% das vítimas são mulheres e crianças. Superlotados, os abrigos da ONU registram caos, disputas violentas e tensão entre os palestinos.

Eis os principais dados do novo levantamento humanitário da ONU sobre Gaza:

O volume de mercadorias que entrou é equivalente a cerca de 4% da média diária de importações para Gaza antes das hostilidades. É apenas uma fração do que é necessário após dias de cerco total. A ONU alertou que é imperativo aumentar o acesso de ajuda para pelo menos 100 caminhões por dia.

Os bombardeios continuam quase inabaláveis e as hostilidades entram no décimo quinto dia em Gaza.

Mais 248 palestinos foram mortos nas últimas 24 horas. Isso eleva o número de vítimas fatais para 4.385 palestinos, sendo que 62% delas são crianças e mulheres.

98 famílias palestinas perderam dez ou mais de seus membros. 95 famílias palestinas perderam de seis a nove membros; e 357 famílias perderam de 2 a 5 de seus membros. Mais de 1.000 palestinos foram dados como desaparecidos e presume-se que estejam presos ou mortos sob os escombros

Bairros inteiros destruídos
Pelo menos 42% (164.756) de todas as unidades habitacionais da Faixa de Gaza foram destruídas ou danificadas desde o início das hostilidades. Bairros inteiros foram destruídos, especialmente em Beit Hanoun, Beit Lahia e Shuja’iyeh, a área entre Gaza e o campo de refugiados de Shati’ e Abbassan Kabeera.

A ONU estima que haja cerca de 1,4 milhão de deslocados internos em Gaza. Há relatos de famílias deslocadas que estão retornando ao norte de Gaza devido aos bombardeios contínuos e à incapacidade de atender às necessidades básicas no sul.

Água e doenças
Dois dos 20 caminhões que entraram em Gaza pela passagem de Rafah carregavam 44.000 unidades de água engarrafada fornecida pela UNICEF. Isso é suficiente para apenas 22.000 pessoas por um dia. Isso representa 1% da população palestina em Gaza.

A ONU foi forçada a racionar a água potável, fornecendo apenas um litro por pessoa por dia. O padrão internacional mínimo é de 20 litros.

Foram detectados casos de catapora, sarna e diarreia, diante das condições precárias de saneamento e ao consumo de água de fontes inseguras. Espera-se que a incidência dessas doenças aumente, a menos que as instalações de água e saneamento recebam eletricidade ou combustível para retomar as operações.

As pessoas estão consumindo água salgada com mais de 3.000 miligramas por litro de teor de sal dos poços agrícolas. Isso representa um risco imediato à saúde, aumentando os níveis de hipertensão, especialmente em bebês com menos de seis meses, mulheres grávidas e pessoas com doenças renais. O uso de água subterrânea salina também aumenta o risco de diarreia e cólera.

Os estoques atuais de alimentos em Gaza são suficientes para cerca de 13 dias, de acordo com o Programa Mundial de Alimentos (WFP). No entanto, em nível de loja, espera-se que o estoque disponível dure apenas mais quatro dias.

Ataques contra escolas e hospitais
205 instalações educacionais foram afetadas, incluindo pelo menos 29 escolas da ONU. Oito dessas escolas foram usadas como abrigos de emergência para deslocados internos, sendo que uma delas foi diretamente atingida, resultando em pelo menos oito deslocados internos mortos e outros 40 feridos.

A superlotação e a escassez de suprimentos básicos provocaram tensões entre os deslocados internos, além de relatos de violência de gênero.

Em 21 de outubro, o exército israelense emitiu ordens de evacuação para os 17 hospitais ainda em funcionamento. Eles estão na cidade de Gaza, no norte de Gaza e em um hospital em Rafah. Até o momento, esses hospitais não foram evacuados, pois isso colocaria em risco a vida de pacientes vulneráveis.

*Jamil Chade/Uol

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Alimentos, água e medicamentos chegam à Gaza pela fronteira em Rafah, mas são insuficientes para população de 2,3 milhões

Após 12 dias sob o cerco total de Israel e em grave crise humanitária, impedida de acessar água, alimentos e eletricidade, Gaza recebeu na manhã deste sábado (21/10) 20 caminhões com suprimentos para a população, por meio da passagem pela fronteira em Rafah, no Egito.

O comboio de ajuda humanitária contém água, alimentos e medicamentos, mas não combustível, que também tem sido restrito aos palestinos de Gaza e implica no não-funcionamento da única central elétrica do enclave, segundo o Opera Mundi.

A decisão para que combustível não fosse permitido partiu do governo de Israel. Nesta manhã, o porta-voz das Forças de Defesa Israelenses (FDI), Daniel Hagari, adiantou que a matéria-prima que pode gerar energia “não entraria em Gaza”.

