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Irã ataca complexo petroquímico no norte de Israel e acusa Tel Aviv de iniciar ‘jogo perigoso’

Guarda Revolucionária Islâmica afirma que ofensiva responde aos bombardeios israelenses contra empresa de petróleo em Mahshahr

A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) afirmou ter lançado mísseis contra bases aéreas e instalações petroquímicas em Israel nesta segunda-feira (08/06). Os projéteis foram disparados contra um complexo petroquímico em Haifa, no norte de Israel.

Em comunicado, a corporação afirmou que a ação foi uma resposta direta ao bombardeio israelense contra a empresa petroquímica Karoon, localizada na cidade iraniana de Mahshahr, na província de Khuzistão.

“Em resposta à agressão do inimigo sionista contra uma indústria petroquímica, lançamos um ataque com mísseis contra uma instalação semelhante em Haifa há poucos minutos”, declarou o órgão militar iraniano.

A Guarda Revolucionária também acusou Israel de iniciar um “jogo perigoso” ao atingir alvos civis e instalações ligadas à indústria petrolífera. Segundo o comunicado, as consequências dessas ações poderão “abranger todos os objetivos energéticos da região”.

O IRGC acrescentou ainda que eventuais impactos sobre a economia global seriam responsabilidade dos Estados Unidos, descritos pelo grupo como o “principal instigador” da atual escalada militar.

Além do ataque a Haifa, a agência Fars informou que a Guarda Revolucionária lançou mísseis contra as bases aéreas israelenses de Nevatim e Tel Nof, em resposta aos recentes bombardeios israelenses contra sistemas de radar em território iraniano.

Ataques israelenses
As Forças Armadas de Israel emitiram uma série de alertas desde domingo diante das sucessivas ondas de mísseis disparadas pelo Irã. A imprensa israelense também informou que um míssil lançado a partir do Iêmen foi interceptado pelos sistemas de defesa do país.

Em paralelo, Israel ampliou sua ofensiva contra o Irã. Moradores relataram fortes explosões em Teerã, Isfahan e Tabriz. De acordo com a agência estatal IRNA, ao menos duas explosões foram registradas na capital iraniana e outras três em Isfahan. Os militares israelenses confirmaram ataques contra alvos militares localizados no oeste e no centro do país.

Entre os alvos atingidos está a empresa petroquímica Karoon, situada em Mahshahr. Autoridades iranianas informaram que o ataque causou danos em parte da instalação, levando à evacuação dos trabalhadores. O Crescente Vermelho iraniano declarou estado de alerta para responder às possíveis consequências dos bombardeios em diferentes regiões do país.

A escalada acontece após ataques israelenses aos arredores de Beirute, no Líbano, classificados por Teerã como uma violação de uma “linha vermelha” do cessar-fogo entre Israel e o país vizinho. O governo iraniano afirmou que os disparos contra o norte de Israel foram uma resposta direta a essas operações militares próximas à capital libanesa.

*Opera Mundi


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Mãe de Thiago Ávila morre enquanto ativista segue preso em Israel

A mãe do ativista brasiliense Thiago Ávila, Teresa Regina de Ávila e Silva, morreu nesta terça-feira (5/5). A informação foi divulgada pelo Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal, onde sua filha, Luana de Ávila, atua como vice-presidente da entidade.

Em nota, o sindicato lamentou a morte e destacou que Teresa Regina enfrentava problemas de saúde nos últimos meses. Segundo o comunicado, ela manteve uma postura de serenidade durante o período. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre velório e sepultamento.

A morte ocorre enquanto Thiago Ávila permanece detido em Israel. O ativista foi interceptado em águas internacionais nas proximidades da Grécia, na última semana, ao participar de uma missão da flotilha Global Sumud, que tinha como destino a Faixa de Gaza.

De acordo com a organização Adalah, o brasiliense relatou ter sido mantido em isolamento e com os olhos vendados após a detenção. Segundo os advogados, ele também afirmou ter sofrido agressões durante a abordagem.

