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O Congresso Nacional precisa passar por uma grande desratização em 2026

Alcolumbre ou Motta, qual roedor é pior para o Brasil e os brasileiros?

Essas duas ratazanas operam para si, não contra o governo Lula, mas contra o Brasil e os brsileiros tanto de agora quanto de muitas gerações que enfrentaram um país mais quente com possibilidades de tragédias ambientais incalculáveis.

Alcolumbre, por vingança e barganha, comandou a derrubada dos vetos de Lula ao licenciamento ambiental criminoso. .

A derrubada de 52 vetos de Lula à Lei Geral do Licenciamento Ambiental, logo após a COP30, em Belém, é um soco no estômago para quem luta por um Brasil menos destruído e mais respirável.

É como se o Legislativo tivesse escolhido o lucro rápido do agro e da mineração ao invés da saúde das florestas, dos rios e das comunidades que pagarão a conta com enchentes, secas e um clima infernal para as próximas gerações.

Qual dos dois é o “pior rato” para o Brasil?

Placar: Câmara (295 a 167 pela derrubada), Senado (50 a 18). Bancada ruralista e Centrão mandaram ver, ignorando apelos do governo e de ONGs como WWF e Greenpeace, que alertam para “efeitos irreversíveis” na Amazônia e no Cerrado.

É um escancarado sinal que o Congresso prioriza barganhas setoriais sobre compromissos globais

Isso vai arreganhar portas para mais grilagem, desmatamento e tragédias como as de 2024 no Rio Grande do Sul ou as queimadas anuais na Amazônia, deixando um legado de CO2 e pobreza para 2050.

Alcolumbre e Motta são peças do centrão. Eles operam por autopreservação: barganhas com o agro para verbas e apoio eleitoral, não ideologia pura.

Mas vamos aos fatos para comparar o “dano” ambiental e ao Brasil.

Alcolumbre não só comandou a derrubada por “vingança” (contra Lula pela vaga no STF), mas injetou a LAE como uma granada ambiental, beneficiando diretamente interesses do Norte (seu quintal).

Motta é o facilitador, o “gerente” que aprova sem sujar tanto as mãos, mas ambos são sintomas de um Congresso capturado pelo lobby rural (que doa 40% das campanhas).

O Brasil não aguenta mais essas ratazanas no poder.


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Vídeo: Falando de servidores públicos, Bolsonaro fez referência a lugar de desova de mortos na ditadura militar

Bolsonaro chegou a engasgar com a declaração e ressaltou, entre uma tosse e outra, que pode haver casos de animais marinhos que se contaminaram com óleo. “Obviamente, às vezes fica ali uma tartaruga na mancha de óleo, pra não falar que ninguém fica, né? Um peixe, um golfinho pode ficar. Mas, tudo bem”

Jair Bolsonaro sugeriu que servidores de órgãos federais ambientais se destinem à “ponta da praia”, um local de execução da ditadura militar no Rio de Janeiro.

“Eu tenho ascendência, porque os diretores, o presidente têm mandato, porque se não tivessem, eu cortava a cabeça mesmo. Quem quer atrapalhar o progresso vai atrapalhar na ponta da praia, aqui não”, disse o presidente durante transmissão feita em suas redes sociais.

Bolsonaro falava sobre a dificuldade do dono da Havan, Luciano Hang, conseguir uma licença ambiental para construção de uma loja da rede em Rio Grande (RS).

“Ponta da praia” foi uma gíria usada por militares no tempo da ditadura para se referir a uma base da Marinha na Restinga de Marambaia, no Rio de Janeiro. O local era usado para a execução de presos políticos.

 

 

*Com informações da Época