A agência de ajuda humanitária da ONU para refugiados palestinos (UNRWA) é receptora deste comboio e tem a responsabilidade de distribuir a ajuda aos civis em Gaza. De acordo com sua diretora de comunicações, Juliette Touma, é “absolutamente crítico” que o combustível chegue à região. .

Segundo sua entrevista ao jornal catari Al Jazeera, o combustível é essencial para as operações da agência e para bombear água para as torneiras da população.

A representante classificou o envio dos primeiros caminhos com ajuda como importante, e “sublinhou que é necessário continuar e não pode ser uma prestação de ajuda “única”.

Segundo a Al Jazeera, o gabinete de comunicação social do governo em Gaza disse esperar que a UNRWA entregue ajuda humanitária em diversas regiões da faixa, que tem mais de dois milhões de habitantes.

“Com o início da entrada através da passagem de Rafah do primeiro comboio limitado de necessidades básicas, estamos à espera que a UNRWA – como parte receptora – realize a sua dever de prestar ajuda aos necessitados em várias áreas da Faixa de Gaza”, ressaltou o jornal.

O representante palestino também lembrou sobre importância do estabelecimento de corredores humanitários que funcionem 24 horas por dia a fim de “satisfazer as necessidades humanitárias e os serviços essenciais que estão completamente desaparecidos” na Faixa de Gaza, incluindo o recebimento de ajuda médica uma vez que o sistema de saúde da região está em colapso.

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EUA e Israel esnobam cúpula de paz no Cairo, enquanto Gaza é bombardeada

Enquanto alguns dos principais líderes mundiais e chanceleres se reúnem neste sábado numa imponente sala no Cairo, os governos de Israel e dos EUA esnobam a cúpula da paz, organizada pelo Egito. Se a reunião conta com presidentes, monarcas e ministros de vários países, Tel Aviv não enviou ninguém e o governo americano apenas destacou uma diplomata sem qualquer influência. Enquanto isso, Gaza continuava sendo alvo de bombardeamentos.

O foco dos principais países árabes foi o de rejeitar qualquer tentativa de Israel de deslocar a população palestina para um novo território, eventualmente no Egito. O temor da região é de que um dos objetivos de Tel Aviv seja a de forçar a saída dos palestinos.

Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, insistiu que não aceita que seu povo seja expulso de Gaza. “Nunca vamos aceitar uma transferência. Nunca vamos deixar nosso território”, disse, apelando por um corredor humanitário e o fim do conflito.

Ele ainda defendeu que o Conselho de Segurança da ONU atue para “proteger os palestinos” e para que seu governo possa ganhar status de membro pleno nas Nações Unidas.

O príncipe herdeiro do Kuwait, Meshal al Ahmad al Sabah, também reforçou o coro de que não haverá uma aceitação qualquer plano de deslocar os palestinos para fora de Gaza.

Ao abrir o evento, o presidente do Egito, Abdul Fatah Al-Sissi apresentou o que acredita que ser um plano para lidar com a crise, envolvendo um cessar-fogo, a entrega de ajuda humanitária e o início de uma efetiva negociação entre palestinos e israelenses.

Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul, também pediu um cessar-fogo e alertou para o risco de que ambas as partes comecem a receber armas de potências. “O conflito pode sair do controle”, disse.O encontro ainda contou com Charles Michel, presidente do Conselho Europeu, além chanceleres da França, Reino Unido e Alemanha. A Rússia enviou seu vice-ministro de Relações Exteriores.

O Egito havia convidado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o evento. Mas, recuperando-se de uma operação, ele ordenou que seu chanceler, Mauro Vieira, representasse o país.

Sub da Sub da Sub
Mas, no caso americano, a opção foi por destacar apenas a embaixadora alterna que ocupa a representação dos EUA no Cairo, Beth Jones. Hoje, os americanos não contam com um embaixador pleno no Egito e Jones é apenas uma chargé d’affair. Na hierarquia diplomática, trata-se de um sinal de que o governo americano não vê o encontro como prioritário.

o redor da mesa, porém, os discursos alertavam sobre o risco de um colapso da região. O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, alertou que a região está “a um passo do precipício”. Em seu discurso, ele destacou que a ajuda humanitária permitida a entrar em Gaza neste sábado está longe de ser ideal.

“Ontem fui ao posto de fronteira de Rafah”, disse. “Lá, vi um paradoxo: uma catástrofe humanitária acontecendo em tempo real. Por um lado, vi centenas de caminhões repletos de alimentos e outros suprimentos essenciais. Por outro lado, sabemos que, do outro lado da fronteira, há dois milhões de pessoas sem água, comida, combustível, eletricidade e medicamentos”, afirmou.

“Caminhões cheios de um lado, estômagos vazios do outro”, lamentou.