Brasileiro detido a caminho de Gaza será interrogado em IsraelThiago Ávila sendo preso em Israel. Foto: Divulgação

O caso gerou repercussão no Brasil. O presidente Lula criticou a prisão e classificou a medida como “injustificável”. Em publicação nas redes sociais, o presidente afirmou que a situação deve ser “condenada por todos”.

“Manter a prisão do cidadão brasileiro Thiago Ávila, integrante da flotilha Global Sumud, é uma ação injustificável do governo de Israel, e causa grande preocupação e deve ser condenada por todos“, escreveu.

O ativista integrava uma iniciativa internacional voltada ao envio de ajuda humanitária à população palestina. A ação buscava romper o bloqueio à Faixa de Gaza, o que motivou a interceptação por forças israelenses.

As autoridades de Israel acusam o brasileiro de envolvimento com organização considerada hostil, enquanto a defesa sustenta que a missão tinha caráter civil e humanitário. DCM,


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PF e Itamaraty são acionados após suposta ameaça de Israel contra esposa e filha de Thiago Ávila, preso em Israel

Relato sobre uso de fotos da rotina familiar durante interrogatório de Thiago Ávila, sequestrado e preso por Israel, mobiliza autoridades brasileiras

eputados federais acionaram a Polícia Federal (PF), o Itamaraty, o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério dos Direitos Humanos após denúncia de que a esposa e a filha do ativista brasileiro Thiago Ávila, sequestrado em águas internacionais e preso em Israel, estariam sendo alvo de monitoramento e ameaças. A ação é liderada por João Daniel (PT-SE) e também assinada por parlamentares como Luizianne Lins (Rede-CE) e Luiz Couto (PT-PB).

Ávila foi detido na última semana por forças israelenses após a interceptação, em águas internacionais próximas à Grécia, da flotilha internacional que buscava romper o cerco e levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza. Desde então, permanece preso em Israel, sem acusações formais plenamente esclarecidas, em meio a denúncias tortura e isolamento.

Suposto monitoramento e ameaças à família de Thiago Ávila
O novo elemento que fez o caso escalar no Brasil foi o relato de sua esposa, a psicóloga Lara Souza, divulgado pela Fórum e citado nos próprios ofícios enviados às autoridades. Segundo ela, investigadores israelenses exibiram imagens da rotina da família durante interrogatório de Thiago Ávila.

“Recebi agora há pouco notícias da embaixada. Thiago pediu que eu tome cuidado porque os investigadores israelenses mostraram fotos da nossa família no cotidiano e ele se sentiu ameaçado”, afirmou.

A partir dessa declaração, os parlamentares apontam a possibilidade de uso da família como instrumento de pressão psicológica contra o ativista. Nos documentos encaminhados ao Itamaraty, o episódio é descrito como de “extrema gravidade” e pode indicar “pressão psicológica, intimidação ou ameaça indireta”

O texto também ressalta que a situação envolve uma criança de apenas 2 anos, Teresa, filha do casal, o que amplia a preocupação com a integridade da família. Em outro trecho, os deputados afirmam que o Estado brasileiro não pode permanecer inerte diante da possibilidade de que familiares de um cidadão preso estejam sendo utilizados como forma de coação.

PF acionada para investigar possível monitoramento
Além da atuação diplomática, a Polícia Federal (PF) foi acionada para investigar se houve monitoramento da família em território brasileiro. A notícia de fato encaminhada ao órgão pede apuração sobre eventual coleta de imagens, vigilância da rotina familiar e possível atuação de agentes ou intermediários ligados a interesses estrangeiros. O documento menciona a necessidade de esclarecer se houve “monitoramento, coleta, armazenamento ou transmissão indevida de imagens e dados pessoais”

O Ministério Público Federal (MPF) também foi acionado para acompanhar o caso e garantir a atuação coordenada entre os órgãos federais, diante da possibilidade de uma ameaça com dimensão transnacional.

