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Alckmin estuda suspender filiação ao PSB para facilitar aliança com Lula

O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin pode se desfiliar do PSDB e ficar sem partido —adiando a decisão de entrar no PSB.

Alckmin está sendo aconselhado a seguir esse caminho para que sua candidatura a vice na chapa de Lula não fique atrelada a disputas regionais da legenda com o PT, informa Mônica Bergamo, na Folha.

Mesmo com Alckmin fora do PSDB, Lula sinalizaria de forma ainda mais clara que deseja ter o ex-governador como vice em sua chapa, independentemente da legenda à qual ele vai se filiar.

Definido que o ex-governador será o candidato a vice-presidente, no PSB ou fora dele, as negociações do PT com os socialistas não envolveriam mais o nome dele em tentativas de acertos regionais. A aliança entre os dois seria facilitada.

Uma eventual filiação de Geraldo Alckmin à legenda não poderia mais, portanto, ser usada como trunfo por integrantes do PSB, ficando desvinculada das ambições de suas lideranças regionais. A aliança entre os dois seria facilitada.

Parte dos socialistas —entre eles o próprio presidente da legenda, Carlos Siqueira— tenta condicionar a filiação de Alckmin ao compromisso do PT de, em troca, apoiar candidatos do PSB aos governos estaduais de São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Acre, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

O estado de São Paulo é o mais difícil de equacionar, já que o PT não pretende abrir mão da candidatura de Fernando Haddad ao Palácio dos Bandeirantes para apoiar o ex-vice-governador Mário França, do PSB, que também pretende se candidatar ao governo.

Em outros estados, a aliança é mais provável —e vital. Em Pernambuco, por exemplo, o partido necessitaria do apoio do PT para garantir a permanência no poder. No Rio de Janeiro, o candidato ao governo Marcelo Freixo conta com um acordo com os petistas e Lula em seu palanque para ficar mais perto da vitória.

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Kennedy: Lula ganha argumento jurídico forte contra Moro com decisão do MPF

O pedido de arquivamento do processo contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do tríplex do Guarujá (SP) pelo MPF (Ministério Público Federal) leva em consideração as regras do direito brasileiro, analisou o colunista Kennedy Alencar, durante participação no UOL News.

O MPF usou como base para o pedido o argumento de que, em abril de 2021, o STF (Supremo Tribunal Federal) já havia anulado as condenações de Lula, além de citar a prescrição das ações denunciadas. Para o jornalista, do ponto de vista legal, Lula se livra de vez dessa acusação.

“Lula tem determinada idade, ele é beneficiado com uma contagem de prazo [de prescrição de crime] pela metade. O que aconteceu foi uma investigação mal feita e manipulada pelo Moro, que deixou que não houvesse um julgamento desse caso do tríplex na Justiça de São Paulo”, disse Kennedy.

O colunista afirmou que Moro “manipulou regras de competência” para atrair o caso do tríplex para o Paraná, o que fez o STF considerar a 13ª Vara de Curitiba sem competência para julgar Lula. A Corte também decidiu que o ex-juiz agiu com parcialidade no julgamento do ex-presidente por denúncias de corrupção.

“Isso dá a Lula um argumento jurídico forte contra o Moro porque além de o Supremo ter declarado que nesse caso o Moro não tinha competência e foi suspeito, o MP agora diz que em função da decisão do Supremo não tem o que fazer e Lula é beneficiado por uma regra do direito brasileiro, que beneficia todos os cidadãos”, completou.

Kennedy Alencar também avaliou que as críticas de Sergio Moro após o pedido do MPF fazem parte da “única bandeira política” que o pré-candidato à Presidência pelo Podemos tem: o discurso do combate à corrupção. Nas redes sociais, o ex-juiz afirmou que “manobras políticas enterraram de vez o caso do tríplex de Lula.”

“Moro fez uma condenação política de Lula, perdeu no STF e agora critica um sistema de Justiça. Mas ele corrompeu a lei processual penal. Corrupção não é só desviar dinheiro público, é também um juiz que não cumpre o papel dele de respeitar as leis para condenar as pessoas”, analisou o colunista. “Ele é um santo de pau oco, que se finge de moralista, mas não tem moral para dar lição sobre corrupção.”