Ele destacou como um comboio de 20 caminhões está se deslocando hoje. “Mas o povo de Gaza precisa de um compromisso muito, muito maior – uma entrega contínua de ajuda a Gaza na escala necessária”, disse.

Guterres, porém, deixou claro que tanto Israel como Hamas precisam terminar com a onda de violência.

“Vamos ser claros. As queixas do povo palestino são legítimas e longas. Não podemos e não devemos ignorar o contexto mais amplo desses eventos trágicos: o conflito de longa data e 56 anos de ocupação sem fim à vista”, disse.

*Jamil Chade/Uol

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Caminhões de ajuda humanitária entram na Faixa de Gaza pelo Egito

Cerca de cem veículos com mantimentos aguardam na passagem de Rafah, mas apenas vinte cruzaram o corredor.

A entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza começou a ocorrer na manhã deste sábado, segundo autoridades palestinas. Cerca de cem veículos com mantimentos aguardam na passagem de Rafah, no Egito, mas apenas vinte cruzaram o corredor, que voltou a ser fechado, segundo a Veja.

De acordo com a embaixada norte-americana, a passagem de estrangeiros de Gaza para o Egito deve ser autorizada.

Nesta sexta, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, enfatizou a necessidade de levar os suprimentos com urgência a Gaza. “Temos 2 milhões de pessoas sofrendo enormemente”, afirmou, acrescentando que a ajuda humanitária é “a diferença entre a vida e a morte” para a população.

Cerco a Gaza
O governo de Israel bloqueou o fornecimento de água, alimentos, eletricidade e combustível a Gaza dois dias depois do início da guerra. No último domingo, contudo, decidiu liberar o fornecimento de água. Nesta semana, Biden se reuniu com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em Tel Aviv e costurou a autorização para o envio de ajuda à região.

Em comunicado, o gabinete do premiê israelense disse que, desde que os fornecimentos não cheguem ao Hamas, “não impedirá” a entrada de alimentos, água e medicamentos. A mensagem não cita, no entanto, combustível, utilizado para abastecer os geradores de hospitais no local. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, apelou para que o suprimento também entre em Gaza.

“O combustível também é necessário para geradores hospitalares, ambulâncias e usinas de dessalinização – e instamos Israel a adicionar combustível aos suprimentos vitais autorizados a entrar em Gaza”, afirmou em coletiva de imprensa.

Esta será a primeira vez que os habitantes da Faixa recebem auxílio internacional desde o início do conflito Israel-Hamas, em 7 de outubro. Na última segunda, a OMS informou que Gaza tinha apenas 24 horas restantes de provisão de água potável para a população, escalando o problema humanitário na região.

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A pergunta que o mundo faz: quais serão as consequências trágicas se o exército de Israel invadir Gaza?

A primeira palavra que vem à mente de todos, caso o exército de Israel invada Gaza com milhares de soldados, é carnificina.

Na verdade, ninguém sabe o que de fato pode ocorrer com o exército invasor se o Hamas estiver preparando uma emboscada, já que uma incursão por terra do inimigo, certamente estava prevista pelo comando do Hamas.

Quem poderia imaginar que, diante da chamada muralha de ferro de Israel, que sempre se vangloriou de uma infalível inteligência, resultaria no ataque do Hamas sem que as Forças de segurança do Estado não esboçasse qualquer reação, o que resultou na morte de mais de 1.300 israelenses, além de mais de 200 pessoas sequestradas pelo Hamas.

Com tantas versões, vindas da máquina de propaganda de Israel, uma invasão terrestre a Gaza resultaria num morticínio inédito, em proporção inimaginável contra civis desarmados e inocentes da Palestina, incluindo crianças, bebês e mulheres.

Contudo, os defensores e até torcedores de Israel, em suas análises vampirescas, nem tocam no assunto que, com certeza, será o maior adversário de Israel, que é a opinião pública mundial e da ONU.

Um manifesto em busca de uma solução pacífica de 50 países, sobretudo no que diz respeito à questão humanitária, repudiou o veto dos EUA à proposta do Brasil na ONU.

Isso mostra que a reação mundial a Israel será gigantesca, não será de pouca monta. Ou seja, as cartas estão na mesa, caberá a Israel, com o apoio dos EUA e do Reino Unido, fazer ou não uma aposta extremamente arriscada, já que a opinião pública mundial se voltará contra os sionistas e seus aliados, o que deixa completamente em aberto o que acontecerá no mundo depois que Israel abrir as portas do inferno.

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Vídeo: Para proteger bebês, médicos se recusam a deixar hospital em Gaza

Em Gaza, médicos se recusam a deixar um hospital, mesmo após uma ordem de evacuação, para proteger bebês e crianças que necessitam dos equipamentos.

Segundo a ONU, mais de 800 crianças já morreram por causa dos ataques no Oriente Médio.