No plano diplomático, o Itamaraty foi instado a pedir explicações formais ao governo de Israel, incluindo a origem das imagens exibidas durante o interrogatório, a eventual existência de dossiês sobre a família e garantias de que não haverá qualquer forma de retaliação. Os parlamentares pedem ainda que o governo brasileiro exija que familiares, especialmente a criança, não sejam utilizados como instrumento de pressão.

Denúncias de violência e condições de prisão de Thiago Ávila
Segundo Lara Souza, Ávila segue em greve de fome e em condições degradantes de detenção. “Estou bastante preocupada com a situação dele. A incerteza sobre o tempo de prisão é muito grande”, afirmou.

Ela também criticou a ausência de acusações formais e o prolongamento dos interrogatórios. “O fato de não terem apresentado queixas formais e estarem mantendo ele para interrogatórios sem apresentarem nenhuma prova das acusações feitas é muito grave.”

Relatos obtidos por advogados e divulgados pela Fórum indicam que o ativista foi submetido a violência física durante a abordagem das forças israelenses e, posteriormente, mantido em isolamento, frequentemente vendado. A ONG israelense Adalah denunciou “maus-tratos”, incluindo interrogatórios prolongados, privação sensorial, ameaças e tortura.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Lara também afirmou que o marido sofreu espancamentos e ameaças durante a detenção. “Ele sofreu espancamentos, ameaças, violência psicológica, como ameaçar que o jogariam do barco ou ameaçar a nossa família aqui no Brasil.”

Crise diplomática e pressão internacional
A interceptação da flotilha já havia provocado reação internacional. Em nota conjunta, Brasil e Espanha classificaram a ação de Israel como “flagrantemente ilegal” e uma afronta ao Direito Internacional, exigindo a liberação dos cidadãos detidos, segundo a Forum.

Por decisão da Justiça israelense, a detenção de Thiago Ávila e do ativista Saif Abu Keshek foi prorrogada por mais dois dias após audiência realizada no domingo (3). Segundo a ONG Adalah, que acompanha o caso, ainda não há definição sobre os próximos passos, e as autoridades podem solicitar nova extensão do prazo. A expectativa é de que uma nova audiência ocorra nos próximos dias, enquanto os dois seguem em greve de fome e aguardam eventual apresentação formal de acusações.


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Brasil Mundo

Justiça de Israel prorroga prisão de Thiago Ávila, capturado na flotilha rumo a Gaza

Um tribunal de Israel decidiu, neste domingo (3), prorrogar por dois dias a prisão preventiva de dois ativistas detidos durante uma operação contra uma flotilha com destino à Faixa de Gaza. Entre os detidos estão o brasileiro Thiago Ávila e o palestino-espanhol Saif Abu Keshek, que participaram da missão marítima. As informações são da Folha de S. Paulo.

A embarcação fazia parte de um grupo com mais de 50 barcos que saíram da França, Espanha e Itália com o objetivo de levar suprimentos ao território palestino. Segundo relatos, as forças israelenses interceptaram a flotilha em águas internacionais, na costa da Grécia, na madrugada de quinta-feira (30).

De acordo com a organização de direitos humanos Adalah, que acompanha o caso, “o tribunal prorrogou sua detenção por dois dias”. A entidade informou que as autoridades israelenses haviam solicitado a extensão da prisão por quatro dias.

O governo de Israel acusa os ativistas de manter ligação com a Conferência Popular para os Palestinos no Exterior (PCPA), organização sancionada pelos Estados Unidos. Segundo o Ministério das Relações Exteriores israelense, Abu Keshek é um membro da entidade, enquanto Ávila é “suspeito de atividades ilegais”.

Em nota conjunta, o Itamaraty e o governo da Espanha contestaram a detenção e classificaram a ação como ilegal. “Esta ação flagrantemente ilegal das autoridades de Israel, fora de sua jurisdição, é uma afronta ao direito internacional, acionável em cortes internacionais, e configura delito em nossas respectivas jurisdições”, afirmaram.

