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Opinião

Futurismo catastrofista do Estadão mostra que a oposição ao governo Lula, virou um tico-tico no fubá

Com um ano de governo, Lula, com inúmeras vitórias, o emagrecimento da mídia oposicionista, como o Estadão, seria fatal. Remédio: suplementar as manchetes em garrafais na base do futurismo catastrofista, mais conhecido como praga dos invejosos, para ser curto e grosso.

O fato é que não há nada de exclusivo no exercício estrambótico de um Estadão nostradâmico. Pior, ataca a figura de Lula que, segundo o jornalão, tem mentalidade expansionista, seja lá o que for isso.

Com a autoridade de quem vive de efeitos retóricos, o Estadão parte para a velha forma superlativa dos que adoram jogar, na base do bico, a bola para o mato, que o jogo é de campeonato e salga o tempero hiperbólico como forma de combater muito mais Lula do que seu governo, o que deixa manca qualquer opinião.

Mas, como o Estadão é especialista nesse tipo de catequese dos seus cada vez mais restritos leitores, ele escreve para a comunidade nazibolsonarista para ver se consegue uns caraminguás do farelo de fubá para abrandar a alma, já que a importância do jornalão, em tempos de revolução informacional, está cada vez mais pândega.

Então, tome ideologia de direita, na busca por uma efervescência gélida, porque é isso que, no final das contas, o Estadão consegue com um pombo como esse.

 

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Política

Lula avisa Lira que não vai interferir na eleição para presidência da Câmara, mas não aceitará candidato que afete a governabilidade

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse para o presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (PP-AL), que não vai interferir sucessão da presidência da Casa, mas sinalizou que quer ter poder de veto sobre determinados nomes.

Ou seja: tudo bem se o candidato for alguém que não seja escolhido pelo Planalto, mas nomes que estejam dispostos a ser oposição ou a colocar a governabilidade em risco não serão apoiados pelo governo.

Segundo o colunista Guilherme Amado, do Metrópoles, Arthur Lira tem dito que trabalhará para fazer seu sucessor só a partir de setembro de 2024. E que quer que esse nome novamente tenha o apoio do governo e da oposição.

A eleição para a Presidência da Câmara será em 1 de fevereiro de 2025.

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Opinião

O inacreditável Estadão ataca o pé quente de Lula

Há uma máxima no fotebol brasileiro, carregada de uma apaixonada superstição, que diz que, um grande goleiro tem que, antes de tudo, ter sorte. Ou seja, a sorte na nossa velha superstição, é o grande suplemento da qualidade de uma gestão.

E não pensem que a burguesia não é supersticiosa, faz parte do estilo do mercado essa falta de finura em buscar uma forma grosseira de produzir terrorismo econômico, ensinando aqueles que se afeiçoam pelo dinheiro em estado puro em esfolar a população, utilizando uniformemente campanhas, via mídia, para produzir falsas expectativas. Se for de um governo de esquerda, o mercenário criará uma ficção que produza, dentro de um determinado quadrado, a sensação de dar como condenado o governo pelas perspectivas que a burguesia estabelece como termômetro.

Mas esse mesmo produto da escória do sistema financeiro tem um olhar oposto quando o assunto é expectativa, se os supremos caciques da direita mandarem os mesmos fanfarrões tocarem o berrante, avisando que o dinheiro vai sobrar.

O nome disso é culto à picaretagem, não é ignorância. A corrente que, engrossada pela mídia, dizia que o governo Lula teve êxito em seus dois governos por essa pérola de que tinha dado sorte, quando a alma popular sabia que não era, nem de longe, o motivo  do sucesso dos seus governos.

Mas como as camadas mais pobres da população são desprezadas e odiadas pelo mercado, uma infinidade de besteiras brejeiras são jogadas ao léu para se passar a ideia de que Lula é um incompetente, que apostou na correnteza das exportações de comodities, desprezando o próprio trabalho, extremamente virtuoso que Lula protagonizou para abrir o mercado mundial para o Brasil.

Mas como Lula é Lula, ele literalmente fez disso, que seria um suposto limão, uma limonada para lá de refrescante para os ouvidos dos brasileiros, “se é verdade que eu tenho sorte, o povo deveria me eleger para sempre”.

Claro, o Estadão ficou enfezado com a sagacidade de Lula nessa frase épica.

Isso também explica por que Lula é Lula e o Estadão é o Estadão diante dos olhos do mundo.

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Economia

Lula afirma que previsão da OCDE para economia brasileira em 2024 está errada

OCDE estimou que o Brasil deve crescer 3% em 2023 e 1,8% em 2024.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (19) que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) errará sua previsão para a economia brasileira em 2024, garantindo que o país crescerá no próximo ano.

Em relatório divulgado na segunda-feira (18), a OCDE estimou que o Brasil deve crescer 3% em 2023 e 1,8% em 2024, segundo a CNN.