*Publicado no Uol

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Quaest: Lula lidera com folga, Ciro cai

O ex-presidente Lula lidera em todos os cenários, em primeiro e segundo turnos.

A nova pesquisa Genial/Quaest mostra o ex-presidente Lula liderando com folga a disputa pela Presidência da República, se aproximando de uma vitória no primeiro turno. O petista lidera em todos os cenários, em primeiro e segundo turnos. Já Jair Bolsonaro permanece em segundo lugar, mas é derrotado em qualquer cenário de segundo turno.

No cenário com sete pré-candidatos, Lula teria 46% dos votos; Bolsonaro, 23%; Sergio Moro viria em terceiro, com 10%; Ciro Gomes, na quarta posição, com 5%; João Doria (PSDB), com 2%; e Rodrigo Pacheco (PSD) e Felipe D’Ávila empatados com 1%. O número de brancos e nulos é de 7% e o de indecisos, 5%.

intençao-de-voto

Nas simulações de segundo turno, Lula vence em todos as situações: 55% dos votos contra 31% de Bolsonaro; 53% contra 29% de Sergio Moro; 54% contra 21% de Ciro Gomes; 57% contra 14% de João Doria; e 58% contra 13% de Rodrigo Pacheco.

O levantamento foi feito presencialmente, com 2.037 entrevistas em 120 municípios nos 26 estados e no Distrito Federa, entre 2 e 5 de dezembro. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para cima ou para baixo.

*Com informações do 247

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Globo abre guerra de ódio contra Lula para tentar compensar a burrice de Moro

Os palpitantes Marcelo Cosme, Gerson Camarotti, Ana Flor e até o apatetado Jorge Pontual tinham hoje uma missão no GloboNews em Pauta, atirar na cabeça de Lula para matar.

Aí começa o problema, quando eles dão início a um tiroteio a esmo com um bacamarte enferrujado que vai devolver muito mais chumbo para os já pra lá de queimados Marinho por não abandonar o maldito vício de manipular a opinião pública.

Na verdade, isso é o resultado do fracasso de um manequim que o Projac tentou enfiar em Moro quando abriu a boca para dizer um monte de asneiras sobre economia e foi abatido ainda em terra.

Aliás, até Bolsonaro, imagina isso, chamou Moro de burro e que não aguentaria 10 segundos de debate. Falamos aqui do cocô do cavalo do bandido, já que todos sabem que Moro, como ministro da Justiça e Segurança Pública, serviu como babá do clã e capanga da milícia.

Afinal, o Brasil inteiro viu, através da Vaza Jato do Intercept que, como disse o deputado Glauber Braga, Moro é um juiz corrupto e ladrão.

No afã de agradar a chefia da casa, Marcelo Cosme teve a coragem de citar a favor de Moro, o ridicularizado powerpoint de Dallagnol, sem ao menos ter o cuidado de observar ou então fingiu que não sabe que o próprio Conselho Nacional do Ministério Público tratou esse caso como a maior mancha da sua história, tal o nível de constrangimento que esse embuste provocou na própria classe na hora de salvar o pescoço de Dallagnol em nome do corporativismo.

A partir de então, foi um festival de ataques baixos provocados pela decisão do Ministério Público de arquivar o processo que acusava Lula de se beneficiar com um muquifo do Guarujá que Leo Pinheiro foi obrigado, a partir de sua prisão, a dizer que Lula recebeu em troca de bilionários contratos com a Petrobras, sendo que Lula há muitos anos já nem era presidente da República, um imóvel que sempre esteve em nome da OAS.

Por isso Moro nunca apresentou prova, pois nunca houve o crime, mas os imundos jornalistas da GloboNews, a mando dos que mandam na casa, reviraram o lixo jornalístico da emissora para tentar requentar a podridão que inventaram, escancarando que a Globo não vê a menor chance de Moro abrir a boca que não seja para sustentar suas mentiras, repito, totalmente desmascaradas pelo Intercept que, lógico, essa turma de pangarés passou longe de citar.