Os organizadores da flotilha alegam que a interceptação ocorreu a mais de mil quilômetros de Gaza e classificaram a operação como uma “armadilha mortal calculada no mar”. Ao todo, cerca de 175 ativistas foram detidos, sendo quatro brasileiros, segundo informações divulgadas pelas autoridades israelenses. DCM.

https://www.youtube.com/shorts/Mm15rKjDpOA?feature=share


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Brasil exige soltura do ativista Thiago Avila, preso por Israel

Ativista fazia parte da flotilha que tentava chegar até Gaza com ajuda humanitária

O governo Lula exige que Israel solte o brasileiro Thiago Avila. O ativista fazia parte da flotilha que tentava chegar até Gaza, com ajuda humanitária e em barcos que estavam cruzando o mar Mediterrâneo.

“Os governos do Brasil e da Espanha condenam, nos termos mais enérgicos, o sequestro de dois de seus cidadãos em águas internacionais por parte do Governo de Israel”, afirmou uma nota conjunta dos dois países.

“Ambos encontravam-se em embarcações da flotilha Samud, abordadas por forças israelenses na altura da Grécia, e não foram liberados quando da interceptação dessas naves, e posterior desembarque dos passageiros e tripulantes na ilha de Creta”, afirmou.

“Esta ação flagrantemente ilegal das autoridades de Israel, fora de sua jurisdição, é uma afronta ao Direito Internacional, acionável em cortes internacionais, e configura delito em nossas respectivas jurisdições”, dizem as autoridades dos dois países.

“Os governos do Brasil e da Espanha exigem do governo de Israel o retorno imediato de seus cidadãos, com plenas garantias de segurança, e que se facilite o acesso consular imediato para sua assistência e proteção”, completa a nota.

De acordo com informações obtidas pelo ICL Notícias, 55 barcos navegavam em águas internacionais entre a Itália e a Grécia quando um ataque foi organizado contra a flotilha.

Lasers apontados para as pessoas e armas semiautomáticas foram usados e 21 pessoas foram sequestradas.

Pelo menos 34 pessoas sofreram ferimentos e foram transferidas para um hospital. Sem celulares, por conta do confisco por parte das autoridades, esses ativistas não conseguiram registrar os ferimentos.

Thiago, porém, não foi autorizado a desembarcar com o restante dos participantes e foi levado à força para Israel. Relatos apontam que qualquer um que tentasse evitar a operação eram alvo de violência.

*Jamil Chade/ICL

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A cruz decapitada – Como o exército de Israel transformou o sul do Líbano em campo de caça a símbolos sagrados

Por uma investigação de campo – visando compreender o comportamento real dos indivíduos, que o establishment israelense preferia enterrar junto com a estátua.

Debel, sul do Líbano, 19 de abril de 2026. Uma aldeia cristã pacata, ocupada militarmente por tropas israelenses há semanas. No meio de uma praça aberta, uma estátua de Jesus Cristo crucificado jazia tombada no chão, cabeça para baixo. Um soldado das Forças de Defesa de Israel (IDF), fardado, capacete e tudo, empunha um martelo gigante e desfere golpes precisos no rosto do Messias. O impacto ecoa. A cabeça da imagem sagrada racha, fragmenta-se. O ato é filmado, fotografado e viraliza em minutos. Não é um erro. É um espetáculo de ódio religioso em plena invasão.

O Exército israelense confirmou, em comunicado oficial emitido nesta segunda-feira, que a imagem é autêntica. O soldado “operava no sul do Líbano”. Uma investigação foi aberta. “Medidas apropriadas serão tomadas contra os envolvidos”. Tradução: alguém vai pagar. Mas não pelo crime de profanar um símbolo cristão. Pelo crime de ter deixado o celular ligado.

Benjamin Netanyahu, o mesmo premier que há meses justifica bombardeios sobre bairros densos, hospitais e escolas como “necessidade de segurança”, saiu às pressas para condenar o ato. “O soldado enfrentará ação disciplinar dura”, disse. Dura. Palavra forte para quem, até ontem, via os mesmos soldados como heróis por eliminar “ameaças” que incluíam mulheres, crianças e idosos em Gaza e agora no Líbano. O cálculo é matemático: decapitar Jesus rende manchetes ruins. Decapitar civis palestinos e libaneses rende medalhas.