“Eu vi uma manchete que me deixou muito irritado, da OCDE fazendo julgamento da economia brasileira. Eu quero apresentar essa gravação para dizer pro pessoal da OCDE para tomar café para provar que vocês erraram. Como vocês dão palpite se vocês não sabem? Eu queria falar para o pessoal que fica pessimista: o Brasil vai crescer. Os dados que eu tenho e as possibilidades que nós temos é muito grande. O dinheiro está circulando na mão das pessoas. Eu estou muito otimista para 2024”, disse.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse anteriormente acreditar em um crescimento de 2,5% para o próximo ano.

Durante live em suas redes sociais, Lula também indicou estar muito otimista para 2024, apontando para os dados fortes e perspectivas de investimento no país.

 

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Opinião

Ninguém convida Bolsonaro para fazer palestra

Bolsonaro poderia palestrar pelo mundo para dar aula de malefícios, com um rosário de capim pendurado no pescoço.

O homem é um portento nas matérias vampíricas. Bolsonaro é uma tragédia completa, no sentido mais amplo da palavra, por isso mesmo tem horror de se meter em qualquer lugar que não seja seus cercadinhos, pois sabe que, fora da incontinência social e política, Bolsonaro é um suplício por si só, amarrado e imprensado na sua própria burrice.

FHC e Lula, quando deixaram a presidência, saíram pelo mundo fazendo palestras, Bolsonaro, nem dentro do seu raio de ação consegue juntar lé com cré para articular algumas palavras, mesmo boçais, que alguém minimamente sensato pudesse ouvir.

Bolsonaro, quando perdeu a presidência, sofreu uma espécie de disenteria política, ninguém daria atenção a uma vírgula do que Bolsonaro proferisse.

Na verdade, ele cobriria de vergonha até mesmo o bolsonarista, essa coisa indefinível, inclassificável que, de forma misteriosa, segue tratando um derrotado como mito.

Seja como for, nem dentro, nem fora do seu círculo, há alguém no planeta terra que queira ouvir seus depoimentos para nortear o futuro.

Bolsonaro é uma besta pública, sem qualquer relevo político, memória ou pensamento próprio. É um fenômeno de idiotices que não desperta interesse de ninguém.

Por isso, quando saiu da presidência, Bolsonaro foi eliminado do mundo civilizado.

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Política

Lula sanciona lei que taxa offshores e fundos exclusivos de super-ricos; governo espera arrecadar até R$ 30 bi com a medida

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a lei para tributar os fundos offshore e fundos exclusivos dos “super-ricos”. O texto era uma das prioridades do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para aumentar a arrecadação e cumprir a meta de zerar o déficit fiscal das contas públicas.

A sanção foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (13/12). A taxação de rendimentos de ativos em outros países poderá gerar entre R$ 20 bilhões e R$ 30 bilhões de arrecadação para os cofres públicos entre 2024 e 2026, segundo as contas do governo.

O projeto de lei foi aprovado na Câmara dos Deputados em outubro, e na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado na segunda quinzena de novembro. Por fim, o plenário do Senado Federal aprovou em 29 de novembro a PL, segundo o Metrópoles.

A tributação de offshores será feita anualmente, em 31 de dezembro, com taxa de 15%. Já os fundos exclusivos de super-ricos serão taxados semestralmente, por meio do “come-cotas”. Os investimentos de longo prazo serão tributados em 15%, e os de curto prazo (com um ano ou menos) em 20%.

As chamadas offshores são fundos de investimentos baseados no exterior, geralmente em paraísos fiscais. O projeto de lei para regular estes fundos foi incluído à medida provisória (MP) nº 1184/23 que já tramitava na Câmara para taxar os super-ricos.

 

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Política

Lula: governo promete ato pela democracia em Brasília 1 ano após o 8/1

Presidente Lula afirmou que pretende reunir governadores, parlamentares e empresários na capital federal para lembrar força da democracia.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta terça-feira (12/12), que o Planalto prepara um ato com a presença de governadores e parlamentares em Brasília, no próximo dia 8 de janeiro, para lembrar o marco de um ano da vitória da democracia sobre a invasão das sedes dos Três Poderes, na capital federal, diz o Metrópoles.

Em 8 de janeiro deste ano, dias após a posse de Lula, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF), na tentativa de reverter o resultado das eleições de 2022, que garantiram a vitória do petista sobre o candidato à reeleição.

“Estou convidando todos os governadores, porque dia 8 de janeiro vamos fazer um ato aqui em Brasília para lembrar o povo que tentou se dar um golpe dia 8 de janeiro, e ele foi debelado pela democracia desse país”, declarou o petista.

A declaração de Lula ocorreu em evento com governadores no Palácio do Planalto, nesta terça, para o anúncio de investimentos de Bancos Públicos nos estados.

“Eu pretendo ter todos os governadores aqui, os deputados, senadores, empresários. Para a gente nunca mais deixar as pessoas colocarem em dúvida que o regime democrático é a única coisa que dá certeza das instituições funcionarem e o povo ter acesso a participar da riqueza que ele produz. O restante é balela”, seguiu.