Isso se chama desespero de quem está com o coração aos pinotes com medo do inevitável, a volta de Lula à cadeira da presidência da República.

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Alckmin não tem saída: A sabedoria política foi muito forte

Alckmin não tem mais jeito: o quadro político que se delineia no Brasil não deixa saída: Bolsonaro e seu direitismo exacerbado; essa coisa que se procura com Moro (veja: o presidente da Academia Brasileira de Letras é eleitor ardoroso de Moro, desde sempre, essa figura sem o mínimo de compreensão política e sem as mínimas credenciais intelectuais); o que foi feito do PSDB, com Doria, Fernando Henrique e tudo; tudo isso que se juntou no Centrão; de outro lado, a figura de Lula se agigantou, cresceu como líder nacional e figura de grande relevo internacional.

O bom senso de Alckmin não lhe deixou caminho – não há saída: é conversar com Lula.

É preciso lembrar que Alckmin foi nosso colega na Constituinte, com Lula, os deputados do PDT, do PT, diversos progressistas e nacionalistas do PMDB, a figura do Ulisses Guimarães, acima de tudo, a figura do Covas, Alckmin ao lado. Fizemos uma Constituição mais nossa do que deles. Direitos sociais avançaram, ampliou-se o exercício da soberania, o Estado Nacional avançou, ampliaram-se os instrumentos democráticos. Alckmin assimilou isto. É claro que Alckmin foi tragado pelo neolibearalismo exacerbado de Fernando Henrique, até Covas e Franco Montoro o foram.

Agora, com tudo que aconteceu no Brasil, tragédias e mais tragédias, Alckmin tocou-se. E não há mais jeito: não há mais consideração dessa questão de Kassab e PSD e essa coisa anódina de Presidente do Senado como candidato a Presidente. A política brasileira já foi colocada em outra dimensão. Pode ser até que Kassab e áreas do PSD venham a se tocar pela gravidade que vive o Brasil neste momento.

O que há de real é que a política praticada em nível superior, até mesmo pelas circunstâncias vividas pelo Brasil, está arrastando tudo.

Na situação em que se encontra a política em São Paulo, em termos pragmáticos, os caminhos já estão se fechando. Alckmin é forte candidato ao Governo de São Paulo. Mas somente teria viabilidade ao lado de Lula. Se Alckmin cogitar ficar ao lado de outra candidatura que não o Lula, como esse Pacheco do Senado, será tragado pelos acontecimentos que cercarão a candidatura de Lula e, em consequência, de Haddad ao Governo do Estado.

É evidente que para nós do setor popular seria o melhor dos mundos um projeto nítido, cortante, de avanços sociais e anti-imperialista de maneira irretorquível. Aliás, o Brasil e o povo brasileiro bem o merecem. A sensibilidade do Lula está a nos apontar que o projeto de avanços seria melhor alcançado com mais firmeza mas sem os sobressaltos que desde o golpe contra Dilma e as mazelas do governo Bolsonaro estão marcando o Brasil.

Os ventos superiores da política estão conduzindo os diálogos entre Lula e Alckmin, mesmo que até aqui tenham sido apenas imaginários. Não importa. O que importa é o bom senso e a compreensão superior da política. A política tudo arrasta quando se encontra em seu leito natural, quando não é perturbada por golpes ou armações desavergonhadas. Assim é a República. Brizola chamava isto de “processo social”.

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Nova pesquisa mostra que Lula venceria no primeiro turno

O ex-presidente Lula continua dando um baile nos outros postulantes à presidência da República para as eleições de 2022, é o que revela Matheus Leitão, da Veja.

Uma nova pesquisa mostra que não é só de goleada que vive o ex-presidente petista contra seus adversários, como bem resumiu a coluna.

Os novos números deixam claro, na verdade, que, caso as eleições de 2022 fossem hoje, Lula venceria no primeiro turno, o que ele mesmo não conseguiu – nem em 2002, nem em 2006.

Pela pesquisa, Lula tem 42% das intenções de voto, contra 19% de Jair Bolsonaro. Sergio Moro e Ciro Gomes, principais nomes da terceira via hoje, aparecem na terceira posição (risos) com 5% das intenções de voto.