Fontes internas da IDF revelam o que ninguém diz em voz alta: o vandalismo religioso não é novidade. Relatos de destruição de igrejas, mesquitas e cemitérios cristãos no sul do Líbano se acumulam desde o início da operação terrestre conjunta com os EUA contra o Irã. A estátua de Debel não foi o primeiro alvo. Foi apenas o primeiro flagrado com clareza cirúrgica. O soldado não agiu sozinho. Ele agiu dentro de uma cultura militar onde a impunidade é norma e a provocação religiosa, ferramenta de guerra psicológica.

Enquanto o mundo assiste ao vídeo em loop – mais de 5 milhões de visualizações só no X –, o governo israelense tenta conter o dano com a narrativa clássica: “caso isolado”, “inconsistente com os valores do IDF”. Valores. Os mesmos que, segundo dezenas de relatórios de organizações internacionais, permitiram o assassinato sistemático de civis desarmados, o uso de fome como arma e a destruição de infraestruturas religiosas inteiras. Matar mulheres e crianças? “Dano colateral inevitável”. Fotografar-se destruindo Cristo? Isso, sim, é imperdoável.

A hipocrisia é tão escancarada que chega a ser ofensiva. Netanyahu pune o soldado pela foto, não pelo martelo. Porque a imagem expõe o que a máquina de propaganda israelense esconde há meses: o desprezo institucional por qualquer símbolo que não seja o seu. Cristãos, muçulmanos, a humanidade inteira que ainda acredita em algo sagrado – todos viram o rosto de Jesus ser esmigalhado por um martelo israelense. E o mundo, mais uma vez, é convidado a escolher: condenar o ato ou ser acusado de antissemitismo.

Esta não é uma guerra contra o Hezbollah. É uma guerra contra a memória, contra a fé, contra a dignidade humana. E o soldado de Debel não é o vilão solitário. Ele é o rosto desmascarado de uma doutrina que transformou o sul do Líbano em território livre para profanação. Enquanto o martelo cai sobre a estátua, o silêncio cúmplice cai sobre os corpos. Netanyahu pode punir o fotógrafo. A história já condenou o regime.

A cruz de Debel está decapitada. A pergunta que resta é: quantas mais terão que cair para que o mundo pare de fingir que isso é “defesa”?

*Luis Celso Ferreira dos Santos, nascido na cidade do Rio de Janeiro-RJ. Formado em Ciências Contábeis pela UFRJ, Aposentado pelo INSS, tendo trabalhado como Supervisor no Banco da Amazônia e também como Diretor Regional do SESC e do SENAC nos Estados do Acre e de Rondônia.


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Mundo

Peidou!

Desculpem o termo, mas Trump, mais uma vez, peidou diante dos olhos do mundo, com um traque tão barulhento quanto suas ameaças.

O recuo covarde de quem prometia varrer do mapa uma civilização inteira, foi algo vexatório para os EUA e para os americanos, que viram o povo iraniano enfrentando, na melhor forma de enfrentar, de peito aberto o pedófilo genocida, protegendo suas instalações com corpo e alma, dando uma aula ao mundo de patriotismo e resistência irredutíveis.

É um dia histórico para a humanidade, ver Trump de joelhos para a nação persa, sua história e sua cultura, coisa que parece que o ocidente se esqueceu se algum dia realmente teve uma história e uma cultura que não fossem ditadas por colonizadores déspotas.

Certamente, a maioria do planeta está comemorando a dupla derrota dos EUA e de Israel, numa humilhação de igual tamanho para os dois, murchando a crista dos arrogantes neofascistas.

Há muito o que comemorar. A civilização que ele jurou dizimar, deu uma aula de força e coragem contra a barbárie, muito bem representada por Trump e Netanyahu.

A TV israelense, que fez contagem regressiva para o genocídio comandado por Trump e Netanyahu, teve que, na animalidade dos comentaristas, engolir a seco o recuo covarde dos EUA e Israel, mostrando como o sionismo é uma doença psicótica.