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Mundo

Biden pede ao governo Lula que medie tensão entre Venezuela e Guiana

O governo dos Estados Unidos, liderado por Joe Biden, tem procurado interlocutores do presidente Lula (PT) para pedir que o governo brasileiro e o Itamaraty atuem para acalmar os ânimos entre Venezuela e Guiana. Os dois países estão em uma disputa pela região de Essequibo, reivindicada historicamente pela Venezuela mas atualmente controlada pela Guiana. Segundo Jamil Chade, do UOL, a Casa Branca está preocupada com a tensão na região e vê o Brasil como um ator “adequado” para ajudar a evitar uma escalada militar.

De acordo com a reportagem, Washington “sabe que não pode e não tem condições de lidar com a crise neste momento”. O governo estadunidense está em constante contato com autoridades brasileiras nos últimos dias, pressionando por ações específicas. O pedido envolve um alerta claro ao presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de que continuar com seus planos resultará na manutenção das sanções internacionais contra seu país. Além disso, a Guiana recebe um recado de que apesar de contar com o apoio diplomático e militar dos EUA, não deve se fechar ao diálogo, segundo o 247.

A proposta de sediar conversas entre as partes foi apresentada pelo presidente Lula, aguardando agora a resposta tanto de Maduro quanto do governo guianense. Diplomatas brasileiros buscam uma solução que evite uma escalada militar.

Os EUA expressam preocupações com a possibilidade de um novo foco de tensão territorial no mundo, considerando os outros conflitos em curso e patrocinado por eles, como a guerra na Ucrânia e a situação em Gaza. A administração Biden também leva em consideração sua situação doméstica, com as próximas eleições americanas dominando a agenda. O receio é que uma crise militar possa ser explorada por opositores, usando-a como prova da suposta fraqueza dos democratas.

Lula já assumiu a responsabilidade do Brasil por uma intermediação sul-americana, através da CELAC, visando obter mais respaldo do que a OEA, considerada inimiga por Caracas. A CELAC, presidida por Ralph Everard Gonsalves, primeiro-ministro de São Vicente e Granadinas, é vista como uma entidade mais neutra para dialogar com ambas as partes.

 

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Política

Vem aí o pacote de redução dos preços das passagens aéreas

O governo Lula pretende anunciar até o dia 20 um plano de redução de preços das passagens aéreas.

Para isso, foram marcadas para quinta-feira e sexta-feira que vêm audiências das principais companhias aéreas brasileiras com o ministro Silvio Costa Filho.

Gol, Latam e Azul vão apresentar suas propostas para a redução das tarifas — em reuniões separadas, claro.

Os presidentes das três empresas estiveram reunidos com o ministro dos Portos e Aeroportos no dia 14 de novembro e saíram do encontro com esse acerto.

O pacote que vai ser apresentado pelas aéreas, de acordo com o que está sendo esperado pelo Ministério de Portos e Aeroportos, não se restringirá a uma possível redução dos preços as vezes escorchantes cobrados por passagens Rio-São Paulo, por exemplo, segundo Lauro Jardim, O Globo.

Mas incluirá, entre outras propostas, o alongamento do prazo para o uso de milhas, mudanças na forma de cobrança de malas a serem despachadas e um desconto mais acentuado para quem compra uma passagem com antecedência maior.

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Política

Vídeo: “Tem uma coisa que a América do Sul não está precisando agora: confusão”, diz Lula sobre tensão entre Guiana e Venezuela

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste domingo (3), em Dubai, que está trabalhando para reduzir a tensão referente a intenção de anexação do território de Essequibo, na Guiana, pela Venezuela. A região é cobiçada pela sua abundância de petróleo e gás natural.

“Conversei por telefone com o presidente da Guiana duas vezes. O Celso [Celso Amorim, assessor especial da Presidência] já foi na Venezuela conversar com o Maduro [Nicolás Maduro, presidente da Venezuela]. Tem um referendo, que provavelmente vai dar o que o Maduro quer, porque é um chamamento ao povo para aumentar aquilo que ele entende que seja o território dele. E ele não acata o acordo que o Brasil já acatou”, disse Lula ao deixar o hotel em que ficou hospedado durante a COP28 antes de embarcar para Berlim.

Ainda segundo Lula, “só tem uma coisa que a América do Sul não está precisando agora: confusão. Se tem uma coisa que precisamos para crescer e melhorar a vida do nosso povo é a gente baixar o facho, trabalhar com muita disposição de melhorar a vida do povo e não ficar pensando em briga. Não ficar inventando história. Espero que o bom senso prevaleça do lado da Venezuela e do lado da Guiana. Vamos ver o que vai dar”, disse.

A Venezuela realiza neste domingo (3) um referendo consultivo sobre a anexação da Guiana Essequiba, um território repleto de recursos naturais e disputado desde o século 19. O foco está nos estimados 11 bilhões de barris de petróleo presentes na região.