Como ainda revelou o Radar sobre a pesquisa, José Luiz Datena, que não está mais no jogo presidencial, é listado no levantamento e tem 4%. João Doria, que ganhou as prévias do PSDB, tem 2%. Já Rodrigo Pacheco nem pontua.

Dois detalhes importantes da pesquisa são a consolidação de Lula acima dos 40% e a consolidação do presidente Jair Bolsonaro abaixo dos 20%.

É óbvio que ainda tem uma distância grande até as eleições, muita coisa pode mudar – inclusive, os movimentos de construção de alternativas do atual presidente podem fazer efeito.

Mas, até agora, Lula tem ido de baile em baile cantando a música de uma nota só: vitória, vitória, vitória…

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Alckmin já ensaia discurso para aceitar a vice de Lula

Ao falar sobre o convite de Lula, Alckmin cita parcerias que Merkel e que FHC fizeram com rivais políticos e alerta para situação nos EUA, diz Guilherme Amado, do Metrópoles.

Geraldo Alckmin está mais propenso a aceitar a vice na chapa presidencial de Lula do que a ser candidato ao governo de São Paulo. Em conversas com amigos, Alckmin tem ensaiado um discurso em que cita parcerias que a chanceler alemã, Angela Merkel, e que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso firmaram com adversários políticos. E faz um alerta para a situação de risco que vive os Estados Unidos.

Alckmin já tinha citado o acordo que permitiu a eleição do social-democrata Olaf Scholz como substituto de Merkel na Alemanha, mas passou a incluir FHC em seu discurso. O ex-governador lembra que FHC procurou políticos que estiveram ao lado da ditadura para unificar o país em seu governo, como José Sarney, Marco Maciel, Antonio Carlos Magalhães e Jorge Bornhausen.

O ex-governador analisa que a falta de união nacional prejudicará o governo do presidente americano, Joe Biden. Ele afirma que o desempenho econômico dos Estados Unidos será afetado pela oposição vigorosa que governadores de alguns estados, como o Texas, fazem à administração federal.

Aliados de Alckmin dizem que o ex-governador enxerga que tomará o primeiro ato efetivo de uma personalidade política para furar a polarização no Brasil. Alckmin afirma que a decisão não será benéfica politicamente para ele, uma vez que afastará parcela importante do seu eleitorado nas classes média e alta de São Paulo, mas que terá um peso importante para o futuro do país.

Se Alckmin optar pela costura com Lula, a filiação ao PSB é o caminho mais provável. Mas, nesta sexta-feira (03/12), alas do PSD distribuíram um panfleto no WhatsApp em defesa da candidatura de Alckmin ao governo de São Paulo. O ex-governador estava apalavrado com o partido de Gilberto Kassab antes da articulação com Lula tomar corpo. Kassab defende o lançamento do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, como candidato ao Planalto.

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Pesquisa Sensus: Lula venceria eleição no primeiro turno com 50,8% dos votos válidos

Lula teria 42,6% dos votos se a eleição fosse hoje, totalizando 50,8% dos votos válidos, o que garantiria sua eleição em primeiro turno. É o que informa pesquisa presencial do instituto Sensus.

Pesquisa presencial IstoÉ/Sensus divulgada nesta sexta-feira (3) indica que se as eleições fossem hoje o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria eleito presidente no primeiro turno. Ele teria 42,6% dos votos, totalizando 50,8% dos votos válidos.

Jair Bolsonaro ficou em segundo com 24,2% das intenções de votos. Sergio Moro está com apenas 7,5%, Ciro Gomes tem somente 5,3% e João Doria sequer chega a 2%, ficando com 1,8%.

Outros candidatos da chamada terceira via têm, somados, 2,8%: Simone Tebet com 1,2%, Luiz Henrique Mandetta com 1%, Rodrigo Pacheco com 0,3%, Luiz Felipe D’Ávila com 0,2% e Alessandro Vieira (Cidadania) com 0,1%.

Num eventual segundo turno, Lula venceria todos os adversários por larga margem. Contra Bolsonaro, faria 55% a 31%; contra Moro, 53% a 25%; contra Doria, 55% a 14%.