Imagina os bolsonaristas no Brasil, como devem estar agora, principalmente o clã Bolsonaro, mas também Tarcísio de Freitas que, certamente achava que o Irã deveria dar uma vitória para Trump. Deu tudo errado.

A mídia brasileira, corrupta como é, tratava com a maior naturalidade a possibilidade do ataque de Trump a uma civilização inteira, revelando que a doença que dá na TV israelense, dá também na Globo.

Ou seja, a operação de Trump e Netanyahu virou um traque diante de um Irã irredutível e inabalável.

Lógico, Trump, que mente sem parar, segue tentando vender uma vexatória derrota.


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Política

Nunca a mídia brasileira se mostrou tão afeita a um candidato de extrema direita


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No Brasil, a mídia industrial trabalha propositadamente no mesmo campo mental da ultradireita bolsonarista.

Não há maiores difiuldades para entender essa técnica, por isso, de forma insuspeita, atestamos essa afirmativa.

Infelizmente, a orientação da mídia sobre o genocídeio em Gaza, pelos EUA e Israel, onde mulheres e crianças são a maioria das vítimas fatais, é a mesmíssima de Bolsonaro, a de aplaudir, de exaltar, assim como os ataques dos mesmos países ao Irã.

O resultado não poderia ser outro, as fontes do bolsonarismo de guerra, de hospícío e da mídia, são as mesmas. A agudeza desse engenho sionista no Brasil, idem. É uma coisa tão deslavada que não há argumentaçao capaz de ser cínica ao extremo para negar a parceria jamais vista  no Brasil entre mídia e extrema direita.

Para completar, a afinidade entre esses umbrais, a exaltação a Trump, no Brasil, pela mídia e pelo bolsonarismo é outro atestado insuspeito dessa liga maligna que enfeita a retórica dessa gente.

Assim também foi aquele surto proposital da Globo com o seu powerpoint contra Lula, amplamente difundifo pelos bolsonaristas, o que eles não esperavam é que o mesmo powerpoint prestasse um desserviço tão grande à Globo, no maior tiro no pé da história, obrigando a Globo a pedir desculpas e tirar Andreia Sadi de cena para tentar salvar o que sobrou da sua imagem depois do bizonho e repudiado quadro.

Mais do que isso, nao foi uma reação que apenas tratorou a Globo, foi uma indicação instintiva de que este deve ser sempre o caminho adotado para contrapor à imundície que, tanto os bolsonaritas quanto a Globo utilizarão para blindar os Bolsonaro e atacar Lula, deixando a caquética forma de destruir reputações de calça arriada em pleno espaço público.

Mas que fique bem claro que a besta do balão nasce do casamento entre grande mídia e bolsonarismo, sob a regência do sionismo e o trumpismo tatuado na alma dessa gente, seja para roubar as terras raras brasileiras, seja para liquidar o Pix em nome dos bancos norte-americanos, controlados pelos sionistas que controlam o próprio governo Trump, como denunciado por gente da alta cúpula do governo americano

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Política

O que Tabata Amaral quer é impor aos brasileiros uma censura israelense

Se imaginar todas as atrocidades humanas, promovidas por Israel na Palestina, e que o mundo inteiro repudia com cada vez mais veemência, o desprezo odioso pela liberdade de expressão que Tabata se coloca naturalmente como inimiga, e uma afronta à constituição brasileira.

Tabata, com isso, procura fixar em sua imagem a mesma imagem de traíra que Flavio Bolsonaro carrega quando oferece as terras raras do Brasil para Trump se lambuzar.

Não é por acaso que essas velhacas entidades sionistas no Brasil, bolsonaristas por conveniência e convicção fascista, colocam holofotes e brilho na moça pela glória de erguer uma tarja preta de censura pelo simples fato de um brasileiro qualquer denunciar essa mesma organização sionista que comanda o Estado de Israel.