Bolsonaro é o candidato com maior rejeição: 59,2% – o que praticamente inviabiliza sua candidatura. As más notícias não param aí: 53,2% acreditam que ele vai viabilizar o Auxílio Brasil apenas como projeto para se reeleger.

A pesquisa, presencial, foi realizada entre os dias 24 e 28 de outubro, com dois mil eleitores, em 136 municípios de 24 estados, com margem de erro de 2,2%.

*Com informações do 247

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O dia em que a “bomba atômica” digital de Bolsonaro virou estalinho perto do furacão Lula

Ainda me lembro como se fosse hoje, Merval Pereira comemorando a vitória de Bolsonaro destacando sua mentira como teoria da mais pura verdade.

A tese, sabidamente mentirosa, era a de que uma ingênua campanha, quase angelical de tão amadora, tinha derrubado o milionaríssimo muro intransponível do petismo.

Merval não cabia dentro de si de tanta euforia com a chegada do genocida ao poder. Era, enfim, a vitória sonhada pelos fascistas!

Lógico que a promessa patética da mídia e da campanha de Bolsonaro, era de mudar os rumos da marcha comunista no Brasil.

Bolsonaro era a nova variante digital. Variante esta que foi alimentada pelos corredores, salas e redações das grandes corporações de mídia no Brasil.

Nesta quinta-feira (2), Lula, num único mata-leão digital, enforcou o engodo e deixou a Globo inteira sem ar.

O sucesso de Lula ontem nas redes mexeu com os ânimos da Globo. Os seus comentaristas estavam apopléticos, atônitos, incrédulos.

A entrevista de Lula ao Podpah estourou a boca do balão e todos os seus limites no universo digital, inclusive no internacional.

Lula bateu o recorde de audiência no PodPah virando o assunto mais comentado do Twitter no mundo.

Numa comparação direta e seca, a live Bolsonaro, exibida no mesmo horário da entrevista de Lula, contou com 10 mil pessoas, enquanto a de Lula chegou a passar de 300 mil.

Hoje, a live de Bolsonaro mostra 90 mil visualizações. A entrevista com Lula ao Podpah já tem 3,4 milhões e não para de crescer muito a cada segundo.

É como disse Milton Santos em seu livro “Por uma outra globalização”: com a revolução digital, nada pode ser comparado em termos de história ao que o mundo vive hoje.

*Foto destaque: Ricardo Stuckert

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Pesquisa Ipespe: Lula lidera a corrida eleitoral em São Paulo

Na eleição para governador, Geraldo Alckmin e o ex-prefeito Fernando Haddad são os primeiros colocados.

O ex-presidente Lula lidera as intenções de voto para presidente no estado de São Paulo, de acordo com pesquisa pesquisa Ipespe divulgada nesta sexta-feira 3 pelo jornal Valor Econômico.

Segundo o levantamento, o petista tem 35% e é seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), que aparece com 24%. Em seguida, vem Sergio Moro (Podemos) com 12%, Ciro Gomes (PDT) e o governador João Doria (PSDB) com 5%, e a senadora Simone Tebet (MDB) com 2%.

Na eleição para governador, Geraldo Alckmin, de saída do PSDB, e o ex-prefeito da capital paulista Fernando Haddad (PT) são os primeiros colocados.

De acordo com a pesquisa, Alckmin aparece com 23%, enquanto Haddad tem 19%. Logo atrás vem Guilherme Boulos (PSOL) e o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, com 11%.

Nesse cenário, o vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB) têm 3%, e o ex-ministro Abraham Weintraub não pontua. Brancos e nulos somam 27%.

Em um segundo cenário, que exclui Alckmin e Haddad e inclui Márcio França (PSB), Boulos lidera com 23%; França atinge 19%; Tarcísio, 10%; e Garcia, 5%.

Em um terceiro cenário, sem Alckmin ou França e com Haddad, o petista tem 27%, e Boulos e Tarcísio aparecem com 13% cada. Garcia vem em seguida com 6%.

*Com informações da Carta Capital

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