Isso não é uma questão de estilo, muito menos um estilo próprio do Brasil, o que Tabata quer, com seu mau gosto colonial, é restaurar a censura imposta aos brasileiros durante a ditadura.

Isso é de uma intransigência aguda que tenta a todo custo impedir que um sentimento pessoal, no Brasil, colabore com um debate mundial público que jamais pode ser confundido com qualquer crítica aos judeus.

Chega a ser boboca escrever isso, mas é necessário impedir que um engenho sionista reduza a liberdade dos brasileiros às leis israelenses.

A deputada quer o quê, que tenhamos prontas as palmas para uma ovação a um enforcamento de palestinos, considerado legal pelo parlamento israelense, totalmente tomado por sionistas?

Ela quer reduzir os brasileiros a uma adaptação tropical dessa conduta imoral e desumana que reflete o próprio estilo fascista desse Estado terrorista. É bom Tabata examinar o próprio espelho para se tocar que está dentro do Brasil defendendo um Estado colonial e declaradamente racista.

Não interessa se ela teve uma péssima orientação por onde passou para propor um absurdo como esse, o assunto que interessa são as portas e janelas de liberdade de opinião que, nitidamente, pelo comando dde interesses sionistas no Brasil, ela quer fechar e lacrar.

O Brasil tem lambanças brejeiras a granel em excesso para uma parlamentar brasileira importar ideias interesseiras que não dizem respeito a esse país.

A sociedade brasileira não pode e nem ficará medrada dentro do seu próprio país para servir de rolha de censura israelense.

Redobra-se aqui uma crítica junto com um aviso, ou Tabata recicla suas ideias dessa tarefa infame, do contrário, sofrerá um naufrágio político fulminante.


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Mundo

Líder da oposição alerta para ‘desastre da segurança’ em Israel

Yair Lapid afirmou que forças israelenses estão operando ‘além da capacidade’; chefe do Estado-Maior, Eyal Zamir, também alertou para ‘colapso’ do setor

O principal líder da oposição em Israel, Yair Lapid, acusou o governo do premiê Benjamin Netanyahu de conduzir Israel a um ‘desastre de segurança’ na guerra que trava contra o Irã e o Hezbollah no Líbano. A declaração ocorre um dia após o chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, Eyal Zamir, manifestar preocupação com um ‘colapso’ no setor.

Em vídeo divulgado nesta quinta-feira (26/03), Lapid afirmou que ofensiva está provocando um número excessivo de vítimas e as Forças Armadas israelenses “estão no limite e além dele”. “O governo está enviando o Exército para uma guerra em várias frentes sem uma estratégia, sem os meios necessários e com um número muito reduzido de soldados”, denunciou.

Lapid, informa a Al Jazeera, tem criticado frequentemente a condução do governo israelense nas guerras que trava na região, embora continue apoiando as ofensivas militares de Israel em Gaza, no Irã, no Líbano e em outros lugares.

As declarações de Lapid ocorrem após os comentários vazados do chefe do Estado-Maior, Eyal Zamir, na quarta-feira (25/03).

‘Colapso’
Segundo informações do Canal de Notícias 13, veiculadas na imprensa israelense, durante uma reunião do Gabinete de Segurança israelense, nesta quarta-feira (25/03), Zamir alertou que as Forças Armadas do país “entrarão em colapso”, devido às crescentes demandas operacionais e à escassez de pessoal.

“Estou levantando 10 bandeiras vermelhas diante de vocês”, teria dito Zamir, ao defender que as Forças de Defesa de Israel “precisam de uma lei de recrutamento obrigatório, uma lei sobre o serviço na reserva e uma lei para estender o serviço obrigatório”.

“Em breve, as Forças de Defesa de Israel não estarão prontas para suas missões de rotina e o sistema de reservas não se sustentará”, afirmou.

Segundo The Times of Israel, desde o início da guerra em Gaza, em outubro de 2023, os militares israelenses têm repetidamente informado aos legisladores que lhes faltam 12.000 soldados para compor as várias frentes militares levantadas pelo país na região.

*Opera Mundi


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